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Eksperimentbrukere: De fire siste radene av tabell 4 viser resultatene for tilsvarende endringer i antall eksperimentbrukere og mengden de antas å bruke

In document Heroinforbruk og heroinbeslag i Norge (sider 49-60)

Totalt forbruk i Norge 2000 – 20086.1

Scenario 3 Eksperimentbrukere: De fire siste radene av tabell 4 viser resultatene for tilsvarende endringer i antall eksperimentbrukere og mengden de antas å bruke

  O PNAMC entrou em vigor no ano de 2006, antecipando‐se em três anos ao  seu  congénere  europeu  e  em  quatro  anos,  ao  português.  O  seu  objetivo  é  o  de  envolver a sociedade espanhola na seleção e implementação, a médio e longo prazo,  de uma conjunto de medidas destinadas à Adaptação aos impactos do aquecimento  global. Os efeitos das mudanças climáticas têm vindo a surgir, de forma gradual, sendo  de  prever  que  se  irãotornando  cada  vez  mais  vigorosos,  sobretudo  nos  territórios  áridos e semi‐áridos que ocupam uma muito considerável dimensão territorial e onde  habita  uma  parte  maioritária  da  população  residente  em  Espanha.  Os  efeitos  são  e  poderão vir a ser progressivamente crescentes, facto que justifica a consideração de  prazos mais alongados.  

  O plano comporta a investigação científica sobre o aquecimento global e os  seus impactos no território e na sociedade, bem como as vertentes de monitorização e  de avaliação na execução das medidas de Adaptação. Foi precedido pela conclusão de  um  projeto  de  investigação,  desenrolado  em  2003  a  2004  e  publicado  em  2005,  intitulado  “Efeitos  das  mudanças  climáticas  em  Espanha”.  No  mesmo  foram  identificados  impactos  no  país,  considerando  as  regiões,  setores  de  atividade  e  os  sistemas  ecológicos.  Consequentemente,  as  entidades  responsáveis  pelas  políticas  para  as  alterações  climáticas,  definiram  um  conjunto  de  domínios  de  atuação,  monitorização e avaliação da vulnerabilidade aos impactos das mudanças climáticas,  bem como das formas possíveis de resposta, por adaptação: Biodiversidade; Recursos  hídricos;  Florestas;  Agricultura;  Áreas  Costeiras;  Caça  e  Pesca  continental;  Áreas  de  montanha;  Solos;  Pesca  e  Ecossistemas  marinhos;  Transportes;  Saúde  humana;  Indústria e Energia; Turismo; Finanças e Seguros; Urbanismo e Construção. 

 

  Façamos  de  seguida,  o  nosso  foco  sobre  a  energia.  De  acordo  com  estudos  realizados sobre os recursos hídricos e que estão integrados no texto do PNA (2006),  está  prevista  uma  subida  da  temperatura  média  de  1°C,  em  simultâneo  com  uma  diminuição estimada em 5% da precipitação, até 2030. Isto fará com que se acentue a  perda  de  água  por  evaporação  e  evapotranspiração,  a  par  com  um  acréscimo  da        

procura de água, por parte das sociedades e dos ecossistemas. Prevê‐se uma perda de  5%  a  14%  da  disponibilidade  hídrica,  até  2030,  podendo  chegar  a  50%  nas  regiões  áridas e semi‐áridas, designadamente no litoral mediterrânico e nas regiões interiores  de baixa altitude, associadas aos climas de estepe e temperado com verão quente e  seco.  A  perda  de  disponibilidade  hídrica  é  estimada  entre  20%  a  22%,  até  2100.  No  futuro,  os  regimes  hidrológicos  serão  ainda  mais  irregulares  do  que  o  são  na  atualidade, sobretudo nas regiões do litoral mediterrânico, onde se concentra quase  metade da população residente. Tais impactos derivados da diminuição dos recursos  hídricos  traduzir‐se‐ão  numa  menor  capacidade  das  centrais  hidroelétricas  em  produzir  eletricidade,  restringido  o  seu  maior  potencial  aos  anos  hidrológicos  mais  húmidos.  Nos  últimos  decénios,  os  anos  secos  têm  sido  mais  frequentes  que  os  húmidos.  

  A subida da temperatura, em paralelo com a diminuição da precipitação, são  suscétiveis de incrementar os riscos de degradação dos ecossistemas e povoamentos  florestais, potenciando também a maior probabilidade de ocorrência e intensidade dos  incêndios  nas  florestas  (Salomon,  2005:  77‐92).  Adicionalmente,  uma  maior  irregularidade anual e interanual da precipitação, tende a favorecer a erosão dos solos,  com  o  consequente  risco  de  desertificação,  o  qual  já  é  uma  realidade  nas  regiões  áridas e semi‐áridas. Os bosques e todos os cobertos florestais são fundamentais, não  para a remoção de CO2 atmosférico, mas também para favorecer a infiltração de 

água no solo e no subsolo (que irá alimentar os aquíferos), o que por si só constitui um  factor  crucial  para  a  preservação  dos  recursos  hídricos  e  dos  solos.  Ou  seja,  menos  vegetação  implica  menos  disponibilidade  de  matéria‐prima  para  a  produção  de  biocombústiveis. 

   A diminuição da precipitação poderá associar‐se à redução da nebulosidade, o  que favorece o aumento da insolação, criando condições mais propícias à exploração  da  energia  solar.  Uma  consequência  da  mudança  climática  a  caminho  para  um  ambiente  mais  quente  e  seco,  propiciará  um  acréscimo  da  procura  de  eletricidade,  tanto  para  alimentar  os  sistemas  de  refrigeração  das  centrais  termoelétricas,  como  também para os sectores doméstico e de serviços. Num paradigma energético ainda  dominado pelos combustíveis fósseis, incluindo a produção de eletricidade e de calor, 

tal pressão, pelo lado da procura, sobre a oferta implica um acréscimo das emissões de  GEE.    No PNAMC estão definidas um conjunto de medidas para aplicação ao longo de  um horizonte temporal de 100 anos. As que se relacionam com a energia têm o seu  horizonte projetado para 50 anos. A primeira correspondeao emprego de cartografia e  de SIG para a identificação das potencialidades (e também das ameaças) climáticas do  território espanhol para a exploração das fontes renováveis de energia, considerando  os diversos cenários de evolução do clima. A segunda prende‐se com a avaliação da  resposta dos sistemas hidrológicos ao aquecimento global, durante o século XXI, tendo  em conta os cenários de evolução climática e as necessidades da indústria de produção  de  energia.  A  terceira  medida  consiste  na  investigação  científica  e  tecnológica  orientada  para  a  eventual  utilização  do  ar  como  refrigerador.  Finalmente,  o  PNAMC  preconiza a realização de processos de avaliação da procura de energia em Espanha,  que ao nível regional, quer por parte dos setores de atividade económica. 

VI. Avaliação das emissões de gases com efeito de estufa na União 

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