A área relativa à participação na escola reporta-se ao desenvolvimento de competências relacionadas com dois âmbitos preferenciais de intervenção profissional: a) a conceção e dinamização de atividade de DE e b) a conceção, implementação e avaliação de uma atividade de dinamização da escola.
Sendo o DE uma atividade de intervenção profissional de um professor de EF tornou-se fundamental o seu conhecimento e acompanhamento ao longo do ano de estágio pedagógico. De acordo com o Programa do DE para 2009-2013, a principal missão do DE “é contribuir para o combate ao insucesso e abandono escolar, e promover a inclusão, a aquisição de hábitos saudáveis e a formação integral dos jovens em idade escolar, através da prática de atividades físicas e desportivas” (Ministério da Educação, 2009, p. 4). Visa também “proporcionar a todos os alunos o acesso à prática de atividade física e desportiva, como contributo essencial para a formação integral dos jovens e para o desenvolvimento desportivo nacional” (Ministério da Educação, 2009, p. 4). Pretende-se ainda que o DE seja “implementado de forma efetiva em todas as escolas, devendo ser articulado horizontal e verticalmente, em todos os anos de escolaridade, com as atividades curriculares de Educação Física” (Ministério da Educação, 2009, p. 3).
Tendo em conta as linhas orientadoras anteriormente referidas, a EB Eugénio dos Santos garantiu a oferta de atividades de DE aos seus alunos, proporcionando-lhes oportunidades de prática desportiva regular, para além da disciplina curricular de EF. No ano letivo 2013-2014 estiveram operacionais sete núcleos de DE, já enunciados,
disponíveis a todos os alunos. O DE da EB Eugénio dos Santos procura assim contribuir para esses objetivos, participando ainda nas competições locais e trabalhando num espírito de formação desportiva global. É de caráter inclusivo pois, possibilita a participação dos alunos com mais dificuldades nos núcleos de DE, com intuito de potenciar as suas capacidades. Pretende que todos os alunos que passem pelos núcleos adquiram, não só competências técnicas específicas da modalidade, mas também competências sociais e afetivas, que os motivem para a prática de atividade física e desportiva fora do contexto escolar.
A escolha sobre o núcleo de DE a acompanhar não foi aleatório, tendo como critério de seleção o conjunto de dificuldades sentidas perante as matérias da ginástica. O acompanhamento e a coadjuvação do núcleo de desportos gímnicos revelou-se assim uma excelente oportunidade para desenvolver os meus conhecimentos didáticos e pedagógicos sobre estas mesmas matérias, tendo em vista a minha melhoria na área de organização e gestão do ensino e da aprendizagem (área 1).
Sendo assim, a minha participação no DE teve o propósito de dinamizar a atividade em si, e também melhorar a minha intervenção nas aulas de EF e nas sessões de treino, através da superação das minhas dificuldades, nomeadamente ao nível da minha capacidade de observação dos gestos, na identificação das principais componentes críticas e erros frequentes, no fornecimento de feedback pedagógico pertinente e de progressões pedagógicas dos exercícios de aprendizagem. Contudo, pretendi adquirir competências ao nível do planeamento, condução e avaliação das atividades deste mesmo núcleo. Tive ainda o intuito de conhecer o trabalho administrativo e de gestão que está inerente a um núcleo de DE, assim como ter o conhecimento sobre o trabalho que tem de ser efetuado na organização dos seus encontros/competições.
A divulgação do núcleo de desportos gímnicos foi a primeira atividade desenvolvida, através da elaboração de um cartaz, com os respetivos dias e horários das sessões de treino, assim como as modalidades praticadas. Após a tarefa anterior, estive envolvido no processo de inscrição dos alunos, na plataforma de gestão do DE, sendo responsável por entregar e recolher as fichas de autorização aos EE, assim como recolher as fotografias e as fotocópias dos documentos de identificação. Para proceder a esta mesma inscrição tive de consultar, em alguns casos, os processos dos alunos para recolher informações complementares. Esta procura acabou por ser facilitada, uma vez que no início do letivo, através das tarefas desenvolvidas na área de relação com a comunidade (área 4), tive de consultar e atualizar juntamente com a diretora de turma, os processos dos alunos da turma que iria acompanhar.
Logo a partir do início do ano letivo, comecei a ser igualmente responsável pela organização do dossiê do núcleo de desportos gímnicos 2013/2014. Nele constavam documentos como o projeto do DE, os regulamentos dos desportos gímnicos, os documentos relativos à inscrição dos alunos, e ainda outros documentos de apoio, com exercícios e progressões pedagógicas nas matérias a realizar nas sessões de treino. A realização deste dossiê revelou-se uma mais-valia na organização do núcleo de DE, uma vez que todas as informações relativas aos alunos estavam assim disponíveis e eram de fácil consulta. Estavam também disponíveis neste dossiê, os conteúdos que cada aluno iria praticar, e por sua vez as habilidades e os esquemas que teriam de executar nas competições.
Em relação ao funcionamento do núcleo, o mesmo esteve aberto a todos os alunos da escola e as competições estiveram abertas para todos os escalões. As sessões de treino foram realizadas todas as quartas, quintas e sextas-feiras, no ginásio A, com a duração de 45 minutos. Uma das dificuldades que senti, juntamente com a professora responsável, foi de não conseguirmos ter todos os alunos juntos pelo menos uma vez por semana, visto que a maioria, devido aos horários letivos, só podia estar presente numa sessão. Outro constrangimento identificado esteve relacionado com a assiduidade, uma vez que os alunos ao não comparecerem, não só perdiam uma aula para praticarem as matérias, como tornavam difícil a definição de grupos de trabalho para a ginástica acrobática. O facto de o número de alunos presentes nas sessões ser instável, demonstrou ser também uma dificuldade para mim, no âmbito da operacionalização das tarefas planeadas.
Tendo em conta estes constrangimentos, tive que me preparar com devida antecedência, adaptando o planeamento das sessões de treino independentemente do número de alunos. Como apoio foram particularmente úteis os feedbacks e as sugestões da professora responsável e ver a forma como a mesma organizava e geria as aulas. Estas soluções reforçaram a minha confiança para planear e conduzir as aulas, na medida em que fui adaptando a aula ou os próprios exercícios, consoante fui identificando as necessidades ou dificuldades dos alunos. Uma outra solução encontrada acabou por ser a formação de grupos de trabalho de acordo com os alunos que estavam sempre presentes, tendo ainda em conta o nível em que os mesmos se encontravam. Nas sessões de treino, os alunos menos assíduos foram integrando os grupos já existentes, ou formavam grupos entre eles. Uma outra estratégia foi procurar conversar com os alunos para que estivessem frequentemente presentes nas sessões de treino. Esta intervenção apesar de não ter sido totalmente eficaz, permitiu aumentar a
assiduidade de alguns alunos, assim como a sua responsabilidade pelos seus grupos de trabalho. Esta foi uma experiência importante uma vez que procurar a motivação dos alunos para a prática desportiva é um dos objetivos do DE.
Inicialmente o planeamento das sessões de treino foi realizado em conjunto com a professora responsável. Ao longo das primeiras semanas foi efetuada uma avaliação inicial aos alunos, tendo como propósito a avaliação das dificuldades de cada um nas três matérias respetivas aos desportos gímnicos – ginástica de solo, ginástica de aparelhos (minitrampolim) e ginástica acrobática – permitindo posteriormente adequar o nosso planeamento e as nossas intervenções ao longo das sessões. Após esta avaliação, a professora responsável informou-me dos objetivos a atingir pelos alunos, tendo em conta os futuros encontros/competições. Segundo o regulamento dos desportos gímnicos, a realização das diferentes provas previstas tem em consideração o género, os grupos, pares e trios e ainda os níveis (1, 2 e 3). De acordo com as capacidades demonstradas por cada aluno, planeámos sequências, tendo em conta estes níveis de dificuldade, e definimos o que é que cada aluno deveria praticar para as provas. Foi a partir deste momento que os alunos começaram a trabalhar elementos gímnicos da ginástica de solo e de aparelhos (minitrampolim), específicos para os torneios respetivos a estas matérias, assim como os esquemas/figuras da ginástica acrobática que iriam ser realizados na competição.
A calendarização e o planeamento das sessões de treino começaram a ser realizadas por mim a partir da segunda etapa de formação. No início tive algumas dificuldades em perceber qual a melhor periodização, a fim de potenciar a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos. Foi com o apoio e a experiência da professora responsável, que de acordo com as dificuldades dos alunos demonstradas ao longo da avaliação inicial, estabeleci os exercícios a efetuar, assim como planeei a minha intervenção sobre os mesmos.
A área de organização e gestão do ensino e da aprendizagem (área 1), teve um forte contributo nesta área de intervenção profissional. Os planeamentos efetuados para as aulas de EF auxiliaram-me na organização estrutural das sessões de treino, uma vez que a sequência dos acontecimentos é semelhante, pois centrou-se no desenvolvimento de três partes principais. Na parte inicial era efetuado um aquecimento geral e específico, assim como eram realizados exercícios de condição física. Neste caso tive de procurar adequar sempre os exercícios às capacidades dos alunos, ao mesmo tempo que tinham de ser motivantes, a fim de conseguir o empenho desejado. Posteriormente, ainda pertencente à parte inicial, era efetuado o momento de instrução inicial, procurando que
os alunos se relacionassem com os objetivos da sessão de treino. Eram transmitidas as tarefas e os respetivos objetivos, efetuando as “ligações” necessárias com as sessões de treino anteriores. De seguida, dava início à parte intermédia com a operacionalização dos objetivos específicos da sessão de treino, através da realização das tarefas propostas aos alunos. Por fim, na parte final da aula era efetuada a arrumação do material utilizado e era realizado um balanço acerca das tarefas realizadas ao longo da sessão. Eram transmitidos os aspetos positivos e negativos aos alunos, tendo em vista a sua melhoria para as sessões de treino seguintes. Durante aquele momento, foram transmitidas outras informações pertinentes relacionadas com as inscrições dos alunos e com as participações nos encontros/competições.
No que diz respeito à condução dos treinos, ao longo do período de avaliação inicial, a minha intervenção teve novamente um forte contributo da área de organização e gestão do ensino e da aprendizagem (área 1). Inicialmente a mesma focava-se apenas no registo das presenças dos alunos, na observação, no acompanhamento, no controlo da prática e no fornecimento de ajudas e feedbacks verbais. Progressivamente, para além das tarefas anteriores, a minha intervenção começou a envolver a realização sistemática dos exercícios de aquecimento, geral e específico, dos exercícios de condição física e de flexibilidade, e a condução de alguns exercícios na parte da operacionalização dos objetivos específicos de cada sessão de treino. Ao longo da primeira etapa de formação tive a oportunidade de realizar sessões de treino completas, apenas com o acompanhamento e supervisão da professora responsável, o que permitiu o desenvolvimento da minha autoconfiança e autonomia na condução das aulas, incluindo nas de EF. Foi assim possível observar uma reciprocidade de desenvolvimento em ambas as áreas de organização e gestão do ensino e da aprendizagem (área 1), e participação na escola (área 3), ao longo de todas as etapas de formação, com maior expressão no que diz respeito às matérias de ginástica.
Contudo nesta primeira etapa, as minhas dificuldades, tal como nas aulas de EF centraram-se no acompanhamento à distância e no fornecimento frequente de feedback. Com a entrada da segunda etapa de formação até ao final do ano letivo, estas dificuldades começaram a dissipar-se devido ao domínio dos conteúdos a lecionar, nomeadamente as componentes críticas e os erros frequentes cometidos pelos alunos e através da realização das aulas de EF. Algumas estratégias utilizadas na área de organização e gestão do ensino e da aprendizagem (área 1) foram também utilizadas nas sessões de treino. O meu posicionamento e o meu controlo à distância tiveram em consideração algumas das informações recolhidas acerca da minha prestação, ao longo
das aulas de EF, sendo que progressivamente melhorei no acompanhamento ativo dos alunos. No que diz respeito ao feedback, ao longo das sessões de treino, potenciei sobretudo o fornecimento do feedback cenestésico, juntamente com a demonstração pessoal dos exercícios. Através de um investimento pessoal e de estudo autónomo ao longo das etapas de formação, comecei a incluir novas situações de aprendizagem, de maneira a constituírem progressões pedagógicas para os alunos que tinham mais dificuldades em certos elementos gímnicos. Este aspeto foi preponderante para que muitos alunos pudessem melhorar os seus desempenhos.
Por outro lado, a experiência nas atividades dentro do núcleo DE foram apoiando alguns dos objetivos de formação estabelecidos, nomeadamente na área de organização e gestão do ensino e da aprendizagem (área 1), mais especificamente na intervenção nas aulas de EF. No que diz respeito às matérias da ginástica, consegui melhorar a minha capacidade de observação, e consequentemente a minha capacidade de avaliar os alunos acerca dos seus desempenhos. O fornecimento dos feedbacks, descritivos e prescritivos foram sendo progressivamente mais pertinentes com o aumento da minha capacidade de identificação dos erros dos alunos, assim como a minha confiança e capacidade em fornecer ajudas. Todas estas modificações foram desenvolvendo a minha capacidade de intervir nas aulas, e consequentemente foram permitindo uma melhor aprendizagem dos alunos.
Durante a segunda etapa de formação, na aproximação dos primeiros encontros, juntamente com a professora responsável, definimos grupos de trabalho, sendo que cada grupo trabalhava com um professor uma das matérias. Um aspeto positivo destas sessões é que as mesmas me permitiam praticar o fornecimento de feedbacks aos alunos e a realização de ajudas, mas por outro lado, não me permitiam praticar de forma permanente o acompanhamento à distância.
Na terceira e última etapa de formação, a diminuição das minhas dificuldades não foi tão expressiva, uma vez que o período de tempo foi curto e as sessões estavam direcionadas para a realização do sarau de desportos gímnicos. Contudo, tive a oportunidade de observar o trabalho da professora responsável ao longo das sessões e consolidei algumas das práticas que, até então enquanto professor, já tinha adquirido, nomeadamente ao nível do fornecimento do feedback, do controlo à distância, das ajudas manuais e ao nível da condução do aquecimento e dos exercícios de condição física.
Só a partir desta última etapa de formação é que comecei a desenvolver as autoscopias sobre as sessões de treino. Acredito que deveria ter elaborado estas autoscopias desde a primeira etapa de formação, pois permitiam refletir sobre os aspetos
que considerava positivos e negativos nas mesmas, procurando desta forma melhorar a minha prestação perante o ensino dos alunos.
Em suma, ao longo do ano letivo pretendi desenvolver nesta área de intervenção profissional, não só a minha autonomia em conduzir as sessões de treino, mas também procurei aumentar essencialmente a qualidade da minha intervenção verbal e feedback cenestésico, a fim de potenciar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Pretendi ainda que todo este desenvolvimento enquanto professor tivesse também uma transferência para as aulas de EF propriamente ditas. Posso afirmar que a preparação das sessões de treino, a sua condução e a procura pelo desenvolvimento dos alunos, foram as experiências que fizeram evoluir o meu processo de formação pessoal e profissional, ao longo das atividades do DE. A experiência e o conhecimento da professora responsável foram uma mais-valia no meu processo de formação pessoal e profissional, assim como a sua confiança e capacidade de cooperação que me permitiriam adotar práticas de intervenção mais consistentes.
Como já fiz referência, ao longo do ano letivo, os alunos participaram em três encontros e um sarau. Considero que ter partilhado a experiência de competição com os alunos foi uma das experiências mais gratificantes nesta área de intervenção profissional. A forma como os alunos vivem estas experiências faz-nos acreditar no nosso trabalho e na nossa dedicação ao longo das sessões de treino. Durante estas competições procurei ter sempre uma participação ativa, relembrando os aspetos essenciais trabalhados nas sessões de treino, e fornecendo sempre reforços positivos e instruções aos alunos de acordo com as suas prestações. Após estes encontros era efetuado, juntamente com a professora responsável, um balanço de modo a que, em conjunto, pudéssemos analisar as situações para as tentarmos melhorar.
A realização do trabalho da área de inovação e investigação pedagógica (área 2) permitiu salientar a importância que a observação e a avaliação sobre os alunos têm no seu processo de ensino e de aprendizagem. Visto que um dos princípios sobre o qual a avaliação das aprendizagens se prende é com a consistência entre os processos de avaliação, as aprendizagens e as competências pretendidas, é assim fundamental que diferentes professores, de um mesmo grupo, utilizem e interpretem os mesmos critérios de um modo idêntico, para que a avaliação dos alunos seja válida, tal como foi verificado no nosso trabalho de investigação. Neste sentido, durante as sessões de treino fui discutindo com a professora responsável as dificuldades dos nossos alunos, procurando de seguida arranjar soluções para os ajudar a colmatar essas insuficiências identificadas.
núcleo permitiram-me tomar conhecimento do trabalho administrativo e de gestão que está inerente a um núcleo de DE, assim como adquirir competências relacionadas com o planeamento e condução das sessões de treino. Para além destas atividades, o trabalho e o acompanhamento efetuado na organização dos seus encontros/competições foram também fundamentais. Futuramente, como professor de EF, uma das minhas funções será ter à minha responsabilidade o funcionamento de um núcleo de DE, para o qual me sinto preparado. A forma como superei as minhas dificuldades iniciais foi uma demonstração da minha própria determinação e capacidade de superação, socorrendo- me do estudo autónomo, da partilha de experiências com as professoras estagiárias e da professora responsável, adotando uma atitude crítica e reflexiva sobre as práticas. Considero que o modo como encarei os constrangimentos no núcleo de desportos gímnicos é um exemplo da forma como procurarei agir no meu percurso profissional.
Relativamente à conceção, implementação e avaliação de uma atividade de dinamização da escola, o nosso núcleo de estágio teve o privilégio de estar envolvido na organização, planeamento e participação no projeto “dos 8 aos 80”. Segundo o projeto da atividade, este é um evento que tem vindo a ser realizado ao longo dos últimos dez anos, na EB Eugénio dos Santos (Núcleo de estágio de educação física 2013-2014, n.d.).
Embora neste dia sejam realizadas outras atividades, a conceção e a operacionalização da atividade esteve à responsabilidade do grupo de estágio de EF, com a colaboração do subdepartamento de EF.
Esta atividade, a par de todo o trabalho pertencente à área de inovação e investigação pedagógica (área 2), colocou em foco a capacidade de cooperação entre todos os professores estagiários, e a manifestação de responsabilidade, iniciativa, criatividade e adaptabilidade face a todas as tarefas que estiveram inerentes a esta atividade. Como irei descrever, foi também fundamental a participação e cooperação de diversos professores do departamento de expressões da EB Eugénio dos Santos.
A atividade “Dos 8 aos 80” iniciou-se com a elaboração de um projeto (Anexo 17) que constituía uma linha orientadora para a sua realização. Foi necessária a leitura do plano anual de atividades e a análise de projetos desenvolvidos em anos anteriores, para aferir os objetivos concretos da atividade, e com o intuito de melhorar e não repetir erros anteriormente cometidos. Tal como vem exposto no projeto, a respetiva atividade teve como principais objetivos: a otimização do clima educativo e as relações entre os intervenientes do ato pedagógico; a promoção da interação entre as diversas gerações; o aumento das relações com a comunidade próxima; a promoção do gosto pelas atividades