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Hvilke verktøy og metoder kan benyttes av utviklere for å øke verdiskapningen i en utviklingsprosess ?

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6 Konklusjon og anbefalinger

6.6 Hvilke verktøy og metoder kan benyttes av utviklere for å øke verdiskapningen i en utviklingsprosess ?

Todos DSCs para essa questão sofreram mudanças qualitativas, pois eles trazem ideias próximas das que ocorreram no ano anterior, mas com mais elementos que justificam, ancoram suas posições a cerca da questão e, portanto redefinindo os papeis desses alunos nas aulas.

No ano de 2011, os alunos quanto à participação nas aula se dividiram em dois grupos principais: O primeiro dos que são expectadores, preferem prestar atenção, anotar e fazer as lições, esses somam 61%. E o segundo dos que preferem interagir, discutir e questionar são 39%.

No ano de 2012, o quadro sofreu uma virada os que falam em interagir com o grupo durante a aula somam 65% e os que afirmam preferir ficar quietos são os 30% do DSC(16c), contudo eles declaram que se solicitados dão sua opinião.

Com isso vemos que as representações também se modificaram, os alunos revelam através de seu discurso assumirem uma postura mais participativa, os discursos do primeiro momento da pesquisa já os mostrava como alunos dedicados e os discursos desse ano revelam que estão mais interessados, mais envolvidos e mais sociáveis.

Se juntarmos com os depoimentos deles que revelaram o sonho de entrar na Universidade de São Paulo no futuro, e os indicativos revelados pelas mudanças nos DSCs para as três questões que analisamos, veremos que é possível que o

sonho tenha potencializado o processo de ancoragem de suas representações como estudantes, por entenderem que é parte do caminho do que desejam alcançar.

Conclusão:

Tendo em vista as análises realizadas dos discursos do sujeito coletivo de cada escola para as questões, vemos que em todos os casos as representações sociais se modificaram, conforme tínhamos por hipótese, os depoimentos de professores nos atestaram mudanças positivas nas atitudes e posturas durante as aulas e até fora delas.

Posto isso queremos afirmar que, os alunos têm novas representações para a relação com o conhecimento escolar e seus fazeres, pois as novas posturas, atitudes, e formas de representar sua interação e relação com o conhecimento escolar não deixam dúvidas e confirmam o quadro de mudança nas representações sociais.

Ao longo deste caminho temos enfatizado que Moscovici preconiza as representações sociais como reguladoras dos comportamentos e atitudes nas relações do grupo, dentro do grupo, fora do grupo com agentes e objetos externos, mediando a interação do grupo, permitindo tomada de decisões. Desta forma vemos que o quadro de mudança nas representações é consonante com os novos comportamentos.

Por outro lado, Bourdieu nos lembra o quanto às condições objetivas e duráveis que são determinantes para formação do Habitus, condições objetivas essas, são as devidas ao meio material e ambiente no qual o grupo compartilha sua vivência. Isso posto, as condições objetivas no caso são os equipamentos e materiais que esses alunos partilham na escola; e os ambientes são as várias oportunidades de aprender que os professores e as escolas proporcionaram a esses alunos ao longo do ano em que fizemos essa pesquisa.

As visitas constituíram-se sim em fatos que participaram, sem dúvida, significativamente da matriz de percepção e de ação formadora do habitus desses grupos, por exemplo, pela dimensão afetiva que o grupo partilhou, pelos valores

novos que tiveram contato, por uma forma de fazer educação que eles não conheciam, entre outras influências, mas não podem ser só elas às responsáveis pelas mudanças que observamos.

Para Moscovici o dia-dia na escola constitui fato importante na formação da representação social na medida em que é lá que o grupo social dos alunos define-se e identifica-se; é na escola que as estruturas socialmente constituídas vão criar condições para que os alunos, conheçam, compreendam, façam uso de linguagens e códigos, portanto é nesse contexto que as mudanças que acompanhamos aconteceram.

As experiências dos alunos na Universidade ao longo do projeto Vivendo a USP e da Gincana novos Talentos, são elementos desencadeadores de possíveis mudanças, pois as novidades e o estranho são sempre causadores de desequilíbrios e motivos para revisão das ideias, das imagens, dos valores que o grupo compartilha e que chamamos representação social.

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16. Anexos