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2 TEORETISK GRUNNLAG

2.2 Genus som grammatisk kategori

2.2.3 Genus i et synkront perspektiv

Os itens abaixo têm como objetivo verificar o grau de importância que você atribui a determinadas características pessoais do professor que exerce a função de docente universitário nas seguintes dimensões: Formação Profissional, Processo de Ensino-Aprendizagem, Saberes Docentes e

Relações Interpessoais.

De acordo com a sua opinião sobre o assunto, você poderá considerar alguns itens muito importantes, pouco importantes ou estar em dúvida sobre outros. O que nos interessa é a sua opinião sobre cada item.

Para tanto, você, professor universitário, deverá assinalar com um X apenas uma resposta no número à frente de cada frase, usando a seguinte escala:

(1)

Nada Importante Pouco Importante (2) Neutro (3) Importante (4) Muito Importante (5) Parte I DADOS GERAIS SOBRE O SUJEITO PESQUISADO

Instituição onde atua:________________________________________________ 1.1 Sexo:

a) ( ) feminino b) ( ) masculino

1.2 Faixa etária:

a) ( ) 21 a 30 b) (...) 31 a 40 c) (...) 41 a 50 d) (...) acima de 50

1.3 Titulação, ano de conclusão e área de formação :

a)(...) Graduação/ano:______________ Àrea (s):___________________________ b)(...) Especialização/ano:__________ Àrea:__________________________ c)(...) Mestrado/ano: _______________ Àrea (s):___________________________ d)(...) Doutorado/ano:_______________ Àrea:__________________________ e)(...) Pós-doutorado/ano:____________ Area:___________________________

e)(...) Outros- Quais?_______________ ______________________________

1.4 No exercício profissional docente você atua:

a) ( ) no Doutorado b) (...) no Mestrado

c) (...) na Graduação d) (...) em cursos Lato-Sensu

1.5 Além da profissão docente, exerce outra atividade:

a) ( ) sim b) (...) não

c) Qual?_________________________________________________________

Parte II– CATEGORIAS

2.1 - FORMAÇÃO PROFISSIONAL

2.1.1 Ter qualificação para atuar na docência universitária, com formação específica. Masetto (2000, p. 19 e 20); Azzi (2002, p. 56) ; Balzan (1996, p.52).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.1.2 Ter preocupação com o aperfeiçoamento pedagógico e a ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) Instrumento de Coleta de Dados

45, 55, 69, 70, 72); Behrens (2000, p. 64); Fernandes (2000, p. 108);

2.1.3 Saber refletir sobre o significado do saber pedagógico. Azzi

(2002, p.43); Pimenta (2005, p. 27). ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.1.4 Capacitar-se por meio de titulação. LDB 9394/96 (1996, p. 24);

Masetto (2003, p. 13); Fernandes (2000, p. 95);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.1.5 Realizar cursos de formação específica para professores.

Castanho (2007, p. 66); Behrens (2000, p. 66); Vasconcelos (2000, p. 86 e 87);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.1.6 Ter conhecimento da prática docente. Imbernón (2004, p. 29);

Pimenta (2005, p. 26 e 27). ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.1.7 Ter capacidade de refletir na prática profissional e sobre a prática

docente. Pimenta (2005, p. 20,21,26,27,28); Mizukami (1996, p. 61); Imbernón (2004, p. 48 e 71); Freire (1996, p. 42 e 43); Behrens (2000, p. 64);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.1.8 Saber estimular a perspectiva crítico-reflexiva na formação dos alunos.

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.1.9 Saber valorizar a prática pedagógica como momento de

construção de conhecimentos. Tardif (2002, p. 234); Fernandes (200, p. 110); Grillo (2000, p. 75);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.1.10 Ter consciência da importância da formação pedagógica para o exercício da docência. . Azzi (2002, p. 58); Masetto (2000, p. 20); Behrens (2000, p. 66).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2 - CONCEPÇÕES DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

2.2.1 Considerar que no processo de ensino-aprendizagem o professor deve se preocupar com a variedade e quantidade de noções, conceitos, informações. Abordagem Tradicional (MIZUKAMI, 1986, P. 14);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.2 Considerar que o professor deve aceitar o aluno como ele é e compreender os sentimentos que possui. Abordagem Humanista (MIZUKAMI, 1986, P.52);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.3 Considerar que o ensino deve ser baseado no ensaio e no erro, na pesquisa, na investigação, na solução de problemas por parte do aluno, e não em aprendizagem de fórmulas, nomenclaturas, definições . Abordagem Cognitivista (MIZUKAMI, 1986, P. 76);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.4 Considerar que o ensino deve ser direcionado por meio de uma programação. Abordagem Comportamental (MIZUKAMI,1986, P. 36);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.5 Considerar que o objetivo de toda educação é a tomada de consciência. Abordagem Socio-Cultural (MIZUKAMI, 1986, P. 94);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.6 Considerar que se o aluno não aprendeu, significa que o professor não ensinou. Vasconcelos (2000, p. 77); Freire (1996, p. 26);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.7 Considerar que o centro do processo de ensino-aprendizagem é

o professor. Abordagem tradicional. (Vasconcelos, 2003, p. 66); ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.2.8 Considerar que o processo de ensino-aprendizagem deve ser

indissociado da pesquisa. Cunha (2000, p. 30); Freire (1996, p. 32);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.2.9 Considerar que o processo de ensino-aprendizagem requer

diálogo constante. Freire (1996, p. 141); ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.2.10 Considerar no processo de ensino-aprendizagem deve

predominar ações verbais e de memorização dos conteúdos. Abordagem Tradicional (MIZUKAMI, 1986, P. 14);

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Pedagogia Universitária / Uma análise do ensino ministrado nos cursos de administração de empresa, ciências contábeis, direito, fisioterapia, enfermagem e medicina

em seis IES na região Centro-Oeste de Minas Gerais. CEP/UFU: 031/11

2.3 - SABERES DOCENTES

2.3.1 Ser consciente sobre a importância dos saberes da experiência

profissional. Tardif (2002, p.36). ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.3.2 Saber transmitir os conhecimentos preocupando-se com a

aprendizagem dos alunos. Masetto (2000, p. 12); Vasconcelos (2003, p. 68 e 69).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.3.3 Saber motivar os alunos para transformação. Masetto (2000, p.

16 a 18), Freire (1996, p. 85); ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.3.4 Saber transmitir conhecimentos preocupando-se com a formação

profissional do aluno. Masetto (2000, p.11); Goergen (2003, p. 103);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.3.5 Saber estabelecer relações interdisciplinares no processo de ensino-aprendizagem. m; Tardif (2002, p. 241 e 242; Masetto (2000, p.14).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.3.6 Saber refletir sobre temas teóricos e práticos do conteúdo de ensino. Arroyo (2000, p. 74); Azzi (2002, p.57); Gamboa (1996, p. 123 a 127).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.3.7 Saber apresentar o conhecimento de forma didática. Foresti e Pereira (2000, p. 70).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.3.8 Saber construir os saberes pelos programas e cursos didáticos,

participando com freqüência dos mesmos. Pimenta (2005, p. 26); Masetto (2000, p. 19); Beherens (2000, p. 70).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.3.9 Saber transformar as informações em conhecimento na vivência cotidiana. Pimenta (2005, p.21); Masetto (2000, p. 16); Cunha (2000, p. 29);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.3.10 Saber transmitir os conhecimentos preocupando-se com a formação humana e cidadã do aluno. Masetto (2000, p.24); Leitte et al (2000, p.50)

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.4 – RELAÇÕES INTERPESSOAIS

2.4.1 Estimular a iniciativa dos alunos; Masetto (2003, p.32); Masetto (2003, p.49); Zabalza (2004, p.196); Giroux (1997, p.162 e 163)

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.2 Promover a autoconfiança dos alunos; Masetto (2003, p.52) ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.3 Incentivar a independência dos alunos; Gutiérrez (1988, p.87);

Masetto (2003, p.52); Zabalza (2004, 197) ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.4 Criar um ambiente de respeito mútuo, considerar e aceitar as

idéias uns dos outros, entre si, professor e alunos, na sala de aula; Rogers (1972, p.87); Zabalza (2004, p.195); Masetto (2003, p.53).

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.4.5 Dar chance aos alunos para discordarem de seus pontos de vista;

Giroux (1997, p.163); Freire (1996, p.135); ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.6 Escutar com atenção as intervenções dos alunos; Vasconcelos

(2003, p. 63 e 67); ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 )

2.4.7 Estar atento aos interesses dos alunos; (Cunha, 1999, p.71);

Vasconcelos (2003, p. 77); ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.8 Ter senso de humor em sala de aula; Cunha (1999, p.72); Freire

(1996, p. 80 e 160);

( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.9 Ter disponibilidade para atender os alunos, respeitosa e

amistosamente, fora de sala de aula; Roncaglio (2004, p.104) ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) ( 4 ) ( 5 ) 2.4.10 Dar feedback construtivo ou elogiar os alunos. Masetto (2003,

→FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA PARA A CONSTRUÇÃO DO INSTRUMENTO: Referências (2.1) REFERÊNCIAS - FORMAÇÃO PROFISSIONAL:

ALARCÃO, Isabel. Formação Continuada como instrumento de profissionalização docente. In: Veiga,

Ilma P. A. Caminhos da profissionalização do magistério. Campinas, SP: Papirus, 1998. ISBN:

85-308-0497-X.

AZZI, Sandra. Trabalho docente: autonomia didática e construção do saber pedagógico. In: PIMENTA

(ORG), Selma Garrido. Saberes pedagógicos e atividade docente. 4ed, São Paulo: Cortez, 2005.

ISBN: 85-249-0711-8.

BALZAN, Newton Cesar. Discutindo o processo de socialização profissional. . In: REALI, Aline M de

M: MIZUKAMI, M da G. N. Formação de Professores: tendências atuais. São Carlos: EDUFSCAR,

1996. ISBN: 85-85173-17-3.

BEHRENS, Marilda Aparecida. A formação pedagógica e os desafios do mundo moderno. In: MASETTO, Marcos Tarciso (Orgs.). Docência na Universidade. Campinas, SP: Papirus, 2000. ISBN: 85-308-0509-7.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB: Lei n.9.394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília: Câmera dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2001. ISBN: 85-7365-142-3. CASTANHO, Maria Eugênia. Pesquisa em Pedagogia Universitária. In: CUNHA, Maria Isabel da.

Reflexões e práticas em pedagogia universitária. Campinas, SP: Papirus, 2007. ISBN: 978-85-

0830-3.