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O trabalho de sistematização do corpus introduz uma série de termos e expressões significantes por onde se deduz o sujeito farmacotímico em posição socialmente gozosa e privilegiada. Todas as considerações referentes às culturas das sociedades modernas desenvolvidas nos capítulos anteriores convergem nesse tópico, identificado nessa leitura como um registro dos traços da farmacotimia social. Nos ditos e enunciados extraídos das reportagens capturamos a essência do que se transmite como uma sombra arraigada às narrativas prevalentes. Por esse motivo, comentamos que a questão da farmacotimia está intimamente associada à razão da angústia com que dimensionamos os alertas de prevenção. Tal recorte oferece à leitura uma dupla abordagem para a versão sobre o sintoma social que se delineia a partir de então. A primeira delas

diz respeito ao lugar dominante apontado em Lacan no discurso da histeria, em que se vê a fratura subjetiva como transgressão e ruptura sintomática para com a ordenação do campo do Outro, lançando uma indagação sobre o gozo. Quanto à segunda versão, a aproximamos do trabalho do discurso da universidade que instaura no lugar do outro o sujeito na experiência de uma falta em relação ao saber. Juranville [ 1987] esclarece a função do ódio enquanto sintoma que se produz a partir desses lugares.

O discurso que dá livre curso ao ódio é o que Lacan chama de discurso da universidade, cuja forma comum é o discurso moral. A tese desse discurso consiste em que é preciso buscar a mestria. [ ...] Esse saber é plenamente um saber, mas é próprio do discurso universitário que o significante-mestre em que se baseia todo saber funcione aí, ao mesmo tempo, como um modelo identificatório. Daí a aparência de que o universitário não tem um saber verdadeiro, experimentado por ele como tal, e de que é apenas o conservador e transmissor do saber real dos ‘grandes autores’. Seu saber é um saber verdadeiro, mas que se reveste de

referências aos ‘mestres’ 109.

Supomos desse modo uma dupla versão para o sintoma da farmacotimia no âmbito social, e que se traduz no trabalho de circunscrição de campo significante a seguir. Por um aspecto, revela-se como ato transgressivo e motivado por uma vivência gozosa no consumo das substâncias, enquanto enlaçado ao discurso da histeria; e por outro, a partir da inveja ou do ódio vivenciados pela carência, falta ou frustração, enlaçado ao discurso da universidade, fomenta o desejo de saber, de experimentar, ligado ao ato farmacotímico. Obviamente, a mestria que Juranville aponta, aqui assume o valor que se deduz dos modelos e tendências culturais; no caso, o conjunto de elementos que integramos nos capítulos sobre as culturas do corpo, da juventude e da consciência alterada. É notório, precisamente, que em várias reportagens são enfatizadas as razões do modismo, dos modelos e celebridades, daquilo que se transmite como a verdade dos significantes- mestres. Nesse sentido, separamos esses dois traços do sintoma social desvelado nos textos reunidos da imprensa, nomeando os agrupamentos em função dos efeitos de discurso sobre a realidade farmacotímica.

A vertente moralista do sintoma, função dinâmica do Super-eu, que apontamos ligada ao discurso da universidade, é a que demonstra estar em oposição ativa com a razão da angústia. Se antes marcamos os aspectos imaginários concernentes à exacerbação dos problemas contidos no abuso e no tráfico de psicoativos, aqui equiparamos os enunciados paradigmáticos no mesmo sentido, desta vez para frisar que a generalidade, a banalização, a proliferação do consumo

na modernidade aparecem como incentivo à experimentação. Observamos que as idéias de que, na experiência, depende de cada consumidor e de cada cabeça satisfazer-se com as substâncias ou encontrar o caminho do aprendizado no hábito, e que os acessos aos objetos de gozo na modernidade estão cada vez mais facilitados, aparece algumas vezes como passe livre para a farmacotimia. Instaura desse modo uma moralidade própria ao consumo, deixando ao sujeito a premissa eticamente válida da satisfação pela experimentação. Para esse agrupamento significante, podemos identificá-lo como paradigma da identificação ao saber transmitido em função dos significantes-mestres que dão corpo ao gozo farmacotímico.

Notícias – Modelos – Geração jovem – Elemento de comunicação – I déias avançadas – Liberdade – Responsabilidade – Lucros – Consumo – Cheirar na sala – Juventude – Veio para ficar – Critério de cada um – Naturalidade – Lubrificante social – Aprendizado – I dentificação – Copiar hábitos – Caminho da curiosidade - Respeito absoluto – Prazer não muito especial – Audácia – Consumo banal – Advertências incapazes – Segredo da saúde – Segredo ao pé do rótulo – Resistências superadas – Aprendendo a apreciar – Fazer vista grossa – Não faz mal a ninguém – Anunciado na televisão – Competitividade e valores hierárquicos – Uso positivo – Aproximador social – Naturalidade – Jovens de personalidade – Grande divertimento – Não é crime – Convidado a ir para a cama – Geração dos super-remédios – Futuro na prateleira – Novos medicamentos para mudanças de humor – Esbanjam saúde – Doçura esbelta – Perdeu status de remédio, agora é alimento – Podem se drogar à vontade - Controle varia com a cabeça de cada um – Efeitos da modernidade – Como todo mundo – Ramos profissionais que se sofisticaram – Pais consomem – Nunca foram tão baratas – Passaporte – Fazer carreira de brilho – Overdose de descaso - População se automedica – Propagandas enganosas – Depende do mercado – Anunciados livremente – Retardar a velhice – Viver melhor e por mais tempo - Evidências para que aumentem consumo - Melhor é correr até a farmácia – Promoção de alimento para remédio – Lista das vitaminas e ronda das prateleiras – Ao alcance de todo mundo – Pedrinha da percepção social – Desaponta a noção de prazer - Cai como uma luva – Cerveja invade – Onde se bebe mais – Coração e paladar do consumidor – Desperta relação de afeto – Gregária e festiva – Baseado em família – Popularizaram as drogas e exercitaram o sexo livre – Repressão fracassou – Sensato e humano – Direito da pessoa – Aval ao consumo – Não destroça a personalidade – Mostrar na tevê os remédios – É bom os remédios causarem dependência – Não é mais maldita – Cannabis do futuro – Saiu da clandestinidade – Não representa perigo - Acabo fumando um – Afastaram o fantasma – A vida desmentiu – Explosões de consumo, produção e qualidade – Cibernética e engenharia genética – Direito à intoxicação – Usada na fabricação – Aprendem a extrair o efeito desejado – Socialmente aceita e fácil de ser adquirida – Trabalhar nos maconhais – Gordura tem remédio – Posto de maior aliado do gordo – Conversar sobre os efeitos nocivos e até tomar umas e outras – Aceitar naturalmente – Primeira bebedeira – Bebida vira remédio – Convidá-lo a beber - Potencialidade à adição –

Método de intoxicação popular – Não é ela que faz mal – Anúncios mais sedutores – Experimentação passa a ser regra – Cada um sabe do seu beber – Nada contra ou a favor de quem fuma – Doenças não passam de acidentes – Transferir responsabilidade – Propaganda vincula prazer ao sucesso – Mulheres lindas e automóveis fantásticos – Cada um é dono do seu nariz – Quem transa com moderação, tudo bem – Todo mundo faz qualquer negócio – Comum é o uso de antidepressivos e ansiolíticos – Depende muito da cabeça – Dos males, o menor – Baseado na moda – Menos nociva que o álcool e o tabaco – Não pode ser mais vista como um demônio – Depende de como se usa – Muita gente não fica dependente – Experiência é um fator individual – Uso medicinal – Entre jovens abastados – Simples quanto curar dor de cabeça - Supostamente milagrosos – Fonte da juventude – Parte da história da humanidade – Rito de passagem – Conquista de senadores a atores pornôs – Derruba os medos – Viagra nas bolsas – Pretendo usar – Elimina o medo de falhar – Droga revolucionária – Expectativas conflitantes – Capaz de dar conta de toda a complexidade do sexo – Sucesso comprovado – Temporada da busca do prazer – É como oferecer Coca-Cola, todo mundo quer – Bombardeio favorece o consumo excessivo – Farmácias em super- mercados – Curiosos para testar – Responsabilidade soa como ladainha – Tempo para se divertir – Promessa de animar a festa – Vida sexual ativa – Dificilmente alguém morrerá envenenado – Químicos mais eficientes e menos tóxicos – Sucesso da droga – Sacrifício de emagrecer mais leve – Comprar meia dúzia de caixas com a mesma tranqüilidade – Tentações em cada esquina – Pessoas precisam ajudar o remédio – Remédios melhoram a vida - Conforto ao alcance da mão – Mal vencido com a ajuda de remédios - Remédio à disposição – Fumar é quase uma religiosidade – I ntolerância adicionada – Não passam por fiscalização – Aditivos são um mal necessário – Escolhas destinadas a animar e dividir parceiros de mesa – Apetite para enfrentar grandes competidores – Aproveitar oportunidades – Velhice erótica – Atraente nicho de consumo – Consumida por multidões – Discussão para a sala de visita – É impotente quem quer – Mil e uma novas utilidades – Devolve a segurança ao homem – Limites emocionais – Solução na farmácia da esquina – Recair não é o fim – I ncêndio está queimando antigas formas de olhar – Opinião tolerante – Substância não ameaça a vida – Assunto na mesa de jantar – Jovem escolheria o mais fácil – Consumo da sociedade atual tem uma função psicótica – Medicamento da existência – Absoluta liberdade de mercado – Livre para decidir – Clientela impulsionada pelo sofrimento – Sucesso estrondoso – I niciada pelos companheiros – Advertir tornou-se uma amenidade – Anúncios são bem recebidos – Começam por curiosidade – Controla com anti-depressivo – Cinema eternizou a aura do cigarro – Publicidade associa vício a status – Maconha quase liberada – Tolerância aumentou – Escola aceita mais – Considerada droga leve – Mais democrática – Consumidores não se enquadram em estereótipo – Resistiu ao avanço – Vantagem de não deixar a pessoa agressiva – Autoconfiança, tipo de coragem – Policial fica influenciado – Adequação social – Patamar da aceitação – I ndependência, autonomia e sex appeal – Bebida mais desejada do verão – Oito bilhões de litros de chope e cerveja fazem a festa a cada ano – Graças à jovialidade – Essencial para a nutrição do povo egípcio – Nobres

bebedores – Jesus Cristo transformou água em vinho – Genéricos atraem – Marketing dos gigantes – Ecstasy saiu do gueto clubber – Ganhou terreno – Moças e rapazes de boa estampa – I magem de droga benigna – Poder de sedução entre a juventude – Inserida na cultura do séc. XXI – Revolução química do prazer – Sonho da indústria farmacêutica – Terapeutas sexuais recebem de bom grado – Caminho de auto-conhecimento – Busca do equilíbrio – Encantados com as promessas dos suplementos – Apelo mercadológico – Homem não quer fazer sacrifícios – Consumo do Viagra explode – Remédios ajudam a combater - Vendidos sem prescrição médica – Automedicação responsável – I magem associa fumo ao sucesso e à juventude – Espaços dignos e arejados – Número cada vez maior ignora a lei – Erva maldita está se transformando em erva do charme – Evidência epidemiológica: nunca se fumou tanta maconha – Dispostos a falar – Cabe a cada um decidir – Droga como ícone da rebeldia – Artistas glamourizam a droga – Consumidor procura bebidas de qualidade – Produção da boa bebida – Truques químicos – Qualidade da garrafa melhorou – Nunca se bebeu tanto e tão bom vinho – Pessoas criativas se beneficiam – Aroma característico em locais de concentração de jovens – Droga tinha charme e uso chiquíssimo – Drogas libertárias – Campanha não funciona, estabelece uma atração ainda maior – Estética drogada na propaganda – Substâncias não são problemáticas para todos – Era dos super-remédios – Esperança a milhões – Farmácia de bilhões – Química é dinheiro – Avançou-se de forma impressionante – Fabricar um super-remédio e anunciar com estrondo – Maconha é considerada uma droga leve – Tolerada pela sociedade e apresenta certo charme – Chá alucinógeno legalizado no Exterior – Cultos baseados em alucinógeno da Amazônia fincam raízes – Religião genuinamente brasileira – Mistura crenças e símbolos – Poção sagrada foi liberada – Princípio de liberdade religiosa – Publicidade com adesão de artistas globais – Jovens bebem tanto – Droga da moda é legalizada – Bebida não é vista como um perigo - Melhor que consumir drogas – Relaxar segundo o único modelo à vista, dos adultos – Autorização branca – Problema não está na substância em si, mas no exagero e no descontrole 110.

Retomando o primeiro aspecto do sintoma social, em sua vertente transgressiva na desarticulação dos parâmetros da lei, encontramos na série que segue, a verdadeira essência do sujeito farmacotímico que tomamos como hipótese para a presente dissertação. São significantes que se ligam no texto à experiência com as diversas substâncias e que se oferecem como insígnias do modo de gozo a elas ligado. Não se trata de identificar uma apologia ao consumo, nem de um suposto e imaginário perfil psicológico do consumidor, mas sim de recolher a medida enigmática e sedutora dos limites imprecisos que esses termos impulsionam pelas mídias. A leitura da imprensa fornece um sentido próprio a esses dizeres, em função do corpo teórico trabalhado nos capítulos anteriores; porém, eles falam de algo que extrapola o próprio objetivo da redação, e que se vincula

ao nó do tempo. Não podemos deixar de lembrar que a sistematização foi construída sobre a amostragem de trinta anos, e que a temporalidade que lhe concerne oferece suporte à noção de sujeito farmacotímico nos traços da repetição. O que se repete não são os enunciados ou os termos pontuais do ato farmacotímico, mas essa tentativa de apreensão de um saber sobre o mais-gozar, viés que nos introduz à própria questão do sintoma.

O aspecto significante do sintoma é o fato de ele ser um acontecimento involuntário, desprovido de sentido e pronto para se repetir. Em suma, o sintoma é um significante, se o considerarmos como um acontecimento do qual não domino nem a causa, nem o sentido, nem a repetição 111.

I ntroduzimos desse modo uma representação que o sintoma pode adquirir, nos termos de uma solução viável para os conflitos psíquicos atualizados pela modernidade, mediante saída apressada ao ato farmacotímico ao modo dos tempos lógicos em Lacan. Essa disposição do sujeito farmacotímico no inconsciente se mobiliza pelo discurso da histeria na produção de um saber a partir do mais-gozar. A mobilização se dá, entretanto, na ordem de uma presença espessa que se exemplifica pelo nó do tempo, cuja espessura ou dimensão do laço não encontra medida exata, e que sugere a atemporalidade do inconsciente.

Falar de um sujeito farmacotímico como efeito e produto sintomático das narrativas culturais significa pesquisar sobre os modos de alteração da consciência na sociedade moderna, pelo uso de psicoativos, e suas limitações na ordem da satisfação pulsional. O gozo implicado no sintoma não é signo de prazer, mas sim de uma função repetitiva que inclui o aumento da tensão libidinal e o sofrimento associado ao desejo do Outro no inconsciente. Quando o sintoma se enlaça à consciência alterada, presta-se a variadas manifestações críticas de repúdio e a ações políticas proibitivas. No entanto, esse mecanismo pode se reverter em prazer efêmero e pontual, individual ou coletivo, a partir do encontro com a substância, como revela o sujeito farmacotímico, o que redunda em outra sorte de elaboração ou de indagação sobre o gozo.

I nsana folia medicamentosa – Germes embriagados – Alegria – Boa talagada - Saúde [ brinde] – Grupos discretos ou badalados – Fãs – Acessórios – Cerimonial – Uma terra - Função existencial – I ntrospecção – Alucinação – Silêncio – Folclore – Ato de elegância – Copo de cada dia – Fronteira imprecisa – Doses – Paraíso químico – Delírio – Planta da terra – Lugar ao sol – De todas as horas – Saudável círculo vicioso – O que é bom – Vinhos honestos e jovens – Satisfação garantida – Brincar com a vida – Fascínio – Drágeas e

comprimidos devorados – Seita de vitaminófilos – Bebe mais e melhor – Amigos e amantes – Automedicar-se – Dietas absurdas – Ferramenta de trabalho – Drogas do trabalho e da hora extra – Aliado perigoso e precioso – Cumplicidade – I nsaciável mercado – Não são menos nocivas – Delícia de safra – Prazer no cálice – Ávidos consumidores – Garrafa por garrafa – Benfazeja troca – Sensações ocultas – Círculo fechado – Manias – Arsenais de sedução – Movido a remédio – Vaidade humana – Tempo e disposição – Substitutivo – Dose do mais forte – Fôlego financeiro – Boom dos dietéticos – Loucademia de musculação – Bíceps e coxas poderosos – Comprado facilmente – Devoram e crêem piamente - Venenos de cada dia – Boca-livre – Engolir o excesso – Fácil comprar – Estágio especial de sensibilidade – Universo paralelo – AI DS de cada dia – Estoque em casa – Supositórios com coca – Poder das superdoses – Química da vida - Terapia que dá gosto – Metabolismo regado por coquetel – Hábito complementar – I mitando bichinhos – Convencido pelas evidências – Delegado dos sonhos – Estado de pura necessidade – Descabela e larga a responsa – Disputa gole a gole – Doses desconhecidas – Barato total – Viagem alucinante – Maconha é inofensiva – Vilões nas prateleiras do mercado – Combustível de profissionais – Sedutora e arriscada ferramenta – Prazer de ganhar dinheiro – Parte do cardápio – Esfuziante sensação – Velho e bom happy-hour – Popular lexotanzinho – Fácil deslizar – Pessoas se isolam – Pode-se comprar com facilidade – Na beira da estrada, sem receita – Farmacêutico vendia – Lugar privilegiado na escala – Fórmula mágica – Corpo acima de tudo – Hábito de tomar e indicar remédios – Mesmos efeitos e conseqüências – O melhor das viagens – Adesão ao fumo – Calibrar a paranóia – Sensação de bem-estar – Risos e euforia – Comprados por reembolso postal – Cigarro turbinado – Aditivo químico usado e abusado - Nas favelas, mas também nas escolas – Sabor da aventura – Doses mínimas - Bares lotados – O prazer e o vício – Receita milagrosa – Dose cavalar – Mundo à parte - Bebidas alcoólicas lideram – Alívio de angústias, contato com o sobrenatural e busca do prazer – Embriaguez natural do sono – Bêbado de todas as mentiras vitais – O melhor da vida está na intoxicação – Mais tranqüilo, solto e enturmado – Já que você fuma, escolha o meu – Não há limites – Droga do bem – Sensação de prazer ao beber – Efeito cabeça – Maconha pode ajudar – Satisfação garantida – Potência perdida – Ereções poderosas – Depende do mistério – Amplifica a resposta fisiológica normal – Passe de mágica – Fome de um pelo outro – Velho e delicioso mistério – Paixão e obscuridade de desígnios – Pílula da potência – Cálice sagrado da medicina – Mágica da pílula – Efeito de um foguete – Maconheiro conhece maconheiro – Motor do consumo desordenado – É fácil comprar - Tudo parece possível – Experimentar vorazmente – Horizonte de futuro próximo – Viagem sem volta – Pílula da felicidade – Abuso de analgésicos – Consumo exagerado – Prazer corriqueiro – Sensação artificial de prazer e bem-estar – Sensação de prazer é incomparável – Próximo e acessível – Devotamente desejado – Tomara que eu desfaleça – Ativar artificialmente – Sofrem para largar o vício – Primeira sensação é de bem-estar – Recaída como um tropeço – I mperador da cerveja - Tempo é um ponto de vista – Efeito Viagra – Aditivo do prazer – Turma do Viagra – Dose de confiança – Ótimo aditivo – Suspensão temporária da existência – Caminho para trilhar

sozinho – Dia da semana apelidado de sexta-cheira – Recaída faz parte do processo – Acesso fácil – Alívio num passe de mágica – Versão legal da heroína – Poderoso combustível – Embalado por coquetéis de opiáceos – Mais do que estimulante, não existe mal-estar – Estimulados pelo clima de aventura e excitação – Fenômeno do ‘cigarrinho’ e da ‘cervejinha’ – Expressão ‘baseadinho’ – Sensações compensadoras – Poderoso relaxante mental e muscular – Bateria extra – Paliativo para ansiedade – Loiro irresistível – Desce mais um! – Caminho da felicidade – Paixão do povão – Aquele chopinho – Refrescante e dourado – Ávido consumidor – Tintim! – Luzes ganham brilho especial – Toque tem efeito multiplicado – Entusiasmo com as sensações provocadas – Aumentam o desejo e estimulam o orgasmo – Orgasmo em pílulas – Poderes dessas substâncias – Salada química – Vitamina de cada dia – Maravilhas das cápsulas – Supostos poderes – Efeitos milagrosos – Limite seguro – Dosagens equilibradas – Dosagem diferencia o remédio do veneno – Pílula mágica que resolva tudo – Nova pílula do amor – Química para o amor – Remedinho receitado por um amigo – Xarope é refresco ou docinho - Fumantes nada passivos - Deixa o cafezinho mais gostoso – Apreciar maconha como quem toma uma cerveja – Algo para se sentir bem – Apenas para relaxar – Tapinhas depois de um dia estressante – Elegia ao tetrahidrocanabinol – Vontade incontrolável de cheirar – Medida da rebeldia – Expressão cristalina de uma vida nada monótona – Adolescentes ávidos por contestação – Algo novo, desconhecido, consciência diferente – Vitória vermelha – Em favor do tinto – Perfumes e sabores únicos – Relação íntima entre experimentação alucinógena e criação artística – Variações da utopia de auto-conhecimento e libertação espiritual – Ampliar o auto- conhecimento – Desempenho, competição e mundo profissional – Corrida contra o tempo - Mina de ouro – Comprimido da felicidade – Círculo vituoso – Potência analgésica equivalente à da morfina – Um super-hiper-mega-remedião – Ayahuasca induz estados alterados de percepção – Auto-conhecimento e melhor compreensão do mundo – Mais um barato – Atalho para entrar em contato com o divino – Beber pesadamente é um hábito – Garrafas