La lectura. Los Predictores y Habilidades Facilitadoras
3.3. Factores que inciden en el aprendizaje de la lectura
OBJETIVOS
• Identificar as funções e estágios da etapa de controle.
• Analisar o processo de recebimento e envio de comandos entre a unidade remota, o CI de controle e os circuitos do receptor.
• Analisar o sistema de informações na tela.
DESCRIÇÃO
O controle das funções nos televisores modernos, como a seleção de canais, o ajuste dos níveis de brilho, contraste, saturação, volume e tonalidade, a ativação do emudecimento, do temporizador e de outras funções especiais, é feito essencialmente através da variação adequada de níveis de tensão, aplicados em pinos dos CIs. Nos chassis simples essas tensões podem ser variadas em passos, com divisores de tensão selecionados por um teclado, para a troca de canais, ou continuamente, em resistores ajustáveis ("potenciômetros"). Entretanto, a tendência entre os fabricantes é a incorporação de controle remoto sem fio em todos os aparelhos.
O controle remoto sem fio usado nos televisores funciona através da emissão de radiação infra-vermelha, com comprimento de onda de aproximadamente 920 nm (9200 Å), efetuada por diodos de Arseniato de Gálio (GaAs), que ficam na unidade portátil. No receptor, um diodo PIN converte os impulsos luminosos em elétricos.
Detalhe do Receptor
Para que o sistema se torne insensível a interferências e atue como desejado, é utilizado um código de pulsos dividido em dois blocos: o primeiro caracteriza uma transmissão (identificação) e o segundo passa os dados da operação comandada.
As interferências podem ser originadas em fontes estáticas, isto é, que não pulsam, como o sol, as lâmpadas incandescentes, aquecedores e chamas, e em fontes dinâmicas, como lâmpadas fluorescentes, a imagem do TV, outros transmissores de infra-vermelho, etc. As estáticas são logo descartadas pelo uso do código de identificação, mas este deve ter uma freqüência que não se confunda com as freqüências e harmônicos das fontes dinâmicas. Além disso, o código de dados
130 tem de ser específico para cada tipo de aparelho ou fabricante, de modo que outro equipamento existente no mesmo ambiente não seja acionado inadvertidamente
Diagrama da unidade transmissora
O receptor, geralmente contido num único invólucro montado no painel frontal do televisor, entrega ao Decodificador apenas os pulsos retangulares correspondentes ao código de identificação e dados, eliminando a maioria das fontes de interferências - exceto as que tenham a mesma freqüência de pulsos, cabendo ao Decodificador rejeitá-los se não atenderem ao código programado.
Diagrama da entrada receptora (“front-end”)
O decodificador pode ser parte do CI de controle das funções do televisor. Basicamente, o que ele faz é confirmar que o sinal que lhe é entregue se trata de um comando, através do detetor de identificação, que lê o primeiro bloco de pulsos e, se confirmado, passa o segundo bloco de pulsos para o detetor de bits, que extrai os bits de dados e os transfere para um registrador. Ao final do comando, o conteúdo do registrador é comparado com os existentes no sistema, um de cada vez, que vão sendo colocados no buffer. Quando um coincide, ele é analisado pelo separador de comandos que transfere para o(s) bloco(s) adequado(s). Se for um comando de ajuste de volume, brilho, contraste ou saturação - para ficar nos essenciais - será transferido para a seção de conversão D/A correspondente; cada comando desse pode ser de incremento ou decremento e o conversor D/A eleva ou reduz, respectivamente, o nível de saída. Se é um comando de troca de canais, serão
131 buscados em uma memória os níveis pré-ajustados para aquele canal - no receptor em uso, esse conjunto de níveis chama-se programa.
Organização típica da etapa de controle
O CI de controle aceita também comandos por teclas colocadas no próprio aparelho, sendo que em alguns casos somente através destas é possível realizar certas operações, como a de pré-ajuste dos canais, ou, ao contrário, há funções que aparecem apenas no remoto, como o mudo.
Os níveis de brilho, contraste, saturação e volume podem ser memorizados através de um comando denominado preferência pessoal (PP), ou outro nome comercial qualquer, de acordo com o fabricante do televisor. Tais níveis servem para todos os canais e uma vez estabelecidos pelo usuário, são chamados automaticamente quando o receptor é ligado ou quando a tecla PP é apertada. Para orientação do espectador, a função que está sendo ajustada ou o programa selecionado pode ser apresentado na tela, na forma de dígitos ou de uma barra proporcional ao nível corrente com a legenda da função - a isto chama-se on screen display (OSD).
Quando o televisor é desligado pelo controle remoto fica em espera (stand-
by), com a fonte ativada para alimentar o estágio de controle, habilitando-o a receber
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PROCEDIMENTOS
1. Identifique os blocos internos e terminais de entrada e saída do CI de controle, através das funções que realizam.
2. Com a base de tempo de 5 ms/div, observe a forma de onda na entrada de pulsos do remoto no CI de controle, enquanto atua na função cor do remoto. Repita para outras funções. Compare e analise as formas de onda.
3. Observe agora o sinal nas saídas do CI que controlam contraste e saturação, enquanto atua nas funções do remoto respectivas, verificando forma de onda e nível DC. Analise o processo.
4. Verifique o que ocorre nos pinos do CI de controle relacionados à seleção de canais, enquanto troca de canais e enquanto faz a procura de um canal (pré- ajuste). Analise o processo.
5. Verifique o que ocorre no pino de identificação ao trocar de canais, inclusive para o caso de canais vagos e de canais codificados. Analise.
6. Analise o bloco on screen display, através dos sinais que recebe e envia enquanto ativado.
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