• No results found

En sammenligning mellom sceneinstruktørens stilling som

1. Innledning

3.1 En sammenligning mellom sceneinstruktørens stilling som

Este estudo revelou-se bastante inovador, visto que são poucos os trabalhos que exploram esta temática e as referências sobre o processo de aplicação.

A pouca experiência associada a estas soluções e a falta de divulgação levou à exploração de várias caraterísticas e ensaios para que, com um pouco de criatividade, mas também com a necessária fundamentação científica, se atingisse o máximo conhecimento sobre a aplicação e

Estas condições levaram a uma análise generalizada daquilo que são os revestimentos superficiais que, aliada às dificuldades mostradas ao longo de todo o processo, demonstram que ainda há muito para ser explorado e desenvolvido.

Antes de mais, é importante aprofundar a experiência de aplicação destes materiais e, consequentemente desenvolver um processo de aplicação exemplar, com um método de adequação das taxas de aplicação dos materiais às caraterísticas superficiais do pavimento base. Desta forma, o processo de aplicação deixará de ser um fator condicionante no sucesso destas técnicas e conduzirá a resultados mais adequados.

No que respeita aos materiais, torna-se necessário um estudo mais pormenorizado das suas propriedades e da forma como estas irão influenciar o desempenho global dos revestimentos. Além disso, a avaliação de outras soluções e combinações de revestimentos poderá aumentar o conhecimento desta temática e o desenvolvimento de outras perspetivas.

Visto que é influenciada pelas caraterísticas superficiais do pavimento, parece pertinente um estudo mais detalhado da avaliação da resistência ao rolamento, já que assume uma importância no consumo de combustível dos utentes de uma estrada. Essencialmente, deve ser praticado um tempo de ensaio maior, para que se estabilize os valores das variáveis em estudo, e para que que não haja um dispêndio de energia no aquecimento dos pneus, questões que não foram suficientemente consideradas neste trabalho e que podem ser relevantes.

O processo de avaliação da desagregação também deve ser aprimorado. A desagregação revela-se como um dos indicadores do estado de um pavimento e está muitas vezes associada aos revestimentos, e por isso exige-se que os materiais apresentem uma boa resistência à desagregação a que são sujeitos. Desta forma, é fundamental a realização de um estudo mais aprofundado que resulte em ensaios que permitam uma melhor quantificação da desagregação de um determinado material, sobretudo a uma escala superior ao estudo de provetes.

Quanto à avaliação do ruído, esta também poderá ser alvo de um estudo mais aprofundado, nomeadamente no que diz respeito à melhoria das condições de fronteira. De facto, um aprimoramento destas últimas conduzirá a resultados mais interessantes, permitindo uma comparação segura entre os vários materiais. Adicionalmente, a medição do coeficiente de absorção também pode ser mais pormenorizada, de forma a responder às questões colocadas quanto às caraterísticas da mistura e à dissipação sonora associada.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AASHTO (1999). Guide for the Development of Bicycle Facilities, American Association of State Highway and Transportation Officials, Washington, DC.

ACPA (2007). Current Perspectives on Pavement Surface Characteristics, American Concrete Pavement Association.

APRG (1999). Ultra Thin Asphalt Surfacing, Technical Note 8, Austroads Pavement Research Group, Australia.

Araújo, J.P.d.C. (2016). Avaliação da sustentabilidade de estruturas e materiais de pavimentos rodoviários.

Ascenso, S.R.d.L. (2011). Conservação e reabilitação de pavimentos rodoviários: avaliação das características superficiais, Dissertação de Mestrado, Universidade de Aveiro, Aveiro. Attoh-Okine, N., Park, H. (2007). Thin Overlay Maintenance Treatment Application in

Delaware Communities, Delaware Center for Transportation. Azevedo, M.C.M. (2001). Pavimentos, Universidade do Porto, Porto.

Barros, R. (2004). Medição do Coeficiente de Atrito com o “Grip-Tester”, 3º Congresso Rodoviário Português, Lisboa.

Branco, F., Pereira, P., Santos, L.P. (2008). Pavimentos rodoviários, Coimbra.

Caltrans (2008). Maintenance Technical Advisory Guide. Volume I – Flexible Pavement Preservation, California Department of Transportation, Division of Maintenance.

Cardoso, J. (1999). O reaproveitamento de recursos (o sistema de tráfego), Curso de Segurança e Gestão Viária Urbana, Lisboa.

Carvalho, T., Colas, M.d.M. (2013). Microaglomerado a Frio, 7º Congresso Rodoviário Português, Lisboa.

Chelliah, T., Stephanos, P., Smith, T., Kochen, B. (2002). Developing a design policy to improve pavement surface characteristics, Pavement Evaluation Conference, Roanoke, Virginia, USA.

Cooper Jr., S.B., Mohammad, L.N. (2004). NovaChip Surface Treatment, Six Year Evaluation. Cuelho, E.V., Mokwa, R.L., Akin, M. (2006). Preventive maintenance treatments of flexible pavements: A synthesis of highway practice, Montana Department of Transportation, Research Programs.

Davis, R.M. (2001). Comparison of surface characteristics of hot-mix asphalt pavement surfaces at the Virginia Smart Road, Virginia Polytechnic Institute and State University.

Department for Transport (2008). Cycle Infrastructure Design, Local Transport Note 2/08, Department for Transport, London.

Ducasse, K., Distin, T., Osborne, L. (2004). The use of microsurfacing as a cost effective remedial action for surface rutting, 8th Conference on Asphalt Pavements for Southern Africa.

Dupont, P., Ganga, Y. (1995). Skid Resistance and Texture of Road Surfaces on Difficult Sites, XX World Road Congress, Montreal.

Estakhri, C.K., Button, J.W. (1995). Performance Evaluation of Novachip™: Ultrathin Friction Course

Fernandes, A., Neves, J. (2008). Avaliação da relação entre as características superficiais dos pavimentos rodoviários e a segurança de circulação do tráfego, Instituto Superior Técnico, Centro de Sistemas Urbanos e Regionais, Lisboa.

FHWA (2014). High Friction Surface Treatments - Frequently Asked Questions, Federal Highway Administration.

Figueiredo, N., Capitão, S., Neves, J. (2013). Avaliação e conservação de pavimentos rodoviários municipais com baixo tráfego – Situação existente e metodologia de apoio, 7º Congresso Rodoviário Português, Lisboa.

Forster, S.W. (1989). Pavement microtexture and its relation to skid resistance, Transportation research record (1215).

Freitas, E.F. (2008). Contribuição da Superfície dos Pavimentos para a Produção de Ruído, Engenhria Civil, Vol. 30.

Freitas, E.F., Pereira, P.A. (2001). Estudo da evolução do desempenho dos pavimentos rodoviários flexíveis, Engenhria Civil, Vol. 11.

Gransberg, D. (2010). NCHRP Synthesis 411: Microsurfacing; a synthesis of highway practices, Washington, D.C., USA.

Gransberg, D., James, D. (2005). Chip Seal Best Practices: A Synthesis of Highway Practice, Transportation Research Board, Washington D.C.

HA (1999). Design Manual for Roads and Bridges, Volume 6, Section 3: Coloured Surfacing in Road Layout (Excluding Traffic Calming), The Highways Agency, UK.

Haas, R., Hudson, W.R., Zaniewski, J.P. (1994). Modern pavement management.

Hall, J.W., Smith, K.L., Titus-Glover, L., Wambold, J.C., Yager, T.J., Rado, Z. (2009). Guide for pavement friction, National Cooperative Highway Research Program, Transportation Research Board of the National Academies.

Hanson, D. (2001). Construction and performance of an ultrathin bonded hot-mix asphalt wearing course, Transportation Research Record: Journal of the Transportation Research Board (1749), pp. 53-59.

Henry, J.J. (2000). Evaluation of pavement friction characteristics, NCHRP Systhesis 291, Transportation Research Board, Washington, D.C.

Herrington, P., Bagshaw, S.A. (2014). Epoxy modified bitumen chip seals.

Hicks, R., Moulthrop, J., Daleiden, J. (1999). Selecting a preventive maintenance treatment for flexible pavements, Transportation Research Record: Journal of the Transportation Research Board (1680), pp. 1-12.

Highways Department of Hong Kong (2012). Guidance Notes on Preservation of Bituminous Carriageway, Highways Department of Hong Kong, Hong Kong.

Highways England (2016). Design Manual for Roads and Bridges, Volume 7, Section 2: Footway and Cycleway Design, Highways England, London.

Hitch, L., Russell, R. (1977). Bituminous bases and surfacings for low-cost roads in the tropics, Transport and Road Research Laboratory.

JAE (1995). MACOPAV - Manual de Concepção de Pavimentos para a Rede Rodoviária Nacional, Almada.

Janisch, D.W., Gaillard, F.S. (1998). Minnesota seal coat handbook.

Kandhal, P.S., Parker, F. (1998). Aggregate tests related to asphalt concrete performance in pavements, Transportation Research Board, Washington D.C.

León Izeppi, E., Flintsch, G.W., McGhee, K.K. (2010). Field performance of high friction surfaces, Virginia Department of Transportation, , Richmond, VA.

Li, S., Noureldin, S., Jiang, Y., Sun, Y. (2012). Evaluation of Pavement Surface Friction Treatments, Indiana Department of Transportation and Purdue University, West Lafayette, Indiana.

Liu, L., Manepalli, V., Gedafa, D., Hossain, M. (2010). Cost Effectiveness of Ultrathin Bonded Bituminous Surface and Modified Slurry Seal, 1st International Conference on Pavement Preservation, Newport Beach, California.

Lu, J. (1996). Vehicle traction performance on snowy and icy surfaces, Transportation Research Record: Journal of the Transportation Research Board (1536), pp. 82-89.

Manton, R., Clifford, E. (2011). Route selection, design assessment and cost considerations of rural off-road cycleways, Irish Transport Research Network.

Menezes, M. (2008). Estudo das características de superfície de pavimentos rodoviários para análise da segurança do tráfego, Dissertação de Mestrado, Instituto Superior técnico, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa.

Merritt, D., Moravec, M. (2010). High Friction Surfacing for Horizontal Curves, Pavement Evaluation 2010, Roanoke, Virginia.

Miller, R., Vedula, K., Hossain, M., Cumberledge, G. (2004). Assessment of AASHTO provisional standards for profile data collection and interpretation, Transportation Research Record: Journal of the Transportation Research Board (1889), pp. 134-143. MnDOT (2007). Bikeway Facility Design Manual, Minnesota Department of Transportation. Moura Ferreira, A.S.N. (2015). Ciclovia na cidade do Porto, Dissertação de mestrado,

Universidade do Porto, Porto.

MPA (2009a). Construction and surfacing of footways and cycleways using asphalt, Information Sheet 11, London.

MPA (2009b). Miscellaneous uses of asphalt, Information Sheet 9, London.

Musty, H.Y. (2012). Evaluation of reclaimed asphalt pavement materials from ultra-thin bonded bituminous surface, Kansas State University.

Newcomb, D.E. (2009). Thin asphalt overlays for pavement preservation, Mid-Year Asphalt Pavement Technical Seminar, Ohio.

Nikolaides, A.F. (2008). Very thin surfacing: a beneficial and cost effective alternative to traditional surfacing materials for flexible pavements, First International Conference on Transport Infrastructure - ICTI 2008, Beijing.

OmniCrete (2016). Road Safety Surfacing.

Panagouli, O., Kokkalis, A. (1998). Skid resistance and fractal structure of pavement surface, Chaos, Solitons & Fractals, Vol. 9 (3), pp. 493-505.

Pereira, P., Santos, L.P. (2002). Pavimentos rodoviários.

Pinto, J.I.B.R. (2003). Caracterização superficial de pavimentos rodoviários, Dissertação de Mestrado, Universidade do Porto, Porto.

PNPR (2003). Plano Nacional de Prevenção Rodoviária, Ministério da Administração Interna, Lisboa.

Pretorius, F., Wise, J., Henderson, M. (2004). Development of application differentiated ultra- thin asphalt friction courses for southern African application, 8th Conference on Asphalt Pavements for Southern Africa (CAPSA'04), pp. 16.

Rahman, M.S. (2010). Effectiveness of thin surface treatment in Kansas, Kansas State University.

Ramos, P.A.M. (2012). Projecto de ciclovias, Dissertação de Mestrado, Universidade do Porto, Porto.

Reis, N. (2009). Análise Estrutural de Pavimentos Rodoviários – Aplicação a um Pavimento Reforçado com Malha de Aço, Dissertação de Mestrado, IST, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa.

Roberts, C., Nicholls, J.C. (2008). Design guide for road surface dressing, Transport Research Laboratory, TRL Road Note 39, Crowthorne, Berkshire, UK.

RSTA (2013). High Friction Surfacing, Road Surface Treatments Association, UK.

RSTA, ADEPT (2011). Code of Practice for High Friction Surfacing, Road Surface Treatments Association, Association of Directors of Environment, Economy, Planning and Transport, UK.

Russell, M.A., Pierce, L.M., Uhlmeyer, J.S., Anderson, K.W. (2008). NovaChip®.

SCAPA (2014). Asphalt Pavement Design Guide for Low-Volume Roads and Parking Lots, The South Carolina Asphalt Pavement Association, USA.

Serfass, J., Bense, P., Bonnot, J., Samanos, J. (1991). New type of ultrathin friction course, Transportation research record (1304).

Shuler, S. (2011). Manual for emulsion-based chip seals for pavement preservation, Transportation Research Board.

Silva, F. (2013). Reabilitação de Pavimentos Rodoviários em Ambiente Urbano, Dissertação de Mestrado, Universidade de Aveiro, Aveiro.

Smith, H.A. (1977). Pavement contributions to wet-weather skidding accident reduction, Transportation research record, Vol. 622.

Sousa, V.D.D. (2013). Caracterização de pavimentos em redes de infraestruturas pedonais, Dissertação de Mestrado, Universidade do Minho, Guimarães.

STIC (2015). High Friction Surface Treatment, State Transportation Innovation Council. Sustrans (2009). Cycle path surface options, Technical Information Note No. 8, Sustrans, UK. TRB (2005). Roadway Pavement Preservation, Transportation Research Board, Washignton

D.C.

TRL (2003). Footway and Cycle Route Design, Construction and Maintenance Guide, Transport Research Laboratory, Crowthorne, Berkshire, UK.

Varadhan, A. (2004). Evaluation of open-graded and bonded friction course for Florida, University of Florida.

Wade, M., DeSombre, R., Peshkin, D. (2001). High volume/high speed asphalt roadway preventive maintenance surface treatments, Applied Pavement Technology, Champain, IL, USA.

Walsh, I.D. (2011). The role of durability of surfacing in highway asset management, The International Journal of Pavement Engineering & Asphalt, pp. 36.

Watson, D.E., Heitzman, M. (2014). Thin Asphalt Concrete Overlays.

WSDOT (2003). NovaChip® as a Surface Treatment, Washington State Department of Transportation USA.

Xiao, Y. (2013). Towards a performance evaluation method for durable and sustainable thin surfacings, Delft University of Technology, Delft.

Xiao, Y., Van de Ven, M., Wu, S., Woldekidan, M. (2012). Advanced Pull Test to Determine Adhesion Properties of Thin Surfaces for Pavement, ISAP 2012 - International Symposium on Heavy Duty Asphalt Pavements and Bridge Deck Pavements, Nanjing, China.

Zagonel, A.R. (2014). Inovações em revestimentos asfálticos utilizados no Brasil, Universidade do Rio Grande do Sul, Ijuí, Brasil