• No results found

Os achados histológicos são mostrados nas figuras 5 a 8. Os achados mais frequentes nos cortes histológicos do fígado dos ovinos do grupo G1 não evidenciaram alterações no tempo controle, aos 7 e 14 dias do consumo de sementes, T1 e T2 respectivamente. Já aos 21 e 28 dias (T3 e T4) após a inclusão de sementes, os animais apresentaram discretas alterações no fígado, como degeneração hidrópica

Grupo T0 T1 T2 T3 T4

G1 10±7aAC 8,4±11,2aA 7,2±5,2aAC 3,4±2,8aBC 5,6±6,4aC

G2 11±6aA 6,2±5bAB 6±3,8aAB 4,6±3,8aB 6±3,8aB

difusa, infiltrado polimorfonuclear multifocal, degeneração gordurosa difusa, infiltrado mononuclear multifocal e centro-lobular.

No grupo com 0,6 % de sementes, G2, evidenciou-se durante os cinco momentos avaliados, uma discreta degeneração hidrópica difusa, infiltrado inflamatório polimorfonuclear de apresentação multifocal e degeneração gordurosa difusa e multifocal. Destaca-se que em um animal do G2 no T1 foi observado um infiltrado polimorfonuclear periportal acentuado, proliferação dos ductos biliares com fibrose e moderada necrose multifocal (Figura 5). Achados estes compatíveis com o descrito por DANTAS et al. (2004), na intoxicação crônica espontânea por C. retusa em ovinos, que observaram fibrose periportal e proliferação de ductos biliares. Lemos & Barros (1998) em bovinos, Nobre et al (2004) na intoxicação por C. retusa em eqüídeos e Nobre et al (2005) na intoxicação por C. retusa em ovinos descreveram que existem diversos padrões de degeneração e necrose dos hepatócitos.

Neste mesmo G2 aos 14 dias de consumo das sementes (T2) foi observado apenas em um animal infiltrado inflamatório polimorfonuclear moderado, degeneração gordurosa, grandes áreas de necrose multifocal moderada, com infiltrado inflamatório polimorfo e mononuclear multifocal difuso (Figura 6), concordando com os achados descritos por ILHA et al (2001) na ocorrência de um surto de intoxicação espontânea por Senecio brasiliensis em ovinos, que incluem graus variáveis de degeneração hepatocelular caracterizada pelo acúmulo de numerosas gotas lipídicas no citoplasma das células hepáticas e presença de lisossomos carregados de material eletrodenso que, na maioria dos casos, correspondem à lipofuscina-ceróide.

Figura 5. Fotomicrografia do fígado de ovino do G2 no 7° dia de intoxicação (T1), ilustrando a presença de infiltrado polimorfonuclear periportal acentuado (cabeça da seta negra), proliferação dos ductos biliares com fibrose (seta negra). Coloração HE aumento de 400X.

No grupo com maior inclusão de sementes grupo G3, em um ovino no T2, constatou-se infiltrado inflamatório mononuclear periportal acentuado, multifocal moderado e necrose multifocal discreta (Figura 7), diferindo do encontrado por Nobre et al (2005), que relataram lesões histológicas no fígado caracterizadas por necrose centrolobular.

Todos os animais dos grupos experimentais, excetuando-se os dos tempos controle, apresentaram algum tipo de infiltrado inflamatório mononuclear ou polimorfonuclear e degeneração hidrópica (Figura 8), caracterizando inflamação do parênquima hepático.

Figura 6. Fotomicrografia de ovino G2 no 14° dia de intoxicação (T2), ilustrando a presença de moderado infiltrado inflamatório mononuclear multifocal (cabeça da seta negra), degeneração gordurosa difusa discreta (cabeça da seta branca), uma grande área de necrose multifocal moderada (seta branca). Coloração HE, aumento de 400X.

Nobre et al (2004), Nobre et al (2005), Boghossian et al (2007) e Souza et al (2007) relataram a megalocitose dos hepatócitos como um achado comumente observado na intoxicação por alcalóides pirrolizidínicos. Estes apresentaram citoplasma e núcleo amplos e cromatina condensada localizada na periferia do núcleo. Achado este que não foi constatado neste estudo, podendo-se sugerir que as diferentes doses e tempo de exposição ao tóxico não foram suficientes para provocar tal alteração.

Figura 8. Fotomicrografia de ovino do G3 no14° dia de intoxicação (T2), ilustrando a presença de infiltrado inflamatório mononuclear periportal acentuado (cabeça da seta), degeneração hidrópica (seta negra). Coloração HE, aumento de 400X.

Figura 7. Fotomicrografia de ovino do G3 no14° dia de intoxicação (T2), ilustrando a presença de infiltrado inflamatório mononuclear acentuado (cabeça da seta),e polimorfonuclear multifocal discreto (seta negra), área de necrose (seta branca). Coloração HE, aumento de 400X.

6. CONCLUSÕES

• Os ovinos intoxicados experimentalmente com sementes de C. spectabillis quando trituradas e incorporadas na ração nas porcentagens de 0,2%, 04% e 0,6%, apresenta sinais clínicos leves de toxicidade.

• Hemograma e provas de função hepática não tem valor diagnóstico na intoxicação por C.spectabillis em ovinos, fazendo-se necessário a realização de exames complementares como a ultrassonografia e a biópsia hepática percutânea.

• As lesões hepáticas histológicas são compatíveis com hepatotoxicidade, porém não suficientes para alterar as atividades séricas das enzimas gamaglutamiltransferase, aspartato aminotransferase e creatina fosfoquinase.

7. REFERÊNCIAS

ALFONSO, H. A.; ANGELES-FIGUEREDO, M.; SANCHEZ, L. M.; GOMES, B. C. Intoxication due Crotalaria retusa and Crotalaria spectabilis in chickens and geese. Veterinary and Human Toxicology, Manhattan, v. 35, n. 6, p. 539, 1993.

AMORIM, R. M.; BORGES, A. S.; KUCHEMBUCK, M. R.; TAKAHIRA, R. K.; ALENCAR, N. X. Bioquímica sérica e hemograma de bovinos antes e após a técnica de biópsia hepática. Ciência Rural, Santa Maria, v. 33, n. 3, p. 519-523, 2003.

ANJOS, B. L.; NOBRE, V. M.; DANTAS, A. F.; MEDEIROS, R. M.; OLIVEIRA, N. T. S.; RIET-CORREIA, F. Poisoning of sheep by seeds of Crotalaria retusa: acquired resistance by continuous administration of low doses. Toxicon, Elmsford, v. 55, n. 1, p.28-32, 2010.

BILLER, D. S.; KANTROWITZ, B; MIYABAYASHI, T. Ultrasonography of diffuse liver disease. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 6, n. 2, p. 71-6, 1992.

BOGHOSSIAN, M. R.; PEIXOTO, P. V.; BRITO, M. F.; TOKARNIA, C. H.; Aspectos clinico - patológicos da intoxicação experimental pelas sementes de Crotalaria mucronata (Fabaceae) em bovinos. Pesquisa Veterinária Brasileira, Rio de Janeiro, v. 27, n. 4, p. 149-156, 2007.

BOROFFKA, S.A.E.B. Ultrasonograhy of the cranial abdomen: liver, spleen, pancreas and gastrointestinal tract. Veterinary Quarterly, v. 20, supplement 1, p. 81-2, 1998. BRAUN, U. Ultrasonographic examination of the liver and gall bladder in cows: normal findings. Compendium continued education. v. 18, p. s61-s73, 1996.

BULL, L. B.; CULVENOR, C. C. J.; DICK, A. T. The pyrrolizine alkaloids: their chemistry, pathogenicity and other biological properties. New York: American Elsevier, 1968. 210 p.

BUNCH, S. E.; POLAK, D. M.; HORNBUCKLE, W. E. A modified laparoscopic approach for liver biopsy in dogs. Journal of American Veterinary Medical Association, v. 187, n.10, p. 1032-1035,1985.

BURGUERA, J. A.; EDDS, G. T.; OSUNA, O. Influense of selenium on aflatoxin B1 or crotalaria toxicity in turkey poults. American Journal Veterinary Research, Chicago, v. 44, n. 9, p.1714-17, 1983.

CARDINET, G. H. Skeletal muscle function. In: KANEKO, J. J.; HARVEY, J. W.; BRUSS, M. L. Clinical biochemistry of domestic animals. 5th ed. London: Academic Press, 1997. p. 407-440.

CHEEKE P. R. A review of the functional and evolutionary roles of the liver in the detoxification of poisonous plants, with special reference to pirrolizidine alkaloids. Veterinary and Human Toxicology. Manhattan, v. 36, p. 240-247, 1994.

CHEEKE, P. R.; SHULL, L. R. Natural toxicants in feeds and poisonous plants. Wesport: AVI Publishing, 1985. 300 p.

CLARKE, E. C. G.; CLARKE, M. L. Garner's veterinary toxicology. 3 ed. Baillière: Tindall and Cassel, 1967. p. 371-372.

COPPLE, B. L.; GANEY, P. E.; ROTH, R. A. Liver inflammation during monocrotaline hepatotoxicity. Toxicology, Hamburg, v. 190, p. 155-169, 2003.

COPPLE, B. L. ; BANES, A.; GANEY, P. E.; ROTH, R. A. Endothelial cell injury and fibrin deposition in rat liver after monocrotaline exposure. Toxicological Sciences, Orlando, v. 65, n. 2, p. 309-318, 2002.

COPPLE, B. L.; RONDELLI, C. M.; MADDOX, J. F.; HOGLEN, N. C.; GANEY, P. E.; ROTH, R. A. Models of cell death in rat liver after monocrotaline exposure. Toxicological Sciences, Orlando, v. 77, p. 172 – 182, 2004.

CRAIG A.M.; PEARSON E.G.; MEYER C. & SCHMITZ A. Clinicopathologic studies of tansy ragwort toxicosis in ponies: sequential serum and histophatological changes. Journal of Equine Veterinary Science, California, v. 11, p. 261-281, 1991.

CULLEN, J.M.; MacLACHLAN, N.J. Liver, biliary system, and exocrine pancreas. In: McGAVIN, M.D.; CARLTON, W.W.; ZACHARY, J.F. Special Veterinary Pathology, Missouri: Mosby, p. 81-124, 2001.

DANTAS, A. F. M.; NOBRE, V. M. T.; RIET-CORREA, F.; TABOSA, I. M.; JÚNIOR, G. S.; MEDEIROS, J. M., SILVA R. M. N.; SILVA, E. M. N.; ANJOS, B. L. Intoxicação crônica espontânea por Crotalaria retusa (Febaceae) em ovinos na região do semi-árido paraibano, Pesquisa Veterinária Brasileira, Rio de Janeiro, v. 24, p. 18-19.

DRIEMEIER, D. Intoxicação experimental por Senecio oxyphyllus DC (“Compositae”) em bovinos. 1990. 107 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 1990.

DUNCAN, J. R.; PRASSE, K. W.; MAHAFFEY, E. A. Veterinary laboratory medicine: clinical pathology. 3rd ed. Iowa: Iowa State University, 1994. 300 p.

ECKERSALL, P. D. Recent advances and future prospects for the use of acute phase proteins as markers of disease in animals. Revue de Médicine Vétérinaire, Muret, v. 151, n. 7, p. 577-584, 2000.

FERREIRA, A. V.; VAN DER MERWE, H. J.; SLIPPERS, S. C. A. Technique for obtaining liver biopsies from mature sheep. Small Ruminant Research, Amsterdam, v. 22, p. 89 – 92, 1996.

FAGLIARI, J. J.; SILVA, S. L. Hemograma e proteinograma plasmático de equinos hígidos e de equinos acometidos por abdômen agudo, antes e após laparotomia. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. Jaboticabal, v. 54, n. 6, 2002.

FAGLIARI, J. J.; RIZOLLI, F. W.; SILVA, S. L.; SILVA, D. G. Proteinograma sérico de bezerros recém-nascidos da raça Holandesa obtido por eletroforese em gel de poliacrilamida. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Jaboticabal. v. 58, n.3. p.450-453. 2006.

FU, P. P.; YANG, Y. C.; XIA, Q.; CHOU, M. W.; CUI, Y. Y.; LIN, G. Pyrrolizidine alkaloids – tumorigenic components in chinese herbal medicines and dietary suplements. Journal of Food and Drug Analysis, v. 10, n. 4, p. 198 – 211, 2002.

GORDON, A.H. Electrophoresis of proteins in polyacrylamide and starch gels. Elsever Science Publishers, Nova York, 1975. p. 213.

GRUYS, E.; OBWOLO, M. J.; TOUSSAINT, M. J. M. Diagnostic significance of the major acute phase proteins in veterinary clinical chemistry: a review. Veterinary Bull, London, v.64, n. 11, p.1009-1018, 1994.

HANUMEGOWDA, U. M.; COPPLE, B. L.; SHIBUYA, M.; MALLE, E.; GANEY, P. E.;ROTH, R. A. Basement membrane and matrix metalloproteinases in monocrotaline- induced liver injury. Toxicological Sciences, Orlando, v. 76, p. 237-246, 2003.

HATAYDE, M. R.; SOUZA, A. C.; SANTANA, A. E. Achados bioquímicos séricos em suínos experimentalmente intoxicados por sementes de Crotalaria spectabilis. Veterinária Notícias, Uberlândia, v. 4, n.1, p. 49-56, 1998.

HATAYDE, M. R.; BERCHIERI-JUNIOR, A.; ALESSI, A. C.; CRUTARELLI, S. M. Estudo experimental sobre a intoxicação de Gallus gallus domesticus com sementes de

Crotalaria spectabilis. I – Efeito em aves na fase inicial de crescimento. Brazilian

Journal of Veterinary Research and Animal Science, São Paulo, v. 34, n. 2, p. 332- 336, 1997.

HATAYDE, M. R.; ALESSI, A. C.; BERCHIERI-JUNIOR, A.; CAFÉ, M. B.; CURTARELLI, S. M. Estudo experimental sobre a intoxicação de Gallus gallus domesticus com sementes de Crotalaria spectabilis. II- Efeito em aves na fase final de

crescimento. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Jaboticabal, v. 49, p. 239-249, 1997.

ILHA M. R. S.; LORETTI, A. P.; BARROS S. S; BARROS C. S. L. Intoxicação espontânea por Senecio brasiliensis (Asteraceae) em ovinos no Rio Grande do Sul. Pesquisa. Veterinária Brasileira, Rio de janeiro, v. 21, n. 3, p. 123-138, 2001.

JAIN, N. C. Essentials of veterinary hematology. Philadelphia: Lea & Febiger, 1993. 417 p.

JOHNSON, A. E.; MOLYNEUX, R. J; MERRIL, G. B. Chemistry of toxic range plants. Variation in pyrrolizidine, alkaloid content of Senecio, Amsinckia, and Crotalaria species. Journal of Agricultural Food Chemistry, Califórnia, v. 33, n.1, p. 50-55, 1985.

JOLY, A. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. 4 ed. São Paulo: Nacional, 1977. p. 381-2. (Biblioteca Universitária, Série, 3. Ciências Rurais, 4).

KANEKO, J. J.; HARVEY, J: W., BRUSS, M: L. Clinical biochemistry of domestic animals. 5. ed. New York: Academic Press, 1997. 932 p.

KAY, J. M.; HEATH, D. Crotalaria spectabilis. The pulmonary hypertension plant. Illinois: Springfield, 1969. 220 p.

KELLY W. R. The liver and biliary system, In: JUBB, K. V. F.; KENNEDY P. C; PALMER, N. (Ed.) Pathology of domestic animals. 4th Ed, San Diego, Academic Press, v. 2, p. 319- 404, 1993.

KRAMER, J. W.; HOFFMANN, W. E. Clinical Enzymology. In: KANEKO, J. J.; HARVEY, J. W.; BRUSS, M. L. Clinical biochemistry of domestic animals. 5th ed. London:

Academic Press, 1997. p. 303-325.

LEITÃO FILHO, H. F.; ARANHA, C.; BACCHI, O. Plantas invasoras de culturas no estado de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1975, v. 2, p. 577.

LEMOS, R. A. A.; BARROS, C. S. I. Intoxicação por Crotalaria sp. Principais enfermidades de bovinos de corte no Mato Groso do Sul. Campo Grande, 1998, p. 322-325.

LORENZI, H. Pantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas, tóxicas e medicinais. 2. ed. Nova Odessa: Plantarum. 1991. p. 273.

LU, Z. F.; ZAGZEBSKI, J. A.; O’BRIEN, R. T.; STEINBERG, H. Ultrasound attenuation and backscatter in the liver during prednisone administration. Ultrasound in Medicine & Biology, v. 23, n. 1, p. 1-8, 1997.

LUNA, L. G. Manual of histologic stauning methods of the Armed Forces Institute of Pathology, 3 ed. New York: McGraw-Hill, 1968. 258 p.

MAEDA, K.; UTSU, M.; KIHAILE, P. E. Quantification of sonographic echogenicity with greylevelhistogram width: a clinical tissue characterization. Ultrasound in Medicine & Biology, v. 24, n. 2, p. 225-234, 1998.

MATTOCKS, A. R. Toxicity of pyrrolizidine alkaloids. Nature, v.217, p.723-28, 1968. MEDEIROS, M. B. A.; SOUZA, F. F.; NETO, P. I. N.; COELHO K. I. R. Técnica de biópsia hepática guiada pelo ultra-som em bezerros. Revista de educação continuada do CRMV, São Paulo. v. 5, n. 1, p. 94 – 99, 2002.

MELO, A. A. Intoxicação experimental em equinos com sementes de Crotalaria

spectabilis. Jaboticabal, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias – UNESP,

2010.

MEYER, D. J.; COLES, E. H.; RICH, L. J. Medicina de laboratório veterinário: interpretação e diagnóstico. São Paulo: Roca, 1995. 308p.

NATIONAL RESEARCH COUNCIL NRC. Nutrient requirements of poultry. 9. ed. Washington: National Academy Press, 2007.

NAVARRE, C. B.; PUGH, D. G. Enfermidades do sistema gastrintestinal. In: PUGH, D. G. Clínica de ovinos e caprinos, São Paulo: Roca, 2005. cap. 4, p. 77–118.

NEAL, W. M.; RUSOFF, L. L.; AHMANN, C. F. The isolation and some properties of an alkaloid from Crotalaria spectabilis Routh. American Chemical Society Journal, v. 572, p. 2560-61, 1935.

NÉSPOLI, P. B.; GHELLER, V. A.; MAHECHA, G. A. B.; GODOY, D. K.; MACEDO, G. L.; BORDIN, A. I. Aspectos morfológicos da ultrassonográfia hepática de ovinos, Pesquisa Veterinária Brasileira. Rio de Janeiro, v. 29, n. 4, p. 333-338, 2009.

NYLAND, T. G.; MATTOON, J. S.; HERRGESELL, E. J.; WISNER, E. R. Fígado. In: Ultra-som: diagnóstico em pequenos animais. 2. ed. São Paulo: Roca, 2004. p. 95-127. NOBRE V.M.; RIET-CORREA F.; BARBOSA FILHO J.M.; DANTAS A.F.M.; TABOSA I.M.; VASCONCELOS J.S. Intoxicação por Crotalaria retusa (Fabaceae) em eqüídeos no semi-árido da Paraíba. Pesquisa Veterinária Brasileira. Rio de Janeiro, v. 24, n. 3, p.132-143, 2004.

NOBRE, V. M. T.; DANTAS, A. F. M.; RIET-CORREA, F.; BARBOSA FILHO J. M.; TABOSA, I. M.; VASCONCELOS J. S. Acute intoxication by Crotalaria retusa in sheep. Toxicon, Elmsford, v. 45, p. 347-352, 2005.

O´MAHONY, M. C. O., HEALY, A. M., HARTE, D., WALSHE, K. G., TORGERSON, P. R., DOHERTY, M. L. Milk amyloid A: Correlation with cellular indices of mammary inflammation in cows with normal and raised serum amyloid A. Research in Veterinary Science. London, v. 80, n. 2, p. 155–161. 2006.

ORTOLANI, E. L. Intoxicação por cobre, selênio, zinco, cloreto e sódio. In: SPINOSA, E. S., outros autores. Toxicologia aplicada à medicina veterinária. São Paulo: Manole, 2008.

PIERCY, P. L.; RUSOFF, L. L. Crotalaria spectabilis Poisoning in Louisiana Livestock. Journal American Veterinary Medical Association. Schaumburg, v.108, n.1946, p.69- 72, 1946.

PUGH, D. G. Clínica de ovinos e caprinos. São Paulo: Roca, 2005. 513 p.

RADOSTITS, O. M.; GAY, C. C.; BLOOD D. C.; HINCHCLIFF, K. W. Clínica veterinária: um tratado de doenças dos bovinos, ovinos, suínos, caprinos e equinos. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002, p. 347-360.

RIET-CORREA, F.; MENDEZ, M. C.; SCHILD, A. L. Intoxicações por plantas e micotoxicoses em animais domésticos. Montevideo: Editorial Hemisfério Sur, Montevideo. 1993, 340 p.

SANTOS, J. C. A.; RIET-CORREA, F.; SIMÕES, S. V. D.; BARROS, C. S. L. Patogenese , sinais clínicos e patologia das doenças causadas por plantas hepatotoxicas em ruminantes e eqüinos no Brasil. Pesquisa Veterinária Brasileira. Rio de Janeiro, v. 28, n.1, p 1-14, 2008.

SCHULTZE, A. E.; EMEIS, J. J.; ROTH, R. A. Cellular fibronectin von Willebrand factor concentrations in plasma of rats treated with monocrotaline pyrrole. Biochemical Pharmacology, New York, v. 51, n. 2, p. 187-191, 1996.

SHERLOCK, S.; DICK, R.; VAN LEENWEN, D. J. Liver biopsy today. Journal of Hepatology, Oxfordshire, v.1, n. 1, p. 75-85, 1984.

SOUZA, A. C.; HATAYDE, M. R. Aspectos hematológicos de suínos experimentalmente intoxicados por sementes de Crotalaria spectabilis. Ensaios e Ciência. Campo Grande, v. 2, n. 2, p. 49-70, 1998.

SOUZA, A. C.; HATAYDE, M. R.; BECHARA, G. H. Aspectos patológicos da intoxicação de suínos por sementes de Crotalaria spectabilis. Pesquisa Veterinária Brasileira. Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 12-18, 1997.

STOCKHAM, S. L. Interpretation of equine serum biochemical profile results. Veterinary Clinics of North America: Equine practice, Philadelphia, v. 11, p. 391-414, 1995.

TAYLOR, D. W.; WILSON, D. W.; LAMÉ, M. W.; DUNSTON, S. D.; JONES, A. D.; SEGALL, H. J. Comparative cytotoxicity of monocrotaline and its metabolites in cultured pulmonary artery endothelial cells. Toxicology and Applied Pharmacology, San Diego v. 143, p. 196-204, 1997.

TENNANT, B. C. Hepatic function. In: KANEKO, J. J.; HARVEY, J. W.; BRUSS, M. L. Clinical biochemistry of domestic animals. 5. ed. San Diego: Academic Press, 1997. cap. 13, p. 327-349.

THOMAS, J. S. Overview of plasma proteins. In: FELDMAN, B. F.; ZINKL, J. G.; JAIN, N. C. Schalm´s: veterinary hematology. 5. ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2010. p. 891-898

TOKARNIA, C.H.; DÖBEREINER, J.; PEIXOTO, P.V. Plantas Tóxicas do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Helianthus, 2000. 320p.

TOKARNIA, C. H.; DOBEREINER, J.; SILVA, M. F. Plantas tóxicas da Amazônia a bovinos e outros herbívoros. Manaus: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), 1979. 95 p.

TOKARNIA, C. H.; DOBEREINER, J. Plantas tóxicas para herbívoros no Brasil. Agroquímica, v. 19, p. 20-26, 1982.

TOSTES, R. A.; BANDARRA, E. P. A biópsia hepática em cães. Arquivo brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo horizonte, vol. 54 n. 5, p. 468-472, 2002.

WANG, P. Y.; YAN, J. FU, P. P.; CHOU, M. W. Human liver microssomal reduction of pyrrolizidine alkaloid N-oxides to form the corresponding carcinogenic parent alkaloid. Toxicology Letters, Amsterdam, v. 155,n. 3, p. 411-420, 2005.

WILLIAMS, M. C.; MOLYNEUX, R. J. Occurrence, cocentration and toxicity of pyrrolizidine alkaloids in crotalaria seeds. Weed Science, Champaign, v. 35, p. 476-481, 1987.

YAN, C. C.; COOPER, R. A.; HUXTABLE, R. J. The comparative metabolism of the four pyrrolizidine alkaloids, seneciphylline, retrorsine, monocrotaline, and trichodesmine in the isolated, perfused rat liver. Toxicology and Applied Pharmacology, San Diego, v. 133, n. 2, p. 277-284, 1995.

ZWEIBEL. W. J. Sonographic diagnosis of diffuse liver disease. Seminars in Ultrasound, CT and MRI, v. 16, n. 11, p. 8-15, 1995.

APÊNDICE

A- SOLUÇÕES EMPREGADAS NA ELETROFORESE (SDS-PAGE)