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Obra Consultada (Estudos Teóricos) Temas Citações de Referência Obra Consultada (Estudos EmTemas Citações de Referência

Lee, Min-Dong P. (2007). Theory of corporate social responsibility: Its evolutionary path and the road ahead. International Journal of Management Reviews. Volume 9 Issue 4 pp. 000–000

Expectativas dos Gestores- Expectativa das Organizações- Expectativas da Sociedade- Confluências das Obrigações Económicas com as Obrigações Sociais

"É sabido que intelectuais reconhecidos dentre os quais Milton Friedman opuseram veemente à ideia de CSR nos princípios que ela impõe um injustiça e sobrecarga de custos aos acionistas (Friedman 1962, 1972b). Uma das razões para Friedman (1962) opor-se à CSR era porque ele viu o perigo dos fundos dos acionistas sendo prevaricados por executivos oportunistas em nome da CSR para o

alcance do próprio estatuto social e pessoal.

Por outro lado, ele não acreditava que a os gestores tivessem as competências certas e a experiência para lidar efectivamente com problemas sociais. ... Defendiam que a primeira responsabilidade dos gestores corporativos era

maximizar a riqueza para os acionistas,

deixando os problemas

Almeida, Filipe (2010). Ética: Valores Humanos e Responsabilidade Social das Empresas. Editora Principia. Consciência Individual- Decisor- Motivações- Consciência Ética- Valores Individuais- Tipos de Valores

"Motivação Interna: que tem origem na consciência individual do decisor ou no desejo de integração no meio social e económico por meio da identificação com o discurso e a prática dominantes. Motivação Externa: que tem origem na pressão exercida pelo mercado para a adopção de uma prática geradora de vantagens competitivas ou na crítica que sustenta e legitima o sistema capitalista" Almeida (2010:25). "No modelo de análise da RSE de Hemingway e Maclagan (2004), as práticas empresariais socialmente responsáveis podem ter origem em

motivações estratégicas ou idealistas,

tal como apresentado na figura 1. Enquanto as segundas se relacionam com a consciência ética e os valores individuais de cada decisor organizacional, as primeiras referem- se, por exemplo, à melhoria da imagem corporativa, à necessidade de integração e aceitação na comunidade local ou à compensação de danos sociais ou ambientais provocados pela ação empresarial" Almeida (2010:26).

"Os valores constituem então classe de

objectos que se referem a uma preferência subjectiva, uma escolha, um posicionamento pessoal em

Scherer, Andreas G. & Palazzo, Guido (2011). The New Role of Business in a Globalized World: A Review of a New Perspective on CSR and its Implications for the Firm, Governance, and Democracy. Journal of Management Studies 48:4 June 2011. Doi: 10.1111/j.1467-

6486.2010.00450.x. Pp.899-931

Crise de Regulação- Inaptidão das Instituições- Aumento da Incerteza- Pluralismo de Valores- Heterogeneidade de Expectativas Socaiis- Diluição da Fronteira entre Público e Privado- Relevância da Consciência Social dos Gestores na Nova Governança Global- Parcerias Público-Privadas- Parcerias Privadas-Privadas- Auto-Regulação- Leis Leves- Legitimação Moral

"No nível global, nem os estados-nação nem as

instituições internacionais sozinhas estão suficientemente aptas para regular a

economia global e fornecer os bens públicos à escala global " (Kaul et al., 2003). (Scherer & Palazzo, 2011:900). "Como uma consequência- chave deste processo, os valores, as atitudes, e as práticas sociais que alguma vez foram tidas por garantidas na era da pré-globalização estão

perdendo a sua certeza

(Beck-Gernsheim and Beck, 2002). Como um resultado do ambiente corporativo de um pluralismo de valores e a heterogeneidade crescente das expectativas sociais " (Palazzo and Scherer, 2006)" (Scherer & Palazzo, 2011:903).

"Kobrin (2009, p.350) enfatiza a perca do poder

Santos, Maria João (2011). CSR in SMEs: Strategies, Practices, Motivations and Obstacles. Social Responsibility Journal. Vol.7 No.3 2011. Pp.490- 508. Emerald Group Publishing Limited. ISSN 1747-1117. DOI 10.1108/17471111111154 581 CSR- Motivações dos Proprietários e Gestores- Valores Éticos- Obstáculos: Consideração dos Gestores- Estratégia da Companhia- Medição- Baixa Incidência da RS ambiental- Fortalecimento dos Relacionamentos com os Parceiros de Negócios: Preocupação- Chave

"A implementação das práticas de

CSR pelas empresas geralmente e em

particular nas pequenas e médias empresas encontra-se mais

dependente das motivações básicas

dos proprietários e dos gestores. Os

valores éticos e sociais emergem

como a explicação mais imporante para o envolvimento das pequenas e médias empreas nas práticas de responsabilidade social (Observatório Europeu das Pequenas e Médias Empresas SMEs, 2004)" . Santos

(2011:492). "Apesar da identificação

dos benefícios intrínsecos à CSR, existe um conjunto não menos significativo de obstáculos para implementá-la. Dentre os obstáculos importantes identificados nos estudos atrás mencionados, está o facto dos

gestores nunca terem considerado a

responsabilidade social anteriromente, a falta de um relacionamento entre as actividades de responsabilidade social e a

estratégia da companhia, as

dificuldades de medição dos impactes destas práticas e a ausência de tempo e recursos financeiros" Santos

(2011:493). "As dimensões

económicas e sociais são duas das áreas em que a incidência das ações

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Vogel, David (2006). The Market for Virtue. The Potential and Limits of Corporate Social Responsibility. Brookings Insititution Press. Washington, DC.

Incertezas dos Benefícios da CSR- Ausência de Exigências Legais- Quatro Dimensões: Estratégica, Defensiva, Altruísta ou de Zelo com o Bem-Estar Público- Importância dos Valores Pessoais na CSR- Capacitação dos Cidadãos- Regulação Civil- Imposição de Regulações do Sector Privado- Redes de Parcerias e CSR

"O "Market for Vitue" defende que embora CSR possa fornecer benefícios a algumas firmas em algumas áreas- através da protecção or melhoramento da sua reputação, por exemplo, or ajudando-os a atraírem, motivarem, e reterem empregados,

estes benefícios são com frequência ilusório e raramente afectam o seu desempenho financeiro"

(Vogel 2006:xvi). "Preferivelmente, os

benefícios e os custos dos programas e das políticas de CSR de uma companhia são tipicamente ofuscados pelos riscos e oportunidades normais dos negócios" (Vogel

2006:xvi). "Há muitas

razões porque algumas companhias escolhem tornar mais responsáveis ou virtuosas na ausência

de exigências legais .

Algumas são

Carroll, Archie B. (1991). The Pyramid of Corporate Social Responsibility: Toward the Moral Business Horizons, July-August 1991.

Quatro Resposabilidades Sociais: Legal, Ética, Económica e Filantrópica- Redes de Stakeholders- Personificação das Responsabilidades Societais- Conciliação das Expectativas Individuais dos Gestores e da Sociedade no seu Todo- Obrigação Ética Idêntica- Diferentes Comportamentos e Atitudes

"É sugerido aqui que

quatro naturezas de responsabilidades sociais constituem a CSR total:

económica, legal, ética e filantrópica. Além disso, estas quatro categorias ou componentes da CSR podiam ser retratado como uma pirâmide. Para estar seguro, a aflição destas naturezas de responsabilidades têm sempre existido em alguma extensão. Mas isto tem somente sido nos anos recentes que as funções éticas e filantrópicas tem tirado um lugar significativo"

Carroll (1991:4). "… Ao

mesmo tempo é esperado que os negócios cumpram com as leis e com as regulações promulgadas pelos governos federais, estatais, e locais como as regras básicas em que os negócios deveriam operar Carroll" (1991:5). "As responsabilidades éticas incorporam aqueles

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Ferrão, João (?:?). Responsabilidade Social Territorial e Localismo Ético. Bloco Temático. Pp.19-39.

Responsabilidade Social Territorial- Introdução de Princípios Éticos- Cultura Empresarial- Parcerias Público-Privadas- Governança Territorial- Constituição de Redes Locais- Comunidade Local- Conjunto de Valores- Democracia Deliberativa- Local como Plataforma de Coordenação de Políticas- Inovação Social "Argiolas et al (2009) salientam a RST como veículo de introdução de princípios éticos em modelos de governança territorial " Ferrão (?:20). "A perspectiva defendida por Del Baldo (2009) pressupõe a existência de uma cadeia de relações de causalidade entre cultura empresarial de responsabilidade social territorial , aumento de partilha de valores colectivos, reforço do capital social local e melhoria da qualidade de vida das comunidades"

Ferrão (?:22). "O ponto

de partida de Argiolas et al (2009) é distinto. O foco de atenção destes autores é a relação entre

parcerias público-privado e governança territorial,

enquadrada no debate mais amplo, hoje vastamente analisado e debatido (Ferrão, 2011), sobre a passagem de um paradigma de "governo"

Rego, Arménio; Cunha, Miguel Pina; Costa, Nuno Guimarães; Gonçalves, Helena; Cabral-Cardoso, Carlos (2006). Gestão Ética e Socialmente Responsável: Teoria e Prática. Editora RH. Lisboa.

Êxito Empresarial- Comportamentos- Responsabilidade Social Empresarial- Envolvimento das Diversas Partes Interessadas- Valores- Ética- Esferas da RSE: Económico, Legal, Ético e Filantrópico/ Discricionário

"Lembro uma sondagem realizada pelo Jornal Expresso e Rádio Renascença onde a grande maioria dos inquiridos associava o êxito empresarial à realização de comportamentos menos éticos , no fundo assumindo a errada noção que a falta de ética é geradora de sucesso empresarial e de riqueza"

Rego et al (2006:17). "...

a qualidade dos nossos comportamentos tem impacto na vida das empresas, e na sociedade onde estamos inseridos"

Rego et al (2006:18). "Mostrar como a ética e a

RSE estão impregnadas

em múltiplas operações organizacionais e que

envolvem as diversas partes interessadas das

organizações, incluindo os accionistas, os colaboradores, os clientes, os fornecedores, as autoridades públicas e

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Bakker, Frank G.A; Groenewegen, Peter; Den Hond, Frank (2005). A Bibliometric Analysis of 30 years of Research and Theory on Corporate Social Responsibility and Corporate Social Performance.DOI: 10.1177/0007650305278086. Downloaded from bas.sagepub.com at Vrije Universiteit 34820 on April 3, 2011.

CSR- Promoção de Bem- Estar Social- Interesses da Firma- Imposição da Lei- CSR: Princípios- CSP: Práticas- Expectativas Societais- Stakeholders- Clusters (…) "McWilliams and Siegel (2001) define amplamente (CSR) como "ações que aparecem para promover algum

bem social , através dos

interesses da firma e do que é requerido pela lei " (p.117)" Bakker et al

(2005:283-284). "Para

alguns, a CSR é vista como pertencente aos

princípios -

responsividade social corporativa para a ação tomada pelas firmas a este respeito- ao passo que CSP refere-se aos

resultados de qualquer

ação Frederick (1994). Para outros, incluindo Wartick and Cochran (1985) and Wood (1991), CSP é um conceito abrangente que inclui responsabilidades, responsividades, e políticas e ação neste domínio" Bakker et al

(2005:284). "As

expectativas societais são

assim representadas,

Garriga, Elisabet; Melé, Domènec (2004). Corporate Social Responsibility Theories: Mapping the Territory. Journal of Business Ethics 53:51-71, 2004. Kluwer Academic Publishers. Printed in the Netherlands.

Classificação das Teorias da CSR: Criação de Riqueza- Poder Social da Corporação- Integração das Demandas- Investimento Filantrópico e

Competividade dos Clusters- Diferenciação do Produto- Criação de Atributos Socialmente Responsáveis- Reputação da Companhia- Participação das Companhias nas Políticas Públicas- Substituição do Governo- Gestão dos Stakeholders- Contexto Competitivo- Condição- Condições de Demanda- Investimento da Firmas em Indústrias Relacionadas e de Suporte " Sociedade e negócios,

gestão das questões sociais, política pública e negócios, gestão de stakeholder, responsabilidade corporativa são só alguns

dos termos usados para descrever o fenómeno relacionado à responsabilidade na sociedade. Recentemente, o renovado interesse pelas responsabilidades sociais corporativas e a os novos conceitos alternativos têm sido propostos, incluindo a cidadania corporativa e a sustentabilidade

corporativa " Garriga &

Mellé (2004:51). "Estas

classificações, apesar da sua valiosa contribuição, são bastantes limitadas em conhecimento, e mais, a natureza do relacionamento entre os negócios e a sociedade, é raramente situada no centro da sua discussão"

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Mota, Goreti & Dinis, Alzira (?:?) Responsabilidade Social das Empresas: Novo Modelo de Gestão para o Desenvolvimento Sustentável. Universidade do Porto UFP.

Factores da RSE : Planeta, Pessoas, Rentabilidade; Estratégia Empresarial- Produção de Vantagens Competitivas- Domínios da RSE : Interno e Externo- Interno: Qualidade do Emprego e Protecção do Ambiente- Externo: Relação com os Consumidores e com o Estado- Certificação: Incremento da Capacidade Competitiva "Progredindo o conceito de RSE , devem ser tidos em conta três factores fundamentais: o planeta (preocupações ambientais), pessoas (preocupações sociais) e rentabilidade (preocupações económicas)" Biorumo (2005) (Mota & Dinis

?:250). "As autoras abordam a RSE sobretudo do ponto de vista da estratégia empresaria l de produção de vantagens

competitivas " (Mota &

Dinis ?:261). "A

aplicação da RSE nas empresas assume dois

domínios – interno e externo " (Mota & Dinis

?:252). "Aliás, muitas

empresas estabelecem uma relação estreita entre a qualidade do

emprego e a protecção do ambiente, desenvolvendo

postos de trabalho mais salubres e aplicando tecnologias mais ricas,

Norma Portuguesa de

Responsabilidade Social NP 4469-061 (2004). Sistema de Gestão da Responsabilidade Social: Parte I: Requisitos e Linhas de Orientação para a sua utilização. APEE - Associação Portuguesa de Ética Empresarial. Dispositivo em power point apresentado no Congresso Ibero- Americano da Responsabilidade Social ocorrido entre 26 e 28 de Outubro de 2012 no Instituto Superior de Economia e Gestão ISEG/UL.

Norma de Requisitos- Certificável- Destinada a Empresas, Organizações Públicas, ONGs, Sector Social- Factores que Influenciam o Grau de Aplicação da RSE- Elementos Constitutivos da RSE:Tipo de Comportamento, Conformidade com a Legislação e com as Normas de Conduta Internacionais- Critérios para Identificação das Partes Interessadas- Sistemas de Monitorização e de Medição- Razões para Implementar a RSE

"… Norma de requisitos -

certificável por terceira parte ..." NP 4469-1 (Slide 5). " Destinatários : empresas, organizações pública s, ONG´s, entidades do sector social , outros" NP 4469-

1 (Slide6). "O grau de

aplicação depende de

diversos factores, tais como a política da

responsabilidade social da organização , a natureza das suas actividades e produtos e a sua localização e as condições em que funciona " NP 4469-1 (Slide11). "Definição de responsabilidade social: responsabilidade de uma organização pelos

impactes das suas

decisões, actividades e produtos na sociedade e no ambiente, através de um comportamento ético e transparente que: seja

consistente com o desenvolvimento sustentável e o bem estar

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Kirschner, Ana Maria (Nueva Sociedad:202). Sociologia da Empresa e Responsabilidade Social das Empresas.

Função Social da Empresa- Relação

Empresa/Sociedade- Relação Empresa/ Funcionários- Valorização dos Atributos Pessoais- Sentido Social da Motivação

"A função social da

empresa pode ser

analisada de dois eixos: o primeiro, privilegia a relação empresa/ sociedade , estudando o tipo de interação estabelecida com a dinámica da sociedade; o segundo enfatiza o que a empresa faz de fato para assegurar a coesão e mobilização de seus funcionários " (Kirschner, Nueva Sociedad 202:6)." A responsabilidade social interna , ou seja, as ações

da empresa focalizadas no bem-estar de seus funcionários é bem menos estudada " (Kirschner, Nueva Sociedad 202:7). "Hoje

são muito valorizados nas empresas atributos

pessoais que favorecem a

cooperação entre colegas, a negociação, o respeito das chefias a seus subordinado e a motivação" (Kirschner,

Porter, Michael E. & Kramer, Mark R. (2006). Strategy and Society. The Link Between Competitive Advantage and Corporate Social Responsibility. Harvard Business Review. www.hbr.org

CSR: Resposta Cosmética- CSR: Quatro Argumentos: Obrigação Moral, Sustentabilidade, Lincença para Operar e Reputação- CSR "Sensível": Actuar como Bom Cidadão e Mitigar o Dano- CSR "Estratégica" Elevar Benefícios- Gestão Partilhada das Questões Sociais- Soluções Auto- Sustentáveis-

Independentes dos Susídios Privados ou

Governamentais

"... De facto, a resposta corporativa mais comum nunca tem sido estratégica nem operacional mas

cosmética: as relações

públicas, as campanhas de mídia e as peças centrais dos relatórios de CSR, mostram as boas ações sociais e ambientais das companhias frequentemente polidas"

Porter & Krammer (2006:3). "Amplamente

falando, os proponentes

da CSR têm usado quatro argumentos para

construir o seu caso:

obrigação moral, sustentabilidade, licença para operar e reputação" Porter &

Krammer (2006:3). "Os

gestores em conhecimento estratégico da CSR estão inclinados para conduzir estes custos, que podem conduzir para custos maiores, quando a

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Blowfield, Michael & Murray, Alan (2008). Corporate Responsibility: a Critical Introduction. Oxford University Press. United States of America.

Responsabilidade Corporativa- Escolha- Caso Moral- Caso Racional- Caso Económico- Rectifica as deficiências do Mercado- Mantém a Licença para Operar- Auto-Regulação- Norma Regulatória- Regulação Articulada- Valores Pessoais dos Gestores- Parcerias- Relação com a Comunidade- Desenvolvimento de Programas com a Comunidade- Negócios Atraentes- Resposta à Regulação da Sociedade Civil- Forma Voluntária de Regulação

"Para quem vê a

responsabilidade corporativa como uma escolha que os negócios

fazem, as companhias deparam-se com três casos concorrentes que ultimamente determinarão a sua estratégia de responsabilidade social: o caso moral (as obrigações que a companhia tem para com a sociedade); o caso

racional (tomando

passos proactivos que minimizarão as restrições que a sociedade impõe as negócios); o caso económico (acrescentando valor à companhia através da preservação da sua legitimação com os stakeholders)"

Blownfield & Murray (2008:11). "Mas se nós

não estamos certos sobre a actuação dos mercados como o principal árbitro do bem público, a

Swift, Tracey & Zadeck, Simon (2002). Corporate Responsibility and the Competitive Advantage of Nations. The Copenhagen Centre.

AccountAbility: Institute of Social and Ethical Accountability.

Responsabilidade Corporativa- Governança- Complemento para a Lei Dura- Impacto Positivo: Motivação dos Trabalhadores, Inovação e Reconhecimento da Marca- Evidência dos Benefícios ao Nível Macro: Fraca- Cluster- Responsabilidade Corporativa, Inclusão Social e Vantagem Competitiva

"Através desta cortina de ferro, as práticas sociais

e ambientais voluntárias

dos negócios, vão existindo para além das obrigações legais. Podem tocar uma regra a mais no preenchimento do vazio de governança em um caminho inovador e criativo. A CSR é assim não uma substituta, mas um complemento para a

lei dura (hard law) "

Swift & Zadeck (2002).

"Eu penso, por outro lado, que os benefícios societais das práticas de CSR ficarão limitados ao menos que eles possam ser integrados dentro das estratégias circundantes, e as políticas públicas certamente têm um papel a desempenhar a este respeito" Swift & Zadeck

(2002). "Há, em resumo,

pequena indicação na abordagem da visão do IMD que a atitude responsável poderia contribuir através da

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Autores Áreas de Abrangência da RS Especificidades Total de Autores Por Tema

Blowfield & Murray (2008) Crise do Modelo Capitalista SE 1

Scherer & Palazzo (2011) Legitimação Moral do Modelo

Capitalista SE 1

Scherer & Palazzo (2011), Ferrão

(?:?), Swift & Zadeck (2002). Nova Governança SE 3

Scherer & Palazzo (2011) Leis Leves SE 1

Scherer & Palazzo (2011) Regulação Moral SE 1

Vogel (2006), Blowfield &

Murray (2008) Regulação Civil SE 2

Scherer & Palazzo (2011),

Blowfield & Murray (2008) Auto-Regulação SE 2

Vogel (2006) Imposição do Modelo de

Regulação do Sector Privado SE 1

Total 12

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