3. Results
3.1. Experiment 1: root trait variation in multiple Faba bean genotypes
SAITO &SHIMIZU (1997) investigaram os efeitos da radiação laser de
baixa intensidade sobre a regeneração óssea durante a expansão da SPM em ratos. Foi aplicada uma radiação de 100mW de laser de diodo arsenieto de gálio e alumínio (AsGaAl), de =830nm, com dose de 35,3J/cm², na SPM, durante a expansão realizada no período de sete dias (três a dez minutos por dia), três dias (sete minutos por dia nos dias 0-2 e 4-6) e um dia (vinte e um minutos ininterruptos no dia zero). A regeneração óssea na SPM, estimada pelo método histomorfométrico no grupo submetido à radiação laser durante sete dias, mostrou maior regeneração demonstrando a relação entre a dose e intensidade de radiação, que foi significante na função 1.2 a 1.4 comparada aos ratos sem radiação; essa taxa elevada foi dependente de determinada dose de radiação. A radiação, durante o período inicial de expansão (dias zero a dois), foi a mais efetiva, quando comparado ao último período (dias quatro a seis); já a radiação única não apresentou qualquer efeito sobre a regeneração óssea. Foi demonstrado que a área óssea neoformada e a taxa de aposição mineral foram significativamente aumentadas após sete dias de radiação (animais radiados 3min/dia-126J e animais radiados 10min/dia-420J) e que, esse aumento, foi dose- dependente. Esses resultados sugeriram que a radiação com laser de baixa intensidade poderia acelerar a regeneração óssea na SPM durante a
3 Literatura ___________________________________________________________________________________________________________
expansão rápida e que, esse efeito, não depende apenas da intensidade total de radiação com laser, mas, também, da duração e frequência da radiação. Sugeriram, ainda, que a terapia com laser poderia apresentar um efeito terapêutico benéfico na inibição da recidiva e na diminuição do período de contenção por meio da aceleração da regeneração óssea da SPM.
VEDOVELLO FILHO et al. (2005) avaliaram os efeitos da radiação com
laser de baixa intensidade sobre a regeneração óssea durante a expansão da SPM não cirúrgica. A amostra foi de 13 pacientes (crianças) do mesmo gênero, que utilizaram o aparelho de Haas modificado para ERM, sendo sete submetidos à laserterapia durante o processo de disjunção. Os outros seis eram do controle. A disjunção foi feita 2/4 de volta pela manhã e 2/4 de volta à tarde. O laser foi aplicado diariamente, com comprimento de onda de 780nm e 70mW de potência, por nove minutos, em cada um dos dois pontos. A laserterapia foi realizada no período da manhã e da tarde, durante 15 dias. Nos outros 15 dias restantes foi realizada em dias alternados, a cada 48 horas. A ponta do laser foi colocada na região posterior da papila palatina e outro ponto foi após esta região em direção distal. Após 15 dias foi feita a primeira TC em cortes coronais e, depois de 15 dias, outra TC, permitindo avaliar o grau de mineralização com a utilização do programa e-
Film, que emprega a unidade HU (unidade de Hounsfield), em duas áreas da sutura. A primeira leitura dessa unidade adotou como referência o corte coronal na altura da cúspide do canino decíduo ou permanente. A segunda leitura foi feita a seis mm para posterior em relação à primeira leitura. Para cada paciente foram obtidas as leituras de duas regiões do palato (áreas de 0,1cm x 0,4cm), em duas datas diferentes. Os valores obtidos demonstraram que houve maior formação óssea nos pacientes submetidos
3 Literatura ___________________________________________________________________________________________________________
ao laser do que nos pacientes sem a utilização do laser, além da acelerar e promover uma maior mineralização da SPM. Apesar dos resultados positivos, sugeriu-se que seriam necessários outros estudos com finalidade de avaliar se a terapia laser de baixa intensidade poderia reduzir possíveis recidivas e, ainda, diminuir o tempo de contenção pós-expansão.
CEPERA et al. (2008) realizaram uma análise critica sobre os efeitos do
laser de baixa intensidade na ERM pelo fato de que essa tecnologia vem se tornando cada vez mais frequente na atividade profissional e promovendo inúmeros benefícios aos pacientes nas diversas especialidades. Os artigos científicos revisados mostraram que o laser promoveu aceleração da neoformação óssea no processo de ERM. Com base nesse princípio, observaram que o laser poderia ser aplicado isoladamente ou como coadjuvante de outros tratamentos, uma vez que estimula a microcirculação, que promove a bioestimulação das células, melhorando a capacidade de regeneração tecidual. Os autores tiveram dificuldades em encontrar estudos relacionados à utilização do laser na ERM e observaram que, na ortodontia, apesar das inúmeras possibilidades proporcionadas pelo
laser, o seu uso ainda não é tão frequente. Nos processos de remodelação óssea há a necessidade de mais estudos nessa área para melhor definição do protocolo de utilização desse dispositivo na ERM para comprovar a sua eficácia e verificar, com detalhes, suas indicações e possíveis contraindicações.
M
ÉTODOS4 Métodos ___________________________________________________________________________________________________________
4M
ÉTODOSTrata-se de estudo clínico experimental de caso controle randomizado com intervenção terapêutica, cuja casuística foi composta por pacientes hospitalizados submetidos à ERMAC, com característica de desenvolvimento ou aprimoramento de terapêutica não medicamentosa.
4.1 CASUÍSTICA
Foram avaliadas 78 radiografias digitais periapicais da SPM de 13 pacientes adultos apresentando deficiência transversal bilateral da maxila, submetidos à terapia de ERMAC. Seis eram do gênero feminino e sete do gênero masculino, com faixa etária variando de 18 a 33 anos, procedentes do Setor de Cirurgia Craniomaxilofacial da Disciplina de Cirurgia Plástica da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Todos os pacientes foram selecionados de forma aleatória, por computador, que indicou o grupo ao qual cada um pertenceria. A seguir, foram distribuídos em dois grupos de acordo com o tipo de tratamento realizado:
GRUPO CONTROLE (GC) - composto de seis pacientes (três do gênero
masculino e três do gênero feminino) que não foram submetidos à terapia
laser.
GRUPO LASER (GL) - composto de sete pacientes (quatro do gênero
4 Métodos ___________________________________________________________________________________________________________