É um a fest a t radicional que t em todo um ritual a ser com prido, tem m issa, batizados, casam entos, leilões... Um a sem ana antes d a fest a tem novena.
Os fest eiros – o rei, a rainha e o im perador - oferecem alm oço para a com unidade e visitantes.
O ritual de caçada da rainha acontece depois do alm oço. Consiste em achar a rainha que está escondida. Os cavalheiros vão procurá- la com toda pom pa. Quando é encontrada , dão um sinal com fog uet es e todos reunidos esperam a chegada dos cavaleiros com a rainha, que é celebrada com danças e rituais.
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Foto 12: Renilson na bica d'água
Fonte de vida,a nossa água é um a dádiva dos céus, vem da nascent e que fica na Serra e tem resist ido às m aiores secas.
Essa bica serviu e ainda serve m uito à com unidade. Hoj e, 2006 , a água chega às nossas casas através de novas
encanações e graças a um a caixa d’água de 20.00 0 lit ros. É a m elhor água potável desses arredores.
F
Frruuttaas s
e e
ffrruuttoos s
Além dos frutos do cerrado, com o: pequi, baru, caj uzinho, m angaba, m urici e outros que se transform am pelas m ãos de avós e m ães do lugar em pratos e doces saborosos, há tam bém as frut as caseir as com o m anga, j aca, banana ... Na nossa com unidade tem os m uitas variedades de m anga: Sabina, Baianinha, Coquinho, Espada, Com um .
E o int eressante é que elas nos alim entam , alim ent am as aves, os turistas que aqui aparece m e ainda sobram e se perdem no chão.
Foto 13: Mangueira
Os pés de m angas são arvores com m ais de 50 anos, enorm es, com copas que abrigam os pássaros e os anim ais que se protegem do sol em
Foto 14: Pé de Jaca
A j aca é outra frut a que tem os aqui em grande quantidade.
Os pés de j aca são grandes e ant iguíssim os. Com o as m angueiras, nos dão frutos e som bras. Há no Forte dois tipos de j acas: duras e m oles.
Foto 15: Fruta- pão
Sabem os que a frut a- pão é de origem asiática. Costum a dar na beira do córrego , em grandes pés
com belos frut os.
Costum am os fazer m uitos pratos com a frut a - pão, principalm ente com frango . Fazem os tam bém bolo,
pães e roscas que agradam a t odos.
As árvores do Forte protegem as casas em épocas de ventos fortes, além de que, com o t odos sabem os, purificam o ar que respiram os. Enfim ,
A
A eessccoolla a
Existe há uns 30 anos. Um dos m ais antigos professores e fundador da escola foi o Sr. Sebastião T eodoro.
Ant igam ent e as aulas eram dadas na casa dos professores, m as sabe- se que aulas foram dadas até debaixo de pés de m anga. Depois foi const ruída a escola que hoj e t em os.
É a m elhor escola em estrut ura que tem os na zona rural.
Oferece de 1° a 8° seri es, com 5 professores, todos com capacidade e form ados.
Fotos 16 e 17: Escola Municipal de Ensino Fundam ental Rural do Forte
C
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FFoorrttee! !
Fot o 17: Dorm it ório e Rest au rant e
Estar m ais próxim o à natureza,
curtir o lugar e as pessoas que aqui vivem ; pessoas sim ples, hum ildes,
m as receptivas com quem chega. E que cont am m uitas lendas...
L
L e en nd da ass
Lendas são narrativas im aginári as cont adas em t odo o nosso país. Desde que o hom em se conhece por gent e, se conhece m as lendas.
Com o surg em ? Talvez da im aginação de alguém ; talvez de um a estória cont ada por outros e que vai sendo repassad a; tem um quê de verdade, de dúvidas e incertezas.
Talvez essa dúvida sobre a veracida de sej a o que caracteriza as lendas com o parte do nosso folclore e de nossa cult ura. Pois, em m uitos lugares, a lenda passou a ser parte do dia - a- dia das pessoas.
As lendas agradam às crianças, j ovens, adultos e velhos, e apesar de não se com provar a veracidade sobre o que é cont ado quem as cont a o faz com tanta ênfase, que quem as escuta, acredita piam ent e.
Na m aioria das vezes é repassada de pai para filho, de geração pra em geração, de bo ca em boca, em rodas de papo - furado, em volta de fogueiras, em red es, portas de botequim , nas calçadas, et c.
As lendas giram o m undo, e no Brasil t êm caract eríst icas indígenas e africanas, indicando a diversidade de raças e cult uras que se m ist uram .
No cent ro - oest e, nossa região , há m uit as lendas e m it o s com o: A astúcia de Anhanguera; O m oleque am aldiçoado; A origem das estrelas; As lágrim as de Potira; A velha gulosa; A m ãe do ouro; A m ula- sem - cabeça.
Lenda do PPAADDRREE
Dizem que um padre foi enterrado, at rás da I grej a Católica ( não da atual, m as da original que existiu há m uitos anos atrás) . O Padre foi enterrado num buraco e de cabeça para baixo pra que esse lugar fosse am aldiçoado. E aí fica a pergunt a: o fat o deste lugar não se desenvolver, tem algo a ver com a lenda, ou é m er a coincidência?
Lenda do ÍÍ
NNDDIIOO
Muitos aqui dizem que j á o viram . É um indiozinho pequeno e de pés grandes. Ele m alina com t udo dentro de um a casa, j oga areia nos telhados, tira obj etos dos lugares, corre com os anim ais dom ést icos. As pessoas m ais velhas d izem que na m aioria das vezes ele se torna invisível, por isso são poucos o que j á o viram , m as garant em que ele existe. Com certeza...
Certa vez, um garot o sum iu enquant o sua m ãe foi buscar água no rio. Foram feit as buscas por vários lugares e por vários dias e por todos os cant os im agináveis e possíveis e nada do garoto. Os m ais velhos acreditam que ele só p ode ter sido roubado pelos índios que passavam por aqui na época da seca. E o m enino nunca m ais apareceu, nem m ort o nem vivo... O garoto tinha 3 anos de idade e é sobrinho da fam ília Bastos, da qual ainda m oram m uitos aqui no Forte.
Lenda da MMUULLAA--SSEEMM--CCAABBEEÇÇAA
Muito conhecid a aqui é a lenda da MMUULLAA--SSEEMM--CCAABBEEÇÇA. Dizem que A
corre atrás do gado no cam po, j á a viram dentro do s currais de fazendas próxim as ao Forte. Já foi vist a tam bém beirando o m uro do cem it ério, na ent rada do Fort e, assust ando p essoas que passavam por ali tarde da noit e.
Lenda do AASSSSEENNTTAAMMEENNTTO O
BBRREEJJO O
DDA A
OONNÇÇA A
No assent am ent o P.A. Brej o da Onça tem um a sede com um casarão e dois galpões. As pessoas cont am que o casarão é m al assom brado . Dizem que aparecem crianças chorando ; a porta se abrindo e fechando, t rancando e destrancando ; entram no banheiro , ligam o chuveiro e tom am banho ; andam arrast ando a espora no chão. Várias pessoas relatam ter ouvido v árias coisas sem lógica, pois estava m sozinhas e, portant o não havia quem fizesse aqueles barulhos t odos. O Antonio Julio cont a que u m dia est ava deitado em um a rede e percebeu que balançava a rede... Ele não viu ninguém e saiu correndo...
Dizem que é o antigo dono da fazenda, que era m uito ruim e m altratava as pessoas.