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Finalmente, o último procedimento para avaliação da adequação do modelo proposto é a realização de sua validação (objetivo específico “d”). Assim, tem-se que para um modelo ser aceito pelos decisores, ele deve ser primeiramente credível e o processo de validação é essencial para determinação de tal credibilidade (HAHN, 2013). De forma geral, a validação torna-se uma atividade necessária quando há uma necessidade de tomar decisões críticas (MORRISON et al., 2013).

Em síntese, a validação é o processo pelo qual os pesquisadores asseguram a si próprios e a outros que uma teoria ou modelo é uma descrição dos fenômenos selecionados (MISER, 1993), ou seja, é o processo de definir se o comportamento do modelo representa o sistema do mundo real num problema específico (BORENSTEIN, 1998).

Por conta disto, para este estudo foram realizados dois procedimentos básicos de validação, a validação interna e externa. Estes procedimentos são baseados no estudo de Drogoul (2002), em que a validação interna é aquela que permite determinar se os resultados obtidos estão adequados ao esperado, ou seja, se não ocorreu nenhum resultado inesperado em decorrência de falhas de modelagens, por exemplo, exigindo uma revisão do modelo, e a validação externa é aquela em que o modelo é avaliado por especialistas ou decisores envolvidos na problemática em questão, visando determinar o grau de adequação deste em relação ao problema investigado.

Assim, tem-se que a validação interna foi realizada pela própria averiguação e teste do modelo com os dados reais, principalmente analisando-se as diferenças obtidas em relação aos modelos já existentes. Partindo deste princípio, entende-se que o modelo é válido, pois apresentou resultados relevantes para a problemática estudada, levando em consideração a necessidade que a mesma requeria. Para ilustrar esse panorama basta analisar os resultados da Tabela 15 citada anteriormente, assim como as inferências feitas em relação a ela.

A validação externa, por sua vez, requer uma análise aprofundada de decisores ou especialistas na área, a fim de realmente se ter uma resposta externa que valide o que foi feito. Por conta disto, objetivou-se apresentar os resultados obtidos com o modelo proposto a pelo menos um decisor que possui relação estreita com o problema em questão. Para isso, entrou- se em contato com um dos membros da comissão de seleção do BC&T para a apresentação e averiguação dos resultados obtidos.

Assim, na reunião foram apresentados os resultados obtidos no modelo proposto, assim como dos outros modelos, e pediu-se que esse argumentasse sobre os modelos em questão. Neste sentido, o professor deixou claro que realmente o modelo proposto é superior ao CRA4 atualmente utilizado no BC&T, mas que uma mudança desse modelo de seleção já está sendo debatido nos colegiados da EC&T e que os resultados do modelo aqui proposto servirão de embasamento para futuras reuniões, tendo em vista que a ideia em discussão é justamente a implantação do IEA para a seleção do BC&T.

Por conta disto, ele destacou que este trabalho servirá principalmente como um meio para ajudar o colegiado a decidir qual o modelo de seleção mais adequado para a escola, pois este demonstrará os pontos fracos e fortes de cada um deles. Novamente, para a análise dos pontos fortes e fracos dos modelos em questão, recorre-se a Tabela 15 e as inferências feitas em relação a ela. Logo, destaca-se aqui novamente que ambos modelos, IEA e o proposto, possuem vantagem em relação ao CRA4 pois não apresentam problemas em relação a

mobilidade, fato impeditivo no CRA4, e, até por consequência, é mais ajustado para a avaliação mais robusta dos aproveitamentos dos componentes curriculares.

Além disso, quando parte-se para uma análise mais específica em relação apenas a comparação entre o IEA e o modelo proposto, tem-se que cada um apresenta uma vantagem relativa em detrimento do outro, ou seja, dependendo da finalidade desejada, cada modelo se mostra mais ou menos adequado. Logo, como inferido anteriormente, o modelo proposto tem o ponto forte – levando em consideração a opinião dos decisores consultados - de valorizar mais aqueles alunos que não dispensam, reprovam ou trancam disciplinas, ou em outras palavras, pune mais aqueles alunos com reprovações, visto que todas as notas dos alunos são computadas no critério IRA, além de punir pelo critério do IECH, que usa as cargas horárias das disciplinas para isso.

Por outro lado, o ponto forte do IEA é que, apesar de também valorizar os alunos do perfil anterior, tende a não punir mais fortemente as reprovações dos alunos, visto que notas advindas de reprovações não são contabilizadas, pois o IEA não usa o IRA em seu cálculo, o que acaba diminuindo o impacto da punição, que ocorre neste modelo apenas pelo critério IECH. Portanto, se o objetivo é ser mais punitivo e rigoroso, valorizando ainda mais os alunos com currículo “limpo”, o modelo mais adequado é o proposto; caso o objetivo seja ser menos punitivo e valorizar mais a média de notas dos alunos, independente de reprovações, indica-se o IEA.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O crescimento do número de Universidades Novas brasileiras, cuja estrutura formação se diferencia do que classicamente é utilizado no Brasil, tem trazido à tona o interesse em pesquisas nessa área, que tentam, cada um com sua respectiva especificidade, tornar essa formação em bacharelados interdisciplinares mais clara e bem definida no contexto nacional. Apesar disso, um olhar mais específico em relação à mobilidade discente destas Universidades Novas ainda não tinha sido alvo de estudos, apesar de sua grande relevância para a formação neste tipo de ensino em ciclos.

Além disso, analisar este tipo de problemática a partir da visão da Análise Multicritério a Decisão, parece trazer grande robustez aos resultados obtidos, tendo em vista principalmente que problemas de decisão no contexto do ensino superior cuja modelagem parte desta visão mostraram-se bastante relevantes. Neste sentido, este trabalho buscou contribuir para o desenvolvimento do campo científico ligado as Universidades Novas, que ainda carece de mais estudos relevantes, principalmente no contexto nacional.

A principal motivação para este estudo partiu da análise local realizada na UFRN, que posteriormente foi expandida para todas as Universidades Novas brasileiras, acerca da mobilidade discente deste método de formação, especificamente da seleção interciclo. Assim, analisando esta questão da mobilidade para o caso da UFRN e para as demais do Brasil, encontrou-se uma grande diversidade de modelos de seleção e de inciativas em prol da mobilidade, porém sem nenhuma solução clara para a mobilidade interinstitucional, para o caso global, nem para mobilidade interna, no caso da UFRN.

A partir dessa lacuna encontrada e partindo da visão da Pesquisa Operacional, procurou-se elaborar um modelo de seleção interciclo que contemplasse esta questão da mobilidade, como traçado no objetivo geral deste estudo. Para atender esta demanda, foram levantados todos os modelos de seleção de interciclo já existentes no ensino superior, num total de cinco modelos de diferentes Universidades Novas, de acordo com objetivo específico a, assim como todos os estudos que se utilizaram de métodos de Apoio Multicritério a Decisão no contexto das seleções no ensino superior, totalizando sete estudos (objetivo específicos b), com objetivo de fundamentar a elaboração do modelo. Além disso, ainda optou-se por captar as visões de especialistas na área em questão através de entrevistas.

Logo, partindo de todas as informações obtidas anteriormente, foi desenvolvido um modelo inicial, que foi testado com uma amostra real de 91 alunos do BC&T da UFRN.

Como resultados, percebeu-se que o modelo proposto em questão se mostrou adequado não só para solucionar o problema da mobilidade, como também se mostrou mais justo e robusto do que o modelo atual do BC&T, levando em consideração as necessidades e requisições dos decisores. Assim, as principais vantagens deste modelo são: não ocorrem problemas de mobilidade interna e externa; mais justo para os alunos de formação “limpa” (sem reprovações, trancamentos, aproveitamentos e perdas de períodos); e fácil operacionalização.

Além disso, para comprovar a robustez do modelo proposto, foi realizada uma análise de sensibilidade, cujo objetivo foi o de avaliar o impacto ocasionado por variações nos dados de entrada ou nos parâmetros do modelo, e a validação do modelo, que comprou a validade do modelo em questão, como traçado no objetivo específico d.

Ademais, cabe destacar as principais limitações encontradas para a realização deste estudo, quais sejam: falta de tempo e/ou de disponibilidade dos decisores para a realização da validação externa mais completa do modelo; amostra mais heterogênea de alunos em relação à escolha da formação específica (2º ciclo), visto que toda a amostra foi representada por discentes da área de tecnologia, por serem os únicos a passarem por esta seleção atualmente; e testes mais aprofundados com outros métodos multicriteriais.

Finalmente, sugere-se, como pesquisas futuras a aplicação do modelo proposto em diferentes contextos e amostras, ou seja, a aplicação do modelo com discentes do BC&T de diferentes ênfases e em outras instituições cuja formação seja fundamentada nos bacharelados interdisciplinares. Além disso, o modelo poderá ainda ser ampliado a partir da inclusão do critério de produção que foi criado e sugerido neste trabalho.

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