• No results found

6.3. A Shift towards Decentralization and Community Participation

6.3.1. Conservation Strategy of Ethiopia

Dentre os principa compõem o Mercosul assum destaque para o Brasil, maio

No ano de 2010, o M correspondendo a um mon países-membros nas exporta

Figura 8: Participaçã carne bovina exporta

Fonte: USDA; SECEX/MD Nota: 2010** - projeção

Desde 2004, o Brasi no mundo. As desvalorizaç sistema de câmbio livre, fa estrangeiros, impulsionando No entanto, a compe medidas que propiciam c contexto, a questão da ras europeu, se configura em introdução de produtos m melhoria da gestão da ativid A queda nas exp inconformidade no siste internacionais, que repercu União Europeia, conforme m

rne bovina do Mercosul

pais exportadores de carne bovina mundial, sumem expressiva participação no mercado int

aior exportador mundial.

Mercosul exportou 2,14 milhões de toneladas ontante em torno de 7 bilhões de dólares. A p

rtações é ilustrada na Figura 8.

ação dos países-membros do Mercosul no volum rtada, em 2010 (em toneladas)

DIC (2010); COMTRADE (2011)

asil lidera o ranking dos maiores exportadores ações cambiais iniciadas em 1999, ocorridas c favoreceram a inserção de produtos brasileiro

do as exportações do setor de carnes.

petitividade internacional do país está relacion credibilidade ao produto junto aos consu rastreabilidade, versada para atender exigênc m uma oportunidade para o setor em gera mais confiáveis no mercado pela indústria

vidade pelos produtores (CEPEA, 2008). xportações brasileiras, a partir de 2007, stema de rastreabilidade brasileiro com rcutiu em uma drástica redução no volume e

e mostrado na Figura 9.

al, os países que internacional, com as de carne bovina, participação dos lume total de es de carne bovina s com a adoção do iros em mercados onada à adoção de sumidores. Nesse ncias do mercado ral, permitindo a ria, bem como a

, foi oriunda da as exigências exportado para a

Figura 9: Evolução d (mil toneladas). 200

Fonte: Elaboração da autor

Além disso, o desen final de 2008 implicou em preços do petróleo afetou a grande produção desta comm em 2008, as exportações b 48% em valor e 63% em vo

Quanto à Argentina sobretudo, à melhoria no st europeus. Contudo, a forte permanência dos produtore rebanho, dado ao intenso contrário do Brasil, o sistem como uma alternativa para país; possibilitando assim, como o europeu.

No Uruguai, após a têm crescido ao longo do t adoção de um sistema d

7 Os dados obtidos referem-se ao

bovina frescas ou refrigeradas; 02

o das exportações de carne bovina dos países d 000-2010

tora com dados da COMTRADE7

sencadeamento da recessão econômica com a c m restrições comerciais, em especial, pela Rúss u a Rússia de forma expressiva, dado que est

mmodity, sendo também, um importante expor

brasileiras para o mercado russo apresentaram volume de carne bovina comercializada (MDIC

ina, o maior volume exportado foi atingido status sanitário do rebanho e a queda de prod rte política intervencionista do governo tem d ores na atividade, havendo nos últimos anos, u o abate de matrizes (DBO, 2010). Cumpre d tema de rastreabilidade argentino é consolidado ra promover o controle sanitário e combater a

, uma participação efetiva em mercados ma

a ocorrência de surtos de febre aftosa em 2001 o tempo. O atendimento de exigências sanitári de rastreabilidade eficiente, possibilitou a

aos volumes exportados dos produtos com classificação ; 0202 (carne bovina congelada).

do Mercosul

a crise mundial no ússia. A queda dos ste país apresenta ortador. Com isso, ram uma queda de

IC, 2009).

o em 2005, dado, odução nos países desestimulado a , uma retração do destacar que, ao do, sendo adotado a evasão fiscal no ais exigentes, tal

01, as exportações árias, por meio da a retomada das

exportações de carne bovin União Europeia.

A Figura 10 ilustra a carcaça em cada país-memb exportações no período de preços da carne bovina no m

No caso da Argent ocorrendo um aumento con metas políticas estabelecid foram introduzidas com o baixar os preços internos da

A partir de 2005, i para a carne bovina come exportações permitindo ape como a quota Hilton destin elevou os impostos sobre queda nas exportações em 2

Figura 10: Evolução países do Mercosul (

Fonte: Elaboração da autor Nota: Produtos - 0201 (car

Quanto ao Parag exportações, a partir de 20

vina para importantes mercados como os Esta

a a evolução dos valores unitários por tonelada mbro do Mercosul, no período de 2000 a 2010 de 2002 a 2008 foi orientado, principalmente, o mercado internacional.

entina, o ritmo das exportações era superior a onsiderável dos preços domésticos do produto, cidas pelo governo daquele país. Inúmeras m o objetivo de reduzir as exportações e, con da carne, de modo a estimular o consumo per c

, intervenções governamentais argentinas esti ercializada dentro do país, e posteriormente penas, quotas específicas para tipos especiais d tinada aos países da União Europeia. Não obst re as exportações. Como conseqüência, houv

2007 e 2008.

ão do valor FOB unitário da carne bovina expo ul (US$/ton.). 2000-2010

tora com dados da COMTRADE

arnes de bovino, frescas ou resfriadas); 0202 (carnes de bovin

aguai, verificaram-se expressivos increme 2004. Tendo como principais mercados compr

stados Unidos e a

da de equivalente- 10. O aumento das

te, pelos elevados

r ao da produção, to, contrariando as medidas políticas conseqüentemente, r capita no país. stipularam preços te restringiram as s de carne bovina- bstante, o governo uve uma drástica

portada pelos

ino, congeladas).

entos em suas pradores a Rússia

(60 mil toneladas de car exportações paraguaias osci

O Uruguai, por sua exportações, e atende im Canadá e México, os quais Para o período anal apresentaram comportame cumpre ressaltar que em pa apresentado limitações dev de 2006 a 2008. Naquele pe para obter capital de giro, à

Figura 11: Evolução Mercosul (2000-201

Fonte: Elaboração da autor

Em relação aos pro constituem os produtos com Brasil houve decréscimo importação de países como

A carne bovina in na categoria, as carnes não internacional, devido às ba aftosa e EEB (Encefalop

arne bovina importada) e o Chile (38 mil scilam de acordo com a demanda desses países. a vez, tem a carne bovina como principal prod importantes mercados consumidores como E

is oferecem maiores remunerações.

nalisado, de acordo com a Figura 11, os volu ento proporcionalmente semelhante às rec países como a Argentina e Brasil, a oferta de c evido à redução do rebanho de bovinos, sobret período, os produtores tiveram que reduzir o p , à luz da crise econômica mundial (BEEFPOIN

ão da receita e volume das exportações de carn 010)

tora com dados da COMTRADE

rodutos desagregados de origem bovina, as c com maior participação nas exportações. Em 2 o desse produto, referente às retrações das o Rússia, Venezuela e União Europeia (BEEFP

natura inclui carnes frescas ou resfriadas, e co

não-desossadas enfrentam fortes restrições barreiras de cunho sanitário impostas pela inc opatia Espongiforme Bovina), principalmen

il toneladas), as es. roduto na pauta de Estados Unidos, lumes exportados receitas. Todavia, e carne bovina tem retudo, no período plantel de fêmeas INT, 2010). rne bovina do s carnes in natura 2009, apenas no das demandas de FPOINT, 2010). congeladas. Nesta es no comércio ncidência de febre ente no mercado

europeu. A carne desossada e congelada representa o maior volume exportado, seguida pela carne fresca ou resfriada desossada e pela carne processada.

Em relação às carnes industrializadas as exportações do Mercosul sofreram redução em torno de 11,5% em 2009, relacionadas à queda de aproximadamente, 18% no mercado brasileiro em relação a 2008. Argentina e Brasil são os principais exportadores de carne industrializada8 e atendem países como os Estados Unidos, Canadá, Japão, Hong Kong e os países da União Europeia e Oriente Médio (COMTRADE, 2009).

Recentemente o Brasil enfrentou problemas associados à presença de resíduos de vermífugo (ivermectina) na carne bovina enlatada exportada para os Estados Unidos, o que levou a restrições na comercialização do produto nesse importante mercado (BEEFPOINT, 2010). Contudo, diante de situações dessa natureza, cumpre salientar a relevância dos princípios abordados pela OMC, tal como o princípio da equivalência entre países, que prevê o reconhecimento das medidas aplicadas por outros Membros da OMC como passíveis de proporcionar um nível adequado de proteção sanitária, de modo a não se configurar em barreiras ao comércio (ICONE, 2010).

Em relação à evolução dos preços dos produtos de origem bovina (Figura 12), em 2009, o preço médio da carne in natura do bloco apresentou queda de 24% em relação ao ano de 2008. A desvalorização na Argentina foi a mais acentuada, com um recuo de 34,5%. As restrições do governo argentino dificultaram as exportações dos cortes Hilton9 destinados à União Europeia, os quais garantem maior remuneração à carne bovina.

No Brasil as dificuldades de implantação da rastreabilidade bovina levaram à redução das exportações de carne bovina para a União Europeia, reduzindo a receita obtida com as exportações de carne in natura no padrão Hilton (BEEFPOINT, 2010).

Apesar da diversificação das transações internacionais do Mercosul, o volume exportado de carne bovina dos países-membros encontra-se concentrado. Os principais importadores de carne bovina in natura, que juntos responderam por aproximadamente 80% dos destinos das carnes frescas (ou resfriadas) e congeladas exportadas pelos

8 Os principais produtos são: corned beef, stewed steak, goulash, extrato de carne e carne cozida e

congelada, nos quais o corned beef (enlatado) e a carne cozida congelada são os mais comercializados.

9 Os cortes Hilton estão relacionados à Cota Hilton estipulada pela União Europeia, na qual incide uma

tarifa ad valorem de 20% sobre o volume intra-cota de carne bovina in natura desossada, específica para cada país.

países-membros do Mercos A).

Para a Argentina, em bovina in natura. Entretant pagos pelos demais princip pagaram os melhores preço

Figura 12: Evolução exportados pelo Mer

Fonte: Elaboração da autor

No caso do Brasil, a Em 2009, aquele país impo exportações brasileiras. Ho de aproximadamente 17% n pagos por tonelada de ca Europeia apresentaram as m

O Paraguai tem gran do Chile e da Venezuela, q 2009, os dois países respo maiores benefícios foram remunerado a carne parag proximidade, um grande caminhões, que possibilita aqueles países. Comparativ

osul, no ano de 2009, são encontrados na Tabel

m 2009 foi a Rússia que demandou o maior v anto, o preço médio pago pela tonelada foi inf

ipais importadores. Os países da União Europe ços para os produtos argentinos.

ão dos preços médios dos derivados da carne b ercosul, US$/ton. (2000-2009)

tora com dados da COMTRADE

, a Rússia também foi o maior país comprador d portou em torno de 27% do volume e 23% do ong Kong foi o segundo maior importador, c no volume de carne bovina exportada. Em rel carne, os Estados Unidos seguidos pelos p s melhores remunerações para produto brasileiro

rande dependência das importações russas, além , que juntos absorvem grande parte da produção

ponderam por 51% do valor das exportações m obtidos através das exportações para o

aguaia com preços mais elevados. Devido à e volume de carne in natura resfriada é ita uma redução significativa nos custos de tivamente, o Uruguai também exporta os me

bela 1A (Apêndice

r volume de carne inferior aos preços peia foram os que

bovina

r de carne bovina. do valor total das , com participação relação aos preços países da União eiro.

lém dos mercados ção paraguaia. Em es. Entretanto, os o Chile, que tem às vantagens de é embarcado em e transporte entre mesmos cortes de

carne bovina para o Chile, entretanto, os cortes são congelados e o transporte é marítimo (BEEFPOINT, 2010).

Por outro lado, o Uruguai atende mercados mais exigentes, como o dos Estados Unidos e Canadá. Os Estados Unidos estão entre os principais importadores de carne bovina in natura, bem como de outros produtos como as carnes industrializadas. O mercado russo também apresenta grande participação no comércio uruguaio, assim como os países da União Europeia.

Com base nos principais destinos das carnes in natura dos países do Mercosul em 2009, levando-se em conta uma proporção de 80% do total de exportações para estes produtos - considerando também as ocorrências de importações em anos anteriores, no período de 2000 a 2009 - elegeu-se os países importadores mais relevantes para Mercosul, a serem utilizados para as investigações do presente trabalho. Tais países ou regiões foram: Rússia, União Europeia, Estados Unidos, Chile, Hong Kong, Venezuela e os sete principais importadores do Oriente Médio - que inclui Argélia, Arábia Saudita, Egito, Israel, Jordânia, Líbano e Emirados Árabes10.