8. Conclusões
Este trabalho partiu de um objetivo inicial que se mostrou inviável de satisfazer com o avançar do projeto - estudar a quantidade de peixe que poderia ser frito com o reaproveitamento do óleo da fritura de batatas. A inviabilidade do estudo prendeu-se essencialmente com a falta de verbas para a execução de testes laboratoriais e falta de amostras.
Pretendia-se também verificar e validar o método de análise de óleos utilizado, quanto a este objetivo em particular foi possível tirar algumas conclusões e ainda a sugestão de algumas melhorias. Passando a citar as conclusões, o OleoTest é um teste certificado que por si só, quando utilizado corretamente garante a qualidade dos produtos resultantes do processo de fritura.
Mais do que assegurar a qualidade do produto, pretendia-se também perceber se o OleoTest é economicamente rentável quando comparado com outros testes. É possível afirmar com toda a segurança que sim, pois o único método capaz de o superar torna-se instável devido às condições de manuseamento e sensibilidade de equipamento.
A escolha do óleo utilizado é claramente o fator mais importante em todo o processo, neste caso específico a qualidade justifica o preço e as quantidades consumidas no espaço de um ano de funcionamento das unidades alimentares são consideravelmente baixas – 13640 L - valor que com outros óleos passaria possivelmente para o dobro e talvez nesse caso, viesse a justificar a utilização do Testo 270, que apenas se mostra economicamente seguro para custos mais avultados.
No que concerne aos operadores do OleoTest, foi possível verificar que 53 dos 126 avaliados não possuem acuidade visual para executar os OleoTest, pelo que não devem ser designados para essa tarefa sem que antes consultem um profissional de saúde que ateste a sua capacidade ou incapacidade visual de os realizar. Todos os portadores de óculos devem utilizá-los no horário laboral.
Devem ser designados para a realização do OleoTest no mínimo duas pessoas por unidade, sendo que ambas devem estar de acordo no nível do óleo a registar.
No geral, pode concluir-se que o processo de fritura do DA se encontrará em condições ideais quando implementadas pequenas melhorias como a designação de pessoas com acuidade visual correta para realização dos testes.
9. Perspetivas de Trabalho
Como perspetivas de trabalho podem nomear-se alguns pontos-chave.
Caso o DA venha a verificar ou manter a necessidade de prosseguir com o estudo da fritura de peixe com óleo proveniente da fritura de batatas, deverá criar um estágio não de mestrado mas sim de doutoramento, para que o estagiário tenha o tempo e recursos necessários para desenvolver e otimizar colunas de sílica para os testes laboratoriais e quem sabe desenvolver um novo teste rápido de óleos.
Quanto à situação atual, será de extrema importância designar em cada unidade quais os operadores aptos à realização dos OleoTest tendo por base a sua acuidade visual e reavaliar a instrução de trabalho inerente ao processo. Devem ser designados para a realização do OleoTest no mínimo duas pessoas por unidade, sendo que ambas devem estar de acordo no nível do óleo a registar. Será também de elevada importância alertar os operadores para a má aplicação do teste, para que não se coloquem em risco desnecessário.
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Anexos
Anexo 1
Neste anexo é possível observar uma folha de registo de OleoTest utilizada no Departamento Alimentar.
Anexo 2
Neste anexo encontra-se o teste de Daltonismo aplicado aos operadores do Departamento Alimentar, assim como a grelha de correção e compilação de resultados obtidos, por esta mesma ordem.
“Identificação de distúrbios na visão das cores” Teste
Nome do operador:
Diga o que consegue observar em cada uma das imagens. Placa 1. Resposta: Placa 2. Resposta: Placa 3. Resposta: Placa 4. Resposta: Placa 5. Resposta: Placa 6. Resposta: Placa 7. Resposta: Placa 8. Resposta:
Placa 9. Resposta: Placa 10. Resposta: Placa 11. Resposta: Placa 12. Resposta: Placa 13. Resposta: Placa 14. Resposta: Placa 15. Resposta: Placa 16. Resposta: Placa 17. Resposta: Placa 18. Resposta: Placa 19. Resposta: Placa 20. Resposta: Placa 21. Resposta:
Placa 22. Resposta:
Placa 23. Resposta:
Placa 24. Resposta:
Correção do Teste
Placa 1- placa de controlo, todos devem observar o número 12; Placa 2- Normal=8; deficiência verde/vermelho=3;
Placa 3- Normal=29; deficiência verde/vermelho=70; Placa 4- Normal=5; deficiência verde/vermelho=2; Placa 5- Normal=3; deficiência verde/vermelho=5; Placa 6- Normal=15; deficiência verde/vermelho=17; Placa 7- Normal=74;deficiência verde/vermelho=21; Placa 8- Normal=6 Placa 9- Normal=45 Placa 10- Normal=5 Placa 11- Normal=7 Placa 12- Normal=16 Placa 13- Normal=73
Placa 14- Normal=; deficiência verde/vermelho=5; Placa 15- Normal=; deficiência verde/vermelho=45;
Placa 16- Normal=26; protanopia=6 (se for deficiência fraca pode ver o 2 levemente); Deuteranopia=2 (pode ver levemente o 6);
Placa 17- Normal=42; protanopia=2; Deuteranopia=4;
Placa 18- Normal=linha roxa e vermelha; protanopia=linha roxa; Deuteranopia=linha vermelha;
Placa 19- Normal=; deficiência verde/vermelho=linha tortuosa; Placa 20- Normal=linha verde;
Placa 21- Normal=linha laranja;
Placa 22- Normal=linha verde azulada ou verde amarelada; Placa 23- Normal=linha laranja e vermelha;
Placa 24- placa de teste.
Compilação de Resultados
Onde V/V ligeiro pretende identificar o distúrbio na identificação nítida de verdes e vermelhos.