94 Nome do gr upo ____________________________________ Element os do gr upo _________________________________ Tema do t r abalho ___________________________________
Obj et ivo do t rabalho
Realizar um t r abalho sobr e as Revoluções Liber ais e pr epar ar a sua apr esent ação par a a t ur ma (em Power point , por exemplo).
Est rut ura do t rabalho
O vosso t r abalho deve ser compost o por : Capa
Í ndice
I nt r odução - Na int r odução devem f azer uma br eve apr esent ação do t ema do vosso t r abalho.
Desenvolviment o do t ema (no máximo 10 páginas) – No desenvolviment o
devem apr esent ar os ant ecedent es, ist o é, as causas da Revolução em est udo; a sequência dos pr incipais moment os/ acont eciment os dessa Revolução e as mudanças que o per íodo r evolucionár io t r ouxe par a o país onde ocor r eu.
Conclusão
95
Crit érios de avaliação
Respeit o pela est r ut ur a do t r abalho; Capacidade de pesquisa;
Or ganização da inf or mação; Rigor cient íf ico;
Qualidade do t ext o/ linguagem
Aspet o gr áf ico/ qualidade da apr esent ação;
Var iedade de r ecur sos (imagens, mapas, vídeos, cr onologia) Cr iat ividade
Desempenho do gr upo
Desempenho individual no t r abalho de gr upo
Apr esent ação pública. (Deve ser obj et iva e mot ivador a)
A classif icação ser á at r ibuída individualment e em f unção da not a obt ida no t r abalho de gr upo. Os element os do gr upo ser ão r esponsáveis pela gest ão do t r abalho e avaliar -se-ão no f inal do pr ocesso. Dest a f or ma, essa avaliação poder á f azer com que alguns obt enham uma classif icação dif er ent e. A avaliação que cada element o f az dos seus colegas de gr upo ser á única e exclusivament e do conheciment o dos pr of essor es.
Não se esqueçam que t odos devem t r abalhar j unt os par a at ingir um obj et ivo comum, ist o é, o sucesso do t r abalho. Por isso, t odos os element os do gr upo devem t er t ar ef as dest inadas e ser em r esponsáveis por elas, pois se f alhar em não são apenas eles que f alham mas t odo o gr upo!
80%
96
Prazos
Reunião com o gr upo: Semana de 2 a 7 Maio
Nest a r eunião, os gr upos de t r abalho ir ão indicar ao pr of essor em que sit uação se encont r a o t r abalho. Nest a r eunião cada element o deve f azer uma avaliação do gr upo de t r abalho.
Apr esent ações: 23 de Maio
No dia da apr esent ação, cada gr upo de t r abalho deve f azer chegar ao pr of essor o t r abalho escr it o f inal em supor t e inf or mát ico, bem como a apr esent ação.
Recursos
O pr of essor disponibiliza um conj unt o de r ecur sos que ser vem de apoio à r ealização do t r abalho. Esses r ecur sos ser ão enviados par a o e-mail de cada um dos element os do gr upo. Podem r ecor r er a out r os, como por exemplo sit es na int er net .
I mpor t a salient ar que o plágio é pr oibido. Como t al, o t r abalho que evidenciar cópias na ínt egr a de t ext os r et ir ados da int er net ser ão penalizados ou at é anulados.
Saber mais…
Ficam aqui algumas sugest ões de livr os que se encont r am na bibliot eca da Escola e que podem ser ut ilizados como apoio à concr et ização do t r abalho de gr upo.
97 GODECHOT, J acques – A Revolução Fr ancesa. Cr onologia Coment ada. Edit or a Nova Fr ont eir a, s.d.
ALAI N, Plessis – A Revolução Fr ancesa. Hist ór ia J únior . Por t o: Edições Asa, 1989.
Dúvidas, quest ões, problemas
Sempr e que necessit ar em de esclar eciment os acer ca da r ealização do t r abalho, bast a cont act ar a pr of essor a J oana Mor eir a par a o seguint e ender eço elet r ónico: mor eir a.j [email protected]
98 Anexo 5 – Roteiro de apoio ao trabalho de grupo (versão Revolução Liberal
99
Escola EB 2, 3/ S D. Moisés Alves de Pinho
Hist ór ia
8.º ano
Rot eiro de apoio ao t r abalho de grupo
100 Nome do gr upo ____________________________________ Element os do gr upo _________________________________ Tema do t r abalho ___________________________________
Obj et ivo do t rabalho
Realizar um t r abalho sobr e as Revoluções Liber ais e pr epar ar a sua apr esent ação par a a t ur ma (em Power point , por exemplo).
Est rut ura do t rabalho
O vosso t r abalho deve ser compost o por : Capa
Í ndice
I nt r odução - Na int r odução devem f azer uma br eve apr esent ação do t ema do vosso t r abalho.
Desenvolviment o do t ema (no máximo 10 páginas) – No desenvolviment o
devem apr esent ar os ant ecedent es, ist o é, as causas da Revolução em est udo; a sequência dos pr incipais moment os/ acont eciment os dessa Revolução e as mudanças que o per íodo r evolucionár io t r ouxe par a o país onde ocor r eu.
Conclusão
101
Crit érios de avaliação
Respeit o pela est r ut ur a do t r abalho; Capacidade de pesquisa;
Or ganização da inf or mação; Rigor cient íf ico;
Qualidade do t ext o/ linguagem
Aspet o gr áf ico/ qualidade da apr esent ação;
Var iedade de r ecur sos (imagens, mapas, vídeos, cr onologia) Cr iat ividade
Desempenho do gr upo
Desempenho individual no t r abalho de gr upo
Apr esent ação pública. (Deve ser obj et iva e mot ivador a)
A classif icação ser á at r ibuída individualment e em f unção da not a obt ida no t r abalho de gr upo. Os element os do gr upo ser ão r esponsáveis pela gest ão do t r abalho e avaliar -se-ão no f inal do pr ocesso. Dest a f or ma, essa avaliação poder á f azer com que alguns obt enham uma classif icação dif er ent e. A avaliação que cada element o f az dos seus colegas de gr upo ser á única e exclusivament e do conheciment o dos pr of essor es.
Não se esqueçam que t odos devem t r abalhar j unt os par a at ingir um obj et ivo comum, ist o é, o sucesso do t r abalho. Por isso, t odos os element os do gr upo devem t er t ar ef as dest inadas e ser em r esponsáveis por elas, pois se f alhar em não são apenas eles que f alham mas t odo o gr upo!
80%
102
Prazos
Reunião com o gr upo: Semana de 2 a 7 Maio
Nest a r eunião, os gr upos de t r abalho ir ão indicar ao pr of essor em que sit uação se encont r a o t r abalho. Nest a r eunião cada element o deve f azer uma avaliação do gr upo de t r abalho.
Apr esent ações: 23 de Maio
No dia da apr esent ação, cada gr upo de t r abalho deve f azer chegar ao pr of essor o t r abalho escr it o f inal em supor t e inf or mát ico, bem como a apr esent ação.
Recursos
O pr of essor disponibiliza um conj unt o de r ecur sos que ser vem de apoio à r ealização do t r abalho. Esses r ecur sos ser ão enviados par a o e-mail de cada um dos element os do gr upo. Podem r ecor r er a out r os, como por exemplo sit es na int er net .
I mpor t a salient ar que o plágio é pr oibido. Como t al, o t r abalho que evidenciar cópias na ínt egr a de t ext os r et ir ados da int er net ser ão penalizados ou at é anulados.
Saber mais…
Ficam aqui algumas sugest ões de livr os que se encont r am na bibliot eca da Escola e que podem ser ut ilizados como apoio à concr et ização do t r abalho de gr upo.
103 SERRÃO, J . V. – Hist ór ia de Por t ugal (1807-1832). vol. VI I . Lisboa: Ver bo, 1984.
MEDI RA, J oão – Hist ór ia de Por t ugal. Por t ugal Liber al. vol. VI I I . Amador a: Clube I nt er nacional do Livr o, s.d.
PI NTO, Conceição – Pr imeir a Hist ór ia de Por t ugal. 9ª . ed. Por t o: Edições Asa, 1999.
ALMEI DA, Paula Car doso. Hist ór ia de Por t ugal. Um novo Por t ugal. A r evolução liber al de 1820. Mat osinhos: QUI DNOVI , 2007.
Dúvidas, quest ões, problemas
Sempr e que necessit ar em de esclar eciment os acer ca da r ealização do t r abalho, bast a cont act ar a pr of essor a J oana Mor eir a par a o seguint e ender eço elet r ónico: mor eir a.j [email protected]
104 Anexo 6 – Planos de aula
105 Agrupamento Vertical de Escolas de Fiães
E.B. 2,3/S D. Moisés Alves de Pinho Joana Isabel Dias Moreira