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4.3   Evaluering av inngrep i nedbørfeltet

Enfim sobrevivemos; chegamos ao final do texto e ao início da apresentação da produção fotográfica, a qual é, para nós, o momento mais importante da presente pesquisa. Como já afirmamos anteriormente, “trata-se de uma encenação manipulada e manipuladora; uma encenação “monstr.”. É também uma encenação monstrusa sensorial, a qual dá ênfase a sensações e não somente a visões. O intuito é possibilitar reflexões a cerca das sensações que temos em meio

a aparelhos; em meio ao jogo de imposições de nossos próprios conceitos.

Dessa maneira, nos sentindo “livres para sentir”, assim como foi durante toda essa pesquisa, convidamos o leitor a se despir da função que exerceu até o momento (a de quem lê) e a mergulhar em águas profundas; profundeza monstruosamente sensorial. Abismo desconhecido e irreconhecível, porém extremamente rico em possibilidades, fato que leva alguns a o descreverem como espiral/ espiralóico, mas a gente não sabe se é isso mesmo. Mergulhemos!

5.1 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano

Figura 2: Aut-engano. 2014.

Figura 4: Aut-engano. 2014.

Figura 6: Aut-engano. 2014.

Figura 8: Aut-engano. 2014.

5.2 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano. Figura 10: Aut-engano. 2014.

Figura 12: Aut-engano. 2014.

Figura 14: Aut-engano. 2014.

Figura 16: Aut-engano. 2014.

Figura 18: Aut-engano. 2014.

5.3 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano

Figura 20: Aut-engano. 2014.

Figura 22: Aut-engano. 2014.

Figura 24: Aut-engano. 2014.

Figura 26: Aut-engano. 2014.

5.4 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano Figura 28: Aut-engano. 2014.

Figura 30: Aut-engano. 2014.

Figura 32: Aut-engano. 2014.

Figura 34: Aut-engano. 2014.

Figura 36: Aut-engano. 2014.

5.5 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano

Figura 38: Aut-engano. 2014.

Figura 40: Aut-engano. 2014.

Figura 42: Aut-engano. 2014.

Figura 44: Aut-engano. 2014.

5.6 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano. Figura 46: Aut-engano. 2014.

Figura 48: Aut-engano. 2014.

Figura 50: Aut-engano. 2014.

Figura 52: Aut-engano. 2014.

Figura 54: Aut-engano. 2014.

5.7 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano

Figura 56: Aut-engano. 2014.

Figura 58: Aut-engano. 2014.

Figura 60: Aut-engano. 2014.

Figura 62: Aut-engano. 2014.

5.8 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano Figura 64: Aut-engano. 2014.

Figura 66: Aut-engano. 2014.

Figura 68: Aut-engano. 2014.

Figura 70: Aut-engano. 2014.

Figura 72: Aut-engano. 2014.

5.9 – Da nossa produção fotográfica: aut.engano

Figura 74: Aut-engano. 2014.

Figura 76: Aut-engano. 2014.

Figura 78: Aut-engano. 2014.

Figura 80: Aut-engano. 2014.

De nossas monstruosidades finais

Apresentados os conceitos que fundamentaram o desenvolvimento dessa pesquisa - que foi desenvolvida por nós, vinculada ao programa interdisciplinar de pós-graduação em Educação, Arte e História da Cultura, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, sobretudo à linha de pesquisa Linguagens e Tecnologias - a gente busca, de maneira breve e objetiva, desenvolver as últimas considerações a fim de fornecer ferramentas para uma iniciação à análise crítica do tema fotografia monstro, que ao nosso ver, é importantíssima para uma futura filosofia aparelhística monstruosa. Vale destacar que nesta pesquisa, apesar de parecer que sim, a gente não teve, de modo algum, a intenção de determinar posições em relação aos temas expostos, tão pouco deixá-la com características relativistas, mas sim manipular conceitos, argumentos e indivíduos, confrontando-os em bate papo informal com autores, monstros ou não. Portanto, nossa intenção é, por meio das características metodológicas que utilizamos, traçar possibilidades para a investigação aparelhística monstrolóica de qualquer produção fotográfica monstruosa, frisando a importância da filosofia da fotografia monstro para a compreensão das relações entre monstros e o aparelhos, e da análise do contexto histórico ao qual as fotografias monstruosas estão inseridas, para a compreensão e manipulação dos conceitos impostos a ela.

Do viés metodológico, destaca-se o diálogo entre monstros e aparelhos, o processo de produção de uma fotografia com características monstruosas e as intenções de quem a produz, a manipulação da mesma, seja no momento de sua criação, concepção, edição, interferência digital, analógica e manual ou

que os métodos e ferramentas anteriores foram utilizados.

Do viés epistemológico, destaca-se o filósofo Vilém Flusser, o qual contribuiu significativamente para a nossa investigação sobre as relações entre

monstros e aparelhos apresentadas nesta pesquisa. É importante dizer que a partir

da manipulação dessas teorias e obviamente de nossas próprias intenções, a gente buscou não dar ênfase a alguns temas e, seguindo nossas próprias vontades, apontamos para outros como: representações da verdade, liberdade, a dúvida como impulso ao processo crítico-reflexivo acerca das estruturas das imagens monstruosas e finalmente, manipulação. Deste último destaca-se o ensaísta alemão, um dos nossos, Hans Magnus Enzensberg, que em nossas últimas e férteis trocas de idéias, nos revelou a relação entre mídia e poder, a qual nesta pesquisa foi diretamente relacionada com os argumentos apresentados por Flusser.

Impulsionados pelos conceitos e teorias explorados até o momento e olhando para frente, fato que pode ocasionar surpresa em alguns, a gente tem a intenção de dar continuidade às investigações acerca das relações entre monstros e

aparelhos, considerando o tal jogo entre esses atores em um âmbito maior; muito

maior; e dando sequência às supostas sugestões de pesquisa deixadas por Vilém Flusser, um dos nossos, a quem a gente deseja encontrar novamente, em prosa amigável e informal, e apresentar inúmeros questionamentos que temos hoje e outros que ainda iremos formular, criar, manipular, e talvez até inventar. Fato que pode transformar a prosa em briga; o que para nós, pode tornar as coisas ainda mais interessantes.

De nossas monstruosidades finais: o começo

Figura 83: Ses.rial. 2014.

Figura 85: Ses.rial. 2014.

De nossas monstruosidades finais: o fim

Se por acaso você discordar do conteúdo dessa pesquisa e ou sentir a necessidade de agregar novos dados a ela, basta fazê-los. A gente gosta que alterações e inclusões de novas monstruosidades, idéias, palavras, significados, rabiscos e ou qualquer outra coisa sejam feitas aqui, desde que, obviamente, sigam a lógica dos monstros, a qual somente nós monstros conhecemos. Temos um pacto de confidencialidade entre nós que garante sigilo em relação a isso e a muitas outras coisas também.

Portanto, se estiver com vontade, pegue uma caneta, um lápis, uma lapiseira, um carvão, um pincel, um pingo de sangue no dedo, ou qualquer instrumento que lhe permita fazer alterações manuais. Se desejar, rasgue páginas, faça colagens, ilustre, crie um novo aparelho; divirta-se. Se não quiser, deixe-a como está; e adeus.

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Apêndice: de nossos menoscabos

Este apêndice, de nome menoscabo e escrito por nós em itálico, é destinado exclusivamente à leitura de menoscabos que a gente recebeu. Tudo aqui foi manipulado com o intuito de tornar as coisas mais claras. A identidade de seus autores foi preservada; obviamente sob constante ameaça. O significado da palavra menoscabo pode ser facilmente encontrado em nosso a.k.a.

"não gosto de vocês."

"vocês são chatos."

"o que vocês dizem é chato."

"não gosto do que vocês dizem."

"não gosto dos termos que vocês usam."

"vocês são confusos."

"vocês não fazem parte das dimensões mais bonitas."

"então quer dizer que vocês são mentirosos? mais respeito com a academia seus adolescentes inocentes."

"o mundo da academia pede a verdade. estamos buscando a verdade e não a mentira. vocês são mentirosos, portanto não queremos vocês."

"já fizeram o que vocês fazem. isso não é inovador. se algo não é inovador, não faz sentido, portanto, vocês não fazem sentido."

"vocês nunca serão reconhecidos."

"por que a academia precisa acolher vocês? vocês não merecem."

"quem disse que vocês são monstros? vocês são homens. vocês são homens sem identidade."

"monstros não são criativos."

"vocês são muito over."

"o que vocês estão querendo? montar uma confraria? uma maçonaria? isso não é respeitoso."

"estou muito preocupado."

"vocês não têm respeito. não são respeitosos."

"vocês precisam de calibragem."

"vocês pensam muito diferente de nós. isso impossibilita que possamos estabelecer qualquer relação."