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Generelt om implementeringen av svartelisten punkt 28 i norsk

3 Eksempler på implementeringen av direktivet om urimelig handelspraksis i

3.2 Implementeringen av svartelisten punkt 28 i nasjonal rett

3.2.1 Generelt om implementeringen av svartelisten punkt 28 i norsk

A topologia é um conjunto de regras, técnicas e ferramentas de edição que permitem definir com maior precisão as relações geométricas entre os diferentes dados geográficos. Esta funcionalidade é utilizada para trabalhar com entidades que compartilham geometrias coincidentes, garantindo a sua integridade espacial. Esta funcionalidade inclui um conjunto diverso de ferramentas que possibilitam fazer a detecção e correcção de erros quer após a finalização da edição de dados, quer durante a edição dos mesmos.

Para trabalhar com entidades com geometria coincidente ou compartilhada deve-se criar uma topologia de mapa ou de geodatabase, que permitem modificar e actualizar os limites coincidentes dos polígonos, utilizando as ferramentas de edição de topologia. Considera-se que duas entidades apresentam uma geometria coincidente quando ocupam o mesmo espaço no mesmo plano, partilhando uma superfície em comum, ou seja, com coordenadas coincidentes. Para os ficheiros do tipo linhas, em caso de adjacência, a geometria coincidente é representada por um segmento de recta e quando há conectividade entre dois polígonos esta é representada por uma área, criando sobreposições ou lacunas que devem ser corrigidas.

Refere-se que, um mapa de topologia é um conjunto temporário de relações topológicas entre as partes coincidentes das entidades que o compõem e, nesse sentido, todas as alterações realizadas devem ser guardadas durante a sessão de edição.

As diferentes classes de entidades que fazem parte de uma topologia de mapa devem ser guardadas juntas, para que sejam geradas relações topológicas entre as partes coincidentes: as entidades de linhas e polígonos transformam-se em segmentos topológicos, enquanto as entidades de pontos ao coincidirem com os outros ficheiros manifestam-se sob a forma de nós. Deste modo, as características que se sobrepõem ou se tocam no ArcMap podem ser editadas simultaneamente, com as ferramentas de edição de topologia, preservando a geometria compartilhada.

Na correcção de erros de topologia, dependendo das características dos dados com os quais se trabalha, uma ferramenta pode ser mais adequada do que a outra.

No que respeita às ferramentas para minimizar os erros durante a edição dos dados, refere-se o “Align Edge Tool” que foi recorrentemente utilizada por permitir verificar de forma rápida a geometria de limites que se querem coincidentes.

Esta ferramenta é importante quando existem buracos ou sobreposições entre polígonos, ou seja, quando duas ou mais entidades não se encontram alinhadas ou devidamente ajustadas “Editor > Start Editing > Select Topology > Align Edge Tool”. Para utilizá-la é preciso ter uma secção de edição activa/iniciada e na barra de ferramentas de topologia selecciona-se a ferramenta “Select Topology”, e na caixa que se abre seleccionam-se todas as camadas com as quais se pretende trabalhar/editar, sendo alinhadas como parte da topologia activa (Figura 5.12). Deste modo, seleccionam-se todas as entidades de polígonos, que compartilham limites, de modo a que sejam editadas e actualizadas simultaneamente, formando uma superfície contínua. Se eventualmente algumas das entidades não for seleccionada a superfície espacial fica incompleta, podendo ocultar alguns erros como buracos, sobreposições em polígonos e outros problemas de alinhamento.

Ao seleccionar a ferramenta de alinhamento de arestas “Align Edge Tool” (Figura 5.13), quando se move o cursor sobre o mapa, verifica-se que as arestas coincidentes apresentam o aspecto de uma linha tracejada. No entanto, quando existem erros de alinhamento de arestas, buracos ou sobreposições, esta linha parece interrompida ou dividida em partes.

Figura 5.12: Selecção dos ficheiros que participam na topologia de mapa

Ao detectar essas descontinuidades deve-se aplicar um zoom para certificar o tipo de erro ocorrido e com um clique pode-se ver que a região do erro apresenta duas linhas. Clique sobre as linhas para ajustar/editar e o limite passa a ser uma única linha continua. Clicar 1º na aresta a ser ajustada e depois na outra com a qual a 1ª deve se

ajustar. Deste modo uma das arestas é imediatamente arrastada para o sítio adequado, eliminando o buraco ou sobreposição existente.

Figura 5.13: Ferramenta utilizada para corrigir erros de vectorização no mapa

Quando se utiliza este método para corrigir os erros de topologia, deve-se ter alguma atenção, sobretudo quando as entidades são muito pequenas ou apresentam formas muito irregulares, arestas destorcidas, e nos limites com outras entidades, dificultando a observação dos erros. Nessas situações, deve-se aplicar uma ampliação adequada para se poder constatar/destacar os erros, porque pequenos erros por vezes tornam- se difíceis de detectar mesmo com uma ampliação elevada.

Construção de perfis topográficos e de cortes geológicos

Um perfil topográfico corresponde a uma representação gráfica de um corte vertical de terreno, sobre uma carta topográfica, com o objectivo principal de representar o comportamento altimétrico da superfície, segundo uma direcção previamente definida.

Tradicionalmente são construídos através de uma técnica cartesiana de representação gráfica (Y-Altitude; X-Distância), onde se faz a intersecção de um plano vertical e horizontal com as curvas de nível, permitindo compreender a morfologia do relevo, a duas dimensões, nesta secção de corte. Geralmente a linha de corte deve ser traçada o mais perpendicular possível à direcção das camadas e às estruturas geológicas representadas pelas curvas de nível.

A escala permite representar a realidade a uma dimensão reduzida, mantendo a sua proporção. Por esta razão, é preciso ter algum cuidado com a escala utilizada, de modo que a topografia e a estrutura geológica representada sejam a mais próxima possível da realidade. Embora alguns autores consideram que a sobreelevação dos valores de altitude melhora a representação de alguns detalhes do relevo, na representação de perfis topográficos e geológicos, é conveniente a utilização de uma escala natural. A escala vertical (colocada no eixo dos Y) é calculada tendo em conta a relação entre a

equidistância natural (10 metros) e a escala do mapa (1:25.000), enquanto a escala horizontal (no eixo dos X) corresponde às distâncias de intersecção entre as curvas de nível e a linha de corte.

Entretanto, para além dessas informações, os perfis devem conter um sentido de orientação, alguns pontos cotados e a toponímia das principais localidades atravessadas pelos cortes.

Por sua vez, um corte geológico corresponde a uma representação gráfica, num plano vertical, de estruturas geológicas do terreno, fornecendo informações acerca da distribuição e natureza das rochas existentes à superfície e em profundidade. A sua construção normalmente é feita a partir do perfil topográfico, onde são marcados os limites de intersecção entre a linha de corte (Figura 5.14) e as diferentes formações geológicas existentes na carta geológica, sendo cada uma das respectivas camadas desenhadas segundo a sua inclinação e preenchidas com cores características que identificam cada tipo de rocha.

Os cortes geológicos constituem um importante complemento aos mapas geológicos, na medida em que facilitam a sua interpretação, permitindo uma melhor compreensão da evolução geológica e da Vulcano-estratigrafia da região em estudo.

Figura 5.14: Limites da ilha e as linhas onde foram efectuados os cortes geológicos.

Capítulo 6