• No results found

Førstegangsbosetting, flytting og utvandring

3. Livet i Norge

3.5. Førstegangsbosetting, flytting og utvandring

Para a utilização desta metodologia é fundamental o conhecimento de alguns processos, bem como estudar a contribuição desse método para a efetivação do trabalho docente.

Uma simples vista a exposições ou a uma determinada instituição não é suficiente para despertar o interesse do aluno, é importante tornar esse recurso favorável e atrativo através da elaboração de estratégias que despertem o interesse do aluno não apenas para o local em si, mas para a potencialidade de conteúdos ali

disponíveis ao trabalho pedagógico.

Providenciar uma visita técnica ou uma visita à exposição sobre determinada temática é tarefa que exige, por parte do professor, preparação, organização e conhecimento da área; e por parte dos alunos, no mínimo, um pouco de disciplina e alguma disposição.

A condução desta metodologia inicia-se muito antes da data prevista para a realização do evento, em um período de planejamento e na elaboração de um plano metodológico, que deve ser efetivado através da definição dos objetivos da visita proposta, e com vistas a estes objetivos, selecionar a exposição ou instituição mais apropriada para o desenvolvimento do trabalho proposto. É importante também estabelecer contato com a exposição ou instituição antecipadamente, de modo a alcançar uma familiaridade com o espaço a ser trabalhado, além de verificar se há a disponibilização de atividades educativas ofertadas pela curadoria da exposição ou pelo responsável pela monitoria na instituição para verificar se há adequação entre estes e as propostas pedagógicas elencadas pelo professor ao escolher a utilização desta metodologia.

Os alunos também deverão preparar-se para o evento, além de serem orientados a prática do exercício de observação, contato prévio com os conteúdos próprios do local, e quando do retorno a IES, esta atividade deve ser continuada e finalizada, para que se entenda que a atividade externa é importante e significativa, e não mero instrumento de distração e relaxamento.

A avaliação deste método deve envolver atividades que contemplem o processo integralmente para verificação de cumprimento dos objetivos planejados e escolhas efetivadas.

As vantagens deste método são as experiências sensoriais dos conteúdos, que transcendem a teoria e passam a ser observados na prática, o que torna a aprendizagem muito mais significativa e efetiva. Como desvantagem, quando este método não é bem planejado e não apresenta objetivos claros, as atividades externas a IES tornam-se irrelevantes e muitas vezes consideradas cansativas e

perda de tempo por parte dos alunos.

3.4 Dissertação

A dissertação é uma metodologia frequentemente utilizada em sala de aula, já que exige que o aluno, além de travar contato com as leituras pré determinadas, sistematize-a de forma lógica racional, o que possibilita ao professor a verificação de que o aluno, além de participar ativamente de seu processo educacional compreende sua proposta e a partir de um tema proposto é capaz de selecionar conteúdos relativos a ele, relacionar ideias, organizar e interpretar as informações acessadas, gerando assim conhecimento e dele se apropriando.

A condução desta metodologia exige preparação anterior à redação dissertativa, já que para tal é imprescindível leitura, que lhe propiciará a compreensão do tema em sua integralidade, esclarecimento de vocabulário com o qual pode não estar acostumado, assim como conceitos específicos antes não contatados.

Conforme Marion e Marion (2006), esta metodologia possibilita ao aluno o exercício comparativo entre diferentes autores sobre o mesmo tema, o que lhe permite desenvolver suas próprias ideias.

A avaliação da dissertação dá-se através da demonstração, por parte do aluno, de domínio quanto ao conteúdo especificado, além da compreensão das diversas áreas do conhecimento que se congregam para a efetiva construção do conhecimento e sua apropriação.

Como principal vantagem desta metodologia verifica-se a introdução do aluno na área de pesquisa acadêmica e aumento de suas práticas reflexivas e críticas, enquanto as maiores dificuldades encontradas na utilização desta técnica encontram-se, muitas vezes, na baixa competência de leitura e escrita do aluno, que não é estimulado desde tenra idade a esta lide, assim como a heterogeneidade dos alunos com relação a seus conhecimentos, anseios e compreensão da importância desta forma de estudo.

3.5 Projeção de mídias diversas

Marion e Marion (2006), referem-se a esta metodologia como “Projeção de fitas”, contudo, para este trabalho, o temo fitas foi substituído pelo termo mídias, já que atualmente é possível a utilização de diversas mídias que podem armazenar vídeos e filmes a serem trabalhados em aula, tais como pen drives, CDs, DVDs, dispositivos on line, dentre diversas outras possibilidades tecnológicas.

Esta metodologia, de baixo custo, é excelente artifício educacional, pois faz com que o aluno observe os temas tratados em aula sob óticas diferentes, sob abordagens muitas vezes mais amenas e prazerosas, o que faz com que a articulação entre as informações se estruturem sem pressão e solidifiquem-se em conhecimento, muitas vezes de maneira lúdica, que auxilia em muito o processo de construção intelectual.

Como nas demais metodologias já expostas é imperioso o planejamento da aula, com a utilização desta metodologia e a clara proposição de seus objetivos, o que faz com que a condução deste método seja assertiva e não apenas divertimento ou passatempo aleatório.

A avaliação pode ser efetivada de inúmeras formas, desde debates, relatórios, construções coletivas, etc.

As vantagens encontradas na utilização da projeção de mídias diversas encontram-se em sua facilidade de acesso, baixo custo e ludicidade, enquanto desvantagens apresentam-se quando não há planejamento adequado da aula e de sua utilização de maneira fútil e de modo a não agregar conhecimento algum aos alunos.

3.6 Seminário

A metodologia de seminário não deve ser confundida com simples exposição de um cartaz ou apresentação digital confeccionados sem reflexão.

O seminário tem por objetivo principal o ensino socializado, onde após um período de estudos em grupo sobre determinado tema, onde o grupo de alunos, sob orientação do professor, investigou, discutiu, reestruturou conceitos e visões, apropriou-se de conhecimentos gerados coletivamente, exporão suas conclusões aos demais grupos participantes de sua turma.

A princípio o seminário é uma técnica a ser desenvolvida em grupo e apresentada aos colegas, porém, não há impedimento de elaboração de seminário individual caso não seja possível à elaboração em grupo.

A condução da metodologia não é iniciada no momento da apresentação. É necessário planejamento e tempo para execução do que foi definido coletivamente, assim como a ênfase na participação de todos os integrantes do grupo, para que não haja sobrecarga de um único aluno enquanto os demais não participam efetivamente da apresentação do seminário. Após a elaboração do estudo, confecção da apresentação há a exposição dos resultados de pesquisa aos demais colegas da turma e ao professor, que no momento seguinte desenvolverão uma discussão crítica e construtiva sobre o tema abordado.

As vantagens da técnica do seminário estão nos fatos da oportunização da reflexão e construção coletivas do saberes e desenvolvimento de competências, na propiciação de novos olhares sobre problemáticas já conhecidas e no auxílio do despertar científico dos alunos. Como desvantagens apresentam-se as alegações de falta de tempo para a realização dos trabalhos coletivos por parte de alguns alunos, assim como a alegação de timidez para apresentação à turma.