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4. Metode

6.2 Hvilke aspekter ved et akseleratorprogram stimulerer til entreprenøriell læring?

6.2.1 Entreprenøriell læringsprosess

No tópico o espaço da narração e o espaço da narrativa, Ozíris Borges Filho menciona a importância da relação entre tais espaços, pois muitos efeitos de sentido são criados a partir dessas possibilidades e seria um erro não nos atentarmos a elas (BORGES FILHO, 2007, p. 151). Questões relacionadas a esses espaços estão ligadas ao espaço linguístico, pois segundo o autor é através do uso de classes gramaticais tais como advérbios e pronomes que se melhor determinam esses dois tipos de espaço p. 149). O autor aponta ainda que a narração sempre é feita em primeira pessoa (aqui) ou em terceira pessoa (algures) e que esta poderá projetar um espaço dentro da narrativa, mas também apenas pressupor tal espaço, pois quem narra narra sempre de algum lugar p. .

Partindo dos eixos temáticos da coincidência (relação entre coincidência ou não entre o espaço da narração e o espaço da narrativa) e do grau de aparecimento do espaço da narração, Ozíris Borges Filho avalia como esses dois espaços estão relacionados. A análise do cruzamento dos eixos temáticos gerou sete ocorrências bastante úteis ao analista:

1. Espaço da narrativa coincide com espaço da narração que aparece sutilmente; 2. Espaço da narrativa coincide parcialmente com espaço da narração que

aparece sutilmente;

3. Espaço da narrativa não coincide com espaço da narração que aparece sutilmente;

4. Espaço da narrativa coincide com espaço da narração que aparece explicitamente;

5. Espaço da narrativa coincide parcialmente com espaço da narração que aparece explicitamente;

6. Espaço da narrativa aparece, o espaço da narração, não.

Por ser um romance com múltiplos narradores, PP oferece ampla gama de exemplos da relação entre espaço da narração e espaço da narrativa. A seguir analisaremos nessa perspectiva dois deles, Juan Preciado e o narrador onisciente.

Juan Preciado narra em primeira pessoa, ou seja, aqui:

Vine a Comala porque me dijeron que acá vivía mi padre, un tal Pedro Páramo. Mi madre me lo dijo. Y yo le prometí que vendría a verlo en cuanto ella

muriera. Le apreté sus manos en señal de que lo haría; pues ella estaba por morirse y yo en plan de prometerlo todo. «No dejes de ir a visitarlo ― me recomendo ―. Se llama de otro modo y de este otro. Estoy segura de que le dará gusto conocerte.» Entonces no pude hacer otra cosa sino decirle que así lo haría, y de tanto decírselo se lo seguí diciendo aun después que a mis manos les costó trabajo zafarse de sus manos muertas. Todavía antes me había dicho: ― No vayas a pedirle nada. Exígele lo nuestro. Lo que estuvo obligado a darme y nunca me dio... El olvido en que nos tuvo, mi hijo, cóbraselo caro.

― Así lo haré, madre. Pero no pensé cumplir mi promesa. Hasta que ahora pronto comencé a llenarme de sueños, a darle vuelo a las ilusiones. Y de este modo se me fue formando un mundo alrededor de la esperanza que era aquel señor llamado Pedro Páramo, el marido de mi madre. Por eso vine a Comala (p. 5) (grifo nosso)

No primeiro fragmento, Preciado dá indícios do espaço de onde está narrando ao usar o advérbio acá aqui na primeiríssima e emblemática frase do romance: Vine a Comala porque me dijeron que acá vivía mi padre, un tal Pedro Páramo (p. 5). Dando indícios de que o espaço de sua narração coincide ou coincidirá com o espaço da narrativa. Além desse indício, Preciado expõe os motivos que o levaram àquele espaço.

No segundo fragmento a narração ainda não coincide com o espaço da narrativa:

Yo imaginaba ver aquello a través de los recuerdos de mi madre; de su nostalgia, entre retazos de suspiros. Siempre vivió ella suspirando por Comala, por el retorno; pero jamás volvió. Ahora yo vengo en su lugar. Traigo los ojos con que ella miró estas cosas, porque me dio sus ojos para ver: «Hay allí, pasando el puerto de Los Colimotes, la vista muy hermosa de una llanura verde, algo amarilla por el maíz maduro. Desde ese lugar se ve Comala, blanqueando la tierra, iluminándola durante la noche». Y su voz era secreta, casi apagada, como si hablara consigo misma... Mi madre (p. 6).

O uso do pronome desmonstrativo aquello (aquilo), para designar algo que se encontra distante, no espaço ou no tempo, mostra que nesse fragmento Preciado está a caminho do espaço da narrativa, descrevendo como havia chegado ao povoado com a ajuda do tropeiro. É a partir do terceiro fragmento que o espaço da narração passaria a coincidir com o espaço da narrativa, conforme o uso dos advérbios ahora (agora) e aqui, ambos indicando o tempo e o espaço:

Ahora estaba aquí, en este pueblo sin ruidos. Oía caer mis pisadas sobre las piedras redondas con que estaban empedradas las calles. Mis pisadas huecas, repitiendo su sonido en el eco de las paredes teñidas por el sol del atardecer. Fui andando por la calle real en esa hora. Miré las casas vacías; las puertas desportilladas, invadidas de yerba. ¿Cómo me dijo aquel fulano que se llamaba esta yerba? «La capitana, señor. Una plaga que nomás espera que se vaya la gente para invadir las casas. Así las verá usted» (p. 10). (grifo nosso)

Se levássemos em consideração a narrativa de Juan Preciado partindo do trecho acima, a quarta opção sugerida pelo cruzamento dos eixos temáticos, que diz que o espaço da

narrativa coincide com o espaço da narração que aparece explicitamente, poderia ser

aplicada a esse narrador. Mas essa opção só seria válida até o fragmento que antecede o momento em que a elipse que esconde o seu verdadeiro espaço da narração é revelada. Nesse momento de revelação, Juan Preciado deixa de ser narrador e passa a ser narrado, mostrando que a partir do trecho abaixo seu interlocutor não é o leitor e sim Dorotea:

― ¿QUIERES HACERME CREER que te mató el ahogo, Juan Preciado? Yo te encontré

en la plaza, muy lejos de la casa de Donis, y junto a mí también estaba él, diciendo que te estabas haciendo el muerto. Entre los dos te arrastramos a la sombra del portal, ya bien tirante, acalambrado como mueren los que mueren muertos de miedo. De no haber habido aire para respirar esa noche de que hablas, nos hubieran faltado las fuerzas para llevarte y contimás para enterrarte. Y ya ves, te enterramos (p. 62).

Gustavo Fares (1991) aponta que durante toda a narrativa de Preciado, seu nome permance oculto para o leitor, assim como o seu espaço de narração. Sendo revelado apenas por Dorotea, ao constestar a versão da morte de Preciado: se sabes entonces su nombre, hasta entonces ignorado p. , fato exposto no fragmento acima. Observamos que Damiana Cisneiros, a babá de Preciado é, de fato, a personagem que revela ao leitor, bem antes de Dorotea, o nome do narrador em primeira pessoa que permanecia oculto até a página : Así que no te asustes si oyes ecos más recientes, Juan Preciado grifo nosso . Dorotea diria o nome de seu interlocutor apenas na página : ― ¿QUIERES HACERME CREER que te mató el ahogo, Juan Preciado? grifo

nosso).

Apesar de estar enterrado no cemitério de Comala, principal espaço da narrativa, a cova de onde narra Juan Preciado só é revelada no final da primeira metade do romance, mostrando que a sua narração durante toda essa parte do romance se adequaria, de fato, à sexta opção: espaço da narrativa aparece, o espaço da narração, não. Pois, conforme vimos no início desse capítulo, esse espaço de onde Juan narra suas desventuras por Comala é apenas projetado, como no quarto em que tentou dormir na pensão de Eduviges, onde Fulgor Sedano enforcou Toribio Aldrete.

Esse espaço também é antecipado e ainda mais fortemente emulado no quarto da casa em que vivem os irmãos incestuosos, lugar onde Preciado divide uma cama com a irmã de Donis. Conforme descrito anteriormente, a cama consistia em uma base de palha coberta com alguns sacos de estopa que fediam a urina e que aparentavam nunca terem recebido a luz do sol. Além disso, havia um travesseiro, que de tão duro parecia um pedaço de madeira. A descrição de lugares como o quarto dos irmãos incestuosos e do

quarto lacrado na pensão de Eduviges orquestram a atmosfera do local de narração de Preciado, como uma espécie de preparação para a grande revelação da elipse narrativa que vem sendo mantida durante toda a primeira metade do romance.

Só depois de esse espaço da narração de Preciado ser revelado é que a sua narrativa passa a se encaixar na quarta sugestão da análise do cruzamento dos eixos temáticos proposta por Borges Filho: espaço da narrativa coincide com espaço da

narração que aparece explicitamente:

Y ya ves, te enterramos. Me enterraron en tu misma sepultura y cupe muy bien en el hueco de tus brazos. Aquí en este rincón donde me tienes ahora. Sólo se me ocurre que debería ser yo la que te tuviera abrazado a ti. ¿Oyes? Allá fuera está lloviendo. ¿No sientes el golpear de la lluvia?

― Siento como si alguien caminara sobre nosotros.

― Ya déjate de miedos. Nadie te puede dar ya miedo. (az por pensar en cosas agradables porque vamos a estar mucho tiempo enterrados (p. 65). (grifo nosso).

Os trechos grifados confirmam através de Dorotea que a narrativa está acontecendo no mesmo espaço onde ela e Preciado estão conversando. Também fica claro que Preciado se dirigia a sua parceira de cova e não ao leitor, pois ao responder a Dorotea o que o havia levado a Comala, Preciado diz: ― Ya te lo dije en un principio. Vine a buscar a Pedro Páramo, que según parece fue mi padre. Me trajo la ilusión p. , ou seja, ele vinha conversando com Dorotea desde o início de sua narrativa.

O narrador onisciente em terceira pessoa (algures) tece os fios de sua narrativa de forma muito sutil e poética. Seu modo de narrar funciona dentro da narrativa como uma espécie de agulha muito exímia, responsável pela união dos fragmentos que compõem o complexo mosaico textual criado por Juan Rulfo. Esse narrador é responsável pela união do relato de Preciado a diversas histórias que ocorrem perifericamente e em paralelo a esse relato. A história de Pedro Páramo passa a ser contada ― com razoável ordem cronológica ― a partir desse narrador onisciente, que emerge na narrativa no início do sexto fragmento do romance:

El agua que goteaba de las tejas hacía un agujero en la arena del patio. Sonaba: plas plas y luego otra vez plas en mitad de una hoja de laurel que daba vueltas y rebotes metida en la hendidura de los ladrillos. Ya se había ido la tormenta. Ahora de vez en cuando la brisa sacudía las ramas del granado haciéndolas chorrear una lluvia espesa, estampando la tierra con gotas brillantes que luego se empañaban. Las gallinas, engarruñadas como si durmieran, sacudían de pronto sus alas y salían al patio, picoteando de prisa, atrapando las lombrices desenterradas por la lluvia. Al recorrerse las nubes, el sol sacaba luz a las piedras, irisaba todo de colores, se bebía el agua de la tierra, jugaba con el aire dándole brillo a las hojas con que jugaba el aire (p. 14) (grifo nosso).

Além de não ser identificado durante toda a narrativa, algumas de suas intervenções ― ou costuras ― são precedidas por atmosferas descritas de forma poética e substancial, que estão ligadas aos quatro elementos, principalmente a água e ao ar, conforme se pode observar nos grifos desse trecho que foi extraído do sexto fragmento. Essa primeira descrição dos espaços que criarão a atmosfera que envolve determinados momentos da infância e adolescência de Pedro Páramo possui um elo temático e tonal com outras ambientações que atencedem tais momentos.

A representração dos elementos nesse momento sugere que a chuva foi um belo pretexto para o jovem Preciado se trancar no banheiro e poder devanear tranquilamente sobre as aventuras com seu primeiro e único amor, a bela Susana San Juan. São esses elementos, ― água e ar principalmente ―, que acompanham as memórias de Pedro Páramo. Eles estão presentes nas lembranças de quando os dois empinavam pipas ou de quando se banhavam juntos no rio. Essa lembrança do banho de rio aparece em um diálogo do pai de Susana, no qual ele diz para a filha que Pedro Páramo lhe contou que já a conhecia e que até já haviam tomado banho juntos. Todavia, diz que se soubesse que os dois haviam tomado banho juntos teria matado-a com uma surra de cinto.

O trecho extraído do sexto fragmento do romance antecede um diálogo que se passa na infância de Pedro Páramo. O diálogo entre o jovem Pedro e sua mãe é intercalado pelas suas memórias, algumas fazendo parte do diálogo e outras mais recentes, nas quais o narrador onciente não localiza o espaço e nem quando elas aconteceram. Ou seja, nesse diálogo existem três níveis: no primeiro o jovem Pedro conversa com a mãe:

― ¿Qué tanto haces en el excusado, muchacho? ― Nada, mamá.

― Si sigues allí va a salir una culebra y te va a morder. ― Sí, mamá.

[...]

― Te he dicho que te salgas del excusado, muchacho. ― Sí, mamá. Ya voy:

[...]

Además, debías de ocuparte en algo. ¿Por qué no vas con tu abuela a desgranar maíz?

― Ya voy, mamá. Ya voy pp. -15).

No segundo estão os seus pensamentos naquela ocasião:

«Pensaba en ti, Susana. En las lomas verdes. Cuando volábamos papalotes en la época del aire. Oíamos allá abajo el rumor viviente del pueblo mientras

estábamos encima de él, arriba de la loma, en tanto se nos iba el hilo de cáñamo arrastrado por el viento.

"Ayúdame, Susana." Y unas manos suaves se apretaban a nuestras manos. "Suelta más hilo."

[...]

«De ti me acordaba. Cuando tú estabas allí mirándome con tus ojos de aguamarina.» (pp. 14-15).

E no terceiro nível estão suas memórias e a reflexão sobre aquele momento, similar à técnica do monólogo interior:

»El aire nos hacía reír; juntaba la mirada de nuestros ojos, mientras el hilo corría entre los dedos detrás del viento, hasta que se rompía con un leve crujido como si hubiera sido trozado por las alas de algún pájaro. Y allá arriba, el pájaro de papel caía en maromas arrastrando su cola de hilacho, perdiéndose en el verdor de la tierra.

»Tus labios estaban mojados como si los hubiera besado el rocío.» (p. 15).

É nesse terceiro nível que o narrador oniciente não revela nem o espaço nem a ocasião em que a reflexão sobre aquele momento aconteceu, constituindo um dos diversos fios suspensos da narrativa. Entretanto, faz uma mínima intervenção no diálogo: Alzó la vista y miró a su madre en la puerta p. , que serve de ligação entre os níveis, e pela qual se tem o desfecho do diálogo:

― ¿Por qué tardas tanto en salir? ¿Qué haces aquí? ― Estoy pensando.

― ¿Y no puedes hacerlo en otra parte? Es dañoso estar mucho tiempo en el excusado. Además, debías de ocuparte en algo. ¿Por qué no vas con tu abuela a desgranar maíz?

-Ya voy, mamá. Ya voy. (p. 15).

Outros momentos da vida de Pedro Páramo, que serão apresentados posteriormente pelo narrador onisciente, também são antecedidos por descrições da atmosfera que os envolvem.

Se as lembranças do jovem Pedro a brincar com sua amada Susana se davam no momento em que caia uma chuva, elas passam a ser narradas logo após o momento em que essa chuva havia cessado. Uma chuva que preencheu o dia com cheiros, luzes e cores: las nubes, el sol sacaba luz a las piedras, irisaba todo de colores, se bebía el agua de la tierra, jugaba con el aire dándole brillo a las hojas con que jugaba el aire [...] p. 14). Atmosfera e espaços que estão refletindo a leveza dos momentos em que Pedro Páramo havia passado com Susana San Juan e que guardava com carinho.

Apesar de mantida a beleza das descrições, no próximo fragmento elas acompanharão a atmosfera que vai emoldurar momentos importantes da formação da

personagem Pedro Páramo. Tais descrições são similares em sua beleza e evidenciam a unidade temática que versa sobre os quatro elementos, conforme verificamos nos trechos grifados:

Por la noche volvió a llover. Se estuvo oyendo el borbotar del agua durante largo rato; luego se ha de haber dormido, porque cuando despertó sólo se oía una llovizna callada. Los vidrios de la ventana estaban opacos, y del otro lado las gotas resbalaban en hilos gruesos como de lágrimas. «Miraba caer las gotas iluminadas por los relámpagos, y cada vez que respiraba suspiraba, y cada vez que pensaba, pensaba en ti, Susana.» La lluvia se convertía en brisa. Oyó: «El perdón de los pecados y la resurrección de la carne. Amén». Eso era acá adentro, donde unas mujeres rezaban el final del rosario. Se levantaban; encerraban los pájaros; atrancaban la puerta; apagaban la luz (p. 17).

A chuva volta a cair em Comala, contudo já é noite e as gotas que vão se formando na janela parecem lágrimas e são iluminadas por relâmpagos... a luz está apagada. Paira no oitavo fragmento a sombra que envolve a indesejada das gentes, pois, o narrador mostra que o avô de Pedro Páramo já havia morrido e estavam a rezar o rosário em sua casa, conforme diz a sua mãe, visivelmente triste com a ocasião:

― ¿Por qué no has ido a rezar el rosario? Estamos en el novenario de tu abuelo. Allí estaba su madre en el umbral de la puerta, con una vela en la mano. Su sombra descorrida hacia el techo, larga, desdoblada. Y las vigas del techo la devolvían en pedazos, despedazada.

― Me siento triste ― dijo.

Entonces ella se dio vuelta. Apagó la llama de la vela. Cerró la puerta y abrió sus sollozos, que se siguieron oyendo confundidos con la lluvia (p. 17).

Ela pergunta a Pedro o motivo de não ter participado das orações para o avô ― mais uma vez ele estava a pensar em Susana e havia adormecido ― para em seguida apagar a chama da vela que carregava e ir para o quarto em prantos. Seus soluços se misturavam com a chuva que caia.

Nas páginas 26 e 27 os espaços descritos indicam mais uma vez uma atmosfera chuvosa e gris, conforme demonstram os grifos:

En el hidrante las gotas caen una tras otra. Uno oye, salida de la piedra, el agua clara caer sobre el cántaro. Uno oye. Oye rumores; pies que raspan el suelo, que caminan, que van y vienen. Las gotas siguen cayendo sin cesar. El cántaro se desborda haciendo rodar el agua sobre un suelo mojado [...] Por la puerta se veía el amanecer en el cielo. No había estrellas. Sólo un cielo plomizo, gris, aún no aclarado por la luminosidad del sol. Una luz parda, como si no fuera a comenzar el día, sino como si apenas estuviera llegando el principio de la noche. (p. 26)

O trecho El cántaro se desborda haciendo rodar el agua sobre un suelo mojado prevê o banho de sangue que o assassinato de Don Lucas Páramo, pai de Pedro Páramo vai acarretar. No trecho seguinte ― Por la puerta se veía el amanecer en el cielo. No había estrellas. Sólo un cielo plomizo, gris, aún no aclarado por la luminosidad del sol. Una luz parda, como si no fuera a comenzar el día, sino como si apenas estuviera llegando el principio de la noche ― a porta surge como passagem para um novo destino para o jovem Páramo, onde não há estrelas, apenas um céu pesado que não recebia a luz do sol e uma noite que insiste em permancer. Essa atmosfera antecede o momento no qual sua mãe lhe dá a notícia de que seu pai havia sido assassinado:

Afuera en el patio, los pasos, como de gente que ronda. Ruidos callados. Y aquí, aquella mujer, de pie en el umbral; su cuerpo impidiendo la llegada del día;