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Del I: Introduksjon til studie og metode

Kapittel 2 Fremgangsmåte

VERDADE, E A VIDA

Creio que mapear o QE ajude o leitor a perceber o ritmo crescente do dito revelacional “Eu sou” e, consequentemente, das metáforas, traçando, assim, o caminho concebido pelo personagem Jesus de Nazaré, o qual constrói a identidade do GJ. No entanto, aqui nos limitamos a apresentar individualmente todos os versículos que contêm o respectivo dito separadamente de cada metáfora.

1 “Eu sou” (Egw, eivmi)

A expressão aparece pela primeira vez no QE em 1.20, na fala do narrador implícito em terceira pessoa: “[...] Eu não sou o Cristo” (evgw. ouvk eivmi. o` cristo,j). Em seguida, num ritmo crescente, aparece em 3.28 com o personagem João Batista. Os termos são semelhantes, mas nessa frase estão ao contrário: “não sou eu” (ouvk eivmi. evgw.), o que pode ser um modo do narrador diferenciar a fórmula de reconhecimento “Eu sou” (Egw, eivmi). Ainda que gramaticalmente ela esteja precedida do advérbio de negação “não” (ouvk), sendo traduzida como “não sou eu”, isso não justifica a ordem inversa dos termos, pois o narrador cita no testemunho de João Batistaμ “Eu não sou o Cristo” (evgw. ouvk eivmi. o` cristo,j). No entanto, o termo surge na fala de um líder, João Batista, o qual precisa ser diminuído para legitimar o “Eu sou” (Egw, eivmi) que vem após ele.

Confirmando o ritmo crescente da narrativa, daqui por diante ela apresenta o “Eu sou” (Egw, eivmi) em primeira pessoa, como fórmula identitária na fala do personagem Jesus, o Cristo. Segue:

4.26: “Diz a ela Jesus! Eu sou o que fala a ti”. le,gei auvth/| o` VIhsou/j\ evgw, eivmi( o` lalw/n soiÅ

A revelação é feita à mulher samaritana. É muito significativo o modo como a identidade da personagem é publicada pela primeira vezμ a “mulher samaritana”. σesse período a mulher era considerada imunda e sua origem, “Samaria”, era repugnada pelos líderes religiosos. Tem-se aí um par perfeito a ser descriminado.

6.20: “εas ele diz a eles: Eu sou, não temais”. o` de. le,gei auvtoi/j\ evgw, eivmi\ mh. fobei/sqeÅ

O texto sinaliza que é noite, o mar está bravo, os discípulos cansados, mas o “Eu sou” está com eles e acalma o mar, que metaforicamente representa algo imenso, desconhecido, sem controle humano. Porém Jesus anda sobre essa imensidão durante a noite e o mar o obedece — “Eu sou” em prol da vida.

6.35: “Disse a eles Jesus: Eu sou o pão da vida”. ei=pen auvtoi/j o` VIhsou/j\ evgw, eivmi o` a;rtoj th/j zwh/j\

Jesus se revela à multidão que o segue para saciar a fome antropológica.

6.48: “Eu sou o pão da vida”. VEgw, eivmi o` a;rtoj th/j zwh/jÅ

7.51: “Eu sou o pão, o que vive e que do céu desceu!” evgw, eivmi o` a;rtoj o` zw/n o` evk tou/ ouvranou/ kataba,j\

8.24: “Disse, pois, a vós! Que morrereis nos pecados vossos se, pois, não crerdes que eu sou” [...].

ei=pon ou=n u`mi/n o[ti avpoqanei/sqe evn tai/j a`marti,aij u`mw/n\ eva.n ga.r mh. pisteu,shte o[ti evgw, eivmi [...].

8.28: “Quando levantardes o Filho do homem então sabereis que eu sou [...]. o[tan u`yw,shte to.n ui`o.n tou/ avnqrw,pou( to,te gnw,sesqe o[ti evgw, eivmi [...].

8.58: “Disse a eles Jesusμ Amém, amém digo a vós, antes de Abraão vir a ser eu sou”. ei=pen auvtoi/j VIhsou/j\ avmh.n avmh.n le,gw u`mi/n( pri.n VAbraa.m gene,sqai evgw. eivmi,Å

9.9: “Outros diziam: é este, outros diziam: não, mas é semelhante a ele. Aquele dizia: Eu sou”.

a;lloi e;legon o[ti ou-to,j evstin( a;lloi e;legon\ ouvci,( avlla. o[moioj auvtw/| evstinÅ evkei/noj e;legen o[ti evgw, eivmiÅ

10.7: “Disse, pois, novamente Jesus: Amém, amém digo a vós que eu sou a porta das ovelhas”.

Ei=pen ou=n pa,lin o` VIhsou/j\ avmh.n avmh.n le,gw u`mi/n o[ti evgw, eivmi h` qu,ra tw/n proba,twnÅ

10.11: “Eu sou o pastor bom” [...]. Egw, eivmi o` poimh.n o` kalo,jÅ

11.25: “Diz a ele Jesusμ Eu sou a ressurreição e a vida [...]”. ei=pen auvth/| o` VIhsou/j\ evgw, eivmi h` avna,stasij kai. h` zwh,\ [...].

13.19: “Desde agora digo a vós antes de acontecer, para que creiais quando acontecer que eu sou”.

avpV a;rti le,gw u`mi/n pro. tou/ gene,sqai( i[na pisteu,shte o[tan ge,nhtai o[ti evgw, eivmiÅ

Na frase que se segue, vemos a tensão das metáforas unidas, puxando uma à outra para que produzam significado na autorrevelação do personagem Jesus. Até aqui a narrativa descreve culminativamente a identidade de Jesus, do líder a ser seguido e imitado pelo grupo joanino.

14.6: “Diz a ele Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida [...]”

le,gei auvtw/| Îo`Ð VIhsou/j\ evgw, eivmi h` o`do.j kai. h` avlh,qeia kai. h` zwh,\

15.1: “Eu sou a videira verdadeira, e o meu Pai é o lavrador”. VEgw, eivmi h` a;mpeloj h` avlhqinh. kai. o` path,r mou o` gewrgo,j evstinÅ

15.5: “Eu sou a videira, vós os ramos. τ que permanece em mim e eu nele este produz muito fruto, porque sem mim não podeis fazer nada”.

evgw, eivmi h` a;mpeloj( u`mei/j ta. klh,mataÅ o` me,nwn evn evmoi. kavgw. evn auvtw/| ou-toj fe,rei karpo.n polu,n( o[ti cwri.j evmou/ ouv du,nasqe poiei/n ouvde,nÅ

O personagem Jesus conclui a sua revelação identitária nessas duas frases fazendo uso da fórmula no início delas. Enfaticamente ele confirma ser o líder no QE — “Eu sou” e não outro!

2 “Verdade” (avlh,qeia)

A partir dessa primeira frase introdutória, o narrador implícito onisciente, em terceira pessoa do plural, inicia o discurso da verdade para o GJ. Como esses membros recebem a mensagem no imaginário? Esta será exteriorizada e fará parte da identidade para os que possuem a verdade como geradora de vida por intermédio do seu líder Jesus.

O narrador prepara os leitores implícitos para a próxima cena, a qual entra com o testemunho do personagem João Batista, líder de um grupo que deve ser diminuído para que se legitime o líder do GJ.

1.14: “E o verbo se fez carne e morou entre nós, e vimos a glória dele, glória como do unigênito do Pai pleno de graça e de verdade”.

Kai. o` lo,goj sa.rx evge,neto kai. evskh,nwsen evn h`mi/n( kai. evqeasa,meqa th.n do,xan auvtou/( do,xan w`j monogenou/j para. patro,j( plh,rhj ca,ritoj kai. avlhqei,ajÅ

1.17: “Porque a lei por meio de εoisés foi dada, a graça e a verdade por meio de Jesus Cristo veio a ser”.

o[ti o` no,moj dia. Mwu?se,wj evdo,qh( h` ca,rij kai. h` avlh,qeia dia. VIhsou/ Cristou/ evge,netoÅ

Na sequência da revelação, a narrativa apresenta o líder João Batista dando ele próprio testemunho de qual grupo possui a verdade.

3.21: “mas o que pratica a verdade vem para a luz, para que sejam manifestas dele as obras que em Deus são feitas”.

o` de. poiw/n th.n avlh,qeian e;rcetai pro.j to. fw/j( i[na fanerwqh/| auvtou/ ta. e;rga o[ti evn qew/| evstin eivrgasme,naÅ

A narrativa dá início à revelação pública de Jesus. Chegou a hora de se apresentar e introduzir para o GJ um novo santuário, um novo templo, um rito diferente do que vem sendo praticado pelos adversários — revelação feita para uma mulher de Samaria.

4.23-24: “εas vem a hora e agora é, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade! Espírito o Deus (é), e os que adoram a ele em espírito e verdade é necessário revelar”.

avlla. e;rcetai w[ra kai. nu/n evstin( o[te oi` avlhqinoi. proskunhtai. proskunh,sousin tw/| patri. evn pneu,mati kai. avlhqei,a|\ pneu/ma o` qeo,j( kai. tou.j proskunou/ntaj auvto.n evn pneu,mati kai. avlhqei,a| dei/ proskunei/nÅ

5.33 “Vós enviaste para João e testemunhou da verdade”!

u`mei/j avpesta,lkate pro.j VIwa,nnhn( kai. memartu,rhken th/| avlhqei,a|\

A construção literária segue produzindo sentido no que é a verdade para o GJ. Um caminho para existir precisa ser construído. Jesus constrói o caminho com as suas palavras, que são a verdade.

κ.31 “Dizia, pois, Jesus aos judeus que tinham crido nele: se vós permaneceis na minha palavra, verdadeiramente discípulos meus sois e conhecereis a verdade”.

e;legen ou=n o` VIhsou/j pro.j tou.j pepisteuko,taj auvtw/| VIoudai,ouj\ eva.n u`mei/j mei,nhte evn tw/| lo,gw| tw/| evmw/|( avlhqw/j maqhtai, mou, evste

κ.44 “Vós do Pai, o diabo sois e os desejos do vosso Pai quereis fazer. Aquele assassino era desde o princípio e na verdade não permaneceu, porque não existe verdade nele” [...] u`mei/j evk tou/ patro.j tou/ diabo,lou evste. kai. ta.j evpiqumi,aj tou/ patro.j u`mw/n qe,lete poiei/nÅ evkei/noj avnqrwpokto,noj h=n avpV avrch/j kai. evn th/| avlhqei,a| ouvk e;sthken( o[ti ouvk e;stin avlh,qeia evn auvtw/|

O personagem Jesus revela que a verdade são as palavras ditas por ele. Estas são a base da construção do caminho.

8.45-46: “εas eu porque a verdade digo, não credes em mim. Quem de vós convence a mim a respeito do pecadoς Se a verdade digo, por que não credes em mim”ς

evgw. de. o[ti th.n avlh,qeian le,gw( ouv pisteu,ete, moiÅ ti,j evx u`mw/n evle,gcei me peri. a`marti,ajÈ eiv avlh,qeian le,gw( dia. ti, u`mei/j ouv pisteu,ete, moiÈ

14.6: “Diz a ele Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida! Ninguém vem ao

Pai senão através de mim”.

le,gei auvtw/| Îo`Ð VIhsou/j\ evgw, eivmi h` o`do.j kai. h` avlh,qeia kai. h` zwh,\ ouvdei.j e;rcetai pro.j to.n pate,ra eiv mh. diV evmou/Å

15.26: “Quando vier o ajudador o qual eu enviarei a vós do Pai, o espírito da verdade o qual do Pai procede, aquele testemunhará a respeito de mim; e também vós testemunhais”.

{Otan e;lqh| o` para,klhtoj o]n evgw. pe,myw u`mi/n para. tou/ patro,j( to. pneu/ma th/j avlhqei,aj o] para. tou/ patro.j evkporeu,etai( evkei/noj marturh,sei peri. evmou/\

16.7: “εas eu a verdade digo a vósν convém a vós que eu parta. Se pois não partir o ajudador não virá a vós, mas se eu for enviarei o mesmo a vós”.

avllV evgw. th.n avlh,qeian le,gw u`mi/n( sumfe,rei u`mi/n i[na evgw. avpe,lqwÅ eva.n ga.r mh. avpe,lqw( o` para,klhtoj ouvk evleu,setai pro.j u`ma/j\ eva.n de. poreuqw/( pe,myw auvto.n pro.j u`ma/jÅ

16.13: “εas quando vier aquele, o espírito da verdade guiará a vós na verdade toda, pois não falará de si mesmo, mas as coisas que ouvirá falará e as coisas vindouras anunciará”.

o[tan de. e;lqh| evkei/noj( to. pneu/ma th/j avlhqei,aj( o`dhgh,sei u`ma/j evn th/| avlhqei,a| pa,sh|\ ouv ga.r lalh,sei avfV e`autou/( avllV o[sa avkou,sei lalh,sei kai. ta. evrco,mena avnaggelei/ u`mi/nÅ

17.17: “Santifica a eles na verdade, a palavra tua verdade é”. a`gi,ason auvtou.j evn th/| avlhqei,a|\ o` lo,goj o` so.j avlh,qeia, evstinÅ

17.19: “E por eles [eu] santifico a mim mesmo, para que também sejam santificados na verdade”.

kai. u`pe.r auvtw/n evgw. a`gia,zw evmauto,n( i[na w=sin kai. auvtoi. h`giasme,noi evn avlhqei,a|

18.37-38: “Disse, pois, a ele Pilatos: Então reis és tu? Respondeu Jesus: Tu dizes que rei sou. Eu para isto vim ao mundo. Para que testemunhe da verdade! Todo o que é da verdade ouve minha voz. Diz a ele Pilatosμ Que é verdade”ς

ei=pen ou=n auvtw/| o` Pila/toj\ ouvkou/n basileu.j ei= su,È avpekri,qh o` VIhsou/j\ su. le,geij o[ti basileu,j eivmiÅ evgw. eivj tou/to gege,nnhmai kai. eivj tou/to evlh,luqa eivj to.n ko,smon( i[na marturh,sw th/| avlhqei,a|\ pa/j o` w'n evk th/j avlhqei,aj avkou,ei mou th/j fwnh/jÅ 38le,gei auvtw/|

o` Pila/toj\ ti, evstin avlh,qeiaÈ

19.35: “E o que viu testemunhou e verdadeiro dele é o testemunho e aquele sabe que verdade diz, para que também vós creiais”.

kai. o` e`wrakw.j memartu,rhken( kai. avlhqinh. auvtou/ evstin h` marturi,a( kai. evkei/noj oi=den o[ti avlhqh/ le,gei( i[na kai. u`mei/j pisteu,ÎsÐhteÅ

3 “Vida” (zwh.)

No QE encontramos três vocábulos como sinal significante para representar a vida, a saber: zwh. = vida natural, vida eterna; bi,oj = vida existencial, modo de viver; yuch, = aspectos físicos da vida.

1.4: “Em ele vida era e a vida era a luz das pessoas!” evn auvtw/| zwh. h=n( kai. h` zwh. h=n to. fw/j tw/n avnqrw,pwn\

3.16: “Assim, pois, amou Deus o mundo, que o filho único deu, para que todo o que crê nele não pereça, mas tenha vida eterna”.

ou[twj ga.r hvga,phsen o` qeo.j to.n ko,smon( w[ste to.n ui`o.n to.n monogenh/ e;dwken( i[na pa/j o` pisteu,wn eivj auvto.n mh. avpo,lhtai avllV e;ch| zwh.n aivw,nionÅ

3.36: “τ que crê em o filho tem vida eternaν mas o que desobedece ao filho, não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele”.

o` pisteu,wn eivj to.n ui`o.n e;cei zwh.n aivw,nion\ o` de. avpeiqw/n tw/| ui`w/| ouvk o;yetai zwh,n( avllV h` ovrgh. tou/ qeou/ me,nei evpV auvto,nÅ

4.14: “εas o que beber da água da qual eu darei a ele, de modo nenhum terá sede para sempre, mas a água a qual darei a ele se tornará em fonte de água jorrando para vida eterna”.

o]j dV a'n pi,h| evk tou/ u[datoj ou- evgw. dw,sw auvtw/|( ouv mh. diyh,sei eivj to.n aivw/na( avlla. to. u[dwr o] dw,sw auvtw/| genh,setai evn auvtw/| phgh. u[datoj a`llome,nou eivj zwh.n aivw,nionÅ

4.36: “τ que colhe recompensa recebe e ajunta fruto para a vida eterna, para que o que semeia junto se alegre e o que colhe”.

o` qeri,zwn misqo.n lamba,nei kai. suna,gei karpo.n eivj zwh.n aivw,nion( i[na o` spei,rwn o`mou/ cai,rh| kai. o` qeri,zwnÅ

5.24: “Amém, amém digo a vós que o que a minha palavra ouve e crê no que me enviou, tem vida eterna e a julgamento não vai, mas passou da morte para vida”.

VAmh.n avmh.n le,gw u`mi/n o[ti o` to.n lo,gon mou avkou,wn kai. pisteu,wn tw/| pe,myanti, me e;cei zwh.n aivw,nion kai. eivj kri,sin ouvk e;rcetai( avlla. metabe,bhken evk tou/ qana,tou eivj th.n zwh,nÅ

5.26: “Pois assim como o Pai tem a vida em si mesmo, assim também ao filho deu ter vida em si mesmo”.

w[sper ga.r o` path.r e;cei zwh.n evn e`autw/|( ou[twj kai. tw/| ui`w/| e;dwken zwh.n e;cein evn e`autw/|

5.2λ “E sairão o que as coisas boas fizeram para ressurreição de vida, mas os que coisas ruins fizeram para ressurreição de juízo”.

kai. evkporeu,sontai oi` ta. avgaqa. poih,santej eivj avna,stasin zwh/j( oi` de. ta. fau/la pra,xantej eivj avna,stasin kri,sewjÅ

5.39: “Examinai as escrituras, porque vós pensais nela ter vida eternaν e aquelas são as que testemunham a respeito de mim”.

evrauna/te ta.j grafa,j( o[ti u`mei/j dokei/te evn auvtai/j zwh.n aivw,nion e;cein\ kai. evkei/nai, eivsin ai` marturou/sai peri. evmou/\

5.40: “[...] e não quereis vir a mim para que vida tenhais”. kai. ouv qe,lete evlqei/n pro,j me i[na zwh.n e;chteÅ

6.27: “Trabalhai não por comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o filho do homem vos dará; a este pois o Pai selou Deus”.

evrga,zesqe mh. th.n brw/sin th.n avpollume,nhn avlla. th.n brw/sin th.n me,nousan eivj zwh.n aivw,nion( h]n o` ui`o.j tou/ avnqrw,pou u`mi/n dw,sei\ tou/ton ga.r o` path.r evsfra,gisen o` qeo,jÅ

6.33: “Pois o pão de Deus é o que desce do céu e vida que dá ao mundo”.

o` ga.r a;rtoj tou/ qeou/ evstin o` katabai,nwn evk tou/ ouvranou/ kai. zwh.n didou.j tw/| ko,smw|Å

6.35: “Disse a eles Jesusμ Eu sou o pão da vidaν o que vem a mim nunca terá fome e o que crê em mim nunca, nunca terá sede jamais”.

ei=pen auvtoi/j o` VIhsou/j\ evgw, eivmi o` a;rtoj th/j zwh/j\ o` evrco,menoj pro.j evme. ouv mh. peina,sh|( kai. o` pisteu,wn eivj evme. ouv mh. diyh,sei pw,poteÅ

6.40: “Esta, pois, é a vontade do Pai meu, que todo o que vê o filho e que crê nele tenha vida eterna, e eu mesmo o ressuscitarei no último dia”.

tou/to ga,r evstin to. qe,lhma tou/ patro,j mou( i[na pa/j o` qewrw/n to.n ui`o.n kai. pisteu,wn eivj auvto.n e;ch| zwh.n aivw,nion( kai. avnasth,sw auvto.n evgw. ÎevnÐ th/| evsca,th| h`me,ra|

6.47-48: “Amém, amém digo a vós; o que crê tem vida eterna. Eu sou o pão da vida”. avmh.n avmh.n le,gw u`mi/n( o` pisteu,wn e;cei zwh.n aivw,nionÅVEgw, eivmi o` a;rtoj th/j zwh/jÅ

6.51: “Eu sou o pão o que vive e que do céu desceu; se alguém comer deste pão viverá para sempre, e o pão o qual eu darei é a minha carne, para a vida do mundo”.

evgw, eivmi o` a;rtoj o` zw/n o` evk tou/ ouvranou/ kataba,j\ eva,n tij fa,gh| evk tou,tou tou/ a;rtou zh,sei eivj to.n aivw/na( kai. o` a;rtoj de. o]n evgw. dw,sw h` sa,rx mou, evstin u`pe.r th/j tou/ ko,smou zwh/jÅ

6.53-54: “Disse, pois, a eles Jesus: Amém, amém digo a vós: se não comerdes a carne do filho do homem e beberdes dele o sangue, não tendes vida em vós mesmos. O que come a minha carne e que bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei a ele no último dia”.

ei=pen ou=n auvtoi/j o` VIhsou/j\ avmh.n avmh.n le,gw u`mi/n( eva.n mh. fa,ghte th.n sa,rka tou/ ui`ou/ tou/ avnqrw,pou kai. pi,hte auvtou/ to. ai-ma( ouvk e;cete zwh.n evn e`autoi/jÅ o` trw,gwn mou th.n sa,rka kai. pi,nwn mou to. ai-ma e;cei zwh.n aivw,nion( kavgw. avnasth,sw auvto.n th/| evsca,th| h`me,ra|Å

6.63: “τ espírito é o que vivifica, a carne não ajuda nadaν as palavras as quais eu falei a vós espírito são e vida são”.

to. pneu/ma, evstin to. zw|opoiou/n( h` sa.rx ouvk wvfelei/ ouvde,n\ ta. r`h,mata a] evgw. lela,lhka u`mi/n pneu/ma, evstin kai. zwh, evstinÅ

6.68: “Respondeu a ele Simão Pedroμ Senhor, para quem iremosς Palavras de vida eterna tens. E nós cremos e sabemos que tu és o santo de Deus”.

avpekri,qh auvtw/| Si,mwn Pe,troj\ ku,rie( pro.j ti,na avpeleuso,meqaÈ r`h,mata zwh/j aivwni,ou e;ceij(

10.10: “τ ladrão não vem senão para que roube e mate e destruaν eu vim para que vida tenham e em abundância”.

o` kle,pthj ouvk e;rcetai eiv mh. i[na kle,yh| kai. qu,sh| kai. avpole,sh|\ evgw. h=lqon i[na zwh.n e;cwsin kai. perisso.n e;cwsinÅ

10.11: “Eu sou o bom pastorν o pastor bom a vida dele entrega pelas ovelhas”.

VEgw, eivmi o` poimh.n o` kalo,jÅ o` poimh.n o` kalo.j th.n yuch.n auvtou/ ti,qhsin u`pe.r tw/n proba,twn\

10.28: “E eu dou a elas vida eterna e jamais pereçam para sempre, e não arrebatará alguém a elas da minha mão”.

kavgw. di,dwmi auvtoi/j zwh.n aivw,nion kai. ouv mh. avpo,lwntai eivj to.n aivw/na kai. ouvc a`rpa,sei tij auvta. evk th/j ceiro,j mouÅ

12.25: “τ que ama a vida dele perde a mesma, e o que odeia a vida dele no mundo, este para vida eterna guardará a mesma”.

o` filw/n th.n yuch.n auvtou/ avpollu,ei auvth,n( kai. o` misw/n th.n yuch.n auvtou/ evn tw/| ko,smw| tou,tw| eivj zwh.n aivw,nion fula,xei auvth,nÅ

12.50: “E sei que o mandamento dele vida eterna é” [...]. kai. oi=da o[ti h` evntolh. auvtou/ zwh. aivw,nio,j evstinÅ

14.6: “Diz a ele Jesusμ Eu sou o caminho e, a verdade e a vidaν ninguém vem ao Pai senão através de mim”.

le,gei auvtw/| Îo`Ð VIhsou/j\ evgw, eivmi h` o`do.j kai. h` avlh,qeia kai. h` zwh,\ ouvdei.j e;rcetai pro.j to.n pate,ra eiv mh. diV evmou/

17.2-3: “Como deste a ele autoridade de toda carne, para que tudo o que deste a ele dê a eles vida eterna. E esta é a eterna vida que conheçam a ti o único verdadeiro Deus e a quem enviaste Jesus Cristo”.

kaqw.j e;dwkaj auvtw/| evxousi,an pa,shj sarko,j( i[na pa/n o] de,dwkaj auvtw/| dw,sh| auvtoi/j zwh.n aivw,nionÅ au[th de, evstin h` aivw,nioj zwh. i[na ginw,skwsin se. to.n mo,non avlhqino.n qeo.n kai. o]n avpe,steilaj VIhsou/n Cristo,nÅ

20.31: “Estes por outro lado estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo o filho de deus e para que crendo vida tenhais no nome dele”.

tau/ta de. ge,graptai i[na pisteu,ÎsÐhte o[ti VIhsou/j evstin o` cristo.j o` ui`o.j tou/ qeou/( kai. i[na pisteu,ontej zwh.n e;chte evn tw/| ovno,mati auvtou/Å

4 “Caminho” (o`do,j)

14.4-6: “E aonde eu vou sabeis o caminho. Diz a ele Toméμ Senhor, não sabemos aonde vais; como podemos o caminho saber? Diz a ele Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão através de mim”.

kai. o[pou Îevgw.Ð u`pa,gw oi;date th.n o`do,nÅ Le,gei auvtw/| Qwma/j\ ku,rie( ouvk oi;damen pou/ u`pa,geij\ pw/j duna,meqa th.n o`do.n eivde,naiÈ le,gei auvtw/| Îo`Ð VIhsou/j\ evgw, eivmi h` o`do.j kai. h` avlh,qeia kai. h` zwh,\ ouvdei.j e;rcetai pro.j to.n pate,ra eiv mh. diV evmou/Å

ECOS DO DITO “EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE, E