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Atualmente, o marketing digital oferece várias ferramentas e formatos de publicidade digital que poderão fazer toda a diferença para uma PME com o objetivo de internacionalizar e criar uma marca própria. Concretamente, as ferramentas digitais como websites, redes sociais, blogs, wikis e mundos virtuais são cada vez mais usadas para construir conexões sociais, colaboração e amizades/relações de afinidades. Para os profissionais de marketing, são ótimas notícias, porque podem beneficiar da incorporação de ferramentas web 2.0 para a obtenção de um feedback em tempo real sobre os produtos existentes e novas ideias e conceitos.

Em relação aos websites é do interesse do estudo entender em que consiste exatamente, muito sucintamente um site consiste numa página web ou sítio, uma localização central de várias páginas web, que se encontram todas relacionadas, e cujo acesso à página inicial ou homepage é feito através de um browser/navegador. Um site é um domínio, por exemplo (www.oseunome.com), é como uma “casa”, uma plataforma que interliga várias outras plataformas e utilizadores ao mesmo tempo, enfatiza a mensagem que quer, projetando assim a orientação com base nos objetivos da empresa com o intuito de credibilizar a organização (Carvalho, 2018). O website enquanto ferramenta de marketing digital é pouco estudado individualmente. Os

websites tornaram-se um ponto de partida para a criação do relacionamento entre

consumidores e marcas.

Para a construção de um website, é necessário escolher a plataforma de construção do

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personalização do website são a identidade da marca/empresa (Carvalho, 2018). Inicialmente, as páginas web deverão seguir um design idêntico, formando um grupo integrado de páginas orientadas com links para permitir ao visitante que encontre rapidamente a informação que lhe interesse. Na construção de um site deve partir-se do pressuposto que o consumidor de conteúdos digitais não está disposto a pensar para entender a estrutura do mesmo, por isso, a empresa deve orientar-se para a experiência oferecida ao cliente (Carrera,2009).

Uma empresa deve concentrar-se em oferecer uma boa experiência através do website, e poderá começar por oferecer um acesso simples, rápido, sociável, atrativo e com call

action. A título de exemplo, a inscrição numa newsletter, a compra de bilhetes e a

solicitação de mais informações (Marques, 2014).

Existem diversas formas de criar interação entre um consumidor e um website, começando pela criação de jogos interativos, chatrooms e grupos de discussão. Em relação ao canal de comunicação com o consumidor, ou seja, conhecimento de feedbaks do mesmo sobre produtos e serviços podem servir de recomendações ou como alertas em relação aos mesmos.

São muitas as vantagens proporcionadas pelos websites, como por exemplo, ser uma poderosa ferramenta de comunicação.

Um website pode vender mais só pelo facto de apresentar recomendações dos seus clientes, expondo assim o feedback real acerca da performance de produto/serviço. Esta estratégia pode ser considerada um importante complemento para o estímulo da venda direta no contexto B2B e B2C.

No caso de uma PME, como é o caso das Confeções Cunha e Ribeiro para facilitar a otimização do website, este deve focar-se nas necessidades dos clientes e nos benefícios que os mesmos podem retirar dele. “É de igual modo importante que o website reflita a segmentação geográfica onde atua, particularmente na página inicial e na página de contacto” (Carvalho, 2018). Um website é uma montra que permite aos consumidores conhecer quais os serviços e ou produtos que o seu negócio oferece. Esta montra não é estática e pode ser bastante dinâmica e interativa, permitindo comunicar.

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Ao criar um site é necessário conhecer algumas normas, nomeadamente, as normas

W3C para construção de websites, estas servem para auxiliar a criação adequada de um

website. Começam por indicar que o website deve ser responsivo, ou seja, estar adaptado a todos os dispositivos móveis, principalmente em smartphones. O design do

website deve refletir uma imagem de profissionalismo, reforçando a noção de montra.

A monitorização é uma vantagem que os websites possibilitam em comparação com as ferramentas tradicionais de marketing. No processo de monitorização, são gerados relatórios, do Google Analytics. Estes relatórios oferecem informações importantes, como por exemplo, número e visitantes da página, é um input que permite à empresa apurar a eficácia da estratégia de marketing (Carrera, 2009). As informações fornecidas pelos relatórios funcionam como um guia, relevante para a empresa criar conteúdo e alterar o design de acordo com o perfil do consumidor. Além disso, permite dar uma resposta eficiente às necessidades do target, tornando a empresa mais produtiva e com maior valor acrescentado.

Atualmente, temos assistido a um fenómeno de globalização da comunicação, ou seja, o consumidor dispõe de livre e fácil acesso à informação e a todo o tipo de conteúdo disponível online (Ercan, 2015). Os consumidores procuram informação na web antes de realizarem uma compra, resultando assim numa oportunidade para as empresas venderem estrategicamente os seus produtos e serviços online. Para venderem, é crucial que as empresas conheçam o mercado e saibam o que procuram os consumidores quando visitam o website, aproveitando todas as métricas fornecidas. Os pilares de um website são as especificidades técnicas, o design e os conteúdos. Todavia, o conteúdo é sem dúvida a chave para o sucesso da plataforma (Scott, D.M., 2013).

O website deve assumir a seguinte estrutura, página inicial, página sobre nós, páginas de serviços, página de preços, página de blog e página fale connosco/contactos.

A estrutura para um bom website deve primeiramente, encontrar-se dividida em duas áreas, menu principal e menu secundário. O primeiro poderá encontrar-se na horizontal e deve ter no máximo entre cinco a dez itens. O segundo poderá ser apresentado no topo ou no rodapé, sendo geralmente mais pequeno, mas visível no rodapé das páginas

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web. A aposta na criação de um website simples, permite um fácil acesso do consumidor e consequentemente proporcionará uma gestão facilitada do mesmo (Maques, 2014).