2 KEY CONCEPTS AND DEFINITIONS
3.2 H UMAN -R IGHTS B ASED A PPROACH
Como fora apresentado, o Intercâmbio Internacional Estudantil Delta do Jacuí / Brasil e Mostazal/Chile passou por várias transformações nesses onze anos de existência.
Analisando as fontes impressas encontradas nos arquivos do IECPAC e do Liceo Alberto Hurtado, é possível estabelecer algumas relações entre o conteúdo dos jornais e as transformações e programações de algumas edições do intercâmbio, sobretudo as de 2003 e 2004.
Em 2003 algumas escolas agregaram-se ao projeto de intercâmbio (uma do Chile e três do Brasil). De acordo com as fontes orais, isso ocorreu devido à necessidade de dividir os custos que haviam ficado altos demais. Nesse mesmo período, jornais locais de Butiá publicavam matérias utilizando o intercâmbio como estratégia de marketing do colégio.
O Instituto de Educação Cenecista Prof. Alcides Conter, mesmo com todas as dificuldades que enfrentou, a exemplo de tantos outros estabelecimentos educacionais do país, tem sido motivo de orgulho para a comunidade. Talvez não tenha, ainda, recebido o merecido reconhecimento. Não se discute a qualidade do ensino ministrado pelos profissionais da área de educação [...]. Se nossos estudantes soubessem aproveitar o que o IECPAC oferece, com certeza, poderíamos superar todas as dificuldades e barreiras, pois ali se formam cidadãos, na mais verdadeira concepção da palavra. Esse intercâmbio é mais uma iniciativa de direção e professores, mas não é a única ação desenvolvida na escola. [...] (Jornal Sobral, Ano I, nº8, Butiá, 25 de outubro de 2003, p.2)
Nesse caso, a fonte impressa também explica – em coerência com as fontes orais - o motivo que levou o IECPAC a convidar outras escolas cenecistas da região carbonífera para participarem do intercâmbio com o Chile.
El Rancagüino41, 9/nov/2004, apresentou, dentre outras, as seguintes manchetes de capa: “Educación: violencia en colégios es uma señal de alerta” e “Como va la lucha contra las drogas em la region”. Nesta edição, o jornal informa que “diez colegios de la región aplicarán el piloto Educación Emocional, orientado a mejorar rendimiento y reducir la tensión en el aula” ( El Rancagüino, 9/11/2004, p.9). Além disso, apresentou ainda matéria sobre roubos de janelas no Liceo Alberto Hurtado (idem, p.11). No Brasil, jornais locais da cidade de Butiá, também do ano de 2004, apresentam notícias e matérias de capa relacionadas a roubos, excesso de velocidade, etc.
A leitura dos jornais locais encontrados nos arquivos escolares permitiu compreender o contexto que, provavelmente, contribuiu para que as escolas dos dois países assinassem, em 2004, um acordo pedagógico onde se comprometiam a trabalhar com os alunos questões sobre meio ambiente, drogas, violência, sexualidade, etc. Nesse sentido, o intercâmbio foi utilizado como um elemento
41
pedagógico capaz de fomentar valores e atitudes necessários à cidadania e para uma cultura da paz.
NO ESPAÇO DA CONCLUSÃO
Este estudo de caso permitiu conhecer a origem, a implantação e o desenvolvimento de um projeto de intercâmbio cultural estudantil entre alunos da Educação Básica de escolas particulares, no Brasil, com alunos da Educação Básica de escolas públicas em San Francisco de Mostazal, no Chile.
Chamado de ‘Intercâmbio Internacional Estudantil Delta do Jacuí / Brasil e Mostazal/Chile”, o projeto iniciou em 1998 e segue ocorrendo até a presente data sem interrupções.
Durante sua trajetória foram observadas algumas mudanças, como a inclusão de algumas escolas e instituições, bem como a criação das figuras do
profesor pasante e do aluno pasante, que vêm desenvolvendo um amplo e
importante trabalho de divulgação e integração da história e cultura dos dois países. Nessa trajetória, de uma certa forma, aumentaram-se as atividades turísticas e diminuíram as atividades de integração dentro dos colégios nas programações, de forma que os alunos intercambistas ficam limitados a se relacionarem com aqueles alunos que os recebem e hospedam, uma vez que praticamente não vão às escolas nem para assistir aulas, como foi o caso em 2008.
Verificou-se, também, que o intercâmbio estudado contribui para uma Educação Intercultural, uma vez que os intercambistas mudam durante ou depois da experiência do intercâmbio cultural, adotando valores e/ou atitudes que favoreçam o crescimento pessoal, aceitando e convivendo com a diversidade cultural, bem como respeitando e admirando o “outro” de forma solidária e amistosa.
A Educação Intercultural é, basicamente, uma educação em valores e atitudes. Nesse aspecto, esse intercâmbio entre Chile e Brasil tem desenvolvido ou provocado nos intercambistas mais autoconhecimento, autonomia, auto-estima, senso de igualdade e desinibição. Além disso, ele proporciona aos intercambistas
um crescimento pessoal, colaborando para que os sujeitos melhorem suas relações pessoais e interpessoais, valorizando mais o afeto, a família e um bom relacionamento entre pessoas de culturas diferentes. Enquanto os valores mais citados nas entrevistas brasileiras foram o autoconhecimento e a autonomia, nas chilenas foram a desinibição e a auto-estima.
Teoricamente, a Educação Intercultural tem se restringido a temas como educação de imigrantes, expatriados, movimentos sociais e políticas de escolarização para minorias étnicas ou estrangeiras. Acredita-se que é possível vislumbrar um outro filão de estudos não apenas para a Educação Intercultural, mas para a Educação em geral, dando maior atenção aos fenômenos dos intercâmbios estudantis, fenômenos estes que vêm crescendo consideravelmente nos últimos tempos.
Os resultados das observações e da coleta de dados permitiram apontar alguns problemas e sugestões para o aprimoramento do projeto em sua prática, como a descentralização por parte do IECPAC e do Liceo Alberto Hurtado na organização da programação; a unificação das programações das escolas brasileiras quando recebem os chilenos, de forma que todas possam acompanhar e participar de forma mais ativa de toda a programação; planejamento conjunto entre os dois países de forma que o professor passante possa desenvolver seu projeto de trabalho e não apenas repetir atividades já realizadas em pasantías anteriores; mais atenção em relação às dificuldades com os idiomas; investimento em treinamento intercultural, realizado por profissional qualificado, para professores e alunos, de maneira a melhorar os processos de adaptação, diminuindo o nível de stress aculturativo dos intercambistas; mais integração entre os professores dos dois países, modificando a forma de hospedagem dos professores visitantes de acordo com a idéia de intercâmbio; inclusão, na programação, de horários para que os visitantes possam se comunicar com suas famílias através de internet ou telefone; aumentar o número de atividades dentro das escolas, proporcionando momentos de maior integração entre todos os estudantes e professores; aumentar o tempo de permanência no país visitado.
Após dez anos de trajetória e com várias mudanças e agregações, parece cada vez mais urgente uma discussão séria, por parte dos organizadores do intercâmbio, no sentido de perceberem os rumos que o projeto vem seguindo e quais os rumos que seguirá; que se chegue em um consenso em relação ao tipo de
intercâmbio que querem realizar, e em que medida esse modelo de intercâmbio virá ao encontro das filosofias e dos objetivos das escolas. Em entrevista, um professor, por exemplo, sugeriu que o projeto de intercâmbio tenha, também, vagas para empresários, uma vez que políticos já estão fazendo parte, pois daria oportunidades para que empresários pudessem viajar, conhecer e investir no processo educativo dos dois países. O entrevistado, apresentando essa idéia, chamou-a de “integração econômica”, uma vez que os “empresários-intercambistas” conheceriam a produção local. Tal medida seria preocupante, uma vez que reduziria ainda mais o número de vagas para alunos. Além disso, será que é isso que se quer?
Enfim, espera-se que o estudo aqui apresentado seja provocador de novas reflexões e de novas investigações, uma vez que esse trabalho não se encerra em sua complexidade nem no recorte de pesquisa a ele estabelecido.
REFERÊNCIAS
ALBERTI, Verena. Fontes Orais: histórias dentro da História. In: PINSKY, Carla Bassanezi (org.) Fontes Históricas. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2006.
______. Ouvir Contar: textos em História Oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004. ANDRÉ, Marli Elisa D.A. . Etnografia da Prática Escolar. São Paulo: Papirus, 2ª ed., 1998.
AZEVEDO, Fabiane Poeta. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de São Jerônimo, em 19/11/2008.
BACZKO, Bronislaw. A imaginação social. Enciclopédia Einaudi, Imprensa Nacional, 1985.
BARROS, Thais Alegrete. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil-Chile. Chile, outubro de 2008, Diário pessoal.
BATELAAN, Pieter e COOMANS, Fons. Bases internacionales para la educación
intercultural incluyendo la educación antirracista y sobre los derechos
humanos. Madrid, 2005. Disponível em:
<http://www.aulaintercultural.org/article.php3?id_article=1029>. Último acesso em outubro de 2008.
BLANCO, Miguel Angel Blanco (et.al.). La educción intercultural como respuesta
educativa a la diversidad. Revista de investigación aplicada y experiencias
educativas, Madrid, nº. 8, 2003 , p.. 41-50. Disponível em: <http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044285>. Último acesso em setembro de 2008.
BODGAN, R. e TAYLOR, S.J. Introducción a los métodos cualitativos de
investigación : la búsqueda de significados. traducción de Jorge Piatigorsky.
BRATKOWSKI, Maria Aparecida. Memórias, Relatos e História do Intercâmbio
com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Butiá-RS, em 20/11/
2008.
BUFFA, Ester. História e filosofia das instituições escolares. IN: ARAUJO, José Carlos e JÙNIOR, Décio Gatti. Novos Temas em História da Educação Brasileira. Uberlândia: Edufu, 2002.
BURKE, Peter (org.) A Escrita da História. São Paulo: Editora UNESP, 1992. ______. O que é História Cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
CALLIGARIS, Contardo. Verdades de Autobiografias e Diários Íntimos. In: Estudos Históricos. CEPEDOC/FGV. Rio de Janeiro, 1998. Disponivel em: < http://www.cpdoc.fgv.br/revista/arq/236.pdf>. Último Acesso em novembro de 2008.
CONVENIO DE COOPERACION INTERCAMBIO JUVENIL CHILE – BRASIL, 21/03/1998, documento encontrado nos Arquivos do Liceo Alberto Hurtado, em Mostazal.
CÁRCERES, Natalia Celeste Clacón. Sobre o intercâmbio com o Brasil. Entrevista concedida ao autor na cidade de San Francisco de Mostazal, em 15/10/2008.
CHARTIER, Roger. A Beira da Falésia: a História entre certezas e inquietude. Porto Alegre: ed da UFRGS, 2002.
CORSSAC, Giana Blume. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Arroio dos Ratos, em 18/11/2008.
CORSSAC, Giana Blume. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil-Chile. Chile, outubro de 2008, Diário pessoal.
CRISTOFOLI, Maria Silva. Intercâmbio Cultural, ensino de História e identidade
latino-americana: uma utopia possível?. Santa Catarina, UFSC, 2002.
Dissertação (mestrado em Educação), Programa de pós-graduação em Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, 2002.
ENGERS, Maria Emília Amaral. Pesquisa Educacional: reflexões sobre a abordagem etnográfica. In: ______. Paradigmas e Metodologias de Pesquisa em Educação: notas para reflexão. Porto Alegre: Edipucrs, 1994.
ESTUDIANTES violentos envían señal de alerta. El Rancagüino: el diario de la Sexta Región. Rancágua, Chile, 9/11/2004, nº 20.344, p.9.
FARIAS, Evelyn Salinas. Sobre o intercâmbio com o Brasil. Entrevista concedida ao autor na cidade de San Francisco de Mostazal, em 15/10/2008.
FERNÁNDEZ, Rodrigo. Sobre o intercâmbio com o Brasil. Entrevista concedida ao autor na cidade de San Francisco de Mostazal, em 15/10/2008.
FLEURI, Reinaldo Matias (org). Intercultura e movimentos sociais. Florianópolis: Mover/NUP, 1998.
FLEURI, Reinaldo Matias (org). Intercultura: estudos emergentes. Ijuí: Unijuí, 2001. FLEURI, Reinaldo Matias. Cultura: uma categoria plural. In:______. Intercultura: estudos emergentes. Ijuí: Unijuí, 2001.
FLEURI, Reinaldo Matias. Educação intercultural e movimentos sociais:
implicações epistemológicas e pedagógicas. Santa Catarina, s.n., 1999.
Disponível em: <http://www.mover.ufsc.br/pdfs/FLEURI_1999_El_movimentos_sociais.pdf>. Último
acesso em outubro de 2008.
FLEURI, Reinaldo Matias. Educação intercultural no Brasil: a perspectiva epistemológica da complexidade. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v.80, n.195, p.277-289, maio/ago 1999, p.277-289.
FRANÇA, Vânia Freitas. Sobre a Origem do Intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor, em 23 de junho de 2007.
FREITAS, Vilma Aparecida Botelho. Dimensões da identidade nacional no
contato/confronto com uma língua estrangeira. Uberlândia, UFU, 2004.
Dissertação (mestrado em Lingüística), Universidade Federal de Uberlândia, 2004. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 10ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
HELENA, Mirtes. Com a perna no mundo: histórias de intercambistas. Belo Horizonte: passos editora, 1997.
IBARRA, Laura Tereza Guevara. Sobre o Intercâmbio Chile-Brasil. Entrevista concedida ao autor na cidade de San Francisco de Mostazal, em16/10/2008.
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CENECISTA PROFESSOR ALCIDES CONTER.
Correspondências Expedidas. Butiá-RS, 2003.
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CENECISTA PROFESSOR ALCIDES CONTER.
Relatório de Intercâmbio Brasil-Chile ano 2000. Butiá, Arquivo do Instituto de
Educação Cenecista Prof. Alcides Conter, 2007. Relatório.
INTERCÂMBIO Estudantil Butiá/Mostazal acaba neste sábado no IECPAC. Jornal
Sobral. Ano I, nº 008, Butiá, 25 de outubro de 2003, p. 1 e 6.
JS OPINIÃO Intercâmbio Cultural. Jornal Sobral. Ano I, nº 008, Butiá, 25 de outubro de 2003, p. 2.
KÄFER, Rafaela Tassoni. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil-Chile. Chile, outubro de 2008, Diário pessoal.
KLEIN, Christian Philip. O papel da atitude cultural de alunos brasileiros imersos
em cursos de inglês como segunda língua nos Estados Unidos. Brasília, UnB,
2006. Dissertação (mestrado em lingüística), Universidade de Brasília, 2006. KROEBER, A. & KLUCKHOHN, C. Culture. New York: Meridian Books, 1952.
LARA, Juan Gómez. Los productos humanos, instrumentos de cambio para la
educación intercultural. Revista de investigación aplicada y experiencias
educativas, Madrid, nº. 8, 2003,p.101-110.Disponível em: <http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044323 >. Último acesso em agosto de 2008.
LE GOFF, Jacques. A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
LICEO ALBERTO HURTADO C. Temporeros. San Francisco de Mostazal, 2005. LOMBARDI, José Claudinei. Marxismo e História da Educação. Campinas:UNICAMP, 1993. Tese (Doutorado em Educação), Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, 1993.
LUZ, Lia Hecker. Voando sem asas: A experiência de uma estudante brasileira em um programa de intercâmbio no exterior. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2ª ed., 1999. MACLAREN, Peter. Multiculturalismo crítico. São Paulo: Cortez, 1999.
MALGESINI, Gabriela e GIMÉNEZ, Carlos. Educación Intercultural. In: ______. Guía de conceptos sobre migraciones, racismo e interculturalidad. Madrid: Catarata- Comunidad de Madrid, 2000.
MARTÍN, José. La reflexión intercultural como base para imaginar una educación democrática para los pueblos autóctonos y para la sociedad multicultural en América Latina. Revista Diálogo Educacional, PUCPR, v.3, n.6, p.81-108, maio/agosto, 2002.
MARTÍNEZ, Valentín e PÉREZ, Otero. Educación intercultural e desarrollo de la
personalidad. Revista de investigación aplicada y experiencias educativas, Madrid,
nº. 8, 2003,p.101-110. Disponível em: <http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044297 >. Último acesso em
setembro de 2008.
MAURO, Karen W. del. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil-Chile. Chile, outubro de 2008, Diário pessoal.
MEIHY, José Carlos Sebe B. e HOLANDA, Fabíola. História Oral: como fazer, como pensar. São Paulo: Contexto, 2007.
MIRANDA, Paula Shmitz. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil-Chile. Chile, outubro de 2008, Diário pessoal.
MORAES, Roque. Análise de Conteúdo. Educação, Porto Alegre, ano XXII, nº37, março 1999, p.7-32.
MORAL, Eva Maria Sánchez e ALBO, César Vallejo Martín. La educación intercultural y la educación en valores. Revista de investigación aplicada y experiencias educativas, Madrid, nº.8, 2003, p.71-80. Disponível em: <http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044312>. Último acesso em outubro de 2008.
MUNARI, Márcio Rafael. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Butiá, em 20/11/2008.
NASCIMENTO, Maria das Graças. Iluminismo. São Paulo: Ática, 1998.
NASCIMENTO, Rômulo. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Arroio dos Ratos, em 01/10/2008.
PÉREZ, Maria Cristina Arriagada. Proyecto de Trabajo Profesora Pasante. San Francisco de Mostazal, Arquivo del Liceo Alberto Hurtado, septiembre de 2003.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
PFINGSTAG, Arnildo Lopes. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Butiá, em 19/11/2008.
PINA, Margarita Bartolomé. Educación intercultural y ciudadanía. Madrid, s.n., 2003. Disponível em: <http://www.aulaintercultural.org/article.php3?id_article=43.> Último acesso em outubro de 2008.
POBLETE, Rodrigo Adesio Hausheer. Sobre o intercâmbio com o Brasil. Entrevista concedida ao autor na cidade de San Francisco de Mostazal, em 15/10/2008.
QUINTANILLA, Carlos. Experiências e olhares de um professor intercambista
sobre o projeto de intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na
cidade de San Francisco de Mostazal, em 15/10/2008.
RAGUSE, Fábio. Sobre o Intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor, em 09 de junho de 2007.
RODRIGUEZ, Yoselin Gómez. Experiências e observações de aluna
intercambista chilena. Entrevista concedia ao autor na cidade de San Francisco de
ROMERO, Carlos Giménez. Pluralismo, Multiculturalismo e Interculturalidad. Revista de investigación aplicada y experiencias educativas, Madrid, nº. 8, 2003, p.11-20. Disponível em: <http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=2044239 >. Último acesso em setembro de 2008.
ROMPIERON pared para robar en jardín infantil. El Rancagüino: el diario de la Sexta Región. Rancágua, Chile, 9/11/2004, nº 20.344, p.11.
SEBBEN, Andréa & FILHO, Fernando Dourado. Os nortes da bússola. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2005.
______, Andréa. Intercâmbio Cultural – para entender e se apaixonar. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2007.
______, Andréa. Um estudo exploratório sobre o intercâmbio cultural com a
contribuição da psicologia intercultural e da educação intercultural. Santa
Catarina, UFSC, 2000. Dissertação (Mestrado em Psicologia), Programa de Pós Graduação em Psicologia, Universidade Federal de Santa Catarina, 2000.
______, Andréa.. Intercâmbio Cultural: um guia de Educação Intercultural para ser Cidadão do Mundo. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1999.
SEDANO, Antonio Muñoz. Educación Intercultural: teoría y práctica. Madrid: Escuela Española, 1997.
SILVA, Felipe Gallas. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil- Chile. Chile, outubro de 2008, Diário pessoal.
SILVA, Wanda Maria. Desvendando os segredos do intercâmbio estudantil. São Paulo: Arte e Ciência, 2001.
______. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Arroio dos Ratos, em 18/11/2008.
SILVEIRA, Éder da Silva. História Oral e Memória: pensando um perfil de historiador etnográfico. Métis – História e Cultura. Caxias do Sul, v. 6, n.12, jul./dez. 2007, p.35-44.
______. Anotações e observações da XI edição do Intercâmbio Brasil-Chile. Chile, outubro de 2008, Diário de Campo.
SOLÉS, Luz Patrícia Faúndez. Sobre o intercâmbio com o Brasil. Entrevista concedida ao autor na cidade de San Francisco de Mostazal, em 16/10/2008.
SOUZA, Isabela Cabral Félix de. A Educação intercultural na escola e o
reconhecimento do outro diferente. Archivos Analíticos de Políticas Educativas,
Madrid, v.12, nº59, 2004, p.01-08. Disponível em: <http://epaa.asu.edu/epaa/v12n59/v12n59.pdf >. Último acesso em outubro de 2008.
STAKE, R. E.. Investigación con estudio de casos. Madri: ed.Morata, 1998.
SWAIN, Tânia Navarro. Você disse imaginário? In: SWAIN, Tânia Navarro. História
no Plural. Brasília: ed. da UNB, 1994.
TELES, João Marcelo de Melo. Intercâmbio: coisa que todo jovem precisa saber. São Paulo: Melhoramentos, 1998.
THIEME, Inge. O intercambio cultural nos primeiros períodos pré-históricos
entre a área andina e a floresta tropical. São Paulo, USP, 1990. Dissertação
(mestrado em Antropologia social), Centro de Ciência Social, Universidade de São Paulo, 1990.
TIZATTO, Silvana Criscuoli. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de São Jerônimo, em 19/11/2008.
TRAPERO, Francisco Ramírez. Educación intercultural: una respuesta a las
sociedades multiculturales del siglo XXI. Educación, Córdoba, 2006, s.p.
Disponível em: <http://www.webislam.com/?idt=3879 >. Último acesso em setembro de 2008.
VARANI, Léa Mara Gonzáles da Cunha. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Arroio dos Ratos, em 28/03/2008.
VIDIGAL, Carlos Eduardo. Integração Brasil-Argentina: o primeiro ensaio (1958-
1962). Brasília, UnB, 2001. Dissertação (mestrado em História), Universidade de
Brasília, 2001.
VIEIRA, Rosângela Steffen. Educação Intercultural: uma proposta de ação no mundo multicultural. In: FLEURI, Reinaldo Matias (org). Intercultura: estudos emergentes. Ijuí: Unijuí, 2001.
VITÓRIA, Janine dos Santos. Sobre o intercâmbio com o Chile. Entrevista concedida ao autor na cidade de Butiá, em 20/11/2008.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Tradução de Daniel Grassi. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
ZABALZA, Miguel A. Diários de aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. Porto Alegre: Artmed, 2004.
ANEXOS ANEXO A: MAPA TRAJETO ÔNIBUS
8UXJXDLDQD
0HQGR]D
0RVWD]DO
6DQWD)p
ANEXO B: PROGRAMAÇÃO DO XI INTERCÂMBIO (2008)
DIA MANÃNA TARDE NOCHE
12/10/2008 Domin g o “D IA DEL REENCUENTRO
” Recepción y entrega de los alumnos visitantes a
las famílias (Liceo Alberto Hurtado) 13/10/2008 Lunes “D IA SO L E MNE”
10h: Acto Solemne de recepción (Municipalidad) – Teatro
Municipal.
12h30min: almuerzo comunitário ofrecido por la mucicipalidad – Picina Municipal .
15h: visita a Compañia Papelera del Pacifico.
17h: visita dal Casino de Mostazal.
21h: Cena professores y comisión ofrecida por la municipalidad.
14/10/2008 Martes “D
IA
CAPITAL”