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In document U(t)rolige barn (sider 25-71)

No present e estudo foram apres ent ados os resu lta dos e a s an álises das mediç ões de q ualid a de de energ ia elétr ic a (QEE) do parq ue solar T anq uin ho da empre sa CPF L. A an á lis e co ns id erou o des empen h o em reg ime permanent e e varia ções de ten são d e curt a duraçã o VT CDs, e para tanto f oram monitorad os o q uadro QDCA -3, o q uadro QDCA -1 e o q uadro QGBT -1 da planta s olar PV d e T anq uinho.

A an ális e obj eto d e ste estud o f oi re alizada c om o intu ito d e ver if icar o atend imento a os req uerimentos estab ele cidos pe lo PRO DIST Mod ulo 8 relat ivos à q ua lidad e de energ ia e létr ic a. No f inal do e stud o conc lu i -se q ue as mag nitud es d e te nsão, d istorç ão h ar mônic a tota l de te ns ão, des eq uilíbrio de tensã o, estão d en tro dos limites estab ele cidos por n orma.

Já a d istorç ão h ar mônic a to ta l de cor rente DHT i su pero u os limit es estabe lec id os pe las normas internac io nais, por ém nã o c ons idera das n a normativid ade bras ileira. Va le d estacar q ue os má ximo valor es de DHT i f oram encontrad os para os per íod os d e in ício e f im da g eração d iár ia, ou seja, no s insta ntes de ba ixas mag nitu des de c orrentes. Send o a ss im, os va lores d e DHT i e n contrado s ne stes in stantes s ão p ercent ualme nte a ltos, porém não repr esent am problemas para o sistema d e vido à baixa mag nitud e das corrent es.

T ambém va le ress altar q ue os sensore s de corrente ut iliza dos nest as mediç ões n ão s ão in dic ados para f aixas de corre ntes b aixas, de f orma q ue a precisão para os in stantes d e b aixa p o tência é compromet ida. Par a a valiar precisamente e stes va lore s de DHT i se f az nece ssár io a realiza ção d e ensa ios esp ec íf ic os nest es inst antes de pot ênc ia ba i xa, e uti l i za ndo sensore s de a lta pre cisã o.

Como res ulta do, o bser vou - se ig ualme nte q ue para os t rês ponto s medid os a DHT i dim inu ía com o a ument o da corre nte f ornec ida pe lo s istema f otovolt aic o. Outro com portamento q ue vale a p ena d estacar nas conc lu sões é q ue o f ator d e po tência n os três pont os mon itorad os aum enta q uan do a potênc ia f ornec ida p elo s sistema s f otovo lta icos cre sce.

Em re laçã o a p oten cia má xima f ornec id a pe lo s s istemas f otovolta ic os durante o per ío do de monitor amento, obser vo u -se q ue es ta correspon deu apro ximadame nte a 75%, 67% e 8 1% da capa cidad e má xima inst alada para os q uadros QDCA - 3, QDCA-1 e QGBT -1 respectivament e. Estes va lor es

justif icam -se atra vé s da aná lise do s d ados met eoro lóg ic o s do s n íve is de ins olação d o parq ue de T anq uinh o, os q uais também nã o che g am ao valor de 1000W /m2. As curva s de p otênc ia ativa e de ins olaçã o d iár ia para cad a um dos po ntos med id o s aprese ntaram co mportamento muit o semelh ante a o espera do.

A part ir da e spec if ic ação dos pa iné is solares, f oi pos s íve l est imar a potênc ia q ue ser ia f ornec ida pe los s iste mas f otovolt aic os p ara os da dos d e irrad iaç ão má xima. A c omparaç ão do s va lores est imado s com o s rea is aprese ntaram resu ltados seme lh antes, le vand o -se em c ons ideraç ão a ef iciên cia d o in vers or e a q ued a do r e ndime nto dos pa in éis em f unção da temperatura, temas não ab orda dos no d esen volvime nto do p resente est udo.

Outra caracter ístic a le vantad a nas med içõ es rea lizad as é o cons umo noturno para os q u adros c ons id erado s. Foram a prese ntada s as c ur vas d e potênc ia dos q uadr o s QDCA - 3 e QDCA - 1 para o per ío do d a s 19h 00 – 6h0 0 de um dia d e mediç ão, per íodo d iár io d e ausên cia de irra diação so lar, n o q ual os in versores de potê nc ia c onso mem energ ia d a re de. No caso do q uadro do conjunt o d e in vers ores ins talad os no q uadro QDCA -3, esse consumo má ximo f oi d e 0,2 3 kW , já para o q uadro QDCA -1, o cons umo máximo do s in versor es f oi de 0,3 kW .

Este con sumo notur no dos in versores merece ser melhor in vestig ad o pelo f ato de poder interf erir no rend im e nto total da p la nta , mesmo sendo menos de um d ig ito percentu al q ua ndo c omparado à g eração total do s itio.

Ana lisan do os d emais aspecto s enco ntra dos dura nte a e lab or ação d este document o, cheg a -s e às seg uintes con clusões:

Os fatores cit ados no Capitul o 1 - Motivações , são alert as sobre o crescim ent o da dem anda por energia el étrica, que no futuro pode al cança r níveis peri gos am ent e alt os para o planeta, e que colocam em dúvida noss a capaci dade de s upri -los, o que fort alece a idei a da diversifi cação da m at riz geradora, e por cons equência o investim ento e regul ação de fontes alt ernat ivas com o a Sol ar PV, como apresent ado no Panorama Mundial da Geração Sol ar PV.

Como evi denciado, a utiliz ação des enfreada dos recursos para a geraçã o de energi a est ão levando nosso pl a neta à escassez, onde a popul ação sofre com a polui ção do ar, em função dos gas es lançados na atm osfera, acent uados

pel o uso cot idi ano de combustíveis fósseis, o que im pli ca m ais um a vez no investim ent o em um a font e lim pa capaz de s uprir, m esmo que em part es, a dem anda por energi a el ét ri ca, visando miti gar as emiss ões e mel horar a qualidade de vida.

Não obst ant e, obs erva -s e o consumo irresponsável e desperdí ci o exacerbado de água, o país sofre hoje com os baixos níveis em seus reservatóri os em quase todo o t errit óri o, sej a para cons umo humano ou geração de energia a parti r de hi droelét ricas , elucidando o erro de bas ear a mat riz energéti ca quas e que tot alm ent e em um único tipo de font e geradora (67% da pot ênci a instal ada são hidroel ét ricas , Fonte ONS), o que culmina na necessidade de investimentos para garantir a diversifi cação de noss a m at riz geradora, o que vem acont ecendo timi dam ent e, bas eado nos dados da EPE.

Tendo com o ali cerce o est udo realiz ado durant e a el aboração do presente trabalho, fi cou evi dente a falt a de norm as , regulações e incentivos governamentais no Brasi l em rel ação à mat riz sol ar P V, most rando a necessidade de cri ação de norm as específi cas que trat em dos padrões e diret rizes não só para com os component es (pai néi s, i nvers ores , et c.) utiliza dos na geração sol ar P V, mas i gualm ent e na conexão dest es sis tem as à rede, na quali dade da energia por el es gerada, bem como a falta de regul ação e i ncent ivos que propici em a ins erção m assiva de tal t ecnologia no paí s.

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