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The Home Guard

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5. THE LAST LTDP-PROCESS BEFORE THE ESTABLISHMENT OF ISL - AND THE

6.3. R ECOMMENDATIONS FOR O PERATIVE S TRUCTURES :

6.3.4. The Home Guard

As necessidades nominais de aquecimento de uma fração autónoma (Nic) eram calculadas

para a duração convencional da estação de aquecimento da localidade em que se situava o edifício e correspondiam à energia útil que era necessária fornecer para que no interior fosse mantida uma temperatura constante de 20ºC. O método utilizado baseava-se na seguinte expressão [7]:

óEY /üf)ü/Nº:ü†° (46) com:

• Qt – Perdas de calor por condução através da envolvente do edifício;

• QV – Perdas de calor resultantes da renovação de ar;

• Qgu – Ganhos de calor úteis, resultantes da iluminação, dos equipamentos, dos

ocupantes e dos ganhos solares através dos envidraçados; • AP – Área útil da fração autónoma.

Quanto maior fosse este valor mais frio era o edifício no inverno, logo mais energia era necessária consumir para manter o conforto desejado [3].

2.11.1.1. Perdas de calor por condução através da envolvente do edifício

As perdas de calor por condução através da envolvente do edifício, Qt, obtinham-se pela soma

das perdas pelas envolventes em contacto com o exterior, em contacto com locais não aquecidos, por pavimentos e paredes em contacto com o terreno e perdas térmicas lineares, como se ilustra nos quadros seguintes:

Quadro 2.5 – Necessidades nominais de aquecimento. Perdas parcelares de calor por condução através da envolvente exterior e interior – síntese das equações [3]

PERDA EQUAÇÃO TERMINOLOGIA REFERÊNCIA

Uj – Coeficiente de transmissão térmica do elemento j da envolvente (opaco ou envidraçado), [W/m2.ºC]; RCCTE, Anexo VII, parágrafo 1 e publicações LNEC Aj – Área (medida pelo

interior) do elemento j da envolvente, [m2]; GD – Número de grausdias

[ºC.dias] da localidade em que o edifício se situa.

RCCTE, Anexo III

ENVOLVENTE EM CONTACTO COM LOCAIS NÃO - AQUECIDOS - Qlna

[kWh]

Qlna = 0,024 * Σj ( Uj * Aj *GD ) * τ

τ – Coeficiente de redução das perdas térmicas para

locais não - aquecidos.

RCCTE, Anexo

IV, Tabela IV.1 ENVOLVENTE EM

CONTACTO COM O EXTERIOR - QEXT [kWh]

QEXT = 0,024 * Σj ( Uj * Aj *GD )

Quadro 2.6 – Necessidades nominais de aquecimento. Perdas parcelares de calor por condução através da envolvente em contato com o solo e das pontes térmicas lineares – síntese das equações [3]

2.11.1.2. Perdas de calor por renovação do ar

As perdas de calor resultantes da renovação de ar, Qv, surgiam devido à ventilação natural

ou mecânica existente na fração em estudo, e obtinham-se através da expressão do quadro seguinte [3].

PERDA EQUAÇÃO TERMINOLOGIA REFERÊNCIA

y– coeficiente de transmissão térmica linear do elemento j em contacto com o terreno ou da ponte térmica linear j, [W/m.ºC]; RCCTE, Anexo IV, Tabela IV.2.1, Tabela IV.2.2 Bj – desenvolvimento linear

(medido pelo interior) do elemento j em contacto com o terreno, ou da ponte térmica linear j, [m]; PONTES TÉRMICAS

LINEARES - Qpt [kWh] Qpt = 0,024 * Σj ( Ψj * Bj *GD )

GD – Número de graus dias [ºC.dias] da localidade em

que o edifício se situa.

RCCTE, Anexo III PAREDES E PAVIMENTOS EM CONTACTO COM O TERRENO - Qpe [kWh] Qpe = 0,024 * Σj ( Ψj * Bj *GD )

Quadro 2.7 – Necessidades nominais de aquecimento. Perdas de calor por renovação do ar, Qv – síntese das equações [3]

2.11.1.3. Ganhos úteis de calor

Os ganhos térmicos úteis, Qgu, resultavam do aproveitamento de parte dos ganhos solares

brutos através dos vãos envidraçados Qs e dos ganhos internos brutos, Qi, resultantes da

iluminação, utilização de equipamentos e presença de ocupantes. Os ganhos térmicos totais brutos, Qg, obtinham-se pelo somatório dos ganhos solares brutos através dos vãos

envidraçados e dos ganhos internos brutos, cujas expressões de cálculo se apresentam seguidamente [3]:

PERDA EQUAÇÃO TERMINOLOGIA REFERÊNCIA

Rph – nº de renovações

horárias do ar interior, [h-1];

RCCTE, Anexo IV: 3.2.1-ventilação natural 3.2.2-ventilação mecânica AP – área útil de

pavimento, [m2];

Pd – pé direito, [m];

GD – Número de graus dias [ºC.dias] da localidade em

que o edifício se situa.

RCCTE, Anexo III

ηv – rendimento do eventual

sistema de recuperação de calor (ηv = 0, caso não haja

recuperador); Ev – valor médio mensal da

energia elétrica consumida pelo eventual sistema mecânico de ventilação

[kWh];

Pv - somatório das potências

elétricas dos ventiladores instalados [W]; Placas de características dos equipamentos instalados M – duração convencional da estação de aquecimento [meses].

RCCTE, Anexo III RENOVAÇÃO DO AR - QV [kWh] QV = 0,024 * ( 0,34. Rph * AP * Pd ) * GD * (1 - ηV ) Especificação do fabricante do equipamento

Adicionar, se houver ventiladores mecânicos: Ev = Pv * 24 * 0,03 * M

Quadro 2.8 – Necessidades nominais de aquecimento. Ganhos solares brutos, QS – síntese das equações [3]

Quadro 2.9 – Necessidades nominais de aquecimento. Ganhos internos brutos, Qi – síntese das equações [3]

PERDA EQUAÇÃO TERMINOLOGIA REFERÊNCIA

qi – ganhos térmicos internos médios por unidade de área de pavimento útil [W/m2];

RCCTE, Anexo IV, Quadro IV.3RCCTE, Anexo III M – duração convencional da estação de aquecimento [meses].

RCCTE, Anexo III

AP – área útil de pavimento, [m2]; GANHOS INTERNOS

BRUTOS - Qi [kWh]

Qi = qi * M * Ap * 0,720

Os ganhos internos eram considerados constantes durante todas as horas de funcionamento do edifício. Por exemplo, num edifício residencial, admitia-se que durante toda a estação de

PERDA EQUAÇÃO TERMINOLOGIA REFERÊNCIA

Gsul – Energia solar média mensal incidente durante a estação de aquecimento numa

superfície vertical de área unitária orientada a Sul,

[kWh/m2.mês];

RCCTE, Anexo III, Quadro III.8

Xj – Fator de orientação para as diversas exposições j;

RCCTE, Anexo IV, Quadro IV.4 Asnj – Área efetiva do vão n

segundo a orientação j, [m2]; A – Área total da janela (vidro

mais caixilho), [m2]; Fatores de sombreamento:

Fh – pelo horizonte; RCCTE, Anexo IV, Tabela IV.5 Fo – por elementos horizontais

(palas, varandas);

RCCTE, Anexo IV, Tabela IV.6 Ff – por elementos verticais

(palas verticais, próprio edifício ou outros corpos);

RCCTE, Anexo IV, Tabela IV.7

Fg – devido ao caixilho; RCCTE, Anexo IV, Quadro IV.5 Fw – devido à seletividade

angular dos envidraçados, o qual toma o valor 0,9 por

defeito;

g⊥ – fator solar do conjunto vidro e proteção;

RCCTE, Anexo IV, Tabela IV.4 GANHOS SOLARES BRUTOS

ATRAVÉS DOS VÃOS ENVIDRAÇADOS - QS [kWh]

QS = GSUL * Σj [Xj Σn ( Asnj ) ] * M

GSUL * Σn ( A * Fh * Fo * Ff * Fg * Fw * g┴ ) nj ] * M

aquecimento (com a duração de M meses) o valor de qi era, em média igual a 4 W/m2 durante

24 horas por dia [3].

Uma vez calculada a relação entre os ganhos térmicos totais brutos Qg (QS + Qi) e as perdas

totais (Qt + QV), de acordo com a expressão seguinte [3]:

3 / ü†

üf)üº (47)

determinava-se o fator de utilização dos ganhos solares η através da metodologia apresentada no subcapítulo 2.4.5.1.

Os ganhos térmicos úteis obtinham-se da seguinte forma [3]: 45\/ 9 ∗ 45 (48)

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