1 Innledning og bakgrunn
1.5 Hypoteser
Apresentados os modelos com a utilização da metodologia EKD, foi possível analisar, entender e dar mais clareza e conhecimento aos envolvidos na contratação de projetos e obras pela e para a UFC no que diz respeito às regras, processos organizacionais, atores com suas respectivas responsabilidades pela realização de tarefas; haja vista que esses modelos apresentam, entre outras características, facilidade de entendimento e completude.
Ao gerar os modelos foi possível propor oportunidades de melhoras para o processo de elaboração de projetos, orçamentos, contratação, acompanhamento e fiscalização da execução da obra. Assim, acredita-se que, aplicados os modelos, haverá um maior desenvolvimento no aprendizado organizacional dos participantes do processo de contratação e acompanhamento de projetos e obras na COP.
O processo de gerenciamento de contrato na construção civil usando a metodologia EKD é pouco difundido carecendo por isso de uma maior atenção dos gestores de instituições e pesquisadores do assunto, a fim de originar conhecimentos que possam ser acrescentados aos resultados adquiridos neste trabalho. Sugere-se, assim, a realização de alguns trabalhos, como:
− Além de gerenciar projetos e obras no âmbito da UFC, amplitude deste trabalho, o modelo EKD pode ser aplicado também para a gestão de manutenções e serviços gerais da Universidade Federal do Ceará;
− Também pode ser feito o mesmo estudo utilizando-se outras técnicas de modelagem organizacional; ou, ainda,
− Fazer a fusão de duas técnicas diferentes e realizar uma comparação entre elas. Essas sugestões têm o objetivo de fazer com que o processo de gerenciamento de contrato na construção civil seja melhor embasado e o mais claro possível, baseado em informações que representem cenários reais e acessíveis a todos os atores envolvidos.
REFERÊNCIAS
ABELE, L.; HANSEN, T.; KLEINSTEUBER, M. A knowledge engineering methodology for resource monitoring in the industrial domain. IFAC Proceedings Volumes, v. 46, n. 9, p. 307- 312, // 2013. ISSN 1474-6670. Disponível em:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1474667016343038. Acesso em 9/jan/2017. AHSAN, K.; GUNAWAN, I. Analysis of cost and schedule performance of international
development projects. International Journal of Project Management, v. 28, n. 1, p. 68-78, 1// 2010. ISSN 0263-7863. Disponível em:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0263786309000337. Acesso em 16/jan/2017.
ALENCAR, F. M. R. Mapeando a Modelagem Organizacional em especificações precisas. Tese (Doutorado). Centro de Informática, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1999. p. 304.
ALTOUNIAN, C. S. Obras Públicas – Licitação, Contratação, Fiscalização e Utilização. 2. ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.
ARAÚJO, A. C. Processo de compras de hospital de ensino público: Proposição de melhorias com a utilização da metodologia EKD. Dissertação. Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção. Escola de Engenharia de São Carlos. Universidade de São Paulo, 2014. 143 p.
ASSOCIATION OF BUSINESS PROCESS MANAGEMENT PROFESSIONALS - ABPMP. Guia para o gerenciamento de processos de negócio: corpo comum de conhecimento (BPM CBOK) versão 2.0 - primeira liberação em português. Chicago: Association of Business Process Management Professionals, 2009.
BORGES, C. L. S. Procedimentos para elaboração do projeto básico para obras públicas. Engenharia, n. 588, p. 90-95. 2008. Disponível em:
http://www.brasilengenharia.com/portal/images/stories/revistas/edicao588/art_civil.pdf. Acesso em 14/jun/2016.
BRASIL. Lei no 12.349/10. 2010. Disponível em: Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12349.htm>. Acesso em: 23/maio/2016.
BRASIL. Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da administração pública e dá outras providências. Disponível em: http//www.planalto.gov.br>. Acesso em 20/maio/2016. BRÄUNERT, R. D. Obras e serviços de engenharia e o pregão. 1. ed. Curitiba: Negócios Públicos, 2008. 145 p.
BUBENKO JR., J. A. Extending the scope of infomation modelling. In: International workshop on the deductive approach to information systems and database, 4. Lloret- Costa Brava, Proceedings. Departament de Llenguatges i Sistemes Informatics of the Universitat Politecnica de Catalunya, Barcelona. Catelonia: A. Olivé (Ed.), 1993. p. 73-98.
BUBENKO JR.; J. A.; STIRNA, J.; BRASH, D. EKD user guide, Dpt of computer and systems sciences. Stockholm: Royal Institute of Technology, 1998.
CAO, Q.; HOFFMAN, J. J. A case study approach for developing a project performance evaluation system. International Journal of Project Management, v. 29, n. 2, p. 155-164, 2// 2011. ISSN 0263-7863. Disponível em:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0263786310000426. Acesso em 24/jan/2017.
CASTILLO, L. A. M.; CAZARINI, E. W. A aprendizagem organizacional da tomada de decisão utilizando a modelagem EKD. XXIX ENCONTRO NACIONAL DE
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Salvador, BA, Brasil, 6 a 9 de outubro de 2009. CASTRO, S. A. Integração da informação e do conhecimento organizacional para
suporte à gestão de mudanças no processo de negócios. Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de São Carlos. Universidade de São Paulo. 2005. 152 p.
CHARLES, R. Leis de licitações públicas comentadas. 5. ed. Rio de Janeiro: Petrópolis, 2013.
CHOFREH, A. Gholamzadeh Ariani Goni, F.; Ismail Syuhaida.; Mohamed Shaharoun, Awaluddin.; Jaromír Klemeš, Jiří.; Zeinalnezhad Masoomeh. A master plan for the implementation of sustainable enterprise resource planning systems (part I): concept and methodology. Journal of Cleaner Production, v. 136, Part B, p. 176-182, 11/10/ 2016. ISSN 0959-6526. Disponível em:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0959652616306126. Acesso em 31/jan/2017.
COUTO ROSA, M. V. F. P.; ARNOLDI, M. A. G. C. A entrevista na pesquisa qualitativa: mecanismo para validação dos resultados. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
DOOMUN, R.; JUNGUM, N. V. Business process modeling, simulation and
reengineering: call centres. Business Process Management Journal, v. 14, n. 6, p. 838-848, 2008.
EKD: User Guide. Disponível em: http//www.dsv.su.se/~js/ekd_user_guide.html. Acesso em 2/jun/2016.
FURLAN, J. D. Modelagem de negócio - uma abordagem integrada de modelagem estratégica funcional, de dados e a orientação a objetos. São Paulo: Makron Books, 1997. GANGA, G. M. D.; SILVA, A. L.; JUNQUEIRA, R. P. Modelo de objetivos e regras do negócio da abordagem EKD: estudo de caso em clínica odontológica. (EESC-USP) – XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção. ENEGEP 2004 ABEPRO 4661. Florianópolis, 2004. GERHARDT, T. E.; SILVEIRA, D. T. Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2009.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p. GUERRINI, F. M.; CAZARINI, E. W. Modelagem organizacional com EKD. São Carlos: Ed. EESC/USP, 2012.
GUERRINI, Fábio Müller.; CAZARINI, E. W.; PÁDUA, S. I. D;. ESCRIVÃO, E. F. Modelagem da
organização: uma visão integrada. São Paulo: Bookman, 2014.
HAN, K. H.; KANG, J. G.; SONG, M. Two-stage process analysis using the process-based performance measurement framework and business process simulation. Expert Systems with Applications, v. 36, n. 3, pt. 2, p. 7080-7086, 2009.
JEREISSATI, G. M. Licitação de obras públicas sustentáveis. Dissertação (Mestrado). Centro de Tecnologia, Departamento de Engenharia Estrutural e Construção Civil. Universidade Federal do Ceará. 2011.
KALIBA, C.; MUYA, M.; MUMBA, K. Cost escalation and schedule delays in road construction projects in Zambia. International Journal of Project Management, v. 27, n. 5, p. 522-531, 7// 2009. ISSN 0263-7863. Disponível em:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0263786308000951. Acesso em 3/fev/2017 KIRIKOVA, M. Explanatory capability of enterprise models. Data & Knowledge
Engineering, n.33, p. 119-136, 2000.
KIVRAK, S. G Arslan, I Dikmen, MT Birgonul. Capturing Knowledge in Construction Projects: Knowledge Platform for Contractors. Journal of Management in Engineering, v. 24, n. 2, p. 87-95, 2008/04/01 2008. ISSN 0742-597X. Disponível em:
http://dx.doi.org/10.1061/(ASCE)0742-597X(2008)24:2(87). Acesso em 3/fev/2017. KOCK, N. J Verville, A Danesh-Pajou, D DeLuca. Communication flow orientation in business process modeling and its effect on redesign success: results from a field study. Decision Support Systems, v. 46, n. 2, p. 562, 2009. Disponível em:
http://dx.doi.org/10.1016/j.dss.2008.10.002. Acesso em: 20/maio/2016.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de Janeiro: LTC, 2008. p. 156-173.
LIN, H.; FAN, Y.; NEWMAN, S. T. Manufacturing process analysis with support of workflow modeling and simulation. International Journal of Production Research, v. 47, n. 7, p. 1773, 2009. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1080/00207540701644151. Acesso em 3/fev/2017.
UFC. Manual de Gestão de Projetos, Obras, Manutenções e Serviços Gerais 2014. 2010. Disponível em:
http://www.ufcinfra.ufc.br/images/files/manuais_procedimentos/manual_gestão_projetos_obr as_manutenções_serviços_gerais_2014_06_11.pdf. Acesso em 8/mar/2017.
MARTINS, R. A. Abordagens quantitativa e qualitativa. In: Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. Cap. 3, p. 47-63. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.
MARTINS, G. A.; THEÓPHILO, C. R. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2007.
MEIRELLES, H. L. Licitação e Contrato Administrativo. 36. ed. São Paulo: Malheiros, 2010.
NAKANO, N. D. Métodos de pesquisa adotados na engenharia de produção e gestão de operações. In: Metodologia de pesquisa em engenharia de produção e gestão de operações. Cap. 4, p.65-74, Rio de Janeiro: Elsevier: 2012.
NEVES, F. V. F.; GUERRINI, F. M. Modelo de requisitos e componentes técnicos para a formação e gerência de redes de cooperação entre empresas da construção civil. Escola de Engenharia de São Carlos – EESC. Universidade de São Paulo – USP. Gestão e Produção, v. 17, n. 1, p. 195-206. São Carlos, 2010
NUNCAN, S.; ROLLAND, C. A. Multi-method for defining the organizational charge. Information and Software Tecnology, v. 45, n. 2, p. 61-82. 2003.
OLIVEIRA, P. J. Obras Públicas – Tirando suas dúvidas. 1. ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.
PÁDUA, S. I. DI.; CAZARINI, E. W. II.; INAMASU, R. YIII. Modelagem organizacional: captura dos requisitos organizacionais no desenvolvimento de sistemas de informação.
IUniversidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, Departamento de
Engenharia Mecânica, Laboratório de Simulação, São Carlos, SP. IIUniversidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, Departamento de Engenharia de Produção - São Carlos, SP. IIIEMBRAPA, Centro Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária, São Carlos, SP. Gestão e Produção, v. 11, n. 2, p. 197-209, 2004.
PÁDUA, S. I. DI.; INAMASU, R. Y. II. O método de avaliação do modelo de processos de negócio do EKD. IFaculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FEA-RP / USP, SP,; II EMBRAPA – Centro Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária, São Carlos, SP. Gestão e Produção, v. 15, n. 4, p. 563-578. 2008.
PÁDUA, S. I. D. Estudo sobre a aplicação do método de avaliação do modelo de processos de negócio do EKD. Produção, v. 22, n. 1, p. 155-172, 2012.
ROMERO, D.; NORAN, O. Green Virtual Enterprises and their Breeding Environments: Engineering their Sustainability as Systems of Systems for the Circular Economy. IFAC- Papers On Line, v. 48, n. 3, p. 2258-2265, // 2015. ISSN 2405-8963. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2405896315006631. Acesso em 06/fev/2017
SILVA A. L. Modelo de referência para redes de inovação em tecnologia da informação. Dissertação (Mestrado). Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). 118 p., 2011
STIRNA, J.; PERSSON, A.; SANDKUHL, K. Participative Enterprise Modelling:
Experiences and Recommendations, In: John Krogstie, Andreas L. Opdahl, Guttorm Sindre (Eds.): Advanced Information Systems Engineering, 19th International Conference, CAiSE 2007, Trondheim, Norway, June 11-15, 2007.
WYNN, M. T. ; Verbeek, H.M.W.; van der Aalst, Wil M.; ter Hofstede, Arthur H.; Edmond, David.
Business process verification: finally a reality! Business Process Management Journal, Bingley, v. 15, n. 1, p. 74-92, 2009.
TOLOSA FILHO, B. Pregão: uma nova modalidade de licitação. 5. ed. Rio de Janeiro, 2012 TOOR, S.-U.-R.; OGUNLANA, S. O. Beyond the ‘iron triangle’: Stakeholder perception of key performance indicators (KPIs) for large-scale public sector development projects. International Journal of Project Management, v. 28, n. 3, p. 228-236, 4// 2010. ISSN 0263-7863. Disponível em:
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0263786309000623. Acesso em 6/fev/2017. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU). Obras públicas: recomendações básicas para a contratação e fiscalização de obras de edificações públicas. 4. ed., Brasília, 2014. Disponível em: http://portal2.tcu.gov.br/portal/pls/portal/docs/2545893. Acesso em 20/jun/2016.
TRINK NIEN , E.; TRINK NAS, V. Knowledge Management in Composition of Construction Contracts. Entrepreneurial Business and Economics Review. v. 2, n. 4. 2014. New Developments in International Business and Economics in CEEs, 02/26/ 2015. Disponível em: //eber.uek.krakow.pl/index.php/eber/article/view/64. Acesso em 8/fev/2017. YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. São Paulo: Bookman, 2015.
APÊNDICE A – ROTEIRO DE ENTREVISTA APLICADA A PROFISSIONAIS DA COORDENADORIA DE OBRAS E PROJETOS (COP) LIGADA A UFC-INFRA.
Questões adaptadas a partir do GUERRINI et al., (2014) e utilizadas nas entrevistas semiestruturadas administradas pessoalmente na UFC-INFRA, mais especificamente com profissionais da Coordenadoria de Obras e Projetos (COP) envolvidos nos processos de licitação. As respostas foram gravadas em áudio e utilizadas na elaboração do modelo de objetivos, modelo de regras do negócio, modelo de processos do negócio, modelo de atores e recursos e o mapa do fluxo das principais responsabilidades dos atores, da referida metodologia.
1) Modelo de Objetivos (MO)
a) Quais são os objetivos e as prioridades na COP? b) Como cada objetivo é relacionado aos outros?
c) São discutidos e determinados claramente os objetivos a serem alcançados e as estratégias e regras necessárias para que eles se concretizem?
d) Os objetivos buscam identificar oportunidades e pontos fracos? E o que deseja evitar? e) Quais são as maiores dificuldades, restrição, critérios ou argumentos, que impede ou dificulta o alcance dos objetivos? Como evitá-las e normalmente como são solucionadas? f) Existe algum problema que ocorra com maior frequência e que justifique haver razões para mudanças?
g) Quais as causas principais desse problema?
h) Existe alguma vantagem ou desvantagem à disposição da COP, que facilite o alcance dos objetivos?
i) Quais ações/alternativas poderiam ser tomadas para melhorar o funcionamento da COP?
2) Modelo de Regras do Negócio (MRN)
a) Quais regras afetam os objetivos da organização?
c) Há regra que não tenha condição de ser mantida como esta formulada ou que não seja seguida? Cite-a. Por quê?
d) Quais são as políticas declaradas?
3) Modelo de Processos do Negócio (MPN)
a) Quais atividades e processos são reconhecidos na COP (ou deveriam ser), em concordância com as metas/objetivos? Como são ou deveriam ser realizados?
b) Nos processos da COP quais são as informações ou materiais necessários? c) Qual é a forma de interação e manuseio entre as informações ou material?
d) Considera que há oportunidades nas regras de negócio para que o processo melhore? e) Há “pontos” causadores de problemas ou ineficientes nos processos de contratação? Como minimizá-los ou zerá-los?
f) Há detalhes que se considerem mais relevantes em todo o processo de contratação? g) Há processos que sejam ligados estrategicamente para atingirem os objetivos?
4) Mapa do fluxo das principais responsabilidades dos atores a) Quais as atividades macro a serem efetuadas?
b) Quais os principais colaboradores e recursos envolvidos nas atividades da COP? c) Por quais processos ou tarefas cada colaborador é responsável? E por quê?
d) Como os colaboradores e recursos envolvidos nas atividades se relacionam entre si e com os objetivos? Quem responde a quem?
e) Quais os objetivos de cada atividade?
f) Quais os recursos que cada funcionário dispõe para realizar suas atividades? g) Quais são as regras para a execução das atividades?