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Gamified Applications and a Proposed Didactic Methodology

5. Analysis

5.4. Gamification

5.4.3. Gamified Applications and a Proposed Didactic Methodology

Facilitar o crescimento e o desenvolvimento profissional dos outros é algo para algumas pessoas que têm uma habilidade natural e desejo de fazer. Esses indivíduos são tão naturalmente adequados para a liderança quanto os trituradores de números para a contabilidade. O conceito de limpar o caminho para que outros tenham espaço, recursos e o oxigênio necessários para operações excelentes ocorre naturalmente para os líderes servis. Como suas contrapartes especializadas e competentes, eles têm uma tendência natural para continuar aprendendo e refinando as

habilidades e talentos para os quais são naturalmente aptos, e o aprendizado nunca termina.

Se os chefes organizacionais querem realmente dominar suas respectivas áreas, eles posicionarão seus habilidosos líderes em cargos de supervisão e os deixarão abrir estradas para os competentes criadores de programas, guerreiros dos códigos, atendentes de telefone e trituradores de números. Mas essa é a mais rara das exceções. A regra geral prova que os executivos colocam os criadores de programas, os guerreiros dos códigos, os atendentes de telefone e os trituradores de números em posições de responsabilidade pelo crescimento e desenvolvimento profissional de outras pessoas. Errado, errado, errado.

Os criadores de programas, os guerreiros dos códigos, os atendentes de telefone e os trituradores de números já não fazem mais aquilo que apreciam. São forçados a lidar com questões de motivação humana e com os problemas básicos da vida diária... problemas de outras pessoas. Você se vê cercado por um bando de chefes furiosos que, de maneira nenhuma, são idiotas. Terríveis líderes, sim. Idiotas, não. E agora eles recebem altos salários. Não vão mais regredir. Talvez um em um milhão, pense nisso. A maioria trocará a felicidade e a realização vocacional pelo dinheiro e pelos benefícios. Eles são reféns da hierarquia.

A copa do cogumelo inclui todos que estão sendo pagos, mas não contribuem muito com nada. O caule contém os trabalhadores, indivíduos que sustentam aqueles que estão no topo. Oitenta por cento do trabalho é realizado no caule, enquanto aqueles que estão na copa recebem oitenta por cento da folha de pagamento e dos benefícios.

A copa do cogumelo se espalha na medida em que não-líderes em posições de liderança se cercam de pessoas para poupá-los dos problemas que serão levados à sua porta todos os dias. A copa do cogumelo também se expande na medida em que I-Chefes se cercam de pessoas que os fazem sentir-se confortáveis em sua estupidez. Na próxima vez que você ler no The Wall Street Journal que alguém

recebeu uma importante promoção em uma grande organização, baixe o jornal e ouça. Aquele som alto de sucção é a copa do cogumelo corporativo se expandindo com as copas de outros pequeninos cogumelos espalhados pela organização.

Madeira!

O caule de um cogumelo só pode suportar um certo peso antes de se dobrar e derrubar tudo que há em cima dele. Todos nós vimos como organizações podem ser criadas para explorar mudanças na tecnologia ou regulamentações no governo. Nas mãos erradas, essas organizações são criadas, prosperam e até celebram, e durante todo o tempo estão sendo sugadas e exploradas pelos executivos no topo da hierarquia. Muitos executivos e administradores públicos têm licença para roubar, como James Bond tem licença para matar. Depois de os recursos dessas organizações serem transferidos para as contas bancárias dos executivos e a casca ser levada pelo vento, um ultrajado grito público clama por justiça.

Tarde demais. O cavalo já está fora do estábulo. Mesmo as legítimas organizações, grandes ou pequenas, que operam pelas regras, freqüentemente encontram dificuldades para sobreviver à incompetência de suas lideranças. O trabalho duro e dedicado de heróis não celebrados no caule do cogumelo mantém tudo funcionando. Eles suportam todo aquele peso. Mas a copa do cogumelo ainda pode crescer e se tornar grande demais até para os trabalhadores mais esforçados. Quantos cogumelos corporativos você já viu tombar em sua vida? Como diz o velho provérbio chinês: "Se não mudarmos de direção, é bem provável que acabemos no local para onde nos dirigíamos".

Pense numa enorme operação como uma grande empresa aérea. Não há uma pessoa apenas no comando da operação da complexa rede de atividades e responsabilidades. Milhares de vôos por dia, chegadas e partidas seguras, muitas pessoas e bagagem, tudo operado por dezenas de milhares de indivíduos que assumem toda a responsabilidade de

liderança necessária à realização do trabalho.

E se essas pessoas decidirem que só farão aquilo para que foram instruídas a fazer minuto a minuto? E se decidirem não comparecer ao local de trabalho, a menos que alguém telefone para acordá-los de manhã? E se não retornarem do almoço até alguém ir buscá-los? Parece tolo até você pensar na consciência coletiva de todas essas pessoas e em como um espírito de liderança maior do que todos os indivíduos combinados os liga a um espírito único de realização.

Pulverize I-Chefes pela organização e você estará tornando mais pesada a carga que indivíduos dedicados carregam sobre seus ombros para fazer as coisas funcionarem corretamente. Dê aos altos executivos bônus lucrativos ao mesmo tempo que solicita concessões de salários e benefícios dos trabalhadores que suportam o caule do cogumelo e você terá matado a moral e privado de toda e qualquer motivação aqueles que fazem funcionar a organização. Oferecer compensações financeiras obscenas a altos executivos antes de eles demonstrarem que são capazes de liderar a organização com correspondente crescimento só faz sentido para um idiota. Oferecer compensações financeiras obscenas a altos executivos depois de eles terem levado a organização à beira da falência só faz sentido para um ladrão.