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Implikasjoner og forslag til videre forskning

5 Konklusjon og implikasjoner for praksis

5.2 Implikasjoner for praksis

5.2.3 Implikasjoner og forslag til videre forskning

Elaborando o cruzamento das informações emanadas do Quadro 1 – VI com os dados do Quadro 12 – VI, constatamos que foram os alunos da turma do 7º ano de escolaridade, que fazem parte da amostra discente, objecto de ordem de saída da sala de aula e encaminhados para o GOPI. Como tivemos oportunidade de demonstrar, aquando da caracterização da amostra discente, estes alunos apresentam um percurso escolar descontínuo inerente a várias não transições desde o 5º ano de escolaridade, sendo referenciados nas actas de todos os conselhos de turma, das turmas de que fazem parte, como alunos que, em contexto escolar (aula/extra aula), colocam problemas à

escola ―com [os seus] comportamentos negativos‖ (acta conselho de turma, 5º ano, ano lectivo

2005 – 2006).

Neste âmbito, e após a leitura das actas dos conselhos de turma, entre os anos lectivos 2005 – 2006 e 2009 - 2010, verificamos que, no entendimento dos professores, a descontinuidade esco- lar estes alunos se deve a

―[…] factores que contribuíram para que tal acontecesse e que se prenderam com o facto de o aluno se reve- lar bastante alheado da vida académica e de não possuir hábitos e métodos de trabalho e estudo […]. A sua desconcentração e desmotivação levava o aluno a conversas com os colegas, perturbando-os e consequente- mente, prejudicando o normal decorrer das aulas. Quando confrontado com as suas dificuldades, o aluno não mostrou interesse em as superar‖ (acta conselho de turma, 5º ano, ano lectivo 2005 – 2006);

―impossibilitar o normal desenvolvimento de uma aula, […]‖(acta conselho de turma, 5º ano, ano lectivo 2005 – 2006);

― […] atitudes frequentes de alguma agitação, turbulência, distracção constante e menor cumprimento das regras da turma por parte dos alunos (números e nomes), prejudicam um melhor aproveitamento dos próprios influenciando o ambiente da turma que, sem estes seria excelente‖ (acta conselho de turma, 5º ano, ano lec- tivo 2006 – 2007);

―[…] não melhoraram a sua atitude e comportamento esperando os docentes que, com o empenho e maior controle dos encarregados de educação, os alunos, (números e nomes), quando vêm às aulas, tenham atitu- des mais dóceis e respeitadoras das regras de estar e de participar nas actividades‖ (acta conselho de turma, 5º ano, ano lectivo 2006 – 2007;

―[…] dificuldades ao nível da aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos em disciplinas que exi- gem um empenho acrescido […]‖(acta conselho de turma, 5º ano, ano lectivo 2006 – 2007);

―O aluno (número e nome) tem manifestado atitudes incorrectas e mau comportamento, pelo que vai ficar sem intervalos durante uma semana de aulas […]‖(acta conselho de turma, 6º ano, ano lectivo 2007 – 2008); ―[…] não frequentar as aulas de apoio pedagógico acrescido a Matemática, apesar de indicado para tal., por- que o encarregado de educação assim o deseja‖ (acta conselho de turma, 6º ano, ano lectivo 2007 – 2008); ―não cumpre as regras de sala de aula‖ (acta conselho de turma, 6º ano, ano lectivo 2007 – 2008);

―falta de atenção/concentração nas aulas, falta de empenho nas actividades lectivas […]‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

―dificuldades ao nível da aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos em disciplinas que exigem um empenho acrescido […]‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

―[…] comportamento incorrecto que estes alunos têm vindo a demonstrar tanto dentro como fora da aula, bem como do fraco aproveitamento […] que se tem manifestado como consequência desse comportamento desadequado‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

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― [revelarem] maiores dificuldades ao nível da aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos em dis- ciplinas que exigem um empenho acrescido […]‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009); ―[…] não se preocupam em mudar a situação e continuam a manifestar […] um não cumprimento das regras básicas do saber estar na sala de aula‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

― [serem] muito desconcentrados e faladores e existe um grupo […] com atitudes desadequadas que pertur- bam o bom funcionamento das aulas […]‖(acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009); ― [e] Apesar das acções desenvolvidas pelo conselho de turma […] [os] alunos […]. Continuam a revelar atitu- des de indiferença perante o estudo em casa e nas actividades lectivas‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

― […] revelarem um comportamento perturbador […]. As estratégias implementadas […], serão novamente, a exigência […], o rigor [e privilegiar a utilização da grelha semanal de ocorrências do livro de ponto, […]‖(acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

―A directora de turma entregará ao órgão de gestão, as participações disciplinares […], devido a atitudes, pos- turas […] inaceitáveis. Acrescentando-se a tudo isto, […], o facto dos alunos se gabarem em frente aos colegas de que são mal comportados e nada lhes acontecer‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009);

― […] possuírem muitas faltas e algumas por justificar. Por esse motivo, […] foram propostos para provas de recuperação […]‖(acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009).

Face à trajectória escolar descontínua destes alunos, pelo menos desde o 5º ano de escola- ridade, o conselho de turma de avaliação sumativa, no final do ano lectivo 2008 – 2009, ano esco- lar em que os alunos ficaram mais uma vez retidos no 7º ano de escolaridade, propôs que ―os alu- nos […] que não transitaram fossem separados […] e encaminhados para percursos alternativos, […] ou […] indicados para […] uma turma de cursos de Educação e Formação‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009). Contudo, ―os encarregados de educação não concorda- ram‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2008 – 2009) com a proposta da Escola Lua – Sol, em direccionar os seus educandos para esta alternativa curricular imposta no ano lectivo 2009 – 2010. Deste modo, estes alunos foram novamente integrados numa turma do 7º ano de escolari- dade, mas arrumados numa classe homogénea de nível escolar inferior, decisão política da Escola Lua – Sol, que reforçou que estes alunos continuassem a ser olhados como os responsáveis pelo seu próprio fracasso escolar e, ―Sempre que necessário […] serão encaminhados para o GOPI, para aí reflectirem nas suas atitudes‖ pois ―continuam a demonstrar uma postura desadequada a uma sala de aula, intervindo despropositadamente e não acatando as instruções e as chamadas de aten- ção dos professores‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2009 – 2010).

Esta ideia é registada em todas as actas dos conselhos de turma, da turma desta parte da nossa amostra discente, facto que contribui para que a Escola Lua – Sol se redima do seu papel educativo, no longo e mastigado percurso escolar destes alunos. Segundo o entendimento do conse- lho de turma os ―resultados pouco satisfatórios devem-se a lacunas graves quanto a competências básicas para o nível de ensino em questão‖, apesar da Escola Lua – Sol lhes ter possibilitado todos os apoios escolares, que os alunos não aproveitaram e, por esse facto, ―não haver a necessidade

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de entregar relatório da Sala de Estudo devido ao escasso número de sessões a que os alunos assistiram […] continuando [estes alunos] a revelar bastantes dificuldades na interpretação textual, na expressão escrita […] e parco conhecimento das noções matemáticas‖, […] [ou os encarregados de educação] ―não autorizam a frequência dos seus educandos nas aulas de recuperação a Língua Portuguesa‖ (acta conselho de turma, 7º ano, ano lectivo 2009 – 2010).

Neste registo, a Escola Lua – Sol é uma instituição escolar com alunos, quando os mesmos reclamam uma Escola para alunos, cuja missão transcenda a transferência e imposição de um

conjunto de conteúdos programáticos, cujas propostas curriculares não possuem a amplitude

necessária capaz de contemplar a sua cultura popular de origem.

É neste paradigma de Escola que vamos agora analisar as relações de poder conflituais entre esta parte da amostra discente e os professores destes alunos em contexto escolar de sala de aula.

Como se pode observar no Quadro 12 – VI, o número de alunos do género feminino, da amostra discente, que foram enviados da sala de aula para o GOPI é residual, 1 aluna, mas simul- taneamente, foi o elemento que mais vezes foi enviado da sala de aula para o GOPI, 4 vezes. Con- tudo, só 3 dos professores, que deram ordem de saída à aluna, preencheram os formulários norma- lizados, respeitantes aos relatórios descritivos das ocorrências, elencando os seguintes motivos:

Professora A: ―A aluna recusa-se a fazer qualquer tarefa que seja proposta, está constantemente a perturbar a aula com conversas paralelas, e responde de maneira imprópria perante as repreensões da professora‖; Professor B: ―A aluna recusou-se a fazer as tarefas propostas na aula e quando advertida não respondia da forma mais adequada. Foi alertada para o seu mau comportamento inúmeras vezes e sempre se recusou a obedecer à docente) ‖;

Professor C: ―A aluna continua com a mesma atitude da semana passada, não realiza as tarefas propostas, arranca folhas do caderno de propósito para se levantar sem pedir autorização, desafiando a professora. Mesmo passando 45 minutos da aula dei-lhe mais uma oportunidade para passar o sumário e respondeu-me 3 vezes que não passava. Para além disso, como sabia que hoje era o último dia que tinha aula comigo, entrou na sala com a atitude para me desafiar, dizendo: Hoje até a cadeira vai voar ‖.

Relativamente aos relatórios que a tal aluna elaborou no GOPI, no espaço de cada formulá- rio/norma destinado aos alunos, sob o acompanhamento do professor mediador em serviço nesta estrutura escolar, estes possuem o seguinte teor:

Aluna, no dia 14/01/2010 à área curricular não disciplinar Projecto:

Razão pela qual vim para o GOPI: Vim para o GOPI, ―porque não me parava de rir, maltratei a professora e não ma sentava no devido lugar‖;

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Aluna, no dia 21/01/2010 à área curricular não disciplinar Projecto: Vim para o GOPI, ―porque recusei-me a passar o sumário e não respeitei a professora‖;

Aluna, no dia 29/01/2010 à área curricular disciplinar Geografia: Vim para o GOPI, porque ―não respeitei a professora e não fiz as tarefas da aula‖.

Neste processo de poder disciplinar escolar, o professor mediador, em serviço no GOPI, no final de cada tempo em que a aluna permaneceu nesta estrutura escolar, no formulário/norma e em observações registou:

Professora mediadora A: ― A aluna não mostrou arrependimento‖

Professora mediadora B: ―A aluna não mostrou arrependimento do que fez e não aceitou pedir desculpas à professora‖;

Professor mediador C: ―A aluna mostrou receptividade ao diálogo e prometeu melhorar a sua atitude e com- portamento‖.

Por último, estes três professores mediadores deram a informação relativa a cada um dos processos, de envio da aluna para o GOPI, à directora de turma, preenchendo um documen- to/norma, disponibilizado nos computadores do gabinete dos directores de turma. No segundo parágrafo de cada documento/norma é dada a seguinte informação:

―No GOPI, a aluna não revelou receptividade ao diálogo, não reconheceu a incorrecção da sua atitude e não demonstrou interesse em alterar o seu comportamento. […]. Deste modo, solicita-se ao director de turma que reforce e comprove tal comprometimento‖.

Relativamente à parte da amostra discente do género masculino, constatamos que 3 alunos foram enviados 3 vezes da sala de aula para o GOPI e 2 alunos foram para esta estrutura escolar 2 vezes.

No que concerne aos relatórios descritivos das ocorrências elaboradas pelos professores que enviaram estes alunos, da presente amostra, da sala de aula para o GOPI, o Quadro 12 – VI, entre outros dados, evidencia a discrepância entre o número de alunos enviados da sala de aula para esta estrutura escolar e o número de relatórios de participação de ocorrência elaborados pelos pro- fessores. Constatamos, ainda, que 1 dos alunos foi enviado 2 vezes da sala de aula para esta estru- tura escolar, sem relatório da participação de ocorrência, e que três alunos foram enviados 3 vezes para o GOPI, com duas participações de ocorrência.

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Também o Quadro 12 – VI nos revela que só os alunos que fazem parte da amostra discente, mas com o registo de retenções repetidas e de ocorrências disciplinares ao longo do seu percurso escolar, foram enviados da sala de aula para o GOPI.

Quadro 12 – VI Alunos da Amostra: nº de retenções ao longo do percurso escolar, nº de envios para o GOPI e nº de relatórios de participação de ocorrência

Ano de Escolari- dade Dados Sócio Económicos Género Aluno Idade Número de retenções

ao longo do percurso escolar Ano lectivo 2009 – 2010 Número de vezes que os alunos foram enviados da

sala de aula para o GOPI

Ano lectivo 2009 – 2010 Número de relatórios de participação de ocorrência elaboradas pelos professores

7º Ano Feminino 15 anos 2 4 3 7º Ano Masculino 15 anos 2 3 2 7º Ano Masculino 14 anos 1 2 0 7º Ano Masculino 16 anos 3 2 2 7º Ano Masculino 15 anos 2 3 2 7º Ano Masculino 15 anos 2 3 2

No que se refere aos professores que deram ordem de saída a estes alunos e que preen- cheram os formulários normalizados respeitantes aos relatórios descritivos das ocorrências, estes elencaram os seguintes motivos: Professor A: ―Não trouxe material para fazer a aula e chegou muito depois do 2º toque‖; Professor B: ― O aluno está constantemente a interromper a aula com comen- tários inoportunos‖. Contudo, temos que referir que 6 dos professores que enviaram estes alunos para o GOPI não preencheram a parte do relatório descritivo da ocorrência, assinalando simples- mente no formulário que os alunos se recusaram ao ―cumprimento das tarefas da aula ― e que evidenciaram ―Comportamentos inadequados na aula‖.

Relativamente aos relatórios que os alunos elaboraram no GOPI, no espaço de cada formulá- rio/norma, sob o acompanhamento dos professores mediadores em serviço nesta estrutura escolar, estes apresentam o seguinte teor:

Aluno A, no dia 12/10/2009 à área curricular disciplinar Ciências Naturais:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―Porque a professora mandou-me deixar linhas e eu percebi mal e não dei- xei‖;

Aluno A, no dia 8/01/2010 à área curricular disciplinar Ciências Naturais:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―Não realizei a aula de Educação Física porque pensei que era Moral‖. Aluno B, no dia 19/10/2009 à área curricular disciplinar Ciências Naturais:

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Aluno B, no dia 8/01/2010 à área curricular disciplinar Educação Física:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―A razão pelo que vim para o GOPI, foi que não trouxe o material‖. Aluno C, no dia 8/01/2010 à área curricular disciplinar Educação Física:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―[…] foi que não trouxe o material e cheguei atrasado‖; Aluno C, no dia 22/01/2010 à área curricular disciplinar Inglês:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―Tava a falar para o meu colega do lado‖. Aluno D, no dia 8/01/2010 à área curricular disciplinar Educação Física:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―[…] foi que não trouxe o material para Física e é só‖; Aluno D, no dia 22/01/2010 à área curricular disciplinar Inglês:

Razão pela qual vim para o GOPI: ―Tava a falar‖.

Neste processo de poder disciplinar em contexto escolar, cada professor mediador em ser- viço no GOPI, no final de cada tempo em que os alunos permaneceram nesta estrutura escolar, no formulário/norma, em observações, registaram:

Professora mediadora A: ― O aluno cumpriu a tarefa que lhe foi proposta pelo professor mediador e compro- meteu-se a estar mais informado relativamente ao calendário das aulas de E. Física (alternadas com E.M.R.C.)‖;

Professora mediadora B: ―O aluno esteve disponível para o diálogo e reflectiu sobre a sua atitude. Cumpriu a tarefa proposta‖;

Professor mediador C: ―A aluna mostrou receptividade ao diálogo e prometeu melhorar a sua atitude e com- portamento‖

Professor mediador D: O aluno cumpriu a tarefa […] e comprometeu-se a estar mais informado relativamente ao calendário das aulas de E. Física (alternadas com E.M.R.C.)‖;

Professor mediador E: O aluno revelou receptividade ai diálogo, reconheceu o comportamento incorrecto e demonstrou interesse no cumprimento das normas de conduta geral. […]. Comprometeu-se a alterar a sua postura na sala de aula‖;

Professor mediador F: O aluno prometeu modificar as suas atitudes na sala de aula‖.

Professor mediador G: O aluno cumpriu a tarefa […] e comprometeu-se a estar mais informado relativamente ao calendário das aulas de E. Física (alternadas com E.M.R.C.)‖;

Professor mediador H: O aluno cumpriu a tarefa […] e comprometeu-se a estar mais informado relativamente ao calendário das aulas de E. Física (alternadas com E.M.R.C.)‖.

Por último, a informação relativa a cada um dos processos de envio destes alunos para o GOPI, elaborada pelos professores mediadores e enviada às respectivas directoras de turma e preenchida no documento/norma, disponibilizado nos computadores do gabinete dos directores de turma, em todos os documentos internos, é a seguinte como se de um copy/past se tratasse:

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―No GOPI, o aluno revelou receptividade ao diálogo, reconheceu a incorrecção da sua atitude e demonstrou interesse em responsabilizar-se mãos pelo material que deve trazer para as aulas, tendo cumprido a tarefa proposta sem qualquer objecção.

Deste modo, solicita-se ao director de turma que reforce e comprove tal comprometimento‖.

3. Os Discursos dos Actores: Entre a Norma, os Constrangimentos e os Desvios – Analisando