Kapittel 4 - Avsluttende drøftinger og konklusjoner
4.4. Hva om/ Hva med… ?
Nas escolas existem comportamentos disruptivos de caráter leve e de caráter grave. Foi importante avaliar de que forma o docente reage consoante o tipo de comportamento do aluno. As variáveis dependentes que fizeram parte das questões relativas ao comportamento disruptivo dos alunos e, desta forma, descrevendo a estratégia utilizada pelo docente para resolução do conflito foram:
1. Elaborar uma participação ao encarregado de educação; 2. Falar com ele;
3. Ignorar o acontecimento;
4. Conduzir à sala de encaminhamento; 5. Expulsar da sala;
6. Suspender da escola;
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Os docentes afirmaram assim, que quando se trata de um comportamento disruptivo de caráter leve, têm por hábito optar por dialogar com o aluno, representativo de 75,40% da população em estudo, frequência apresentada na tabela 17.
Tabela 17. Atuação do professor perante o comportamento disruptivo de caráter leve
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada Elaboração de participação ao
Enc. Educação 8 14,0 14,0 14,0
Falar com o aluno 43 75,4 75,4 89,5
Ignorar o acontecimento 1 1,8 1,8 91,2
Conduzir à sala de
encaminhamento 4 7,0 7,0 98,2
Outro 1 1,8 1,8 100,0
Total 57 100,0 100,0
No entanto, a estratégia difere quando o comportamento disruptivo é de caráter grave. Isto é, os docentes optam aqui por, maioritariamente, elaborar uma participação da ocorrência ao encarregado de educação, com uma percentagem de 56,10%. É importante referir que, 19,30 % e 10,50% optam ainda por recorrer à estratégia de conduzir à sala de encaminhamento e de iniciar um processo que poderá levar à suspensão da escola, respetivamente, conforme apresentado na tabela 18. Nestes dois últimos casos, essa situação apenas se verifica quando o aluno frequenta o 2.º ciclo, pois estas medidas não se encontram previstas para alunos que frequentam o 1.º ciclo.
Tabela 18. Atuação do professor perante o comportamento disruptivo de caráter grave
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada Elaboração de participação ao
Enc. Educação 32 56,1 56,1 56,1
Falar com o aluno 4 7,0 7,0 63,2
Conduzir à sala de
encaminhamento 11 19,3 19,3 82,5
Expulsão da sala de aula 1 1,8 1,8 84,2
Suspender da escola 6 10,5 10,5 94,7
Outro 3 5,3 5,3 100,0
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Como soluções mais adequadas para a resolução dos conflitos na esfola foram propostas aplicações de sanções punitivas; individualização dos casos, utilizando estratégias formativas de comunicação eficaz; inclusão do tema nos projetos curriculares de turma, para tratamento transversal, bem como outras soluções que os docentes achem pertinentes para a resolução dos mesmos. Assim, e perante estas variáveis dependentes, os docentes afirmaram que a melhor solução passaria pela individualização dos casos, utilizando estratégias formativas de comunicação eficaz, representativa de 43,90% da população de docentes, como podemos observar na tabela 19.
Tabela 19. Solução mais adequada para a resolução de conflitos na escola
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada
Aplicação de sanções punitivas 16 28,1 28,1 28,1
Individualização dos casos e estratégias formativas de comunicação
25 43,9 43,9 71,9
Inclusão do tema nos PCT para
tratamento transversal 13 22,8 22,8 94,7
Outra 3 5,3 5,3 100,0
Total 57 100,0 100,0
Os conflitos podem ocorrer dentro ou fora da sala de aula como podemos constatar nas tabelas 20 e 21.
Tabela 20. Gestão de conflitos dentro da sala de aula
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada
Professor 55 96,5 96,5 96,5
Alunos resolvem entre si 1 1,8 1,8 98,2
NS/NR 1 1,8 1,8 100,0
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Tabela 21. Gestão de conflitos fora da sala de aula
Frequência Percentagem Percentagem válida
Percentagem acumulada Professores dos alunos
envolvidos 29 50,9 50,9 50,9
Alunos resolvem entre si 4 7,0 7,0 57,9
Assistentes operacionais 22 38,6 38,6 96,5
NS/NR 2 3,5 3,5 100,0
Total 57 100,0 100,0
Aqui, podemos verificar que, independentemente do local de ocorrência do conflito são os professores os intervenientes na gestão dos conflitos. No entanto, quando o conflito ocorre fora da sala de aula, os assistentes operacionais são os que, a seguir aos docentes, gerem o conflito, representativo de 38,60% da população.
Uma pequena percentagem de docentes afirma que ainda há casos em que os alunos envolvidos no conflito, dentro ou fora da sala de aula, conseguem resolver o conflito, sem que recorram a um adulto.
2.5. Identificação do Ambiente Socioeconómico/Cultural dos Alunos mais
Conflituosos
Após verificação da tabela de frequências, realça-se o facto de os docentes inquiridos serem da opinião que os alunos mais conflituosos são os que têm um agregado familiar que beneficiam de rendimento social de inserção, com uma percentagem de 59,60% da população.
No entanto, declaram, também, que há registo de comportamentos conflituosos de alunos que, aparentemente são oriundos de famílias estáveis, representativo de 12,30% da amostra. As famílias com problemas de alcoolismo ou outras drogas também são apontadas como tendo filhos conflituosos, representativo de 15,80% da população, como se pode observar na tabela 22.
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Tabela 22. Origem dos alunos mais conflituosos
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada
Monoparentais 7 12,3 12,3 12,3
Famílias com problemas
de álcool ou outras drogas 9 15,8 15,8 28,1
Subsidiárias do RSI 34 59,6 59,6 87,7
Famílias estáveis 7 12,3 12,3 100,0
Total 57 100,0 100,0
Os docentes, ao serem inquiridos sobre a relação entre comportamentos conflituosos e dificuldades de aprendizagem, em mais do que uma área curricular disciplinar, referiram que os alunos mais conflituosos apresentam estas dificuldades, com uma percentagem de 84,20% da amostra, como demonstrado na tabela 23.
Tabela 23. Alunos conflituosos apresentam dificuldades em mais do que uma área
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada
Sim 48 84,2 84,2 84,2
Não 8 14,0 14,0 98,2
NS/NR 1 1,8 1,8 100,0
Total 57 100,0 100,0
Na tabela 24, ainda se pode verificar que, segundo os docentes, 98,20%, o ambiente familiar influencia o comportamento do aluno.
Tabela 24. Ambiente familiar influencia comportamento do aluno
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada Sim 56 98,2 98,2 98,2 Não 1 1,8 1,8 100,0 Total 57 100,0 100,0
Quando se perguntou aos docentes como os encarregados de educação/pais se envolvem na vida escolar dos alunos, 61,40% afirmou que o envolvimento é feito de forma pouco positiva, conforme representado na tabela seguinte.
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Tabela 25. Encarregados de educação/Pais envolvem-se na vida escolar dos alunos
Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem acumulada Muito positivo 1 1,8 1,8 1,8 Positivo 18 31,6 31,6 33,3 Pouco positivo 35 61,4 61,4 94,7 Nada positivo 3 5,3 5,3 100,0 Total 57 100,0 100,0
Estas opiniões vão ao encontro da revisão da literatura realizada, pois, para Mussen (1970), a influência da família é fundamental para o desenvolvimento emocional da criança e de acordo com Almeida, Almeida e Santos (2011), apenas quando a escola e a família estabelecerem um trabalho de cooperação e promoção da educação dos alunos, os conflitos terão tendência a serem atenuados.
É importante que as diferentes causas e tipologias dos conflitos sejam identificadas. Perante as diversas realidades de conflitos, surgem, habitualmente respostas de pura demissão, de negação, ou de confronto violento, no entanto, raramente se tenta estabelecer um pacto ou, tentar um acordo mediante a compreensão dos comportamentos, permitindo cedências mútuas.
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Conclusão
As décadas de setenta e oitenta do último século foram marcadas pela massificação do ensino, desta forma, tornou-se mais difícil, na escola, a convivência entre todos, conduzindo à realidade de inevitáveis conflitos. Deste modo, teremos todos que refletir sobre esta problemática e arranjar estratégias que previnam, atenuem ou que aprendamos algo de positivo com a ocorrência dos conflitos. Pois, como nos diz Delors, há a necessidade de aprender a viver juntos e “a partir daí criar um espírito novo que, (…) conduz à realidade de projetos comuns ou, então, a uma gestão inteligente e apaziguadora dos inevitáveis conflitos” (Delors, 1996, p. 18-19).
A família e a escola assumem um papel fulcral na influência que têm para a existência ou não de problemas de convivência e disciplina. Quando a família não desenvolve a harmonia, entre si, o reflexo disso surgirá na atividade escolar. O aluno não conseguirá estabelecer laços com o professor nem com os seus pares. Para que exista um eficaz processo de ensino aprendizagem, é necessário que haja, efetivamente, um ambiente familiar estruturado. Por outro lado, sendo a escola uma instituição organizada, funcionando segundo bases legislativas, pode frequentemente não estar orientada de forma mais eficaz para abranger a diversidade cultural e económica existente na sociedade.
Já foi referido, anteriormente que o conflito é um elemento fundamental no desenvolvimento cognitivo do ser humano, é uma fonte para o conhecimento da realidade social e poderá contribuir para a promoção do espírito de cooperação. Pode promover a aquisição de competências de comunicação, autoconhecimento e conhecimento dos outros. No entanto isto dependerá de como são interpretados os conflitos e de como são geridos. Assim, todos os intervenientes no processo ensino-aprendizagem deverão estar preparados para realizarem uma gestão de conflitos e não apenas para a sua resolução, uma vez que a gestão permite, às diferentes partes, o desenvolvimento de um crescimento positivo, na medida em que fomenta o diálogo e permite o conhecimento mútuo.
A escola é o espaço de emancipação da criança, onde vai poder estar e comunicar com outros, que não os do seu meio familiar. É um espaço onde se estabelecem laços e onde adquire recursos fundamentais para o seu futuro. A escola propicia a socialização, no entanto é à família que cabe a responsabilidade de educar.
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Neste trabalho de investigação colocou-se a seguinte problemática: “Alunos da Escola Básica Integrada de Ribeira Grande apresentam comportamentos conflituosos”. Após a revisão da literatura, verificamos que as situações de conflito são inerentes ao próprio desenvolvimento humano, assim como fazem naturalmente parte do quotidiano de qualquer grupo ou organização. Desta forma é natural que ocorram conflitos na escola. Com este trabalho de investigação conclui-se que a relação entre os alunos na escola são consideradas boas, no entanto, os professores alegam que os conflitos têm vindo a aumentar de forma gradual, ocorrendo essencialmente nos recreios. Desta forma, pensa- se que, seria benéfico investir mais nestes espaços escolares, tanto a nível de vigilância, como a nível recreativo.
No que diz respeito às origens dos conflitos existentes deve-se ao facto de os alunos quererem ter controlo sobre os recursos. Os conflitos que existem em maior quantidade são os de relação/comunicação, isto é, insultos, agressões físicas e ameaças, sendo na sua maioria alunos oriundos de famílias beneficiárias de rendimento social de inserção.
Para os docentes implicados neste trabalho, a maioria afirmou que o ambiente familiar influencia o comportamento do aluno e que o envolvimento das famílias na vida escolar dos educandos é feita de forma pouco positiva. No entanto, registou-se o facto de a grande maioria dos encarregados de educação afirmar não serem contactados pelos professores por mau comportamento do educando, evidenciando assim uma contradição entre o que os professores e encarregados de educação afirmam, no que se refere à existência de conflitos na escola. Se os professores alegam que os conflitos têm vindo a aumentar seria expectante que mais encarregados de educação fossem contactados pelos professores. Como afirmaram os docentes, são eles próprios os gestores dos conflitos fora e dentro da sala de aula, assim, seria de esperar que estes conflitos fossem do conhecimento dos encarregados de educação. Aqui pode-se evidenciar uma falta de comunicação entre escola-família.
Diversos fatores podem contribuir para a ocorrência de conflitos, sendo um deles a baixa autoestima dos alunos. Esta hipótese foi testada a partir dos inquéritos realizados aos docentes, os quais afirmam que a autoestima também tem uma certa influência na ocorrência dos conflitos, no entanto, alegam ser a classe social, cultural e económica dos
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alunos a principal causa da ocorrência dos conflitos, comprovando-se mais uma vez que, a família tem um papel preponderante na educação dos alunos.
A falta de um efetivo envolvimento/acompanhamento dos encarregados de educação na vida escolar dos educandos poderá levar a dificuldades de aprendizagem dos alunos na escola. Desta forma, foi importante verificar se os alunos geradores de conflitos apresentam dificuldades de aprendizagem em mais do que uma área curricular disciplinar. Apesar de a maioria dos encarregados de educação afirmar nunca ter sido contactado pelos professores alegando dificuldades de aprendizagem, os docentes viabilizaram a hipótese, na medida em que estabeleceram uma relação entre a ocorrência dos conflitos e as dificuldades de aprendizagem em mais do que uma área curricular disciplinar.
Como já referido, são os docentes os gestores dos conflitos que ocorrem em contexto escolar, adotando algumas medidas para a gestão destes conflitos. Estas atitudes são, maioritariamente, dialogar com os alunos envolvidos no conflito, quando o conflito é de caráter leve. Quando o conflito tem caráter grave, estes afirmam elaborar uma participação ao encarregado de educação. Uma vez que, os encarregados de educação alegam não serem contactados por mau comportamento do educando, pressupõe-se que a maioria dos conflitos em contexto escolar é de carácter leve. No entanto a minoria que afirma já ter sido contactado pelo professor, recorre também ao diálogo como forma de gestão do conflito. Desta forma, e indo ao encontro do defendido por Torrego (2003), no que respeita às possibilidades de estilos de como as pessoas enfrentam os conflitos, podemos deduzir que tanto os docentes como os encarregados de educação levam os educandos a tomar uma posição de compromisso perante o conflito, ou seja, uma atitude baseada na busca de soluções que proporcionem um acordo entre as partes, pressuponde que ambas as partes envolvidas no conflitos têm que fazer cedências, para que possam sentir-se igualmente satisfeitas. Por outro lado, este diálogo poderá levar os envolvidos no conflito a tomar uma atitude de colaboração, em que ambas as partes procuram um objetivo comum, criando soluções alternativas do problema, satisfazendo ambas as partes envolvidas no conflito.
Os professores afirmam que os conflitos têm vindo a aumentar um pouco, evidenciando assim a necessidade de existir efetivas medidas de gestão de conflitos na
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escola, de modo a permitir a prevenção da ocorrência de agressões graves em ambiente escolar, bem como um maior envolvimento entre escola-família dos educandos.
A escola, como uma das maiores instituições de formação do caráter humano, cujo ambiente é recheado das mais diversas inter-relações, deve ter como modelo de gestão de conflitos aquele que se baseia no diálogo e em princípios como respeito, confiança e comprometimento.
Gerir conflitos não significa apenas eliminá-los, mas tratá-los de maneira assertiva – salientando-se que quando são inadequadamente geridos, trazem efeitos desfavoráveis.
A investigação sobre os conflitos demonstra que prevenir é a forma mais eficaz de atuar.
O ato educativo deve conceder um lugar relevante às relações pessoais, e levar os alunos a que sejam capazes de raciocinar em cada situação particular e adotar atitudes e comportamentos que o conduzam a resolver satisfatoriamente os problemas que lhes são apresentados. Estes problemas serão diferentes em cada situação e os alunos deverão aprender a encontrar a solução mais adequada.
A educação é, também, uma experiência social, em contacto com a qual a criança aprende a descobrir-se a si mesma, desenvolve as relações com os outros, adquire bases no campo do conhecimento e do saber-fazer. (Delors, 1996)
Que deixem de existir conflitos é impossível, visto fazerem parte integrante do crescimento moral e emocional do ser humano, no entanto, é necessário aprender a lidar com os conflitos e saber geri-los.
Quanto mais cedo se incentiva a aprendizagem no campo das relações pessoais, dos pensamentos, sentimentos e dos conflitos que nelas se originam, mais fácil será neutralizar as respostas violentas e descontroladas.
Posteriormente será dado um feedback deste estudo à população objeto de estudo com o intuito de contribuir para uma melhor adequação das formas de atuar pela escola e encarregados de educação/pais, intervindo de maneira a atenuar o número de conflitos existentes no contexto escolar.
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Em jeito de conclusão, pode-se dizer que este trabalho, em todas as suas vertentes, constituiu um enorme desafio à nossa capacidade de reflexão.
O presente estudo serviu para uma maior tomada de consciência sobre o envolvimento dos pais no processo de educação dos seus filhos. Além disso, ressalta a importância de escolas públicas bem equipadas e organizadas, que possam atender de maneira satisfatória as crianças de famílias de classe social/cultural/económica mais baixa. A análise deste trabalho poderá servir de contribuição a pais e educadores.
Ao longo da investigação foram encontradas algumas dificuldades, mais concretamente ao nível da estruturação e organização das ideias no corpo do trabalho.
O fator tempo foi outra das limitações sentidas, uma vez que foi difícil conciliar a vida profissional com a elaboração deste estudo.
Contudo, há consciência que, tentou-se sempre dar o melhor para que o estudo tivesse sucesso e os objetivos fossem atingidos.
A realização desta investigação permitiu ainda ter uma atitude reflexiva relativamente a esta temática, despertando a sensibilização.
Acima de tudo, considera-se ter sido pertinente a pesquisa e o enunciar de diferentes estratégias a mobilizar, para fazer face aos diferentes conflitos com que nos deparamos no nosso dia-a-dia.
Assim, considera-se que esta foi uma experiência que se tornou relevante para o enriquecimento pessoal e profissional.
Tendo conhecimento da realidade da Escola Básica Integrada de Ribeira Grande, a nível da gestão de conflitos, propõe-se que sejam realizadas outras investigações no âmbito da gestão de conflitos, nomeadamente a implementação de um gabinete de mediação, visto a bibliografia apontar esta medida como a resposta mais eficaz na resolução de conflitos em contexto escolar. O recurso a estudos longitudinais poderia também constituir uma via de investigação futura, na medida em que, se pretenderia verificar a diminuição ou o contínuo aumento dos conflitos na escola.
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