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As orientações que nortearam este capítulo centraram-se nas questões da política educativa dos museus enquadrada no âmbito das principais teorias e concepções da aprendizagem que sustentam as suas actividades e práticas educativas. Neste ponto, foi possível identificar diferentes modelos de aprendizagem que cruzam o espaço do conhecimento museológico, com especial assento nas correntes cognitivas da aprendizagem que têm dominado grande parte do pensamento contemporâneo da educação formal e informal.

Ao longo da história dos museus, encontrámos diferentes propostas de avaliação em museus que, embora com limites e períodos imprecisos, abordam áreas de investigação diferenciadas. Foi nossa intenção fornecer algumas notas sobre os estudos realizados no âmbito dos museus e dos seus visitantes, evidenciando a avaliação quer das aprendizagens, quer dos ambientes museais, para melhor compreender e situar o museu no contexto do nosso trabalho.

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CAPÍTULO II

Nota Introdutória

Continuamos a assistir a uma contínua construção, remodelação e ampliação dos museus a par do desenvolvimento museológico e da ideia de museu como instituição capaz de acolher o seu público, preservar e apresentar as suas colecções e obras de arte em espaços concebidos e organizados para responderem adequadamente a estes requisitos. Se durante muito tempo eram apenas as pinturas e as esculturas que determinavam uma ida ao museu, hoje em dia as actividades socioculturais que oferecem são, em si mesmas, muitas vezes o motivo da visita. Assim, os museus do século XXI são entendidos como lugares de experiências e de acontecimentos socioculturais, que promovem o acesso ao conhecimento.

Sob esta orientação, o Design de Ambientes tende a envolver o visitante neste ambiente sociocultural, num diálogo de sentidos, através das experiências espaciais que se estabelecem no território museal. Importa, assim, conhecer a natureza interdisciplinar e dimensões do Design de Ambientes, situar os diferentes sentidos e âmbitos em que o Design de Ambientes é utilizado no espaço museal, analisando a forma como estas dimensões se impõem nestes espaços.