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4.3 Skrivehandlingen å reflektere

4.3.2 Elevtekstanalyse- elev 2

Claudio Cardoso

Queria dar as boas-vindas novamente a todos os presentes, e tam- bém comentar que a manhã transcorreu de forma muito produtiva. O grande sinal disso é o aumento do número de pessoas neste auditório, agora completamente lotado. Isso é a consequência imediata da atratividade do tema da inovação, que confere substância ao estabeleci- mento de um Fórum de Inovação na Bahia, inspirado no fórum que foi criado na FGV São Paulo e cujos representantes principais e fundado- res estão aqui conosco. A presença de todos vocês confere a essa área a característica de grande demanda. Fica claro isso.

Embora o auditório não estivesse todo completo pela manhã, tivemos cerca de 250 inscrições. Por cautela e rigor nosso com a acomodação de todos, não pudemos mais inscrever e garantir a pre- sença de mais interessados. Isso foi feito de forma muito rápida, o Prof. Marcos Vasconcellos comentava isso. Em São Paulo, foi um processo de anos para chegar a formar uma rede. Eu poderia dizer que 80% da rede local esteve e está aqui representada. E é mesmo muito interessante que a gente tenha, aqui na nossa escola, um es- paço para estudo em torno das organizações inovadoras e para discu- tir a inovação.

A primeira mesa da tarde reúne empresas que são bem estruturadas e que fazem pesquisa e desenvolvimento tecnológico de forma sistemática há muito tempo. Tivemos ontem um espaço de aque-

cimento no workshop para falar para as médias e pequenas empresas — coordenado pela BRAIN — e também para proporcionar uma visão aprofundada das políticas públicas de investimento. Hoje pela manhã falamos da realidade aqui na Bahia.

Ao final do encontro, vamos encerrar com a mesa, que a gente batizou, entre aspas, de “pensamento da inovação”. Vamos reunir a Profª Tânia Fischer (UFBA); o Prof. Naomar de Almeida Filho (Reitor da UFBA), que vai falar sobre um processo de inovação na Universidade Federal da Bahia; o Prof. Moysés Simantob da FGV São Paulo, que já está aqui conosco; e a Fernanda Neves, que é da Secretaria de Planeja- mento do Estado de Minas Gerais.

Então, sem muitas delongas, gostaria de anunciar esta mesa e já convidar a moderadora, a Profª Silvana Aguiar, para quem manifesto de público a denominação de “musa inspiradora” de todo esse movimento que culmina com o lançamento do FIBA. Foi com a Silvana que come- çou essa ideia, há três anos, num restaurante aqui na Bahia chamado Shiro. Essa conversa hibernou por algum tempo, desde 2004, mas quan- do voltou à tona evoluiu muito rapidamente com um apoio muito forte da Escola de Administração da UFBA, do Governo e das empresas. Naturalmente é um projeto nosso, a quatro mãos, da FGV-EAESP e da EAUFBA.

Bem, os currículos dos palestrantes serão apresentados à medida em que a Profª Silvana for convocando cada um (ver currículos no final do livro). Vamos reunir nessa mesa o Frank Alcântara, Diretor de Marketing da Braskem; o Celso Duarte, pesquisador de desenvolvimen- to de tecnologia da Ford; César Meireles, da Suzano Papel e Celulose. O César vem com um papel duplo. Ele não só representa uma empresa admirada por todos e que também apoia esse evento. A Suzano foi a primeira empresa que sinalizou o apoio a esse evento. Ele ainda repre- senta um grande amigo nosso, o Jorge Cajazeira, que merece ser men- cionado como um dos mentores do FIBA, junto a mim, à Silvana, ao Prof. Marcos e ao Prof. Pinho.

Por fim, gostaria de convidar o Paulo Valladares, que trabalha na área de organizações da Petrobras. O Paulo é um querido amigo e com- panheiro da Fundação Nacional de Qualidade, onde lidera o Projeto Desafio que tem a missão de propor uma reforma nos critérios de ex- celência em gestão. Um projeto da mais alta relevância para o nosso

País. Uma grande honra recebê-lo aqui na Bahia, junto aos demais cole- gas desta importante mesa.

Introdução

Silvana Santos Pereira Aguiar

Boa tarde. Antes de passar a palavra eu queria dizer da minha enorme alegria de estar aqui. Sou graduada nesta casa, frequentei esta escola desde o dia em que foi inaugurado o prédio. Vivi muitas coisas e tenho memórias fantásticas daqui. Por exemplo: a minha única peça de teatro eu representei aqui, no palco deste mesmo auditório. E estou muito feliz com a união das minhas atuais duas casas: UFBA e FGV. Sinto-me duplamente em casa neste momento.

Organizações inovadoras têm sido um tema extremamente im- portante para nós. Temos olhado as organizações pela ótica da capa- cidade que elas têm de construir um meio capaz de nutrir e estimu- lar um ambiente que permita às pessoas criarem e inovarem. Eu me lembro quando ainda era menina, morando em San Jose, na Califórnia, numa época onde a velocidade do mercado era outra. Eu, com 16 anos, ia de bicicleta com amiguinhos até à frente do labora- tório de P&D da IBM. Nós achávamos que os cientistas podiam tra- balhar 24 horas por dia, chegar às 3 horas da manhã e comer pipoca. Nós tínhamos 16 anos e achávamos aquilo o máximo. Naquela épo- ca, a IBM até podia ter aquilo mesmo, ter uma operação singular e um outro ritmo. A velocidade dos mercados, de alguma forma, impacta os ambientes organizacionais e eles precisam ser inovadores continuamente.

Hoje temos aqui grandes organizações, com experiências fantás- ticas e com muito para contar. O objetivo dessa mesa é escutar as orga- nizações que têm uma história para contar. Temos a Braskem, temos a Ford — que já está meio baiana —, temos a Suzano — que tem o Jorge Cajazeira, “ aqui; a Suzano, que tem o “a i aqui no palco. nosso repre- sentante baiano por lá —, e o Paulo Valladares, da Petrobras, que é baiano por natureza. São parceiros e amigos de longo tempo, e de mui- tos trabalhos. Gostaria de chamar de imediato o Frank Alcântara, da Braskem.

Inovação na Braskem: diferencial no mercado