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Fiberarmering

In document Duktilitet av lettbetong (sider 27-31)

2. Litteraturstudium

2.3. Fiberarmering

Institui o Programa Escola Digital Integrada no âmbito do Distrito Federal e dá outras providências.

A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL decreta:

Art. 1o Fica instituído o Programa Escola Digital Integrada na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

P a rá g ra fo ú n ic o - Entende-se por Programa

Escola Digital Integrada a instalação de computadores conectados à Internet, preferencialmente em alta velocidade, em todas as escolas da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

Art. 2o Cada escola pública do Distrito Federal reservará espaço físico mobiliado destinado

exclusivamente à instalação dos computadores. Art. 3o Os computadores deverão contar com capacidade suficiente para suportar a demanda e a expansão do Programa e serão conectados à mesma rede, cujo acesso será de caráter exclusivamente educativo.

Art. 4o O Programa atenderá aos alunos e professores, em especial nas suas pesquisas técnicas, didáticas e pedagógicas, devendo ser instalados

bloqueadores de acesso á páginas inadequadas e/ou cujo conteúdo fere a legislação vigente.

P a ra g ra fo ú n ic o - Os equipamentos do Programa

não poderão ser utilizados pelas escolas em suas atividades administrativas e burocráticas.

Art. 5o São objetivos do Programa Escola Digital

de computadores;

II oferecer aos alunos e professores alternativas de pesquisas e de acesso a outras formas de educação e cultura;

III possibilitar a troca de informações didáticas e pedagógicas entre as escolas da Rede Pública de Ensino;

IV facilitar a troca de experiências entre as escolas públicas e outros organismos governamentais e não governamentais;

V participação de alunos e professores em videoconferências ou outros eventos veiculados na

Internet.

Art. 6o As escolas de que trata esta Lei utilizarão, preferencialmente, em seus sistemas e equipamentos de informática programas abertos, livres de restrições proprietárias quanto a sua cessão, alteração e distribuição.

§ 1o - Entende-se por programa aberto aquele

cuja licença de propriedade industrial ou intelectual não restrinja sob nenhum aspecto a sua cessão, distribuição, utilização ou alteração de suas características originais, assegurando ao usuário acesso irrestrito e sem custos adicionais ao seu código fonte, permitindo a alteração parcial ou total do programa para seu aperfeiçoamento ou adequação.

§ 2o - Para fins de caracterização do programa

aberto, o código fonte deve ser o recurso preferencial utilizado pelo programador para modificar o programa, não sendo permitido ofuscar sua acessibilidade, nem tampouco introduzir qualquer forma intermediária como saída de um pré-processador ou tradutor.

Art. 7o Os equipamentos do Programa deverão

P a rá g ra fo ú n ic o - Os alunos contarão com a

orientação de professores e monitores capacitados para ensiná-los a utilizar os equipamentos.

Art. 8o Fica expressamente proibida a instalação de programas, nos computadores de que trata esta Lei, cuja autenticidade não possa ser comprovada.

Art. 9o A utilização dos equipamentos para outros fins que não os previstos nesta Lei e a desobediência ao disposto no artigo anterior serão punidos em conformidade com as normas em vigor.

Art. 10. O Poder Executivo poderá firmar acordos e convênios com instituições públicas ou particulares com vistas à implementação do Programa Escola Digital Integrada.

Art. 11. As despesas decorrentes da implementação desta Lei correrão por conta de

dotações orçamentárias próprias, ou suplementadas, se necessário.

Art. 12. O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de noventa dias, a contar da data de sua publicação.

Art. 13. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 14. Revogam-se as disposições em contrário.

DEPUTADO IZALCI LUCAS Autor

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: j P r o j e t o d e i n c l u s ã o s o c i a l p e l a i n f o r m á t i c a , d e s e n v o l v i d o p e l a U n B e m e s c o l a p ú b l i c a d a A s a N o r t e , s e r á ; ! d i s c u t i d o a m a n h ã n a C â m a r a L e g i s l a t i v a . P r o f e s s o r e s q u e r e m i n c l u i r a l u n o s d e m a i s n o v e c o l é g i o s J m a

p t i

UJ.

jU U A N A C L Z A R K U K L 5 Dai o j t í c o c o r r o o T i v r o s c m v e z d e d r o g a s . C .r u p o d e a m i g o s n o l u g a r d e g a n g u e s . D u a s t r o c a s * q u e u s a l u n o s d o 2U a n o t i o C e n t r o l l d u c a c i o n a l C i s n o , n a A sa N o r t e, a p r e n d e r a m a f a z e r n o s ú l ­ t i m o s m e se s. O i n c e n t i v o p a r a a m u d a n ç a v e i o c o m a p a r t i c i p a ç ã o e m u m p r o g r a m a d e i n c l u s ã o s o ­ c i a l d a U n i v e r s i d a d e d e B r a s í l i a ( U n B ) . i d e a l i z a d o 110 D e p a r t a . - m e n l o d e C i ê n c i a d a I n f o r m a ç ã o , o p r o j e t u e x p e r i m e n t a l u s a o f a s ­ c í n i o d o s j o v e n s p e l a i n f o r m á t i c a p a r a d e s p e r t a r o g o s t o p e l o c o ­ n h e c i m e n t o e d e b a t e d e i d é i as. O s b o n s r e su l t a d o s s ã o i ã o s i g ­ n i f i c a t i v o s q u e j á c h a m a r a m a a t e n ç ã o d o s d e p u l a d o s d o D i s t r i ­ t o F e d e r a l . I Z sl á m a r c a d a p a r a a t a r d e d e a m a n h ã u m a a u d i ê n c i a p ú b l i c a s o b r e a e x p e r i ê n c i a n a C o m i s s ã o d e F .d u c a ç ã o e S a ú d e d a C â m a r a L e g i s l a t i v a . N o e n ­ c o n t r o , o s p r o f e s s o r e s d a U n B e d o G i s n o e x p l i c a r ã o 0 m é t o d o p c d a g ó g i c o q u e u t i l i z a m p a r a p r o m o v e r u m r e v o l u ç ã o n a v i d a d o s a d o l e sc e n t e s e m a p e n a s t r ê s t a r d e s d e a u l a p o r s e m a n a . N a d a c o m p l i c a d o . Se , d e m a ­ n h ã . 0 p r o f e sso r d e L i t e r a t u r a e n ­ s i n a m o d e r n i sm o , p o r e x e m p l o , à t a r d e o s 10 e s t u d a n t e s i n s c r i t o s 110 p r o j e t o t e m a m i s sã o d e e n t r a r n a I n t e r n e t e d e sc o b r i r c u r i o s i d a ­ d e s a r e sp e i t o d c c a d a a r t i s t a e n ­ v o l v i d o 110 m o v i m e n t o . D e p o i s , e l e s t r o c a m i n f o r m a ç õ e s c o m o s c o l e g a s e, s e p o s sí v e l , c o m b i n a m v i s i t a r m u s e u s o u b i b l i r t e c a s e m

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COMPUTADOR MUDOU A Y1DA DE BRUNO YIEGÀS (D): NOTAS BOAS E CONVERSAS COM OS PAIS SOBRE ATUALIDADES

b u s c a d e m a i s c o n h e c i m e n t o . " A i d é i a é m o s t r a r a o s a d o l e s ­ c e n t e s q u e 0 c o m p u t a d o r é u m e x c e l e n t e i n s t r u m e n t o p a r a q u e m p r e t e n d e s e t r a n s f o r m a r e m u m c i d a d ã o c r í t i c o , p r o f i s si o ­ n a l b e m - s u c e d i d o e a u t o d i d a t a ” , e x p l i c a C e c í l i a L ei t e, p e sq u i s a d o ­ r a d .i U n B r e s p o n s á v e l p e l a l e s e d e d o u t o r a d o q u e d e u o r i g e m a o p r o j e t o . Se g u n d o e l a . p a r a c o l o ­ c a r a p e s q u i s a e m p r á t i c a f o i n e ­ c e s s á r i o 0 a p o i o f i n a n c e i r o d e u m a e m p r e s a d c t e l e f o n i a . O s c o m p u t a d o r e s s ã o b e m s i m p l e s . T o d o s e s t ã o l i g a d o s a u m a m á q u i n a c e n t r a l p o t e n t e . P a r a a c e s s a r o s d o c u m e n t o s • • - v . p a r t i c u l a r e s , o s e s t u d a n t e s u s a m u n i a e s p é c i e d e c a r t ã o (flashcant), c o m g r a n d e c a p a c i ­ d a d e d c a r m a z e n a r d a d o s . " O c u s t o c o m p e n s a . A g o r a , p r c c i - s a m o s d c u m a d e c i s ã o p o l í t i c a p a r a e x p a n d i r 0 p r o j e t o . C e r c a d e 11$ 30 m i l s ã o s u f i c i e n t e s p a ­ r a m o n t a r u m l a b o r a t ó r i o e m ij BO M S E X E M P L O S O projeto de inclusão ! } social do Cisno nmt ru 0 ! ‘ • :i\ mço da UnB nas (ireasde

cducaçào c tecnologia. Lm | \ 2U0l ,o professor Gilberto

j-j Lacerda, da faculdade de ; Lducação.vcnceu o Prêmio !\ Joi vni Cicnlisia do Futuro

«3 com os programas H ér c u l es i j c j i l ó , que facilit a 0 ensino ; : de Ciências fxira crianças * | ’ iHjrtadoras de necessidades ■; especiais, e D a d o d e C o n t o s,' ; j para educação.ambiental , | cm área de Cerrado. Para »■> aproveit aras novidades, as ! 1 escolas precisam de a\xtio. ! | At é0 ano passado, apenas i i 66 das 623 escolas públicas

?: j do D F tinham laltoraiório : com computadores. . 1 I \ sahnção está cm projetos j ! como 0 da UnB. Outras

instituições tambiUi j ; colaboram, como 0 Instituto * ‘ Ayrtun Sei ma, a Microsoft e

( : - aOngComit ede \ D em ocr at i z ação da i j ■ Informática (CDI). c a d a esc o l a* ', c a l c u l a C e c í l i a . 0 i n v e s t i m e n t o f e i t o n o G i sn o t r o u x e t r a n q ü i l i d a d e p a r a a f a ­ m í l i a d o a d o l e s c e n t e B r u n o V i e - g a s, 16 a n o s . A t é 0 a n o p a ss a d o , 0 p a i d o r a p a z , A b r a ã o Si l v e i r a , 39 a n o s, e v i t a v a a s r e u n i õ e s c o n ­ v o c a d a s p e l o s p r o f e s s o r e s . " T i ­ n h a m e d o d e f a l a r q u e e r a p a i d e ! e p o r c a u s a d a s n o t a s b a i x a s e d o p é s s i m o c o m p o r t a m e n t o " , c o n t a o f u n c i o n a i i o p ú b l i c o e m o r a d o r d e So b r a d i n h o . 1 l o j e , A b r a ã o f a z q u e s t ã o d e c o n v e r s a i c o m o s p r o f e s s o r e s c d e sc o b r i r o s a v a n ç o s d o f i l h o . L i n c a s a , B r u n o j á p e g a 110 l i v r o se m p r e c i s a r d e o r d e m e c h a m a o s p a i s p a r a c o n v e r s a r s o b i e p r o b l e m a s d a a t u a l i d a d e , c o m o a G u e r r a n o I r a q u e . C o m p ^ .u i u a c a b a r c o m 0 , m e d o d c c o m p u t a d o r e p a s s o u a t i r a r n o t a s b o a s e m M a t e m á t i c a . N a a u l a . g o st a d e a c e s s a r p á g i n a s d c n o t í c i a s e c o n f e r i r a s m e n s a ­ g e n s q u e o s c o l e g a s d o p r o j e t o m a n d a m p a r a s e u e n d e r e ç o e l e - t i ò n i c o .“ F i c o a t u a l i z a d o so b r e t u ­ d o o q u e a c o n t e c e n a esc o l a " , c o n ­ t a, c h e i o d e su sp e n s o , B r u n o . O s c o o r d e n a d o r e s d o p r o j e t o j á p a r t i c i p a r a m d e d o i s e n c o n t r o s c o m o m i n i st r o d a F .d u c a ç ão ,C r i s- t o v a m B u a r q u e . I : a g u a r d a m r e s­ p o s t a p a r a a p i o p o st a d c a m p l i a r 0 p r o g r a m a p a r a o u t r a s n o v e e s ­ c o l a s d o D I í O o b j e t i v o é t e r u m m a i o r n ú m e r o d e a l u n o s e n v o l v i ­ d o s c s e n d o a c o m p a n h a d o s p a r a , c m p o u c o t e m p o , p r o v a r c i e n t i f i ­ c a m e n t e a e f i c á c i a d o m ét o d o . O d e p u t a d o d i s t r i t a l I z a l c i L u ­ c a s ( P F L ) p r e t e n d e i n c o r p o r a r a l g u m a s s u g e s t õ e s d o s p e s q u i ­ s a d o r e s a o p r o j e t o d c l e i d e s u a a u t o r i a q u e c r i a 0 Programa £ s - cola D igit al Int egrada. L i e p r e v ê i n s t a l a ç ã o d e c o m p u t a d o r e s c m t o d a s a s c s c o l a s p a r a u s o e m p e s q u i s a s t é c n i c a s , d i d á t i c a s e p e d a g ó g i c a s . F i c a r i a v e t a d o 0 u s o d a s m á q u i n a s c m a t i v i d a d e s a d m i n i s t r a t i v a s.

j ro fe s s o r do D e p a rta m e n to ' d e C iê n cia s da in fo rm a çã o d a U n i v e r s i d a d e d e B r a s í l i a , E m ir S u a id e n ó c o o rd e n a d o r do p ro g ra m a E scoia D ig ita l In te g ra d a , q u e a ss is te 36 e s t u d a n te s n o DF. P a ra o p ro fe s s o r, o co n ce ito de in clu sã o d ig ita l n ã o sig n ifica só te r ace sso a o c o m p u ta d o r. E nfa tiza q u e o c o rre to p ro c e s s o de in c lu s ã o d ig ita l te m que, n e cessa ria m e nte, c o n ta r co m a m e d ia çã o cla ra e p r e c i s a d e c o n t e ú d o s o p ro c e d im e n to s q u e p o ssib ilite m a o a p re n d iz s a b e r o que d e ve ou n ã o a p re n d e r n o com putador.

E -d u ca r - Qual o c o n c e ito hoje, d e n tro da sua linha de trabalho, de exclusã o digital e o que fazer

p a r a tra n sfo rm a re sta realidade.

E m ir S uaiden - São tòdas as p e sso a s que não possuem acesso a essa nova vida digital. Por exemplo: hoje no Brasil se diz que a gente vive numa sociedade da informação. Acreditamos que no Brasil somente 20% das pe ssoa s estão incluíd as na sociedade da informação, no restante estão os excluídos. Por que são excluídos? Porque estão e m r e g i õ e s o n d e h á predominância do analfabetismo, do desem prego e de muita violência. As pessoas não sabem le r e q u a n d o sa b e m não conseguem interpretar o que está no texto através da leitura. Então, a. exclusão digital funciona da mesma forma, porque não adianta ■ dispo nib ilizar um computador para uma pessoa analfabeta, não ' te m s e n tid o n e n h u m . São pessoas oriundas de regiões

o n d e p r e d o m i n a _a

• desinformação. As pessoas são m an ip ula da s pelos políticos, pelos formadores de opinião pública. São pessoas que não tem noção dos seus direitos e deveres na sociedade. Estão totalmente excluídas do processo digital, vivem à margem, recorrem muitas vezes à violência.

inclusão digital se faz de bom termo quando você tem o que chamamos de mediadores da informação. Não adianta pegar um grupo de garotos e colocá-lo no computador. Você tem de ter a questão da 'mediação da in fo r m a ç ã o . P r im e ir o , trabalhamos muito com o conceito de "alfabetização da informação'', porque você utiliza

o computador, a internet e o que você pode - retirar . da internet para melhorar sua vida funcional,- a sua i n c l u s ã o ' n o m e r c a d o d e trabalho e a sua

melhoria no

p r o c e s s o d e e n s in o . E s te s temas são os quo mais trabalhamos

na UnB no

p r o c e s s o d e inclusão social. E a prova disso é este t r a b a l h o q u e estamos fazendo no G1SNO, em que pegamos pessoas ' t exclui h incluídas, d perg vários alunos: o

que vocês querem U v g jg g j s e r q u a n d o

crescer? A maioria re s p o n d e u que

g o s ta ria de s e r c a ix a de supermercado, e hoje incluídas, d ig ita lm e n te , essas pessoas querem entrar na UnB, querem fa z e r in fo rm á tica , entrar rio m ercado de trabalho. Então, realmente, quando você têm um processo de inclusão baseado na m e d ia ç ã o da in fo rm a ç ã o o sucesso é muito grande.

E-ducar - Então, já passou a é p o c a d e s e d i s t r i b u i r com putadores. Não é assim?

próprio SINDILEGIS . distribui com putadores para todas as prefeituras e câmaras legislativas do Brasil, e apenas em duas, funcionaram. Se você não tiver um processo de mediação, você não in clui o sujeito d ig ita lm e n te . Algumas pessoas têm uma visão equivocada de que: se o sujeito

R i c a r d o D c i n l a s

S u a id e n é u m d o s p io n e iro s n a in c lu s ã o d ig ila l n o D F possuir um e-m ail, pode ser considerado incluído 'digitalmente. Isso não é inclusão digital. A inclusão digital é a “seleção e a análise do tema que você tem de trabalhar".

E -ducar - Qual o conceito de

in c lu s ã o digita l e quais os

m o d e lo s p e n s a d o s p e la academ ia?

E m ir S u a id e n - A n o ssa

Em ir S u a id e n - Isso não têm mais sentido, o Ministério da Educação distribui milhares de computadores no Brasil. O fato de você distribuir e disponibilizar equipamentos não significa nada. O importante é a

E-ducsr - P rofessor, ho je o senhor esta à frente de ■ uma OSCIP que trabalha exatam ente este tema. Fale um p o uco sobre o prccesso de cria çã o desta OSCIP e a viagem que fez recentemente a M adri e para a cid a d td e Saragoza.

Em ir íuaiden - Nós criamos esta OSCIP porque a nossa- grande' meta 'a UnB foi sempre trabalhar

com jesquisa, mas não só no

âmbib teórico, no prático também.

grande objetivo da universidade a re so lu çã o dos p ro b le n u sociais. Então, tem-se de deix- um pouco de lado a teoria e i r ; encontro à resolução de sti problemas. E o grande probl.cn

que enfrentam os é a inclus;

digital. Milhares de computadon se m u so a d e q u a d o . P a: t r a b a l h a r m o s c o m i s s precisamos, em grande parte, < colaboração da iniciada privad P r e c i s á v a m o s d e u m organização que não tivesse un característica comercial, mas qi pudéssem os trabalhar com in c lu s ã o d ig ita l. P a ra is: c o n s e g u im o s a lg u n s =>noi< importantes, sendo um deles o i Br Cl'Ò it Teleccm, inclusive até hr a empresa acredita no projoí Investe nele, paga 08 (oit monitores m ensalmente, forne- alimentação para os alunos qc geralmente, são carentes. Entã p r e c i s á v a m o s d e u m organização para este tipo c trabalho, e a perspectiva é cac

vez melhor. Há um Deput3c

Distrital/D F Izalci Lucas que r e c o n h e c e n d o o t r a b a lh i educacional, fez um projeto de le para que seja obrigatório ter en todas as escòlas do Distri*

Federal o que cham am os c

escola digital integrada, que este nosso projeto, do GISNO. próprio PROINFO do MEC que c programa de com putadores i e s c o la e s tâ fa z e n d o un experiência com o nosso proje em o ito o u rçove e s c o la In te r n a c io n a lm e n te n ó s

c o n s e g u i m o s u m

reapresentação no Congresso c

Madri e em Saragoza, u

C o n g re sso im p o rta n te sob s is t e m a s d e in f o r m a ç ; abordando a questão da inclus. digital. Está saindo um arti. nosso inclusive no In te m a tio i J o u rn a l o n D ig ita l L ib ra ríe s

considerado o principal periód: in g lê s s o b r e is s o . E n tâ realmente o cenário é mu interessante, nós tivem os aqui secretário de Educação de Goi que quer im plantar nas escolas E sta d o , e o s e c re tá rio i Rondônia que também ficou mu interessado. O próprio Ministé de Ciência e Tecnologia vê ct. bons o lh o s este p ro je to i inclusão digital.

O trabalho o os resultados obtidos pelo CDI contam hoje com um amplo reconhecimento internacional:

2004 - outubro - Rodrigo Baggio recebe o "Prêmio Empreendedor do Ano", na categoria "Responsabilidad Social" da Emst&Young.

20*4 - meio - O CDI é contemplado com o Prêmio Microsoft c!e Inclusão Digital, promovido pela M ic ro s o ft Corp oration. O prêmio reconhece instituições de diversas partes do mundo que se destacam p o r seus programas de uso da tecnologia da informação eni projetos sociais.

2004 - abril- O CDI recebe o Prêmio Bem Eficiente, concedido pelo Instituto Kanitz às 50 Melhores Entidades Beneficentes do Brasil

2003 - dezembro - A Microsoft Brasil concede ao CDI o prêmio Ta/erttos Nacionais que reconhece os maiores talentos e casos de sucesso no uso da plataforma Microsoft 2003 - Julho - A atuação social do CDI é reconhecida com o World Technology Award na categoria empreendedorismo social.

2003 - junho - A atuação social do CDI é reconhecida com o World T echnology Award na categoria empreendedorismo social.

2003 - junho - A DePaul University concede a Rodrigo Baggio o titulo de Doutor “Honoris Causa” em Ciências Humanas.

2002 - novembro - O CD! recebe o Prêmio UNESCO 2002 na categoria

“Comunicação e Informação" pelo seu pioneinsmo em trabalhar a inclusão social de comunidades menos privilegiadas através das novas tecnologias de comumcaçao e

informação. ■ <■

2002 - novembro - O CDI recebe a menção honrosa "Idéia Inovadora em Captação de Recursos" durante o prêmio Empreendedor Social realizado pela Associação Ashoka- McKinsey pelo desenvolvimento do plano de negócio CDI na Empresa .

2002 -junho - O CDI-Distrito Federal e Entorno recebe o prêmio Banco_ Mundial de Cidadania no Encontro Nacional de Experiências Sociais pela e aboraçao da estratégia de captação de recursos denominada AdoçSo de Escolas de Informática e Cidauama por Empresas e Organizações Públicas.

2002 - fevereiro - A Fundação Schwab de Empreendedorismo Social concede a Rodrigo Baggio o título de Empreendedor Socai de Destaque (Outstandmg Socai

E n t r e p e n e u r ).

2002 - ianeiro - O CDI recebe do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola-RJ) o

P rê m io Geração Capaz na categoria Terceiro Setor, pelo combate a exclusão digital

do jovem carente.

2001 - dezembro ■ OC D I-P a ra n á r e c e b e o T r o fé u Dignidade Solidária n a c a t e g o r i a O N G - E d u c a ç ã o , o fe r e c id o p e lo C e n tr o P a r a n a e n s e d a Cidadania.

2001 - dezembro - O C D I- E s p f r ito S a n t o recebe da ONG Movimento Vida Nova Vila

Velha o diploma de Empresa C id a d ã .

2001 - novembro - A Fundação Banco d o Brasil concede ao CDI o certificado

'Tecnologia Social Efetiva", r e c o n h e c e n d o os resultados e a rcplicabüidsde do projeto.

2001 ■'crosío - A UNESCO reconhece o CDI com um certificado de qualidade para experiências inovadoras em educação, arte e cultura para jovens em situação de risco.

2001 - julho

-

Rodrigo Baggio 6eieito "Líder Social do Brasil" pelo Fórum de Líderes

Sociais do Brasil uma parceria entre a Ashoka Empreendedores Sociais, Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e o Fórum de Líderes Empresariais

Gazeta Mercantil. - •••-

2001 - maio - O site do CDI ( v A W / . c d i . o r g . b r ) recebe o prêmio de TOP 3 do concurso

IBest 2000 na categoria Ações Sociais.

2001 - hneiro - Rodrigo foi selecionado pelo World Economic Forum - Davos/Sufça - como um dos 100 Global Leaders forTomoriow (100 Líderes Globais para o Amanha). 2000 - novembro - CNN/Espanol confere à Rodrigo Baggio o prêmio '20 Líderes da Internet na América Latina".

2000 - outubro- Rodrigo Baggio recebe o Prêmiü na categoria Humanitário da Revista Latin Trade, conferido aos nomes de destaque na vida e nos negócios relacionados à América Latina.

2000 - setembro - Rodrigo Baggio é escolhido para campanha institucional "Local Heroes" promovida pela CNN internacional e Banco HSBC pela sua atuação inovadora e exemplar em projeto social.

2000 - ma/o - O site do CDI (v w A V .cd i.o rg .b r) recebe o prêmio de TOP 3 do concurso IBest 99 na categoria Ações Sociais.

1SC9 - novembro - O CDI recebe o Prêmio Criança da Fundação ABRINQ, uma das maiores e mais r e c o n h e c id a s fundações brasileiras que desenvolvem projetos sociais

para jovens em situação de risco.

1999 - maio - Em artigo publicado pela revista TIME/AL, Rodrigo foi citado como um dos 50 líderes na América Latina que farão diferença no terceiro milênio; esteve, no mesmo período, entre os 20 selecionados para uma reportagem especial sobre o próximo milênio exibida pelo canal de televisão CNN.

1999 marco - BÍD e UNESCO promovem em Paris o encontro 'Visões para o Desenvolvimento da América Latina e Caribe". As entidades convidaram 100 líderes da América Latina e Caribe, onde Rodrigo Baggio foi o mais jovem e único

representante com projeto de tecnologia voltado para a área social.

1 3 9 9 - janeiro - Diversas organizações entre elas ONU, UNESCO, BID e Bird

selecionaram 50 jovens de 45 países do mundo, indicados pela representação e alcance de suas idéias pera um Fórum Mundial realizado em Washington, DC - o Common Futures Forum. Rodrigo Baggio representou o país levando o projeto do CDI

- único na área de tecnologia.

1998 - outubro - O Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, em viagem ao Brasil, visita "a Escola de Informática e Cidadania da Vila Olímpica na Mangueira. Como resultado, foram doadas 1 0 máquinas à EIC pelo Consulado Americano.

1997 - Rodriqo Baggio, fundador e diretor executivo do Comitê para Democratização da Informática é nomeado fellow da organização internacional Ashoka que investe em empreendedores sociais - lideranças que dedicam suas vidas ao desenvolvimento de idéias inovadoras voltadas para a solução de problemas sociais graves.

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