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Formación del Imperio selyúcida y la batalla de Manzikert de 1071 …

continuava a comprar o combustível de um vendedor de fora da cidade, persistindo em negar este direito

a

firma do Sr. Knaphle. Este fez um discurso, uma noite, diante de uma das minhas classes, expressando toda a sua raiva contra a cadeia de lojas, apontando-as como verdadeira maldição para o país.

E ainda se admirava por que não lhes podia vender.

Opinei que experimentasse uma tática diferente. Resumindo ligeiramente, eis o que aconteceu: Organizamos um debate entre os membros do curso para ficar resolvido se a expansão das lojas reunidas estava fazendo mais mal ao país que bem.

Knaphle, por sugestão minha, tomou o lado negativo; acedeu em defender as lojas reunidas e foi então procurar um

diretor da organização que ele menosprezava e disse: "Não estou aqui procurando vender carvão. Venho pedir-lhe um favor". Explicou o seu debate e acrescentou: "Procuro-o pe- dindo-lhe a fineza de esclarecimentos, pois julgo que ninguém melhor do que o senhor poderá dar-nos os dados de que necessi- to. Estou ansioso para vencer o debate; e apreciarei grandemente a colaboração que o senhor me puder prestar".

Eis o resto do caso nas palavras do próprio Sr. Knaphle: "Eu havia pedido a este homem precisamente um minuto do seu tempo. E foi com esta condição que permitiu a minha visita. Depois que expliquei o caso, ofereceu-me una cadeira e falou-me exatamente durante uma hora e quarenta e sete minu- tos. Chamou o outro diretor que havia escrito um livro sobre cadeia de lojas. Escreveu para a National Chain Store Associa- tion e conseguiu-me cópia de um debate sobre o assunto. Ele acha que as lojas reunidas estão prestando um serviço real à humanidade. Está orgulhoso do que está fazendo por centenas de comunidades. Seus olhos brilhavam enquanto falava. Devo confessar que ele me abriu os olhos para coisas com as quais

nunca havia sequer sonhado. Mudou inteiramente minha atitude mental.

"Quando me retirei veio comigo até à porta, passou o braço pelo meu ombro, desejou-me que me saísse bem no debate e pediu-me que viesse vê-lo novamente, e que o informasse do resultado. As ultimas palavras que me disse foram as seguintes: `Procure-me, por favor, mais tarde, na primavera gostaria de dar-lhe um pedido de carvão'.

"Para mim isto foi quase um milagre. Estava oferecendo-se para comprar carvão sem qualquer sugestão da minha parte. Adiantei-me mais em duas horas verdadeiramente interessado nele e nos seus problemas do que teria feito em dez anos procurando interessá-lo em mim e no meu carvão".

0 senhor não descobriu uma nova verdade, Sr. Knaphle, pois há muito tempo, cem anos antes do nascimento de Cristo, um velho e célebre poeta romano, Publius Sirus, disse: "Esta- mos interessados nos outros, quando eles se interessam por nós". Uma demonstração de interesse, como todos os princípios das relações humanas, deve ser sincera. Deve recompensar não apenas a pessoa que se mostra interessada, mas também a pessoa objeto de atenção. Uma rua de mão dupla: ambas as partes se

beneficiam.

Martin Ginsberg, que tomou nosso curso em Long Island, Nova York, relatou como sua vida modificou-se profundamente quando foi objeto de interesse de uma enfermeira:

"Era o Dia de Ação de Graças e eu contava 10 anos de idade. Eu me achava na enfermaria de um hospital benefi- cente da cidade, com uma cirurgia ortopédica marcada para o dia seguinte. Eu sabia que deveria passar meses de confina- mento, convalescendo e suportando dores. Meu pai tinha fale- cido; minha mãe e eu vivíamos sozinhos num pequeno aparta- mento, recebendo benefícios. Naquele dia, ela não pôde me

visitar.

"A medida que o dia ia passando, vi-me dominado por uma sensação de solidão, desesperança e medo. Minha mãe encontrava-se sozinha em casa, preocupada comigo com certeza,

sem contar com ninguém, sem companhia para a refeição e sequer com algum dinheiro para o jantar de Ação de Graças.

"As lágrimas transbordaram pelos meus olhos, enfiei minha cabeça debaixo do travesseiro e o cobri com a coberta. Chorei em silêncio, mas, oh, com tanto sentimento, com tanto ímpeto,

que meu corpo estremecia de dor.

"Uma jovem estudante de enfermagem escutou meus soluços e foi ter comigo. Puxou a coberta e começou a enxugar as lágrimas. Falou-me de sua própria solidão, obrigada a tra- balhar naquele dia e impedida de ficar com a família. Pergun- tou-me se eu não aceitaria jantar na sua companhia. Trouxe então duas bandejas de comida: peru em fatias, pure e um sorvete de sobremesa. Conversou comigo e procurou afastar meus temores. Embora seu turno encerrasse às 4h00 da manhã, ficou comigo até quase 11h00. jogamos, conversamos e final- mente chegou um momento em que adormeci.

"Muitos dias de Ação de Graças vieram e passaram, desde os meus 10 anos de idade, mas em nenhum deles deixo de me lembrar daquele em que meus sentimentos de frustração, medo e solidão por pouco não me fizeram outras marcas, graças ao calor e ao afeto de uma estranha que, de alguma forma, os tornou toleráveis".

Se quiser que as pessoas gostem de você, se quiser aprofun- dar verdadeiras amizades, se quiser ajudar as outras pessoas e ao mesmo tempo ser ajudado por elas, procure lembrar-se deste princípio:

PRINCIPIO 1

CA PÍTULO II

Um meio simples de causar uma primeira