• No results found

Faggruppe for EPJ og elektronisk samhandling

In document 5 STYRETS ARBEID (sider 48-51)

9 INTERNASJONALT ARBEID

10.4 Faggruppe for EPJ og elektronisk samhandling

De forma a interpretar os dados recolhidos foi criada uma grelha de análise (apêndice 17), onde se agruparam as questões, presentes no inquérito, em cinco categorias: Gestão (da associação), Gestão (da comunicação), Valorização da comunicação (importância atribuída), Qualidade da comunicação e Imagem. Assim, passa-se em seguida à interpretação dos resultados relativos às perceções das 15 organizações que fazem parte desta rede (embora sejam no total 19, quatro delas não colaboraram neste estudo) face à comunicação na mesma.

Comece-se pela primeira categoria a gestão do CEDT, segundo as respostas dos inquiridos existe, de facto, uma planificação da associação, sendo que todos os inquiridos conhecem os objetivos da rede. Ora, lembra-se Behrens (cit. in Oliveira, 2011) que considera que sem estratégia da própria organização também não pode existir uma estratégia de comunicação. Deste modo, o primeiro passo está dado, pelo que existe estratégia do CEDT. Em relação á gestão da comunicação a resposta à questão, “Na sua opinião há planificação da comunicação do CEDT?”, revelou que oito inquiridos desconhecem se existe planeamento da comunicação, uma vez que responderam que “talvez” e sete consideram que existe. Ora, como já justificado,

109

esta perceção de que existe planificação da comunicação pode estar relacionada com o desconhecimento do que é, de facto, o planeamento da comunicação. Apesar de existirem atividades isoladas e automatizadas não quer dizer que exista um planeamento da comunicação. Aliás, diante da experiência de estágio curricular, considera-se que não existe um planeamento da comunicação da associação não se atribuindo a componente estratégica à comunicação. As próprias respostas dos inquiridos, noutras questões, puseram em dúvida se, na realidade, a comunicação da associação é planeada. Por exemplo, se nas Assembleias-Gerais, momentos de extrema importância, existem indecisões se a comunicação é, ou não, um dos temas abordados isto indicia que provavelmente não existe um planeamento estratégico da comunicação, pois no contrário este seria um tema a abordar neste momento de reunião entre todos os associados (onde também se aborda o planeamento da associação). Apesar de nas reuniões de Direção indiciar se falar sobre a comunicação, não quer dizer que se planeie. Pois bem, apesar de haver um planeamento estratégico da associação não existe da sua comunicação, o que põe em causa a eficácia e eficiência da atividade comunicacional da associação, como aliás se pode perceber por várias questões apontadas ao longo da apresentação do CEDT (capítulo dois) e da experiência de estágio (capítulo três).

No que concerne à valorização da comunicação, segundo as organizações que compõem a rede CEDT, chega-se a ilações interessantes. A média das respostas dos inquiridos (à quarta e quinta questão) indica que a comunicação é avaliada como importante e que é classificada como útil o papel da comunicação na associação. Um resultado relativamente positivo, do ponto de vista da comunicação, que demonstra que as organizações associadas valorizam a comunicação. No entanto, esta (a comunicação) não parece ser um dos temas discutidos em Assembleia-Geral, logo não se atribui a mesma importância que se atribuem a outros assuntos que são abordados neste encontro (onde se decide o rumo da associação). Isto é, apesar das organizações (tendo em conta a quarta e quinta questão) valorizarem a comunicação, não entreveem na sua orientação e definição de estratégias (visto que se considera não existir planeamento estratégico da comunicação), assim, fala-se talvez de uma valorização “passiva e teórica”. Note-se que à medida que as organizações se consciencializam da importância da comunicação crescerá, também, a sensibilização para a necessidade de planeamento (Ruão, 1999).

Pois bem, as ferramentas preferidas, pela maioria das organizações associadas, são o site e a newsletter, embora em média os inquiridos considerem as ferramentas existentes entre

110

satisfatórias e eficazes, pelo que se estivessem totalmente satisfeitas com as ferramentas a resposta seria “totalmente eficazes”. Isto demonstra que existe aqui “um espaço” para a ação da comunicação, ou seja: melhorar a eficácia das ferramentas existentes. No entanto, quando questionados se achavam que se deveria investir dinheiro em ações ou ferramentas de comunicação apenas quatro inquiridos responderam prontamente que sim. Assim como, relativamente à importância de um profissional de comunicação para o CEDT, a média das respostas é 3,4, o que aponta como resposta a avaliação de “mais ou menos necessário”. Ou seja, parece existir, da parte da maioria das organizações associadas, uma valorização (da comunicação do CEDT) com “precaução”, como já referido, uma valorização “passiva e teórica”. Pensa-se que esta posição “passiva e teórica” tem influência no papel que é atribuído à comunicação no CEDT, uma vez que, sendo as organizações associadas o cerne da existência do CEDT, as suas considerações e posições influenciam o rumo da associação (da sua gestão, à ação, até à comunicação).

Quanto à qualidade da comunicação do CEDT, 60% dos inquiridos considera que é possível melhorar a comunicação entre os associados e entre estes e o CEDT. A meu ver, este é um aspeto crucial nos dados recolhidos. Muito pouco (para não dizer praticamente nada) é feito no sentido de melhorar a comunicação entre associados e destes com o CEDT. Pois bem, numa rede de cooperação interorganizacional, onde a base da rede são as relações entre os seus elementos, a confiança e a interação, revela-se necessário trabalhar estes aspetos (do ponto de vista da comunicação estratégica). Ora, como a comunicação é vista como a transmissão de informação (foco nas ferramentas de comunicação), sendo que as atividades (eventos) que acontecem são pensadas de forma isolada e automatizada (e não se atribuem estas iniciativas ao papel da comunicação); ou melhor, como apenas se confere a função tradicional à comunicação e não se reconhece uma vertente estratégica (a comunicação estratégica: as relações pública, a publicidade, etc.), o relacionamento (a confiança e a interação) entre os associados e entre estes e o CEDT acaba por não ser trabalhado. Provavelmente, não se reconhece sequer essa necessidade. De todo o modo, são ainda apontadas algumas falhas à comunicação, referidas no ponto anterior. As falhas apontadas vão de encontro ao que acabou de ser dito e apontam a importância de se repensar o papel da comunicação na associação. Isto porque são falhas que podem ser corrigidas com a intervenção da comunicação estratégica.

111

Por último, havia o interesse de perceber a imagem interna do CEDT. Contudo, a fraca taxa de resposta à questão referente (quatro inquiridos) comprometeu as conclusões e estudo desta imagem. Lembra-se que o público interno tem uma imagem da associação que passa por: uma associação que funciona como uma entidade que potencia a colaboração, as parcerias e a inovação, como uma associação de nicho com um papel importante, como uma oportunidade. As respostas indicaram novas pistas para compreender a imagem interna, nomeadamente a ideia de colaboração; parceria; rede; excelente; desmaterialização; inovação; desburocratização; dinamizadora dos processos de desmaterialização; espaço de encontro de empreendedorismo e inovação. As palavras indicadas não surpreenderam, pelo que vão de encontro à apresentação feita do CEDT.

Posto isto, com este estudo foi possível aprofundar as conclusões apuradas no capítulo anterior (especificamente no ponto 3.2 - articulação entre a teoria e a prática: uma reflexão) e ter a perceção das organizações associadas (concretamente, de 15 das 19 organizações) que compõem a rede CEDT sobre a comunicação na associação. Este estudo ajudou, ainda, a compreender o fenómeno em foco neste trabalho, como também, levantou algumas questões para futuras investigações.

No caso do CEDT, conclui-se que ao papel da comunicação atribui-se, em rigor, a gestão das ferramentas de comunicação existentes, esta que (à exceção do período de estágio curricular) era feita de forma aleatória e automatizada. Os eventos (organizados, normalmente, por entidades parceiras ou subcontratadas) são encarados como atividades isoladas e não são atribuídos ao papel da comunicação. Assim, no CEDT o papel da comunicação é o de transmissão de informação (visão tradicional da comunicação), não se identificando a comunicação como uma ferramenta estratégica e, por isso, não se reconhecendo a comunicação estratégica. Pensa-se que a valorização “passiva e teórica” da comunicação, pelos membros associativos da rede CEDT, contribui para o papel que é atribuído à comunicação na associação, uma vez que estas são a essência do CEDT.

Como se foi vendo foram identificados pontos fracos/falhas ao nível da comunicação da associação, pelo que indicam a importância de se repensar o papel da comunicação na associação. Neste trabalho foi possível (através de algumas pistas) considerar a importância da comunicação estratégica (do planeamento estratégico da comunicação) no caso de uma rede de cooperação interorganizacional. Pensa-se que uma ilação interessante a ser retirada tem que ver

112

com a utilidade de um profissional de comunicação estratégica na gestão das redes de cooperação interorganizacionais. Pois, um profissional formado em comunicação estratégica terá conhecimento importante sobre este campo e poderá, com base no que sabe, contribuir para o fortalecimento, crescimento e mesmo para o nascimento de uma rede de cooperação interorganizacional, assim como, para sensibilizar os membros da rede para a importância da comunicação estratégica. Desta forma, seria interessante estudar a relação entre a profissionalização da comunicação e o sucesso da comunicação das redes de cooperação interorganizacionais. A especificidade de cada rede de cooperação traz desafios para a comunicação estratégica, no entanto pensa-se que é inegável a sua importância na gestão de qualquer rede. Por exemplo, para trabalhar a relação, a interação e o desenvolvimento da confiança entre os membros da rede; a comunicação estratégica dispõe de um conjunto de técnicas e ferramentas (note-se que estas técnicas e ferramentas devem ser utilizadas de forma estratégica) úteis para essa atuação.

Deste modo, levantaram-se algumas questões no seguimento do estudo deste fenómeno, que servem como pistas para novas investigações. Em particular: que resultados organizacionais se poderiam esperar se existisse uma gestão estratégica da comunicação (se se reconhecesse o papel da comunicação estratégica) de uma rede de cooperação interorganizacional? Quais os desafios que se colocam á comunicação estratégica diante uma rede de cooperação interorganizacional? Poder-se-á falar em modelos de comunicação estratégica a seguir no caso de redes de cooperação interorganizacionais? Interessava, ainda, fazer um estudo sobre a presença, ou não, da comunicação estratégica (ou de uma gestão estratégica da comunicação) numa amostra representativa das redes de cooperação interorganizacionais em Portugal.

113 Considerações Finais

Iniciou-se este trabalho com o intuito de compreender o papel da comunicação estratégica na gestão das redes de cooperação interorganizacionais a partir do estudo de caso do CEDT, com base na experiência de estágio curricular realizada. Esta experiência que se efetuou durante três meses no CEDT, uma rede de cooperação com atuação no domínio da desmaterialização de transações. No início do percurso deste trabalho, percebeu-se a complexidade envolta em torno do fenómeno das redes de cooperação entre organizações. Constatou-se que o fenómeno é estudado a partir de várias abordagens e áreas do saber, o que se reflete em enumeras e diferentes contribuições. Percebeu-se ainda a pertinência do estudo das redes de cooperação interorganizacionais á luz da comunicação, em particular da comunicação estratégica. Desta forma, o caso do CEDT contribui para dar resposta ao ímpeto do trabalho. Contudo, sublinhe-se que o objetivo deste relatório não passava por fazer generalizações, mas sim por contribuir para a compreensão do fenómeno em estudo.

No caso estudado, conclui-se que a comunicação é entendida, numa visão tradicional, como a transmissão de informação. Não se faz uma gestão efetiva da comunicação e não se reconhece o papel da comunicação estratégica, pelo que a comunicação não é percecionada como uma ferramenta estratégica. Em rigor, ao papel da comunicação no CEDT atribui-se a gestão das ferramentas de comunicação existentes, esta que era feita de forma aleatória e automatizada. Lembre-se Oliveira (2011) que considera que o uso das mesmas ferramentas com, ou sem uma gestão estratégica e uma planificação estratégica produzirá resultados diferentes. Pensa-se que se estas fossem geridas de forma estratégica e planeada, seriam mais eficazes. Aliás, lembra-se que em média as respostas, das 15 organizações que participaram no estudo empírico, avaliaram as ferramentas existentes entre satisfatórias e eficazes. A par destas considerações, as iniciativas (workshops, eventos, etc.) que acontecem não se atribuem ao papel da comunicação do CEDT, encaram-se como atividades isoladas. São normalmente organizadas por entidades parceiras ou subcontratadas, sendo que a mediação entre essas entidades e o CEDT é, em norma, feita pela pessoa que ocupa as funções de diretor geral e não pela pessoa que ocupa as funções de “comunicação e organização”. Constatou-se que não existe nenhuma pessoa formada em comunicação a operar na equipa CEDT, pelo que se considera que o nível de profissionalização é importante para a eficácia dos resultados apurados (Oliveira, 2011). Crê-se que é importante que haja a valorização da comunicação (valorização do papel da comunicação)

114

por parte dos membros organizacionais que compõem a rede de cooperação, sendo que estes são o cerne da existência de uma rede desta natureza. De todo o modo, o estudo empírico realizado concluiu que existe uma valorização “passiva e teórica” da comunicação no CEDT, resultado que, no meu ponto de vista, contribui para justificar o papel que é atribuído à comunicação no CEDT.

Pensa-se que a atual realidade comunicacional da rede CEDT se reflete na eficácia e eficiência da sua comunicação, se bem que se acredita que acaba por se refletir também nos resultados organizacionais da própria rede. Por exemplo, se o relacionamento entre todos os membros estivesse fortalecido e se existisse uma imagem e uma reputação sólida do CEDT no contexto organizacional português, aspetos estes que se poderiam trabalhar a partir de uma gestão estratégica da comunicação e das técnicas de comunicação estratégica (isto é, se a comunicação estratégica tivesse um papel na gestão do CEDT), admitir-se-ia, eventualmente, a existência de uma rede de cooperação mais estável e, talvez, o interesse de outras organizações em aderir à rede. Assim, considera-se que os resultados comunicacionais apontam para a necessidade de se repensar o papel que é atribuído à comunicação na gestão do CEDT.

Importa referir que o novo projeto do CEDT (para os próximos anos) que concorreu ao Sistema de Apoio a Ações Coletivas - SIAC (lembre-se que grande parte da atividade da associação é financiada por fundos públicos) não foi aprovado. Desde fevereiro o CEDT abdicou das suas instalações físicas, o diretor geral deixou de exercer funções na associação e não se renovou o contrato de trabalho com a pessoa que desempenhava o papel de apoio operacional. Desta forma, isto pode indiciar, ou não, a reformulação do CEDT, ou a sua extinção.

As principais conclusões que se retiram a partir do estudo de caso do CEDT, diante do cenário exposto, é que o fenómeno das redes de cooperação interorganizacionais parece ser um processo em progressiva construção/mutação e que, por isso, se deve integrar a comunicação, em particular a comunicação estratégica neste processo, pois as vantagens daí decorrentes podem ser reveladoras. Parece evidente que existe “espaço de atuação” para a comunicação estratégica, nestas redes. Se se pensar que uma rede de cooperação é composta por organizações distintas (cada uma com códigos, culturas e identidades próprias), que têm de se articular, que têm de interagir e trabalhar juntas em prol de objetivos comuns, advinha-se a necessidade e importância do papel da comunicação. Se a comunicação for gerida estrategicamente e reconhecida como uma ferramenta estratégica, as vantagens poderão ser

115

inúmeras. Existem várias formas de gerir uma rede, como se pôde confirmar na fundamentação teórica; independentemente de qual se adote admite-se a utilidade de existir um indivíduo/ indivíduos responsáveis pela função de comunicação na gestão da cooperação interorganizacional. Todavia, é importante que este/estes tenham formação em comunicação. A comunicação/ comunicação estratégica pode ser integrada na gestão das redes, até porque se vê a comunicação como um instrumento de gestão. Como referido na fundamentação teórica, a comunicação estratégica pode atuar em vários aspetos de uma rede, nomeadamente, nos condicionantes para a adesão a um sistema de rede. Exemplificando: no trabalhar das relações entre os membros que compõem a rede, da confiança entre eles. Diante deste panorama, considera-se que, provavelmente, o grande desafio que se coloca à comunicação/comunicação estratégica será encontrar o caminho mais adequado para agir, uma vez que cada rede tem as suas especificidades e pode mudar a cada instante (com a adesão de novos membros, ou a saída). Assim, conclui-se que, independentemente das configurações, tipologias, objetivos que a cooperação entre organizações assuma, tal como a sua gestão, a sua comunicação (esta que deve de ser entendida como uma ferramenta estratégica) é fundamental.

Na sequência do estudo do fenómeno em foco foram levantadas novas questões, que podem ser pertinentes para outros trabalhos. Seria útil estudar a relação entre a profissionalização da comunicação e o sucesso da comunicação das redes de cooperação interorganizacionais. Como, a relação entre os resultados organizacionais e a gestão estratégica da comunicação (o papel da comunicação estratégica) de uma rede de cooperação interorganizacional. Assim como, estudar se se poderão falar em modelos de comunicação estratégica a seguir no caso de redes de cooperação interorganizacionais. Teria também interesse entender quais os desafios que se colocam á comunicação estratégica diante uma rede de cooperação interorganizacional. Importava ainda fazer-se um estudo sobre a presença, ou não, da comunicação estratégica (ou de uma gestão estratégica da comunicação) numa amostra representativa das redes de cooperação interorganizacionais em Portugal.

No que diz respeito ao desenvolvimento do presente trabalho, destaca-se a dificuldade em simplificar a complexidade em torno do caso da rede CEDT, paradoxalmente, uma rede de competências em desmaterialização de transações, mas que parece muito formalizada/complexificada. Note-se que não se pode deixar de considerar que realizei um estágio curricular nesta organização e que este envolvimento pode, eventualmente, levar a algum

116

enviesamento, decorrente de alguma subjetividade. Importa considerar as limitações do estudo empírico realizado, nomeadamente, quatro das 19 organizações não responderam; em algumas questões do inquérito, a taxa de resposta não foi significativa; em algumas perguntas (em particular, duas) não era clara a informação pretendida, ou provocou-se enviesamento da resposta. Teria sido útil aplicar um inquérito a todos os membros do público interno e não apenas a um representante de cada organização associada à rede.

Conclui-se o relatório com a noção de que “a maior vantagem dos interessados no campo das redes de cooperação é o enorme horizonte de possibilidades que se desenha à sua frente. Praticamente todos os aspetos que cercam este tema estão por ser estudados e aprofundados” (Balestrin & Verschoore, 2008: 196). Assim, o presente trabalho procurou dar um contributo para o estudo deste fenómeno e para o campo da comunicação, colaborando com pistas para novos trabalhos.

117 Bibliografia

Afonso, M. (2009) A comunicação organizacional interna no processo de criação da imagem da organização. Dissertação de Mestrado, Universidade do Minho, Braga, Portugal.

Albuquerque, A. (2008a) Comunicação e alinhamento estratégico. Comunicação Organizacional [http://fabioalbuquerque.blogspot.pt/, acedido em 6 de maio de 2014].

Albuquerque, A. (2008b) Parem de brincar de comunicação interna. Comunicação Organizacional [http://fabioalbuquerque.blogspot.pt/, acedido em 6 de maio de 2014].

Alves, J., Marques, M. & Saur, I. (S/D) O papel das redes de cooperação na promoção da inovação e na modernização de clusters: o caso do projecto “Casa do Futuro”. Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal [http://www.apdr.pt/siterper/numeros/RPER06/portugues/art02.pdf, acedido em 4 de fevereiro de 2014].

Amora, F., Bittencourt, J., Reis, C., Oliveira, M. & Bourahli, A. (2012) “Cooperação: uma estratégia para manter competitivas as pequenas e médias empresas do setor do vestuário”, IX SEGeT – Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia.

Associação Industrial Portuguesa (S/D) Cooperação Empresarial [http://www.aip.pt/irj/go/km/docs/site-

manager/www_aip_pt/documentos/cooperacao_empresarial/projetos/informacao_lateral/coop era%C3%A7%C3%A3o_TotalProjetos.pdf, acedido em 21 de fevereiro de 2014].

Balestrin, A. & Verschoore, J. (2008a) Factores relevantes para o estabelecimento de Redes de Cooperação entre Empresas do Rio Grande do Sul. Revista de Administração Contemporânea, Vol. 12, n. 4, pp. 1043-1069 [http://www.scielo.br/pdf/rac/v12n4/08.pdf, acedido em 4 de fevereiro de 2014].

Balestrin, A. & Verschoore, J. (2008b) Ganhos competitivos das empresas em redes de cooperação. Revista de Administração – Eletrônica, Vol.1, n.1, art.2 [http://www.rausp.usp.br/Revista_eletronica/v1n1/artigos/v1n1a2.pdf, acedido em 4 de fevereiro de 2014].

Balestrin, A. & Verschoore, J. (2008c) Redes de Cooperação empresarial: estratégias de gestão na nova economia, Porto Alegre: Bookman.

118

Balestrin, A.,Verschoore, J. & Junior, E. (2010) O Campo de Estudo sobre Redes de Cooperação Interorganizacional no Brasil . Revista de Administração Contemporânea, Vol. 14, n. 3, art. 4, pp. 458-477 [http://www.scielo.br/pdf/rac/v14n3/v14n3a05.pdf, acedido em 30 de janeiro de 2014].

Barcellos, P., Borella, M., Peretti, J. & Galelli, A. (2010) Insucesso em redes de cooperação. Estudo multicasos. Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, pp. 49-57 [http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/rpbg/v11n4/v11n4a06.pdf, acedido em 27 de janeiro de 2014].

Barranqueiro, S. (2009) O impacto da Cultura Organizacional na inovação: um estudo em pme´s Portuguesas. Tese de Mestrado, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.

In document 5 STYRETS ARBEID (sider 48-51)