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ELS ESPAIS MUSEÏSTICS DEL TRIANGLE DALINIÀ

QUESTÕES

OBJETIVO DO 1º BLOCO DE QUESTÕES (1 A 3): IDENTIFICAR AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SUPERVISOR DO PROGRAMA: TEMPO DE ATUAÇÃO NELE E EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO.

1) Quanto tempo atua como supervisor no ProEMI/JF e/ou no Jovem de Futuro? R: Em 2014 será o 2º ano

2) Qual sua experiência na área educacional? Quanto tempo atua nesta área? R: Sou graduado em XXX (área da educação)

Desde o início de minha graduação, atuo em projetos sociais voltados para crianças, jovens e adolescentes da educação básica, atuo há nove anos na educação.

3) De que forma assumiu o cargo de supervisor do Programa?

R: Como venho há tempos trabalhando em conjunto com o estado, uma professora que conhecia meu trabalho nos projetos e nas escolas onde trabalhei me encaminhou para a Secretaria de Educação onde fiz uma entrevista visando fazer parte dos supervisores do Projeto Jovem de Futuro.

OBJETIVO DO 2º BLOCO DE QUESTÕES (4 a 7): CARACTERIZAR O PROCESSO DE TREINAMENTO DO SUPERVISOR NO PROGRAMA E IDENTIFICAR AS POSSIBILIDADES DE MELHORIA NESTE PROCESSO.

4) Para iniciar suas atividades como supervisor do Programa você recebeu algum treinamento/capacitação? De quem?

R: Sim, SEDUC XXX e IU (Instituto Unibanco).

R: Inicialmente tivemos uma semana de formação pela Secretaria de Educação, com a Coordenadora do programa e posteriormente, uma formação pelo IU, e assim seguidamente temos formações tanto voltada ao supervisor como a gestão escolar, e a Secretaria de Educação ao longo deste processo está sempre desenvolvendo palestras e seminários de estudos voltados às metas e objetivos do projeto.

6) Você encontrou dificuldades para desempenhar a função de supervisor? Quais? R: Sim, inicialmente implantar o projeto na escola, mostrar para a gestão que este projeto não era mais um e sim o projeto que vinha para mudar a realidade da gestão e da escola como um todo, com investimentos focados no EM e mudar a visão da escola quanto a nós supervisores do ProEMI/JF e técnicos da SEDUC XXX que não somos fiscalizadores do trabalho deles mas sim somos parceiros da escola e estamos mostrando caminhos para que melhore os indicadores das escolas.

7) Você daria alguma sugestão para aprimorar o processo de treinamento, integração e formação continuada dos supervisores no Programa? Quais?

R: Sim, não contratar terceiros para fazer as formações, e sim trazer pessoas que conheçam o projeto, observar os conteúdos que serão trabalhados para não coincidir com o que o estado está desenvolvendo naquele momento, para não se tornar cansativo e informações repetitivas.

OBJETIVO DO 3º BLOCO DE QUESTÕES (8 a 10): IDENTIFICAR EM QUE MEDIDA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DO SUPERVISOR INTERFEREM NA QUALIDADE DE SEU TRABALHO.

8) Atualmente você é exclusivo para a função de supervisão no Programa? Se não, qual a carga horária semanal dedicada a ele?

R: Sim, sou exclusivo para o projeto, mas ao longo do ano surgiram algumas demandas da SEDUC XXX que todos têm que participar.

9) Como você avalia a dedicação exclusiva do supervisor para o andamento do projeto?

R: Avalio como uma ferramenta extremamente importante, pois possibilita que o supervisor conheça suas escolas de uma forma geral e que a escola conheça o seu supervisor, pois estaremos em contato diário tanto por telefone como por e-mail e assim consigo levantar todos os dados e subsídios necessários para um bom diálogo com a gestão escolar mostrando os pontos positivos e negativos a serem melhorados.

10) Em média, qual a periodicidade de visitas técnicas que você realiza às escolas? E a periodicidade de reuniões por grupo de escolas por supervisão (GES)? Qual a sua avaliação a respeito dessa periodicidade?

R: Uma vez por mês, minhas escolas são todas do interior do Estado a mais ou menos 350 km de distância.

Penso que seria importante realizar visitas em menor tempo, fazer estas reuniões GES mais vezes, pois percebo que quanto mais estamos dentro da escola mais a escola produz.

Porém, o contato via e-mail e telefone é diário.

OBJETIVO DO 4º BLOCO DE QUESTÕES (11 a 14): IDENTIFICAR A AVALIAÇÃO DO SUPERVISOR SOBRE A INTERFERÊNCIA DO PROGRAMA E SUA SUPERVISÃO NOS RESULTADOS ESCOLARES.

11) Tendo em mente que uma das prioridades do Programa é o fortalecimento da gestão com foco no sucesso escolar, você considera que ele trouxe contribuições para melhoria da sua gestão como supervisor ? Justifique.

R: Sim, pois me possibilitou outra visão de gestão escolar, dando ferramentas e subsídios para que eu pudesse montar estratégias de como atuar na minha gestão como supervisor.

12) Em sua visão, quais atividades de supervisão contribuem para melhoria da gestão nas escolas? Justifique.

R: O compromisso, o respeito, a postura e a insistência. O supervisor tendo compromisso com as escolas mostrando a importância do que está sendo proposto e respeitando o ambiente escolar, mas ao mesmo tempo manter a insistência nos

combinados informando dados e situações que a escola se encontra de uma forma a não constranger a comunidade escolar.

13) Na sua opinião, o modelo de supervisão do Programa, bem como as atividades realizadas por você supervisor interferiram/interferem, de algum modo na implementação e nos resultados esperados pelo Programa? De que maneira? Justifique sua resposta.

R: Sim, interfere em grande escala, pois se não tivermos um bom relacionamento com as escolas e não criarmos laços de amizades com estes integrantes da escola, o projeto cai por si só sem importância alguma, tendo uma resistência enorme pela direção e só acontecerá se chegar alguma fiscalização muito grande da SEDUC XXX na escola cobrando a execução.

14) Quais sugestões você daria para aprimorar o processo de supervisão do Programa?

R: A primeira é estudar muito para ter subsídios para debater com os gestores, depois conhecer a realidade do Estado e das suas escolas em específico e por fim ter uma postura extremamente profissional frente aos gestores escolares mostrando suas realidades de uma forma que leve eles a pensar em mudanças de comportamento.

ENTREVISTA SEMIESTRUTURADA – RESPOSTAS DO SUPERVISOR “G” DO