4. Datagrunnlag
4.4 Indikator for bruk av integrert plantevern
Para responder aos objetivos dessa pesquisa, bem como ao seu problema central, optou-se pela pesquisa qualitativa, que possui como características básicas o ambiente natural como sua fonte direta de dados, sendo de caráter descritivo, enfoque indutivo no qual a figura do pesquisador é considerada instrumento fundamental para o seu acontecimento, entre outros (MILES; HUBERMAN, 2008).
A pesquisa qualitativa possui várias vertentes, mas no geral apresenta-se subsidiada por um conjunto de técnicas e instrumentos que possuem como ideia/objetivo traduzir fenômenos do mundo social (MAANEN, 1979), supondo um recorte no contexto para a captura de dados, além do domínio de conceitos básicos das teorias que alimentam o conteúdo das mensagens veiculadas pelas diferentes fontes de recolha dos dados (TRIVINOS, 1987).
Em certa medida, os métodos qualitativos se assemelham a procedimentos de interpretação dos fenômenos que empregamos no nosso dia-a-dia, que têm a mesma natureza dos dados que o pesquisador qualitativo emprega em sua pesquisa (NEVES, 1996, p.1).
Dessa forma, tendo como objetivo compreender a influência do Movimento de Profissionalização do Magistério nas propostas de Estágio Curricular Supervisionado (ECS), optou-se pelo caminho do estudo de casos múltiplos (STAKE, 2000).
Preliminarmente, segundo Schramm (1971 apud Yin, 2001), adotava-se como essência de um estudo de caso a tentativa de esclarecer uma decisão ou um conjunto de decisões, os motivos pelos quais foram tomadas tais decisões, de que forma foram implementadas e com quais resultados ou consequências. O foco dos estudos de caso estava, assim, nas decisões, algo que para Yin (2001) era insuficiente para se estabelecer uma definição necessária, pois os mesmos acabavam sendo confundidos com estratégias de estudos etnográficos, de observação participante, ou muitas vezes mencionados como parte de estudos exploratórios, que serviam à etapa de coleta de dados apenas; funcionando como um instrumento é não uma abordagem.
Nesse sentido, um dos estudiosos que tem se dedicado a desenvolver pesquisas sobre o estudo de caso, bem como organizá-lo é o cientista social Robert
K. Yin que possui várias obras a respeito do estudo de caso e suas decorrências, como o estudo de casos múltiplos. Para Yin (2001, p.19) os estudos de casos “representam a estratégia preferida quando se colocam questões do tipo "como" e "por que", quando o pesquisador tem pouco controle sobre os eventos e quando o foco se encontra em fenômenos contemporâneos inseridos em algum contexto da vida real”
Um estudo de caso é uma investigação empírica que:
1. investiga um fenômeno contemporâneo dentro de seu contexto da vida real, especialmente quando os limites entre o fenômeno e o contexto não estão claramente definidos.
A investigação de estudo de caso:
2. enfrenta uma situação tecnicamente única em que haverá muito mais variáveis de interesse do que pontos de dados, e, como resultado,
3. baseia-se em várias fontes de evidências, com os dados precisando convergir em um formato de triângulo, e, como outro resultado,
4. beneficia-se do desenvolvimento prévio de proposições teóricas para conduzir a coleta e a análise de dados (YIN, 2001, p.32-33). O estudo de caso se mostra como uma investigação abrangente, pois engloba a lógica de planejamento e abordagens específicas para a coleta e análise de dados. É justamente nessa abrangência que se localiza a vertente dos estudos de casos múltiplos.
Embora em algumas áreas, como ciência política e administração pública, houve a tentativa de delinear uma linha limítrofe entre o estudo de casos e o estudo de casos múltiplos, atribuindo muitas vezes ao último a ideia de ser comparativo. Contudo, para Yin (1994, 2001) e Godoy (1995) trata-se apenas de uma variante do estudo de caso que envolve dois ou mais sujeitos, duas ou mais instituições.
Nesse sentido, o estudo de casos múltiplos é pertinente, por se caracterizar pela condução simultânea de vários indivíduos, várias instituições, em todas as suas particularidades e no que lhes é comum, exigindo aprofundamento dos casos para se levar à identificação de categorias de observação ou à geração de hipóteses (ALVES-MAZZOTTI, 2006); como é o caso dessa pesquisa em questão.
Porém, Yin (2001) coloca que seja qual for o estudo de caso, é necessário estar atento e ter clareza sobre as questões e proposições do estudo que orientam o caminho a ser seguido, a partir de questões “como” e “Por que”, além de definir as unidades de análise que estão relacionadas com a definição do que é um caso
para evitar confusões. A realização de bons estudos de caso não é uma tarefa fácil, pois exige a necessidade de se explicar fenômenos sociais complexos.
Desta forma, seguindo a lógica do planejamento proposta por Yin (2001) ao se realizar estudos de caso, o primeiro passo é a definição do(s) caso(s) ou unidade(s) de Estudo, que constitui-se como etapa fundamental na organização do que será pesquisado. Na definição dos casos são necessários alguns componentes como a definição da(s) questão(ões) de estudo, um fio condutor para a identificação e recolha das informações relevantes e a definição das unidades de análise, que se relacionam diretamente com o problema fundamental que é mostrar o que vem a ser um “caso”. Acrescenta-se a estas etapas, a ligação lógica que une os dados às proposições e os critérios de análise e interpretação das descobertas, importantes para a apresentação e tratamento dos dados (YIN, 2001).
O segundo passo é então optar por um estudo de caso único ou múltiplo. Para essa pesquisa, como já salientado, essa decisão foi tomada tendo como princípio que os casos múltiplos podem ajudar a reforçar os achados de todo o estudo, porque podem funcionar como replicações de cada caso, como comprovações deliberadas e contrastantes (YIN, 2001).
Por fim, o terceiro passo é usar um desenvolvimento teórico que ajude a selecionar o caso, desenvolver o protocolo de recolha de dados e organizar as estratégias iniciais de análise dos dados.
Pensando nessas três etapas, Godoy (1995) acrescenta que para os estudos de casos múltiplos na escolha e na definição da unidade a ser estudada, o pesquisador deverá tomar uma série de decisões, tais como: a escolha desta unidade deve ser feita por sua representatividade de um caso típico que mereça ser observado, deve-se definir as fontes de informação adequadas além de negociar o acesso ao local escolhido, pensar em como organizar a quantidade de informações, entre outras.
Pode-se dizer, assim, que os casos que compõem essa pesquisa tiveram como primeira medida a aproximação dos contextos. Tal aproximação, se deu, a princípio, pelo desenvolvimento de uma teoria sobre a necessidade de profissionalização do magistério, que a partir da década de 1980 passou a desencadear algumas mudanças nos sistemas de ensino em diferentes países. Além disso, houve uma produção acadêmica significativa sobre a temática e também mudanças nas políticas públicas de alguns países influenciadas pelo
processo de internacionalização da educação mundial, material este que também nos auxiliou nesta etapa preliminar.
Nesta direção, as instituições estudadas (unidades de análise) foram escolhidas a partir da centralidade e importância dos coordenadores de Estágio Curricular Supervisionado, para os contextos estudados, visto que o Coordenador do ISMAI, foi o fundador nas década de 1980, do primeiro departamento de Estágio Curricular Supervisionado em Educação Física da Universidade do Porto, e desde então tem demonstrado pioneirismo nos estudos que envolvem a formação de Professores de Educação Física para a realidade portuguesa, além de desenvolver pesquisas em parceria com docentes de universidades no Brasil e no Quebec; no caso da Coordenadora da Universidade de Towson, paralelamente à sua função na Universidade, é representante da NASPE, atuando como auditora na avaliação e credenciamento de Instituições de ensino superior com programas de Formação de Professores de Educação Física; no caso brasileiro, o Coordenador do Programa de ECS, desenvolve pesquisas em âmbito nacional e Internacional sobre a formação profissional em Educação Física, com foco nas propostas de Estágio Curricular Supervisionado.
Desta forma, nesta pesquisa, as unidades de análise (os casos típicos) estão situadas em Portugal no Instituto Superior da Maia- ISMAI na cidade do Porto (CASO 1), nos Estados Unidos na Universidade de Towson- UT- Maryland (CASO 2) no Brasil, na Universidade Estadual Paulista, Campus Rio Claro- UNESP/RC, (CASO 3). Esses diferentes ambientes, permitiram a leitura das distintas realidades educacionais na relação com o processo de internacionalização dos programas de formação de professores e nas propostas de estágio curricular supervisionado.
Sendo assim, o primeiro passo se deu na recolha de informações, relevantes sobre cada caso e seus respectivos contextos. Nesta etapa as informações sobre o estágio, sobre a constituição dos cursos de formação em Educação Física, foram de suma importância para a compreensão e composição de cada caso.
As etapas previstas no plano de pesquisa para estudo de caso, pelo percurso traçado, conduziram o pesquisador ao processo de coleta, analise e interpretação dos dados. O propósito principal do plano de trabalho foi vincular constantemente as diferentes etapas da pesquisa às questões iniciais visando
ocupar-se da lógica desencadeada pelo problema de estudo ao longo das descobertas feitas nos diferentes contextos estudados.
Figura 1- Adaptação das etapas previstas por YIN (2001) para estudo de casos.
Uma vez definidos os casos, foram feitas novas considerações sobre os elementos que se configuram no interior de cada caso. A partir daí foram tomadas decisões sobre os caminhos a seguir com relação aos instrumentos de coleta de dados, tais como as etapas de observação e entrevistas, utilizando a literatura de apoio:
A maioria dos investigadores vão querer comparar suas descobertas com pesquisas anteriores; por essa razão, as definições-chave não devem ser idiossincráticas. Em vez disso, cada estudo de caso ou unidade de análise devem ser semelhantes aqueles previamente estudados por outras pessoas ou devem divergir de forma clara e operacionalmente definida. Dessa forma, a literatura existente também pode se tornar uma referência-guia para se definir o caso e a unidade de análise (YIN, 2001, p. 46)
Desta forma, a perspectiva do estudo de casos múltiplos, pode proporcionar o reconhecimento de avanços e retrocessos em cada caso para cada realidade (YIN, 1984) e que trazem reflexões sobre o processo dos estágios e indicativos que podem responder aos objetivos do estudo em termos de caminhos trilhados pelo movimento de profissionalização do magistério nos diferentes contextos.
Cabe mencionar que essa pesquisa passou pelo comitê de ética da Instituição de origem, a UNESP- Campus Rio Claro, e foi aprovada conforme o Parecer 067/2013 (Anexo 1). Para todas as etapas utilizou-se a aprovação desse comitê, bem como o termo de consentimento livre e esclarecido (Anexo 2), que foi
• Desenvolve a Teoria • Seleciona os casos • Projeta Protocolo de Coleta de Dados Definição e Planejamento • Conduz Caso 1 • Conduz Caso 2 • Conduz Caso 3 Preparação e
Coleta • Escrita Relatório Caso 1 • Escrita Relatório Caso 2 • Escrita Relatório Caso 3 Análise • Estabelece aproximações entre os casos • Modifica a teoria (se
necessário)
• Escreve o Relatório final com o entrelace dos casos
traduzido e adequado para o inglês (Anexo 3) para a coleta na Universidade de Towson.
4.1- Informantes e técnicas de coleta dados
Os informantes desse estudo advêm dos três casos estudados e ocupam os lugares de estagiários, professores das escolas que recebem estagiários, professores universitários e professores coordenadores que orientam os estágios.
Por abordar contextos diferentes, os informantes muitas vezes ocupam o mesmo cargo e desempenham funções semelhantes, mas possuem nomenclaturas ou mesmo alguma tarefa distinta. Nas tabelas subsequentes apresenta-se os informantes de cada caso, bem como a explicação sobre o cargo ocupado.
Tabela 1- Informantes do ISMAI
Fonte: construção própria.
No caso 1 os informantes dividem-se em Professor Coordenador do Estágio (PCd) que é um professor experiente do ISMAI que tem como função organizar e definir todas as diretrizes, normas e procedimentos no que diz respeito aos processos administrativos, tais como reuniões com o Professor Supervisor e com o Professor Cooperante.
O Professor Supervisor (PS) também é um professor experiente, que leciona ou já lecionou por mais de 5 anos na escola de educação básica e secundária e atua como professor da Universidade, e que tem como função auxiliar o PCd no processo de definição das diretrizes, além de supervisionar e avaliar os Estudantes Estagiários (EE) juntamente com o Professor Cooperante (PC).
O Professor Cooperante é o professor da escola, que deve ter experiência de mais de 5 anos na prática docente da respectiva disciplina e também em supervisão de estágio, tendo como função orientar, supervisionar e avaliar os EE em suas atribuições durante o período em que estiver na escola.
Instituição Local Informantes Número Sigla Sigla Adotada
ISMAI Portugal Prof. Coordenador 1 PCd PCd1
Prof. Supervisor 1 PS PS1 Prof. Cooperante 1 PC PC (1) Estudante Estagiário 2 EE E (1 e 2) Total de informantes: 5
Tabela 2- Informantes da UT
Fonte: construção própria.
Na UT, a PCd também desempenha a função de PS juntamente com outros colegas do programa e por esse motivo respondeu a dois roteiros de entrevistas. Ela possui um importante papel na formação dos futuros professores, na administração do processo de estágio e também na supervisão do mesmo.
O Professor Mentor- PM é o professor da escola que deve obrigatoriamente orientar o estágio primeiro numa escola primária seguida de uma secundária. O estagiário é chamado de Teacher Candidate-TC, por sua vez, tem como responsabilidades cumprir todos os padrões, exigências e tarefas definidas pelo Departamento de Educação do Estado de Maryland, que responde aos padrões do Departamento Nacional de Educação dos EUA, que tem como órgão regulador a NASPE.
Tabela 3- Informantes da UNESP/RC
Fonte: construção própria.
Na UNESP/RC, o PCd desempenha também a função de PS, ou seja, é um professor da Universidade que administra, responde, orienta e avalia os estágios, aproxima-se do professor da escola, o professor-colaborador- PC e supervisiona os estagiários- E. No caso da Unesp, a supervisão e orientação do Estágio, pelo PCd3 e PS3 é realizada numa proporção média de 15 (quinze) estagiários a serem supervisionados, e como vão em duplas, perfazem um total de 7 (sete) duplas.
Instituição Local Informantes Número Sigla Sigla Adotada
UT EUA Prof. Coordenador* 1 PCd PCd 2 Prof. Supervisor* - PS PS 2 Prof. Mentor 2 PM PC (2,3) Estagiário ou Teacher Candidate 1 TC E 3 Total de informantes: 4 * Profa. Coordenadora respondeu 2 roteiros – PCd e PS.
Instituição Local Informantes Número Sigla Sigla Adotada
UNESP/RC Brasil Prof.
Coordenador* 1 PCd PCd3 Prof. Supervisor 1 PS PS 3 Prof. Colaborador 1 PC PC (4) Estagiário 2 E E (4 e 5) Total de informantes: 5
No que diz respeito às entrevistas, neste caso 3, optou-se pela escolha de um dos professores para responder ao roteiro como PS, enquanto que o outro professor, designado como PCd3, tivemos como referência de dados os registros realizados no diário de campo, elaborados pela pesquisadora durante o acompanhamento da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado7, sendo o PCd3 seu responsável e também orientador desta pesquisa (dessa forma não houve a entrevista com esse participante).
Já o PC é um professor que recebe os estagiários em caráter oficial de estágio e que normalmente é contatado pelo professor da Universidade e assinam um termo de compromisso.
Como são diferentes as nomenclaturas propostas, para essa pesquisa optei por uma única sigla para não confundir o leitor e, assim, o cargo de Professor Coordenador manteve-se PCd, para o Professor Supervisor optou-se por PS, para Professor Cooperante, Mentor ou Colaborador utilizou-se PC e para Estudante Estagiário, Teacher Candidate ou Estagiário, E.
Com relação as técnicas utilizadas para a coleta de dados foram três: fonte documental, observação e entrevista semiestruturada. Essa variedade de técnicas se alia ao estudo de casos múltiplos, pois de acordo com YIN (2001) a ampla variedade de evidências (dados) advindas de artefatos, entrevistas, observações, servem como guia para desenvolver questões mais objetivas e perspicazes sobre os casos estudados.
4.1.1- Fonte documental
A fonte documental prevê o levantamento de dados históricos/bibliográficos que de acordo com Gil (2000) representa uma técnica de coleta de papel, que é válida no sentido de que os documentos se constituem como fonte de informações estável e rica (LÜDKE; ANDRÉ, 1986).
Tendo como intuito revelar como as instituições consolidaram suas propostas de formação, foram solicitados alguns documentos sobre as suas instituições de formação para os respectivos coordenadores, que atenderam às nossas
7 A pesquisadora realizou o chamado “estágio docência” nessa disciplina. No programa de Doutorado da Unesp de Rio Claro, no qual está inserida a pesquisadora, é necessário realizar dois
solicitações8. Assim, após a leitura, constituíram o eixo norteador para a reelaboração dos roteiros de observação e entrevistas. Nesta perspectiva, para Yin (2001) pelo método de estudo de caso, as fontes documentais auxiliam a investigação quando os limites entre o fenômeno e o contexto não são claramente definidos.
Quadro 1- Fonte documental
Fonte: construção própria.
Após leitura atenta dos documentos dos três casos, buscou-se outros documentos visando um alinhamento da fonte documental. A busca foi feita no site de cada Instituição nos programas de Educação Física, bem como de mestrado que muitas vezes subsidiam os estágios, como o caso de Portugal. Nessa busca agregou-se principalmente documentos referentes a estrutura curricular e ao histórico dos cursos, servindo inclusive para delinear a seção 3 deste trabalho.
8
Os Documentos do ISMAI, forma encaminhados por email, em março de 2013, pelo PCd1, mas constam na página da Instituição.
http://www.ismai.pt/pt/ensino/oferta-formativa/mestrados/ensino-da-educacao-fisica-nos-ensinos- basico-e-secundario
Os documentos da UT, foram digitalizados e entregues em mãos pela PCd2, quando da visita para as entrevistas e observações: http://www.shapeamerica.org/standards/pe/
Os documentos da UNESP, foram encaminhados pela Profa. Dra Larissa C. Benites, que é coorientadora desta pesquisa, mas o regimento, contrato e acordo de cooperação constam no site da UNESP.
Instituição Documentos Data ISMAI Regulamento do Curso (1o e 2o Ciclo)
Março/2013 Regulamento de Estágio
Programa de Estágio
Protocolo de Cooperação ISMAI- Escola Cooperante UT Handbook- Candidato a Professor (Estagiário)
Abril/2014 Handbook- Professor Colaborador
Handbook- Professor Supervisor UNESP/RC Projeto de Estágio
Junho/2013 Caderno de Estágio- Diário de Campo
Código de Ética e Guia da Prática de Educação Física Resolução no. 7 de 31 de março de 2004
Diretrizes Curriculares para Formação de Professores de Ed. Básica
4.1.2- Observação
A segunda técnica foi a observação in loco com um olhar senso- compreensivo, através da qual é possível ao pesquisador observar e compreender o contexto no qual se dão os processos, e aprender a usar sua própria pessoa como o instrumento mais confiável de observação, seleção, análise e interpretação dos dados coletados (GODOY, 1995).
Em cada caso foram realizadas observações assistemáticas (Quadro-2), via diário de campo, para as quais seguiu-se um roteiro de observação (Anexo 4). O roteiro inicial deu suporte à confecção do diário de campo, no qual constam informações referentes à rotina de elaboração e orientação dos procedimentos de estágio, ao ambiente (estrutura física – ginásios, salas de aula, materiais didáticos) e contexto didático-pedagógico (recepção, orientação, interação dos e com os sujeitos do estágio).
Quadro 2- Locais observados Instituição Local Observado Informantes
Envolvidos
Atividade Observada
ISMAI
Sala do Professor Coordenador
Pcd, PS e PC Elaboração de documentos e orientação de procedimentos
Salas de Aula e Laboratórios
Pcd, PS e E Apresentação do Programa da Disciplina e da dinâmica das aulas
Auditório do ISMAI Pcd, PS e PC 1a. Reunião de Estágio do Ano Letivo 2013/14 (Orientação e distribuição das atividades de Estágio) Escola Associada 1 PS, PC e E Relacionamento entre PS e PC, PC e E (dinâmica do
estágio, orientações, postura e supervisão). Aula com regência dos E do ISMAI
UT
Escola Associada 2 PC e E Relacionamento entre o PC e E (dinâmica do estágio, orientação, instrução, deslocamento, postura e supervisão)
Escola Associada 3 PC e Alunos da Escola
A aula do PC com uma turma. Dinâmica da aula, recursos tecnológicos durante a aula, comportamento dos alunos
Sala de aula da UT PCd e E Reunião final de Estágio- orientações sobre requerimentos para lecionar*
UNESP
Sala de aula na UNESP
PCd, PS e E em situação de aula
Aulas de estágio abordando conceitos, orientações, trabalhos de observação e entrevistas extraclasse e visitas a escolas
Escola Associada 4 PC e E em situação de aula
de estágio
2 aulas conduzidas por 2 E sob o acompanhamento do PC. Aula teórico-prática sobre o tema futebol com