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Do GR1 and GR2 differ in function and are they similarly regulated?

4. Discussion

4.5 Do GR1 and GR2 differ in function and are they similarly regulated?

Num trabalho de investigação, é necessário escolher a abordagem a utilizar, que pode ser quantitativa ou qualitativa.

A investigação quantitativa é a “ investigação cuja finalidade é descrever, verificar as relações entre variáveis e examinar as mudanças operadas na variável dependente após a manipulação da variável independente” (Fortin, 2009).

Segundo a mesma autora, na abordagem qualitativa o investigador não se coloca como perito, dado que é de uma nova relação sujeito-objeto que se trata, o investigador reconhece que a relação sujeito-objeto é marcada pela intersubjetividade.

Em termos mais simples, numa abordagem qualitativa acontece frequentemente que se investiga «com» e não «para» as pessoas de interesse.

A abordagem é quantitativa, porque se pretende a quantificação das variáveis independentes. É baseado na observação de factos objetivos, de acontecimentos que existem independentemente do investigador. “tem por finalidade contribuir para o desenvolvimento e validação dos conhecimentos, (...) generalizar os resultados, de predizer e de controlar os acontecimentos” (Fortin, 2009).

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Foi escolhido o estudo descritivo, pois segundo Fortin (2009) “visa obter mais informação, quer seja sobre as características de uma população, quer seja sobre os fenómenos em que existem poucos trabalhos de investigação” e segundo Gil (1999) “tem como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenómeno”.

Já o estudo exploratório, para Marconi, 1999 “(...) é investigação de pesquisa empírica cujo o objetivo é a formulação de questões ou de um problema, com a finalidade de aumentar a familiaridade do pesquisador com o ambiente, facto ou fenómeno para a realização de uma pesquisa futura ou modificar ou clarificar conceitos.”

3.6.1 - Estudo de Caso

O método seguido pelo estudo de caso pode adquirir diversas formas, segundo a natureza da questão, assim poderão existir estudos de caso descritivos, exploratórios e até experimentações exploratórias, descritivas ou causais (Fortin, 2009; Yin, 2003). No âmbito deste estudo recorreu-se a uma pesquisa descritivo-exploratória, através de uma abordagens quantitativa, pretendendo responder às questões de investigação.

O estudo de caso consiste no exame detalhado e completo de um fenómeno ligado a uma entidade social (Fortin, 2009). Segundo Yin, (2003) o estudo de caso é recomendado quando se dispõe de poucos dados sobre o acontecimento ou fenómeno. O estudo de caso pode satisfazer dois objetivos:

- aumentar o conhecimento que se tem de um indivíduo ou grupo e formular hipóteses;

- estudar as mudanças susceptíveis de se produzirem ao longo do tempo no indivíduo ou grupo.

Este tipo de estudo é útil, pois pode abrir caminho para estudos de maior envergadura. Já foi referido que o estudo de caso pode ser qualitativo ou quantitativo, tendo em atenção o objetivo final do estudo e o desenho escolhido pelo investigador. No estudo qualitativo interessa mais o significado das experiencias do que propriamente juntar os dados e analisando-os ou generalizando-os. Os dados quantitativos podem ser

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apresentados em gráficos, quadros, tabelas permitindo uma visão rápida das variáveis estudadas (Fortin, 2009).

Segundo Yin (2003), o estudo de caso tem um real valor científico pelo facto do caráter profundo da análise, das múltiplas observações a que dá lugar e dos comportamentos- tipo que se podem isolar.

Carmo e Ferreira (1998), dizem que o estudo de caso, utiliza diferentes métodos de recolha de dados, tais como a observação, a entrevista, a pesquisa bibliográfica e o questionário. Sendo que neste estudo foi foram utilizadas as duas últimas (a pesquisa bibliográfica e o questionário).

Fortin (2009) afirma que os resultados de um estudo de caso, servem para a interpretação e para a aplicação de princípios genéricos em casos semelhantes. Já para Yin (2003), são baseados em generalizações analíticas, que se opõem às generalizações estatísticas, ou seja, o investigador utiliza a teoria como veículo para generalizar os resultados.

Assim o estudo de casos pode definir-se como uma descrição intensiva, holística e uma análise de um fenómeno, de uma instituição ou de uma determinada pessoa integrada num contexto específico e particular (Serrano, 1994).

A principal vantagem de um estudo de caso consiste na concentração das atenções do investigador numa situação específica tentando compreender melhor a sua fenomenologia. Esta metodologia permite também que um caso seja estudado, de uma forma muito aprofundada, possibilitando simultaneamente o acompanhamento da sua evolução ao longo do tempo necessário (Fortin, 2009).

Segundo Serrano (1994), um estudo de caso pode ser realizado seguindo as seguintes etapas:

- primeira etapa: o investigador procura familiarizar-se com a natureza do objeto de estudo, tenta orientar-se pelo conhecimento básico do fenómeno e pelas questões fundamentais e pelos problemas relacionados com ele. - segunda etapa: constitui uma contínua recolha de dados através de diferentes meios.

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Atendendo a não ser possível proceder à determinação de um impacte sem fazer a respetiva avaliação, acrescenta-se uma outra etapa que corresponde à conclusão ou conclusões retiradas da análise dos dados recolhidos.

Autores como Yin (2003), refutam a ideia de que os estudos de caso são uma ferramenta exploratória, não podendo ser usados para descrever ou testar proposições, preferindo indicar uma abordagem do tipo pluralista como a mais correta.

Yin (2003), indica cinco características de um bom estudo de caso: - ser relevante;

- completo;

- considerar perspetivas alternativas de explicação; - evidenciar uma recolha de dados adequada e suficiente;

- ser apresentado de uma forma motivante o enquadramento do estudo. A utilização de estudo de caso neste trabalho, foi a estratégia adequada para responder às questões inicialmente colocadas, para melhor interpretação dos dados será realizada como análise quantitativa dos dados.