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Est udos sobre o TVT de ocorrência nat ural são ext remament e cont roversos no que diz respeit o a sexo, raça e idade. DAS & DAS (2000) relat aram que cães de qualquer idade, raça e sexo são suscet íveis ao desenvolviment o do TVT. A maior f reqüência é de cães com 2 a 5 anos de idade, porém, quando em áreas endêmicas, cães acima de um ano de idade podem desenvolver o TVT. Esse t rabalho f oi realizado em área endêmica e a idade dos animais variou de 1 a 18 anos com predomínio de 3 a 6 anos. Esse result ado est á de acordo com os encont rado por DAS & DAS (2000) e SOUSA

et

al .

(2000). COHEN (1985) e ROGERS

et al .

(1998) relat am que a ocorrência do TVT é maior em animais adult os, principalment e durant e a f ase reprodut iva.

TINUCCI-COSTA (1994) e SOBRAL

et al .

(1998) report am que a ocorrência

prevalece em f êmeas, pelo f at o do número de parceiros durant e o período de cio, enquant o PAPAZOGLOU

et al .

(2001) e BRANDÃO

et al .

(2002) relat am maior incidência em machos.

O diagnóst ico do t umor venéreo t ransmissível (TVT) é de f undament al import ância pelo f at o dessas células se assemelharem com as de out ras neoplasias como linf oma, plasmocit oma, mast ocit oma e hist iocit oma,

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principalment e se os TVTs f orem de localização ext ragenit al (CANGUL, 2001; MacLACHLAN & KENEDDY, 2002).

O mot ivo de esse t rabalho abranger mais a manif est ação clínica do TVT do que o encont rado na lit erat ura deve-se ao f at o de que na rot ina de at endiment o do Hospit al Vet erinário da UNESP, campus de Bot ucat u, São Paulo, o número de cães com diagnóst ico de t umor venéreo Transmissível (TVT) vem aument ando progressivament e, represent ando o segundo mais f reqüent e, sendo superado apenas pelo t umor de mama (HATAKA, 2003; AMARAL, 2005).

Em vist a disso, 77 cães com diagnóst ico de TVT pelo exame cit opat ológico, que most rou ser uma excelent e f errament a no diagnóst ico dessa neoplasia, de acordo com DALECK

et al .

(1987), COWEL & TYLER (1989), ROCHA (1998ab), McKEE

et al .

(2001) e PAPAZOGLOU

et al .

(2001), f oram submet idos à t écnica de cit ologia aspirat iva por agulha f ina, não havendo complicações decorrent es do procediment o e f oram possíveis t odos os diagnóst icos.

A localização do TVT é classif icada pelos aut ores em genit al e ext ragenit al, com predileção para a genit ália ext erna, independent e do sexo (FENTON & YANG 1988; ROGERS 1997; ALBANESE

et al .

2002). Os result ados dest e t rabalho concordam com os mencionados. Verif icou-se que, dos 77 cães machos e f êmeas part icipant es do est udo, 57 (74,03%) apresent aram o TVT na localização genit al.

São ausent es os t rabalhos que coment am sobre o t amanho do TVT dist ribuindo-o em cat egorias. Apesar da dist ribuição unif orme do t amanho do t umor, houve maior número de animais com t umor classif icado como grande (acima de 6 cm de

). O t empo de evolução predominant e f oi o ant igo, com

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mais de 8 semanas (35 animais – 45,45%). Esses dados são condizent es com os de SOUSA

et al .

(2000) e MacLACHLAN & KENEDDY (2002).

Não é possível def inir uma célula t umoral em t ermos absolut os. As células neoplásicas são normalment e conhecidas por apresent arem cresciment o anormal pelos vários f at ores envolvidos nesse processo. Mesmo assim, a busca de indicadores cit omorf ológicos, principalment e aqueles que auxiliam no índice prolif erat ivo de t umores são incansáveis (QUINN & WRIGHT, 1990; PRESTON- MARTIN

et al

., 1990; CARVALHO,1993).

São escassas ou ausent es as pesquisas que invest igam por meio de exame cit opat ológico, ut ilizando os marcadores de prolif eração celular, para melhor compreensão do comport ament o biológico do TVT. Tampouco invest igações que part icularizem crit érios cit omorf ológico ou ainda sua correlação com a t erapia indicada e seus ef eit os colat erais, no sent ido minimizá-los.

O comport ament o biológico do TVT def inido como primário, não- primário e recorrent e, f oi incluído nesse t rabalho com o obj et ivo de correlacionar o local com a agressividade do t umor. Essa denominação é pioneira no Hospit al Vet erinário da FMVZ – UNESP, campus de Bot ucat u (BRANDÃO

et al

. 2002). O número de animais com t umores primários f oi de 58 (75,32%).

A coloração de Giemsa t riou os casos de TVT e permit iu a separação do t umor nos t rês dif erent es grupos morf ológicos (linf ocit óide, plasmocit óide e mist o).

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Das 66 neoplasias obt idas de t umores de localização genit al, houve predomínio da morf ologia plasmocit óide (43,94%), seguida da morf ologia mist a (30,30%). Os t umores ext ragenit ais apresent aram a mesma t endência de prevalência da morf ologia plasmocit óide onde, das 26 amost ras, 46,15% possuíam est a morf ologia.

Nest e est udo, houve t rês casos primários com localização ocular, oral e nasal, ou sej a, o sít io primário de implant ação f oi esses locais, não havendo compromet iment o genit al. Dest es t rês casos, 2 apresent aram morf ologia linf ocit óide e 1 apresent ou morf ologia mist a. Nos casos primários, 40,91% apresent aram a morf ologia plasmocit óide e 31,82% eram de morf ologia mist a. No nosso est udo, apenas 2 animais (2,60%) apresent aram recorrência, porém,

um deles t eve recorrência duas vezes após o t rat ament o. BRANDÃO

et al .

(2002) verif icaram uma t axa de recidiva de 16,7% nos animais t rat ados por sulf at o de vincrist ina, dois a t rês meses após o t érmino do t rat ament o. Com relação ao t empo de evolução, houve prevalência de t umores ant igos, com mais de oit o semanas (47,82% dos casos). Pode-se inf erir que esses t umores não apresent ariam mais a regressão espont ânea relat ada por COHEN (1985) e por HARMELIN

et al .

(2002). Dent re os t umores ant igos, a prevalência f oi da morf ologia plasmocit óide (48,91%).

Dif erenças podem exist ir na linhagem celular do TVT quant o à caract eríst ica morf ológica, inf luenciando o comport ament o biológico (ROGERS

et al .

, 1998).

As dif erenças morf ológicas observadas por MOHANTY & RAJYA (1977), ROGERS

et al .

(1998) e VARASCHIN

et al .

(2001) t ambém f oram verif icadas nos

BASSANI-SILVA, S.

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animais com diagnóst ico de TVT no Serviço de Pat ologia Vet erinária da FMVZ – UNESP, campus de Bot ucat u. Apesar de haverem observações das dif erenças morf ológicas nos TVTs, nenhum aut or os classif icou em dif erent es grupos morf ológicos, criando nova nomenclat ura para cada morf ologia. Dest e modo, est e t rabalho implant ou uma nova nomenclat ura para o TVT e, de acordo com a com as caract eríst icas do t ipo celular predominant e, f oram denominados TVT “ linf ocit óide” , TVT “ plasmocit óide” e TVT “ mist o” , sendo ent ão uma inovação não encont rada na lit erat ura.

At ravés da separação das amost ras nesses grupos, observou-se um predomínio da morf ologia do TVT plasmocit óide (41 casos – 44,57%). Dados do Hospit al Vet erinário da FMVZ-UNESP, Campus de Bot ucat u, sugerem que os TVTs com essa morf ologia necessit am de um maior número de aplicações de vincrist ina para a regressão (dados não publicados). Considerando os relat os de

TINUCCI-COSTA (1999a) e BRANDÃO

et al .

(2002), quant o aos casos de

resist ência à quimiot erapia, pode-se acredit ar que a morf ologia nest es animais é dif erent e.

Esses dados do Hospit al Vet erinário da FMVZ-UNESP, Campus de Bot ucat u, que sugerem que os TVTs com essa morf ologia necessit am de um maior número de aplicações de vincrist ina para a regressão (dados não publicados), j unt ament e com os achados por AMARAL (2005) e por GASPAR (2005), onde os TVTs com morf ologia plasmocit óide apresent aram maior f reqüência de anormalidades nucleares, j unt ament e com a maior expressão de glicoprot eína-P e maior índice de met ást ases levaram-nos a crer que os TVTs

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com morf ologia plasmocit óide são mais agressivos que os com morf ologia linf ocit óide ou mist a.

Nos t rabalhos cient íf icos, especializados no assunt o, não se t em conheciment o da aplicação da t écnica de AgNOR em cit ologia do TVT. Em pat ologia vet erinária, as ref erências são escassas e a ut ilização dest a t écnica ainda é inexpressiva. HARMELIN

et al .

(1995) e SANTOS

et al .

(1998) ut ilizaram AgNORs para avaliar prognóst ico e localização dos TVTs, porém ut ilizou-se de cort es hist ológicos. O emprego dessa coloração em cit ologia advém de est udos realizados na cit ologia no homem (QUINN & Wright , 1990; VAIL

et al .

, 1996).

Comparando-se as medidas das AgNORs nos t rês dif erent es grupos morf ológicos, obt ivemos dif erença est at íst ica apenas no valor de números de NORs por nucléolo. Porém, ao observarmos os valores de área média de pont os no nucléolo e por célula, a área média dos AgNORs por nucléolo e por célula, pode-se dizer que nos animais com morf ologia plasmocit óide esses valores são superiores aos dos out ros grupos.

SANTOS

et al .

(1998) encont raram, nos cort es hist ológicos, valores médios e máximos de AgNOR para t umores de localização genit al menores que os de localização ext ragenit al. No nosso est udo, o opost o f oi observado, apesar de não t er havido dif erença signif icat iva ent re eles, apenas na área média de pont os por núcleo.

Quando comparamos os t umores primários com os não-primários, a área média dos pont os de AgNOR no nucléolo f oi a única medida est at ist icament e signif icat iva.

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HARMELIN

et al .

(1995) relat am que, nos grupos de animais com

comport ament o maligno, os valores médios de número de AgNOR por núcleo e a área de AgNOR por núcleo eram maiores. SANTOS

et al .

(1998) salient am que as neoplasias malignas t endem a apresent ar AgNORs menores, mais dif usas e mais numerosas que as benignas. Nest e est udo, as neoplasias de morf ologia linf ocit óide, as primárias e as genit ais (consideradas de menor malignidade) apresent aram os valores maiores, o que condiz com o relat ado por SANTOS

et

al .

(1998).

Nesse t rabalho, imagens nucleolares bem cont rast adas f oram obt idas com a coloração de CEC, f avorecendo a análise do mat erial.

Não há dados ainda na lit erat ura sobre morf omet ria e coloração por CEC com relação ao TVT, comparando-se os dif erent es t ipos morf ológicos.

Est udos realizados por GREATTI

et al

. (2004) com a coloração de CEC em

células de TVT most raram dif erença est at íst ica signif icat iva quando comparando área nucleolar dos t umores ant es da quimiot erapia e após a primeira aplicação do quimiot erápico, sugerindo que a quimiot erapia induziu a diminuição da at ividade nucleolar e, conseqüent ement e, da t axa de prolif eração celular. Nesse est udo, nas medidas realizadas no nucléolo e núcleo, comparando-se os t rês grupos morf ológicos, podemos observar que, nos t umores com morf ologia plasmocit óide, as medidas são maiores em t odas as medidas realizadas - excet uando-se área nuclear, relação nucléolo:núcleo e índice de circunf erência do núcleo, sugerindo uma maior at ividade nucleolar e, conseqüent ement e, uma maior t axa de prolif eração celular nesse grupo. Na comparação dos t umores genit ais com os ext ragenit ais e dos primários com os

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não-primários, t odas as medidas (excet uando-se as de índice de circunf erência) f oram maiores nos genit ais e nos primários. Houve dif erença signif icat iva quant o à área de nucléolo, relação nucléolo:núcleo e eixo menor de nucléolo em ambas as comparações. THOMSON (1990) af irmou que t umores malignos se caract erizam por maior relação nucléolo:núcleo; o nosso est udo não condiz com o cit ado. Essa dif erença deve-se, provavelment e, pela dif erent e t écnica ut ilizada.

PAPAZOGLOU

et al .

(2001) cit am que o comport ament o biológico e a pat ogênese das f ormas ext ragenit ais do TVT ainda não est ão bem

est abelecidas. ROGER

et al .

(1998) não puderam det erminar se o

comport ament o biológico dos t umores ext ragenit ais é dif erent e dos genit ais. Pela t écnica de AgNOR e CEC, quando comparados os t umores genit ais com os ext ragenit ais, houve dif erença quant o ao número de pont os de AgNOR por nucléolo, na área de nucléolo, na relação nucléolo:núcleo e no eixo menor do nucléolo, podendo pressupor um comport ament o biológico dif erent e ent re esses t umores, assim como comparando os primários com os não-primários.

Os result ados morf omét ricos obt idos nest e est udo possibilit aram dist inguir o TVT de localização genit al dos ext ragenit ais, bem como os primários dos não-primários.

Comparando-se as duas t écnicas de marcadores de prolif eração celular, podemos dizer que a t écnica de coloração pelo CEC se most rou mais econômica, mais simples no moment o da coloração dos preparados cit ológicos, bem como mais f ácil de se analisar.

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Mesmo a análise digit alizada das imagens, considerada um mét odo sof ist icado, rápido e relat ivament e seguro, apresent a algumas limit ações. Das quais se dest acam: a dif iculdade na padronização da densidade ópt ica das AgNORs para a sua binarização; variações na int ensidade das colorações nas t écnicas de AgNOR e CEC; dif iculdades nos cont ornos manuais para o CEC, mesmo com o auxílio da mesa digit alizadora.

O procediment o quimiot erápico cont inua sendo o t rat ament o de eleição para os pacient es com TVT, porém, em grande part e dos animais, há ef eit os colat erais t óxicos graves causados por essa condut a t erapêut ica, necessit ando a int errupção do t rat ament o (OGILVIE, 1996). Além disso, as

const at ações f eit as por TINUCCI-COSTA (1999a) e BRANDÃO

et al .

(2002)

relat am a resist ência de alguns TVTs à quimiot erapia.

Baseado nas inf ormações que podem exist ir dif erenças na linhagem celular do TVT inf luenciando seu comport ament o biológico (MOHANTY & RAJYA, 1977; ROGERS

et al .,

1998 e VARASCHIN

et al .,

2001), nos dados do Hospit al Vet erinário da FMVZ-UNESP, Campus de Bot ucat u, que os TVTs com a morf ologia plasmocit óide necessit am de um maior número de aplicações de vincrist ina para a regressão (dados não publicados), nos dados achados por AMARAL (2005) e por GASPAR (2005), onde os TVTs com morf ologia plasmocit óide apresent aram maior f reqüência de anormalidades nucleares, j unt ament e com a maior expressão de glicoprot eína-P e maior índice de met ást ases, na observação que os valores de área média de pont os no nucléolo e por célula, a área média dos AgNORs por nucléolo e por célula são superiores, nos animais com morf ologia plasmocit óide e na observação que nos t umores

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com morf ologia plasmocit óide as medidas nucleolares são maiores sugerindo uma maior at ividade nucleolar e, conseqüent ement e, uma maior t axa de prolif eração celular nesse grupo, acredit amos que os TVTs com morf ologia plasmocit óide são mais agressivos que os com morf ologia linf ocit óide ou mist a.

Dest e modo, na t ent at iva de reduzir os ef eit os colat erais dos quimiot erápicos, principalment e nos casos de TVT com morf ologia plasmocit óide, que necessit a de maior número de aplicações de vincrist ina e, considerando que a própolis possui at ividade ant it umoral, ant imet ast át ica e imunomoduladora, novos est udos sobre sua int rodução como procediment o t erapêut ico poderiam t razer uma grande cont ribuição quant o ao curso clínico do TVT.

Vários aut ores est udaram a at ividade ant it umoral da própolis (MATSUNO

et al .

, 1997; BANSKOTA

et al .

, 2001; CHEN

et al .

, 2004), porém, nenhum est udo associou a própolis com o t umor venéreo t ransmissível, o que demonst ra o inedit ismo de nosso t rabalho e a grande cont ribuição para f ut uro procediment o t erapêut ico.

Para a realização da cult ura celular, f oi necessário realizar biópsias, pois o número de células necessárias não era suf icient e at ravés da cit ologia, salvo se várias punções f ossem realizadas.

Nest e t rabalho, pudemos observar que as células de TVT são sensíveis à própolis

in vit ro

, pois houve diminuição na viabilidade e concent ração celular t ant o ao longo do t empo (0 a 48 h), bem como após incubação com

concent rações progressivas de própolis (10 a 100

µ

g), quando comparado com

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Nas células t rat adas soment e com álcool et ílico 70%, verif icou-se a ausência de ef eit o do veículo em que a própolis se encont rava, sugerindo que os result ados obt idos f oram exclusivament e devidos aos component es da própolis.

A própolis apresent ou at ividade t empo-dose dependent e sobre as

células de TVT. Após 48 horas e na concent ração de 100

µ

g, a at ividade

ant it umoral f oi ef et iva sobre as células de TVT, incluindo às de morf ologia plasmocit óide (consideradas mais agressivas), que só t iveram t ot al ef eit o da própolis com a maior concent ração dest a, bem como no maior t empo de exposição.

Uma vez que há supressão da respost a imune durant e a f ase P, que o t umor met ast at iza em animais imunossuprimidos e que a própolis apresent a at ividade imunomoduladora, além da ant it umoral, podemos avent ar a hipót ese de que a própolis, administ rada por via oral, possa apresent ar ef eit o ant it umoral e imunoest imulant e, sendo út il para o t rat ament o do TVT e at é mesmo de out ras neoplasias.

BASSANI-SILVA, S.

Conclusõe

s 87