Na secção anterior descreveu-se a validades dos resultados, prossegue-se a com discussão dos resultados e em suma por via da análise da Tabela 9 conclui-se que a hipótese H1 e H2 foram parcialmente suportadas, que as hipóteses H4, H5, H9, H10 foram não suportadas e as restantes oito foram suportadas.
Pela análise da Tabela 2 conclui-se que a amostra abrangeu vários tipos de indivíduos, nomeadamente abrangeu cidadãos dos 18 até aos 82 anos do ambiente interno e externo da escola de Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa, onde apenas 14% afirmaram conhecer bem a mesma. O que significa que amostra revela dados de diferente contexto sociais. A idade média dos participantes foi de 34 anos e o intervalo com maior enfase em estudo é de 25 aos 35 anos, o que indica que amostra realça pessoas em progre ssão profissional e por norma têm maior disponibilidade para o investimento pessoal e dedicação profissional . Na perspetiva educacional 99% dos respondentes possuem o ensino secundário e 80% ensino superior. O facto de a grande maioria dos inqueridos possuir o secundário pode-se concluir que o estudo envolve pessoas instruídas e com conhecimentos alargados. Adicionalmente o género feminino apresenta-se em maior quantidade quase 60% dos entrevistados e 80% admitiu que se considerava bem informado sobre o tema em estudo. A nível de agregado familiar 60 % integra o intervalo de 3 e 4 indivíduos, uma vez que a amostra do estudo abrange na sua maioria famílias de pequenas dimensões, pode indicar que o rendimento disponível não tem de ser divido por um número elevado de pessoas.
A principal implicação teórica desta pesquisa subsiste em perceber se tecnologia fomentar a poupança. Desta forma o estudo constatou que 81% do comportamento humano pode ser justificado pelo modelo, que 75 % da variação das variáveis independentes justificam a intenção e que os nove motivos evidenciados por Browning & Lusardi (1996) justificam 42% do aforro através da Internet.
Em virtude dos resultados obtidos pode-se confirmar que os cidadãos portugueses não estão motivados a ter um comportamento de económico ou compreende-se que os mesmos não se identificaram com as motivações descritas, contudo admitem que a tenologia versos Internet é uma ferramenta de auxílio para tal. Portanto, verificou-se que efetivamente a Internet tem impacto na poupança e pode ser um canal a explorar para desenvolver novas ferramentas. Assim
como deparou-se que a população em análise não se identifica com o comportamento de poupar reservas financeiras eletronicamente, o que leva a ponderar que a poupança eletrónica advém de uma consequência do uso de Internet e não o fim do uso da Internet. Por via da análise dos dados da Tabela 2 era expectável que os agentes desfrutassem de níveis motivacionais superiores de poupança, isto porque a amostra incide sobretudo sobre uma população jovem e com o nível académico elevado, em conformidade descrito na secção 2.1 na subseção III e II respetivamente.
Um dos objetivos definidos com a realização da presente dissertação corresponde em identificar o perfil do utilizador que poupa eletronicamente. Na análise de dados realizou um teste para perceber o impacto da idade no modelo e percebeu-se que embora as teorias económicas defendem que a idade jovem promove maiores índices de motivação (conforme secção 2.1 na subseção III) o mesmo não se validou, pois, o moderador não tinha significância. No âmbito da análise da composição do agregado familiar (conforme secção 2.1 na subseção I) conclui-se que a adoção do comportamento de poupança é mais comum entre agregados familiares de compostos por 2 membros ou partir dos 6 membros (dados relatados na Tabela 7). Segundo a secção 2.1 o rendimento seria um impulsionador de poupança, porém o rendimento demonstrou ser uma variável insignificativa, o que sugere que o consumo aumenta de forma proporcional com o aumento do rendimento ao invés do aforro.
Tabela 7 – Resultados Médios da Análise do Agregado Familiar
NºAgregado MP1 MP2 MP3 MP4 MP5 MP6 MP7 MP8 MP9 Média Global
1 3,84 4,28 4,40 3,92 3,68 3,52 2,88 3,24 3,44 3,69 2 4,64 4,96 4,89 4,81 4,72 4,26 3,17 3,85 4,34 4,40 3 3,81 3,94 4,12 3,90 3,91 3,75 3,03 3,50 3,66 3,74 4 4,19 4,46 4,44 4,22 4,08 3,79 2,81 3,52 3,63 3,91 5 3,09 3,55 3,64 3,36 3,64 3,36 2,64 2,91 2,91 3,23 6 4,00 5,00 4,50 4,00 5,00 3,50 4,00 4,50 4,00 4,28 8 4,00 4,50 4,50 4,50 5,50 5,50 5,50 6,00 5,50 5,06 10 5,50 5,50 5,50 5,50 5,50 5,50 5,50 5,50 5,50 5,50
Pela observação da Tabela 8, conclui-se que as motivações de poupança diferem de acordo com o género, mas MP3 e MP7 ocupam de forma antigónia o nível de significância em ambos. 23 % Género do feminino tende a poupar de acordo com a hipótese MP3 - maximizar a
utilidade do consumo (23 % responderam à escala 6 e 7) em contrapartida propendem 9% na
hipótese MP7- herança (9% responderam à escala 6 e 7). Sob outra perspetiva, 75% do género masculino tende a poupar a hipótese MP3 (75% responderam à escala 6 e 7) e, no caso da hipótese MP7 contempla apenas 28% de respostas masculinas, embora supera 19% do género feminino demostrou ser o motivo mais insignificante (28% responderam à escala 6 e 7). Em síntese, existe uma preocupação elevada em maximizar a utilidade do consumo e, por outro lado existe uma despreocupação com a passagem de ativos para herança. Adicionalmente conclui-se que o género masculino tende a ter um nível superior a poupança eletronicamente, o facto de ser mais predominante o género masculino segue a teoria de adoção de tecnologia.
Tabela 8 - Ordem decrescente de significância
Género Masculino MP3; MP2; MP5; MP4; MP1; MP6; MP8; MP9; MP7 Género Feminino MP3; MP2; MP5; MP4; MP1; MP9; MP6 MP8; MP7
Em síntese pode-se descrever que o género masculino é o impulsionador do uso da tenologia para poupar e tanto a idade como o rendimento e o grau académico não são características relevantes no perfil, por outro lado amplitude do agregado familiar condiciona o comportamento do individuou.
Pela análise da Tabela 9, pode se concluir que a motivação de poupança descritos na Tabela 1 (exposta na secção 2.1), tem maior significância com a intenção de uso do que com o comportamento de uso, ou seja, mesmo que os cidadãos tenham a intenção de usar a tecnologia para poupar, isso não quer dizer que irão usar. O que leva a crer que a presente pesquisa demostra que existe uma grande aderência na tecnologia nas rotinas dos cidadãos, nomeadamente na promoção de poupança individual. A expetativa de desempenho, as condições facilitadoras, os hábitos e por último a própria intenção influenciam o comportamento de aforro, sendo que o hábito é a variável independente com maior significância, tanto na relação com a intenção de poupar, bem como na relação com a motivação de poupar. O que sugere que os hábitos enraizados nos indivíduos é moderado pelo género e tem um forte impacto na compreensão da poupança e, por ventura a sua adesão eletrónica.
Os resultados do modelo mostraram que as condições facilitadoras têm um efeito significativo sobre o uso e, isso sugere que nossos entrevistados são influenciados pelo meio
envolvente, tal como na teoria de Venkatesh, assim quanto melhor for o acesso, maior será a probabilidade de o agente adote o comportamento. Posto isto, recomenda-se que a promoção da poupança seja orientada por via da criação de hábitos de poupança e, por via a criação de ambientes típicos a poupança eletrónica, por exemplo garantir acessos de Internet de uma forma abrangente e promover no ensino básico hábitos de poupança.
A expectativa de esforço, a influência social, a motivação hedónica e preço financeiro associados não demonstram ser variáveis significativas. Como anteriormente realçado a Internet permita que exista menos intermediários e promove a autonomia individual, por exemplo através do e-Banking, contudo a hipótese H4 que relaciona a expetativa de esforço não foi suportada com os dados, desta forma pode-se deduzir que a facilidade do uso da tenologia não é relevante no momento de decisão de aforro.
No caso particular da influência social (hipótese H5), deparou-se que a apreciação alheia não é significativamente relevante, o que contradiz a teoria de Venkatesh, por isso assume-se que a escolha da adoção é uma preferência singular e pessoal, bem como induz que não existe pressão social sobre este tema. Entre a opinião de amigos e familiares realça-se a opinião dos amigos e entre ter uma opinião primária (de uma pessoa) ou de uma fonte secundária (jornais ou revista), realça-se a opinião primária. O que surge que para fomentar novas políticas deve-se, apostar na promoção direta entre cidadãos e não em publicidade em fontes secundárias.
A hipótese H9 relaciona a motivação hedónica e, é igualmente não suportada com os dados. A H9 permite aduzir que o prazer associado não é uma preocupação no momento de adoção eletrónica para poupar, possibilitando proferir que o consumo é mais apelativo do que o aforro como já referido na secção 2.1.
Por último, a hipótese do preço financeiro associado não foi suportada com os dados (hipótese H10). Esta hipótese tinha como intuito perceber se o custo do uso da ferramenta era expressivo para o aforro, o que permite aduzir que no momento do uso da ferramenta o gasto do uso da mesma não é deliberado e o motivo poderá estar associados com o facto de que os pacotes de Internet disponíveis aos cidadãos portugueses serem satisfatórios para os mesmos usufruírem dos serviços que desejam ou porque a ferramenta já é um bem comum.
Tabela 9 - Síntese da conclusão das hipóteses.
H (1) Variável
Ind. (2)
Variável
Dep. (3) M(4) Resultados Conclusão
H1 MP IC G e R
Positivo e estatisticamente significativo (β- value: 0.15; P<0.01)
Efeito não significativo com moderadores
Parcialmente Suportado H2 MP U G e R
Positivo e estatisticamente significativo (β- value: 0.11;P<0.05)
Efeito não significativo com moderadores
Parcialmente Suportado H3 ED IC - Positivo e estatisticamente significativo (β-
value: 0.17;P<0.05) Suportado H4 EE IC - Efeito não significativo
(β-value: 0.07) Não Suportado H5 IS IC - Efeito não significativo
(β-value: 0.15) Não Suportado H6 CF IC - Positivo e estatisticamente significativo (β-
value: 0.17;P<0.01) Suportado H7 CF U - Positivo e estatisticamente significativo
(β-value: 0.17;P<0.1) Suportado H8 CF MP G Positivo e estatisticamente significativo com e
sem moderadores (β-value: 0.19;P<0.05) Suportado H9 MH IC - Efeito não significativo (β-value: 0.04) Não Suportado H10 PF IC - Efeito não significativo (β-value: 0.06) Não Suportado H11 HT IC - Positivo e estatisticamente significativo
(β-value: 0.45;P<0.1) Suportado H12 HT U - Positivo e estatisticamente significativo
(β-value: 0.28;P<0.1) Suportado
H13 HT MP G
Positivo e estatisticamente significativo com e sem moderador
(β-value: 0.5;P<0.1)
Suportado
H14 IC U - Positivo e estatisticamente significativo
(β-value: 0.45;P<0.1) Suportado Notas: 1. Hipótese; 2. Variável Independente; 3. Variável Dependente; 4. Moderador;
ED - Expectativa de Desempenho; EE-Expectativa de Esforço; IS-Influência Social; CF - Condições Facilitadoras; MH-Motivação Hedónica; PF- Preço Financeiro Associado; HT – Hábito; IC-Intenção Comportamental; MP-Motivações de Poupança; R – Rendimento; G-Género Masculino, U-Comportamento de Uso;
5.Limitações e Recomendações para Trabalhos Futuros
Nas secções anteriores descreveu-se a pesquisa porém os resultados do nosso estudo carregam várias implicações. Esta pesquisa assumiu que todos os indivíduos gostariam de poupar, contudo os motivos de poupança apresentaram uma percentagem baixa de R2 o quesugere que os respondentes não se identificaram com os motivos descritos ou então não prevalece a motivação e interesse de poupar. Por isso, sugiro que em pesquisas futuras se realce a análise se a pessoa tem o interesse de poupar. Por outro lado, esta pesquisa mede características comportamentais o que implícita a opinião do indivíduo o que carrega uma elevada subjetividade no tema, logo pode levar a um acréscimo no erro de medida.
Os entrevistados eram principalmente jovens (idade média de 34 anos) e altamente qualificados (80% têm um grau de ensino superior), cujo comportamento pode diferir um pouco da média da população, isto porque tradicionalmente os jovens tendem a ser mais sovinas e mais rápidos a aceitar novas tecnologias e isso, pode ter influenciado os resultados finais. Posto isto, é altamente provável que os consumidores mais seniores e menos instruídos, ou que possuam habilidades de computação ou de Internet reduzidas, tenham mais dificuldades no uso do Internet para a poupar recursos financeiros. Em terceiro lugar, os entrevistados continham na sua grande maioria um agregado familiar entre 3 e 4 pessoas cujo comportamento pode diferir um pouco da média da população e por sua um acréscimo no erro de medida. Em pesquisas futuras proponho analisar o impacto do agregado familiar na análise e, testando o modelo em diferentes faixas etárias.
Por último, proponho que em pesquisas futuras se identifique outras variáveis relevantes que melhor expliquem a intenção e o uso da Internet na poupança, tais como a confiança e a segurança da informação disponível na internet. Igualmente, recomendo que se valide se adesão da economia da partilha designada por “share economy” explora realmente a poupança individual através da tecnologia ou se é apenas mais um canal de comunicação empresarial para publicitar os ativos e serviços.
Por último, uma gestão financeira eficiente é uma gestão que balanceia os gastos com os ganhos, contudo a poupança pode vir a resultar de pormenores e difíceis de quantificar, por isso o individuo pode não ter uma verdadeira consciência da poupança re al que a internet
6.Conclusão
Finalmente apresenta-se as conclusões do trabalho de pesquisa, é de realçar que se vive entre avanços tecnológicos de forma feroz e sem exceção nos serviços financeiros. Este estudo relaciona o contexto financeiro com o digital, ou seja se existe aforro individual através da aplicação da tecnologia e em suma, os dados obtidos induz que existe uma relação positiva da presença tenológica nas rotinas financeira dos cidadãos portugueses.De acordo com investigadores a evolução da taxa de poupança deveria acompanhar os ciclos económicos, ou seja, melhores índices económicos deveriam representar maiores índices de poupança, contudo ao analisar os dados estatísticos portugue ses, evidencia-se que embora tenha ocorrido o crescimento económico em Portugal na última década e o desenvolvimento tecnológico, o nível de poupança não têm evoluído de forma proporcional, o que leva a crer que tema é de alto-relevo porque o nível de aforro de recursos financeiros contribui para o equilíbrio económico e o mundo tecnológico permite a explosão de informação disponível a tempo real.
O presente trabalho representa um dos primeiros esforços para entender a adoção de tecnologia nas decisões de poupança individual e, contribui para visualizar possíveis novas metodologias de promoção de poupança. Para isso, testou-se o modelo UTAUT2 de Venkatesh onde permitiu aduzir que os hábitos de vida são o ponto fundamental para novas políticas de intervenção em contrapartida o rendimento, as expetativas de esforço, a influência social, o preço associado e as motivações hedónicas demostraram ser variáveis insignificantes. O género masculino atingiu níveis superiores de motivação para poupar com recurso à ferramenta tenológica do que o género feminino, sendo que motivo mais relevante é a maximização da utilidade do consumo e o mais insignificante é a passagem de herança.
Na análise dos dados concluiu-se que 8 hipóteses foram suportadas totalmente, 2 parcialmente suportadas e por último 4 hipóteses foram rejeitada. Para explicar o comportamento de uso do Internet para economizar recursos financeiros, salienta-se a variável latente hábito e as condições facilitadoras como os fatores mais relevantes e significativos. Por ventura da análise da influência social conclui-se que este tema não sofre de pressão nem tensão social e por isso a promoção mais eficiente de poupança assiste a implementar políticas por via da comunicação direta entre cidadãos, assim como fomentar novos hábitos de aforro no quotidiano dos cidadãos portugueses.
7.Apêndice
Constructo Teoria de
Suporte Instrumento de medição
Expectativa de Desempenho (ED)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
ED1. Acredito que poupar online é útil.
ED2. Acredito que poupar online aumenta as minhas hipóteses de alcançar coisas que são importantes para mim.
ED3. Acredito que poupar online ajuda-me a atingir objetivo de forma mais rápida.
Expectativa de Esforço (EE)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
EE1. Aprender a poupar online é fácil para mim.
EE2. A minha interação com poupança online é clara e compreensível.
EE3 Acredito que economizar através da Internet é fácil.
Influência Social (IS)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
IS1. As pessoas que são importantes para mim, consideram que eu deveria poupar online.
IS2. As pessoas que Influência m os meus comportamentos consideram que eu deveria poupar online.
IS3 As pessoas cujas opções valorizo preferem que eu poupe online.
Brown & Venkatesh,
2005
IS4. Os meus amigos consideram que eu deveria poupar online. IS7. Os meus colegas de trabalho consideram que eu devia poupar online.
Condições Facilitadoras (CF)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
CF1. Tenho os recursos necessários para poupar online. CF2. Tenho o conhecimento necessário para poupar online. CF3. Poupar online é compatível com outras tecnologias que eu uso.
CF4. Posso obter ajuda de outros quando tenho dificuldades em usar a Internet para fazer escolhas financeiras.
Motivação Hedônica (MH)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
HM1. Poupar online é divertido. HM2. Poupar online é agradável.
HM3. Poupar online é um bom entretenimento. Valor Financeiro
(PF)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
PF. Considero que a aquisição de Internet e dos dispositivos tem um preço razoável.
Hábito (HT)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
HT1. Poupar online tornou-se um hábito para mim. HT2. Sou viciado em poupar online.
HT3. Poupar online tornou-se natural para mim. Intenção
Comportamental (IC)
Venkatesh, Thong, & Xu,
2012
IC1. Pretendo continuar a poupar online no futur o.
IC2. Eu tentarei sempre poupar online na minha vida diária. IC3. Eu pretendo continuar a poupar online frequentemente.
Comportamento de Uso (U) Tam & Oliveira, 2017
U1. Eu poupo online
U2. Eu uso a internet para gerir os meus recursos financeiros e assim poupo online.
U3. Eu uso a internet para auxiliar as minhas escolhas financeiras e assim poupo online.
U4. Quando recorro à Internet para poupar uso: Aplicações no telemóvel (ex: My Savings, TheFork); Browse websites / Motores
laredoute); Comunidades Virtuais (ex: Redes Sociais como o facebook ou em Fóruns como forum.autohoje); outro.
Motivos de Poupança Individual (MP) Browning & Lusardi (1996)
MP1. Acredito que poupar online possibilita que eu construa uma reserva monetária contra contingências imprevistas. MP2. Acredito que poupar online permite-me prever antecipadamente o peso dos meus custos em relação aos ganhos obtidos, garantindo assim uma melhor gestão monetária.
MP3. Acredito que poupar online permite-me maximizar a utilidade do consumo perante a restrição de recursos que enfrento.
MP4. Acredito que poupar online permite-me acumular reservas para desfrutar de uma despesa gradualmente crescente, garantindo em caso de diminuição de receita a continuidade do estilo de vida.
MP5. Acredito que poupar online permite-me desfrutar de uma sensação de independência e o poder de fazer as coisas embora sem uma ideia clara ou intenção definida de ação específica. MP6. Acredito que poupar online permite-me obter uma reserva monetária para realizar projetos especulativos e ou de negócio. MP7. Acredito que poupar online permite-me deixar à posteridade uma fortuna.
MP8 Acredito que poupar online satisfaz o meu espírito somítico, ou seja permite-me acumular reservas sem ter um objetivo claro e compreensível "simpleMPente porque sim". MP9. Acredito que poupar online permite-me acumular reservas para posteriormente adquirir algo pré-definido (ex. uma habitação, um automóvel, uma viagem).
Referências
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