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Giftaiger og algegifter i norske farvann

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Com a finalidade de conhecer melhor os sujeitos sociais desta pesquisa, foi realizada a análise dos aspectos pessoais e socioeconômicos dos artesãos de Carqueijo. A partir deste momento, os dados oriundos da pesquisa são tabulados com base na resposta de 22 respondentes, uma vez que foram utilizadas as respostas de três, dos 25 artesãos, durante a realização do pré-teste. Do total de 22 entrevistados, 16 são do sexo feminino e apenas 6 são do sexo masculino, revelando a predominância de 73% de população feminina sobre 27% de população masculina, como mostra o gráfico 3.

Gráfico 3 – Sexo dos entrevistados

Fonte: Pesquisa direta Base: 22 respondentes

27% 73%

Masculino Feminino

Essa disparidade entre o número de homens e mulheres é facilmente entendido pelo fato do artesanato ter, historicamente, grande parte da força de trabalho feminina, que utiliza o artesanato como uma forma de suplementação da renda familiar. O número de homens, no entanto, mostra-se positivo, principalmente pelo fato da gestão da Associação ser realizada por um indivíduo do sexo masculino.

Em relação à faixa etária dos entrevistados, os dados mais representativos correspondem aos artesãos entre 26 e 45 anos: são 15 artesãos que configuram como 68% do total. Outros dados mostram que 18% dos artesãos têm entre 46 a 55 anos. Esse percentual refere-se aos 4 artesãos que estão há mais tempo na Associação e, consequentemente, na arte da tecelagem. Outro dado interessante é em relação ao grupo entre 18 e 25 anos. São 3 jovens artesãos, que apesar de configurar como apenas 14% do total, demonstra uma renovação na Associação de artesanato, sugerindo a continuação das atividades no futuro, com a preservação da cultura regional. Esses dados estão ilustrados no gráfico 4.

Gráfico 4 – Faixa etária dos entrevistados

Fonte: Pesquisa direta Base: 22 respondentes

Quando foram perguntados há quanto tempo trabalhavam na Associação, 11 pessoas informaram que há mais de 10 anos, esses dados representaram 50% do total. Os dados mostram também que 6 associados (27% dos artesãos) estão entre 5 e 10 anos na Associação e 5 artesãos há menos de 5 anos. Nenhum dos artesãos está há menos de 1 ano no grupo. O gráfico 5 traz esses resultados.

14% 32% 36% 18% 0% 0% 20% 40% 60% 80% 100% De 18 a 25

anos De 26 a 35 anos De 36 a 45 anos De 46 a 55 anos Acima de 55 anos

Gráfico 5 – Tempo em que faz parte da Associação de artesanato

Fonte: Pesquisa direta Base: 22 respondentes

Essa informação denotou uma maior confiabilidade à pesquisa, uma vez que todos os artesãos puderam experimentar das mudanças realizadas em torno do mix mercadológico e seus impactos. É lógico que para uns, sobretudo aqueles que estão há mais tempo na Associação, as mudanças foram mais significativas, mas o importante é que todos vivenciaram algum momento dessas mudanças.

Com o foco ampliado sobre as questões socioeconômicas, foi investigada a quantidade de moradores nas residências dos artesãos, incluindo eles próprios. Cerca de 86% dos entrevistados, isto é, 19 artesãos, afirmaram morar em suas residências de 3 a 4 pessoas. Os outros 3 artesãos afirmaram ter 5 ou mais moradores em suas casas, conforme ilustra o gráfico 6.

Gráfico 6 – Quantidade de moradores nas casas dos artesãos

Fonte: Pesquisa direta Base: 22 respondentes 0% 23% 27% 50% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Menos de 1

ano De 1 a 5 anos De 5 a 10 anos Acima de 10 anos

Freq. 0% 0% 50% 36% 5% 9% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Mora

sozinho 2 pessoas3 pessoas4 pessoas5 pessoas Acima de 5 pessoas

Dando continuidade à mesma dinâmica da questão anterior, foi questionado se a atividade artesanal constituía-se a única fonte de renda dessas famílias. Do total de entrevistados, 3 pessoas declararam o artesanato como única fonte de renda, o que reflete a realidade de apenas 14% dos entrevistados. A grande maioria, 19 entrevistados (86%) relatou que vive principalmente de outras fontes de renda, sendo o artesanato uma atividade de complementação de renda. Entre as fontes de renda relatadas, 9 entrevistados apontaram as atividades agropecuárias, enquanto que para 4 entrevistados a aposentadoria é a principal fonte de renda da família. Ainda houve aqueles que relataram outras fontes de renda: como o serviço público (1 respondente), programas de repasse de renda do Governo Federal (1 respondente), emprego formal (1 respondente), comércio (1 respondente) e serviços (2 respondentes). O gráfico 7 mostra a relação do artesanato como principal fonte de renda das famílias. O quadro 9 apresenta as principais fontes de renda dos artesãos.

Gráfico 7 – O artesanato como única fonte de renda para os artesãos

Fonte: Pesquisa direta Base: 22 respondentes

Quadro 9 – Principais fontes de renda dos artesãos

PRINCIPAL FONTE DE RENDA ARTESÃOS %

Atividades agropecuárias 9 41%

Aposentadoria 4 18%

Atividade artesanal 3 14%

Serviços 2 9%

Empregado do serviço público 1 4,5%

Emprego com carteira assinada 1 4,5%

Comércio 1 4,5% Bolsa Família 1 4,5% 14% 86% Sim Não

Total 22 100% Fonte: Pesquisa direta

Base: 22 respondentes

Visualizam-se dois pontos interessantes. O primeiro diz respeito à confirmação do artesanato, tradicionalmente, se constituir como uma atividade de complementação de renda. Já o segundo, mais interessante, é que essas famílias têm como chefes, quase em sua totalidade, indivíduos do sexo masculino. Os 14% que afirmaram viver unicamente do artesanato estão associados aos 27% de homens artesãos.

Para fechar a análise do perfil dos sujeitos da pesquisa, foi examinado, por meio do Critério de Classificação Econômica Brasil, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa – ABEP, a que classes econômicas pertencem os artesãos de Carqueijo.

Utilizando o sistema de pontos por I. Posse de itens e II. Grau de instrução do chefe de família, foi verificado que 20% são da classe econômica D, a qual possui uma renda média familiar de R$ 714,00. O restante foi enquadrado dentro dos limites das classes econômicas C2 e C1, com 64% pertencentes à classe econômica C2 e renda média familiar de R$ 1.024,00 e 16% pertencentes à classe C1, com renda média familiar de R$ 1.541,00.

5.3 Bloco de pesquisa I: Perfil Mercadológico da Associação orientado para o

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