A condutividade elétrica consiste na capacidade de um meio aquoso de conduzir uma corrente elétrica. A condução se processa em decorrência da presença de íons e está condicionada principalmente a concentração total de substâncias ionizadas dissolvidas na água, a temperatura e a concentrações real e relativa de cada íon.
O período de monitoramento teve duração de 90 dias, no qual foram feitos diversos ciclos de carga e descarga com durações variando entre 3 e 10 dias para medição da condutividade elétrica da escória submersa, cujos valores encontram-se representados graficamente na Figura 4.18.
Figura 4.18 – Valores d
Os resultados obtidos demo material no decorrer do pe escória ensaiada apresent apresentou uma queda em t valores esperados para co 70µS/cm. Os valores de PH variando entre 8 e 9 como Figura 4.19.
Figura 4.19 – Val
118
s da condutividade em função do tempo de cura
monstram uma queda expressiva no valor da c período de monitoramento. Inicialmente a co
ntou valor de 223µS/cm, já na medição torno de 60%, chegando ao valor de 88,67µS condutividade da água potável que se situ PH apresentados durante o experimento foram mo pode ser observado na representação grá
alores do PH em função do tempo de cura do ma
a do material condutividade do condutividade da o final efetuada, µS/cm, próximo a ituam entre 20 e m sempre básicos, ráfica presente na material
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Tais resultados vêm reforçar a importância da hidratação do coproduto para que este tenha bom desempenho quando aplicado a via.
4.5.2 Avaliação da resistividade elétrica do material
Optou-se neste trabalho pela construção de um simulador de resistividade em escala real pelo fato de que por meio dele podem-se reproduzir de maneira fiel condições adversas ocorridas em um segmento de uma via férrea qualquer que possam exercer influência quanto à capacidade resistiva do material que compõe o lastro.
Desta forma, foram feitas medições para avaliação da resistividade, considerando-se duas seções experimentais em escala real, ambas com o lastro composto por escória de aciaria LD submetida ao tratamento de cura para estabilização química e mesmas dimensões, diferindo entre si pelo tipo de dormente adotado, sendo que em uma foi utilizado dormentes de madeira e em outra, dormentes de aço. As medições foram feitas considerando-se variações climáticas constituídas por climas seco e chuvoso.
Assim como no trabalho desenvolvido por Sousa (2007), quando em clima seco, foi considerado dia ensolarado, com temperaturas entre 25 e 30°C, tendo decorridas as últimas 12 horas sem a ocorrência de chuvas. Quanto ao clima chuvoso, optou-se por molhar o material do lastro de ambas as seções artificialmente, por meio de aspersores durante período mínimo de 24h, sendo que as medições foram efetuadas entre 7 e 9 horas da manhã logo após o término da aspersão, com temperaturas entre 20 e 25°C.
Os valores obtidos durante as medições, contemplando todas as condicionantes anteriormente descritas são apresentados na Tabela 4.20.
Tabela 4.20 – Resultados das medições realizadas no simulador de resistividade
Material
estudado Tipo de Montagem
Resistividades Obtidas nos Testes ( m)
Dormentes de Madeira Dormentes de aço
Clima
Seco Chuvoso Seco Chuvoso
Escória de Aciaria LD
Entre Eletrodos 1220,17 1000,22 11423,29 10122,88 Entre Trilhos 2425,21 1664,86 7752,15 1678,22
A resistividade foi medida a 500V. Para ambas as seç trilhos a uma profundidade de 1,35 metros.
Com a finalidade de se ob atestada a eficiência da me resistividade do material desenvolvido por Sousa (2 aciaria LD provenientes d como “escória não tratada” gnaisse proveniente da Ped Figuras 4.20 a 4.23 express
Figura 4.20 – Resistivi
Figura 4.21 – Resistivida
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a entre trilhos e entre eletrodos para uma tensã eções os eletrodos foram posicionados de form de de 35,0 centímetros e separados entre si po
obter um parâmetro comparativo, de maneir etodologia de cura adotada quanto a melhoria ial, foram considerados os valores obtido
(2007), no qual foram testadas duas amostra da USIMINAS e da CST, denominadas no da” 1 e 2 respectivamente, além de uma amo
edreira Brasitália na região metropolitana de ssam graficamente os resultados deste compara
ividade para seções com dormentes de madeira -
dade para seções com dormentes de madeira - c
nsão de teste igual rma adjacente aos por uma distância
ira que possa ser rias relacionadas à idos no trabalho tras de escória de o presente estudo ostra de brita de de Vitória/ES. As arativo. - clima seco clima chuvoso
Figura 4.22 – Resist
Figura 4.23 – Resistiv
De acordo com os dados co a Metodologia de Referênc cabíveis ao seu correto fun dos valores da resistividade
A escória, quando não su valores da resistividade a AREMA. Em relação à bri dormentes de madeira, es normativo tanto para o cli tratamento em conformida medições valores de resist
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istividade para seções com dormentes de aço - cl
ividade para seções com dormentes de aço - clim
comparativos entre os diversos materiais, pode ência Técnica quando aplicada seguindo-se os
funcionamento, desempenhou papel fundamen de da escória.
submetida ao tratamento, apresentou em vá abaixo de 300 m que é o limite mínimo brita, quando foram executadas medições na
esta apresentou valores de resistividade ab clima seco quanto para o chuvoso. A escóri dade com a metodologia proposta obteve em istividade bem superiores ao limite mínimo e
clima seco
ima chuvoso
de-se observar que os procedimentos ental na melhoria vários momentos mo proposto pela a seção dotada de abaixo do limite ória submetida ao em todas as suas estabelecido por
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norma, o que torna o quesito resistividade mais um fator que reforça a aptidão do coproduto para o emprego como lastro de ferrovias.
4.6 AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CURA E DAS