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6.1 Types, reasons and frequency for Domestic Violence towards women from

6.1.3 Frequency of Domestic Violence

É uma planta herbácea, trepadeira (em geral) quando encontra apoio, com tubérculos subterrâneos (aéreos em algumas espécies nas axilas das folhas), com o caule aéreo volúvel podendo ou não apresentar espinhos; as folhas apresentam heterofilia (são estreitas na forma de ponta de faca), com flores brancas, amarelas ou verde-claras. A propagação é realizada por tubérculos e sementes (Seagri, 2001; Montaldo, 1991).

As espécies de inhame apresentam sistema reprodutivo por alogamia e propagação vegetativa. As plantas de inhame são em sua grande maioria espécies dióicas, embora plantas monóicas tenham sido observadas em algumas espécies cultivadas (Zoundjihekpon et al., 1997). As plantas possuem inflorescência na forma de espigas axilares, geralmente solitárias, raramente ocorrendo aos pares, com flores trímeras verdes de 4 a 6 mm de diâmetro. As flores masculinas possuem perigônio com 6 peças em dois verticílos, apresentando seis estames com anteras férteis, distribuídas em um só verticílo. O fruto do cará é uma cápsula com três locos, cada um com duas sementes diminutas e aladas (Silva, 1971).

Contudo, a floração é muito escassa em quase todas as espécies alimentícias cultivadas. Rizomas podem ser solitários ou em grupos. O peso dos tubérculos varia de 50 a 1.000 g e em algumas espécies de D. alata podem alcançar até 2 kg.

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O gênero é muito amplo, porém pode ser dividido em seções como:

Enantiophyllum (D. alata e D. cayenensis), Combilium (D. esculenta), Osophyton (D. bulbífera) e Macrogynodium (D. trifida).

As principais características de cada espécie podem ser agrupadas da seguinte forma (Montaldo, 1991):

D. alata – apresenta tubérculos solitários ou agrupados de 2-4, redondos, cilíndricos, oblongos ou de forma irregular. Alguns tubérculos podem chegar a pesar 2- 3 kg. Presença de tubérculos aéreos. Talos fortemente alados, sem espinho, verdes ou púrpura. A torção dos talos é no sentido anti–horário. Folhas encouraçadas, simples e opostas. Na atualidade constitui na principal espécie cultivada dos trópicos;

D. cayenensis – tubérculo solitário variando de 1-10 kg, geralmente grosso e ramificado, com polpa amarela. Caule cilíndrico, espinhoso, que se enrola pela direita. Folhas simples, eretas, opostas e alternadas encouraçadas. Espécie muito cultivada na África Ocidental e alguns países na América Tropical. Segue em importância mundial à

D. alata.

D. bulbifera – um tubérculo subterrâneo por planta, branco e globoso, às vezes amargo e comestível. Tubérculos aéreos podem chegar a 100 – 200 g; estes são utilizados como alimento. Caules cilíndricos sem espinhos com torção para a esquerda. Folhas simples, eretas, grandes alternadas ou opostas. Cultivado no sudeste da Ásia, África, Ilhas do Pacífico e América;

D. trifida – tubérculos pequenos de 15 cm de largura, redondos ou cônicos. Polpa branca, amarela ou púrpura. Excelente qualidade culinária. Caules quadrangulares, alados e sem espinhos. Torção pela esquerda. Folhas palmadas, profundamente lobuladas, alternadas, raramente opostas. Muito cultivada e originaria da América Tropical.

O inhame é uma planta do grupo das olerícolas, muito rústica, resistente a seca, pouco exigente ao tipo de solo e adubação, dispensa aplicação de fungicidas e inseticidas e não apresenta necessidade de renovação periódica de sementes, além de produzir tubérculos comestíveis (Murayama, 1999; Zarate et al., 1996). O que afeta seriamente a cultura é a requeima da folhagem, distúrbio de natureza desconhecida, que se caracteriza pela formação de manchas negras necróticas nas hastes e folhas das plantas (Murayama, 1999).

O plantio é feito em uma época anterior a estação chuvosa, utilizando os inhames pequenos ou sementes; outra forma é a propagação por estacas herbáceas (Mantilla & Vargas, 1984). Para a espécie D. bulbifera podem ser utilizados os bulbinhos aéreos.

A produção de sementes verdadeiras é possível para as espécies D. trifida e D. bulbifera; as demais espécies alimentícias tropicais não produzem regularmente sementes. Este método de propagação é muito importante para fins de melhoramento genético, porém não para produção comercial de inhame (Montaldo, 1991).

Montaldo (1972) cita que para a cultura do inhame a utilização em larga escala de sementes provenientes da reprodução por alogamia é um fato raro, pois as espécies alimentícias em sua grande maioria apresentam raro florescimento e o tamanho e a facilidade de dispersão das sementes dificultam sua utilização nas roças. Outro fator que dificulta o cruzamento natural, segundo Zoundjihekpon et al. (1997), é a diferença entre a época de florescimento das plantas femininas e masculinas, ou seja, as plantas masculinas têm o florescimento vinte e cinco dias mais cedo que as femininas para a espécie D. alata. Porém, existe uma pequena sobreposição de dez dias entre o florescimento de ambas as flores.

Segnou et al. (1992) sugere práticas culturais como a irrigação e adubação visando estender o período de florescimento entre as plantas permitindo cruzamentos naturais e controlados para o melhoramento desta espécie.

Na reprodução por estacas devem-se usar plantas vigorosas com mais de três meses de idade. Cada estaca deve ter um nó e enraizar em água ou outra substância antes de plantar definitivamente no campo. Mantilla & Vargas (1984) utilizaram esse método de estacas herbáceas com um nó, obtendo num prazo de 20 dias uma boa brotação e enraizamento. Os autores indicam que é possível retirar entre 50 e 120 estacas de uma folha por planta adulta (8 meses). A produção de plantas provenientes de estaca é baixa, porém este procedimento é utilizado quando se requer efetuar a propagação rápida de um material de alto valor genético.

Os bulbinhos aéreos podem ser utilizados na propagação das espécies D. bulbifera, D. alata e D. cayenensis. Na espécie D. bulbifera faz se necessário provocar incisões nos tecidos dos talos para promover a formação dos bulbinhos. Este método tem a vantagem de economizar os tubérculos de valor comercial.

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As espécies em sua grande maioria apresentam um período de latência dos tubérculos-sementes que geralmente varia de 3 a 4 meses depois da colheita. Segundo Zerate et al. (1996), o ciclo completo da cultura é de 6 a 12 meses e o período adequado para o produtor efetuar a colheita é de três a quatro semanas após o secamento dos ramos, tempo necessário para a maturação dos tubérculos.