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Kapittel 5: Et gatenært perspektiv på den marginale opphopningen

5.1 Byområders status og strategier på gata

5.1.3 Fra industrielt vakuum til pakket landskap

A Figura 79 mostra as diferenças de estrutura entre metal de base, ZTA 1 (região mais próxima do metal de base), ZTA 2(região mais próxima da solda) e metal de solda, as fases apresentadas são similares, porém com diferenças evidentes de orientação e tamanho de grãos, diferenças consideradas naturais em função do cliclo térmico que o material passa durante a soldagem,é referente ao corpos de prova lote 187-13. Ambos os lotes de corpo de prova apresentam uma microestrutura típica do aço P91 com uma microestrutura de martensíta.

Figura 79 – Metalografia das diversas regiões dos corpos de prova lote 187-13 sendo 1 Metal de Base, 2 Zona de Recristalização, 3 ZTA e 4 Solda. Ataque Vilela. Aumento 100 Vezes

A Figura 80 abaixo mostra a metalografia realizada no metal de base do corpo de prova do lote 187/13, apresenta matriz martensítica de baixo carbono e provaveis precipitações globulares dispersos na matriz e nos contornos de grãos, classificados como grãos de tamanhos 7 e 8 predominantes, conforme metodo de determinação de tamanho dos grãos da norma ASTM E 11256.

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Figura 80- Material Base CP 187 13. Ataque Vilela. Aumento 200 vezes

A Figura 81, abaixo referem-se à metalografia realizadas na região da ZTA 1 (mais próxima do metal de base) do corpo de prova do lote 187/13, apresenta matriz martensítica de baixo carbono mais refinados que os grão encontrados na metalografia do metal de base e provaveis precipitações globulares dispersos na matriz e nos contornos de grãos, classificados como grãos de tamanho 7 predominante, conforme metodo de determinação de tamanho dos grãos da norma ASTM E 11256.

Figura 81- Região ZTA 1 (mais próxima do metal de base) CP 187 13. Ataque Vilela. Aumento 200 vezes

A região da ZTA mais proxima do metal de base, mostra recristalização dos grãos. Não apresenta diferenças significativas entre sua estrutura apresentada e a apresentada na amostra de metal de base do mesmo lote, evidenciou-se somente um afinamento dos grãos em função do ciclo térmico da soldagem. A figura 82 abaixo mostra a metalografia do corpo de prova do lote 187-13 na região da ZTA 2 (mais proxima de solda).

Nota-se na metalografia da ZTA 2 que o refinamento dos grãos foi menos efetivo, deviso ao maior tempo de exposição em altas temperaturas durante o resfriamento, há também uma diferença na orientação dos grãos e quando comparado à amostra de metalografia do metal de base, estas diferenças comumente aumentam a dureza final e reduzem a dutilidade do material nesta região. A figura 83 abaixo mostra metalografia realizada no corpo de prova do lote 187-13 na região da solda.

Figura 83- Solda (Aumento 200x) CP 187 13. Ataque Vilela. Aumento 200 vezes

A metalografia do metal de solda mostrou a mesma matriz martensitica do metal de base, porém sem orientação definida e com um pequeno aumento na densidade do que provavelmente trata-se de carbonetos e precipitados na fronteira dos grãos, estas características são usuais na região do metal de solda e tendem a aumentar o limite de resistência e reduzir a dutilidade do material nesta região.

4.1.2 ANÁLISE MICROESTRUTURAL LOTE 188

A Figura 84 abaixo mostra as diferenças de estrutura entre metal de base, ZTA 1 (região mais próxima do metal de base), ZTA 2(região mais próxima da solda) e metal de solda, as fases apresentadas são similares, porém com diferenças evidentes de orientação e tamanho de grãos, diferenças consideradas naturais em função do cliclo térmico que o material passa durante a soldagem,é referente ao corpos de prova lote 188-13. Ambos os lotes de corpo de prova apresentam uma microestrutura típica do aço P91 com uma microestrutura de martensíta.

Figura 84– Metalografia das diversas regiões dos corpos de prova lote 188-13 sendo 1 Metal de Base, 2 Zona de Recristalização, 3 ZTA e 4 Solda. . Ataque Vilela. Aumento 100 vezes

A Figura 85 abaixo mostra a metalografia realizada no metal de base do corpo de prova do lote 188/13, apresenta matriz martensítica de baixo carbono e provaveis precipitações globulares dispersos na matriz e nos contornos de grãos, classificados como grãos de tamanhos 7 e 8 predominantes, conforme metodo de determinação de tamanho dos grãos da norma ASTM E 11256.

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Figura 85- Material Base CP 188 13. Ataque Vilela. Aumento 200 vezes

A Figura 86, abaixo refere-se à metalografia realizadas na região da ZTA 1 (mais próxima do metal de base) do corpo de prova do lote 188/13, apresenta matriz martensítica de baixo carbono mais refinados que os grão encontrados na metalografia do metal de base e provaveis precipitações globulares dispersos na matriz e nos contornos de grãos, classificados como grãos de tamanho 7 predominante, conforme metodo de determinação de tamanho dos grãos da norma ASTM E 11256.

A região da ZTA mais proxima do metal de base, mostra recristalização dos grãos. Não apresenta diferenças significativas entre sua estrutura apresentada e a apresentada na amostra de metal de base do mesmo lote, evidenciou-se somente um afinamento dos grãos em função do ciclo térmico da soldagem. A figura 87 abaixo mostra a metalografia do corpo de prova do lote 188-13 na região da ZTA 2 (mais proxima de solda).

Figura 87- Região ZTA 2 (mais próximo da solda) CP 188 13. Ataque Vilela. Aumento 200 vezes

Nota-se na metalografia da ZTA 2 que o refinamento dos grãos foi menos efetivo, deviso ao maior tempo de exposição em altas temperaturas durante o resfriamento, há também uma diferença na orientação dos grãos e quando comparado à amostra de metalografia do metal de base, estas diferenças comumente aumentam a dureza final e reduzem a dutilidade do material nesta região. A figura 88 abaixo mostra metalografia realizada no corpo de prova do lote 188-13 na região da solda.

Figura 88- Figura 7 Solda CP 188 13. Ataque Vilela. Aumento 200 vezes

A metalografia do metal de solda mostrou a mesma matriz martensitica do metal de base, porém sem orientação definida e com um pequeno aumento na densidade do que provavelmente trata-se de carbonetos e precipitados na fronteira dos grãos, estas características são usuais na região do metal de solda e tendem a aumentar o limite de resistência e reduzir a dutilidade do material nesta região.

Nota-se que não há alterações evidentes na microestrutura do material comparando-se a mesma região dos dois lotes, independentemente da região analisada. Ambos os lotes de corpo de prova apresentam uma microestrutura martensitica, típica do aço P91 com provaveis precipitados nos contornos de grao e dispersos na matriz, classificados como grãos de tamanhos 7 e 8 predominantes, conforme norma ASTM E 112

4.2 ANALISE DA FRATURA – MEV