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En oppvekst preget av forhandlinger og dobbeltliv

In document Jenter mellom tradisjon og modernitet (sider 63-84)

4. Oppvekst og familierelasjoner

4.1 Foreldrene som primærsosialiseringsagent

4.1.1 En oppvekst preget av forhandlinger og dobbeltliv

Podemos dizer, sem sombras de dúvida, que esse artigo coloca-se lado a lado da- queles que desejam uma prática de cunho revolucionário e que almejam efetivar um ensino de Química de qualidade para os filhos da classe trabalhadora. Entendemos que

a Teoria da Atividade faz parte de um arcabouço teórico revolucionário, que defende, em última instância, a emancipação humana. Entre os elementos teóricos apresentados por Leontiev optamos, neste artigo, por elencar conceitos que entendemos essenciais no processo formativo do professor de Química. Ao discutirmos a relações entre ativi- dade, ação, operação e a construção de motivos, procuramos apontar como tais ele- mentos, incorporados na formação inicial e continuada do professor podem ajudá-lo a realizar uma atividade de ensino com mais consciência e com mais subsídios para pen- sar o seu lugar de professor.

Procuramos durante este trabalho usar o princípio que nos foi ensinado por Nas- cimento (2018) de falar “com a teoria” e não apenas “sobre a teoria”. Ao assumirmos essa tarefa, tentamos trazer para a maior parte dos conceitos gerais que aqui discuti- mos exemplos vinculados à própria atividade de ensino do professor de Química. En- tendemos que, dessa maneira, pudemos mostrar como esses elementos teóricos têm vínculos explícitos com o fazer pedagógico do docente. Precisamos destacar, todavia, que os exemplos que aqui trazemos não podem ser lidos como um receituário ou a úni- ca forma prática de aplicar os elementos teóricos que aqui levantamos.

Antes de encerrarmos este artigo cabe destacar que há muitos outros aspectos da Teoria da Atividade que não foram explicitados aqui. Conceitos de sentido pessoal, significado social, atividade dominante, hierarquização de motivos, personalidade do professor, consciência, foram tangenciados nessas páginas, mas não foram, em nenhum momento, aprofundados. Trata-se de uma tarefa coletiva ainda por vir e que deverá es- tar presente em outras produções.

A expectativa é que este texto some-se a outros que desejam formar professores cada vez mais combativos e que, em hipótese alguma, aceitam que a atividade de ensi- no seja esvaziada do seu real motivo: a produção inegociável de humanidade em cada indivíduo singular. Motivo que precisa ser diuturnamente (re)afirmado em cada ação pedagógica que o professor realizará no seu processo formativo e na sua práxis pedagó- gica.

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ORGANIZAÇÃO DO ENSINO DE ARTE

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