1. Råvarer
1.2 Egenskaper og faktorer som påvirker prosessen
Durante as paradas nos pontos o geólogo explicava a importância do cuidado, as formas de agressão já praticada naquele ambiente e as possíveis consequências dessas ações. A visita de campo incluía também, ao final, uma ida ao abrigo triado pela Proteção e Defesa Civil naquele bairro.
O grupo almoçava junto tendo as despesas de alimentação custeadas pela ASA e as bebidas pelo órgão municipal de Proteção e Defesa Civil. Após o almoço, era feita uma abordagem sobre os locais, as possíveis soluções que a comunidade poderia propor ao poder público e as medidas protetivas que ela mesma poderia realizar.
Figura 12 - Tema: Visita de campo
f) Dicas práticas de atuação
Conforme o Relatório da ASA (2013), dessa fase resultou uma lista com várias medidas protetivas de dicas práticas de atuação que a ASA sistematizou e depois encaminhou para as comunidades, segue:
Encontro mensal do NUPDEC em bairros - Objetiva sensibilizar outros atores sociais, aumentando a participação nos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil
Visita à Proteção e Defesa Civil - Objetiva conhecer a estrutura do seu município: orçamento, capacidade de resposta, sistemas de monitoramento e também fortalecer os laços com o sistema municipal,
Visitas de Campo com geólogo - Objetiva refletir sobre os riscos e saber identificá-los. A visita pode se dar em: encostas, beira-rio, locais com alto número populacional e grande vulnerabilidade.
Percepção de Risco local - Objetiva sensibilizar os moradores locais para a necessidade de saírem, caso as ameaças aumentem. Ou ainda, se prepararem com cursos de percepção de risco. Após a visita de campo e a identificação das áreas mais vulneráveis, pode-se organizar
visita para conversa com as famílias sobre os riscos da área em que habitam.
Visitas nas escolas - Objetiva apresentar o NUPDEC à escola e compartilhar suas experiências, a importância para a comunidade e a importância da participação de todos; igualmente se pode:
Fazer seminários, palestras ou oficinas na escola.
Realizar atividades lúdicas com as escolas em datas comemorativas como dia da árvore, do índio (ressaltando seu modo de vida), entre outros.
Apoio das empresas e do comércio local - Objetiva tanto apresentar o NUPDEC, destacando sua importância como agente preventivo, quanto criar vínculos para futuros apoios.
Mapear as indústrias / Agendar visitas para conhecê-las/ Ir de camisetas/ Levar folder ou material para apresentar o NUPDEC e sua trajetória (release do NUPDEC)/ Falar da necessidade de empresas apoiarem a iniciativa e da importância das medidas preventivas no bairro.
Mutirões para limpeza de ruas, praias e rios - Objetiva a conscientização, envolvendo os moradores para a educação ambiental. Material necessário: saco de lixo e luvas; recolher lixo que se encontra em via pública, rios, entre outros.
Reposição da mata ciliar - Objetiva reconstituir e proteger encostas e margens de rios. Para esta ação pode-se consultar um Engenheiro Agrônomo, a fim de identificar qual a mais propícia para cada local. No entanto, o mais utilizado tem sido as branquearias para as margens dos rios e a calêndula e o capim amendoim para as encostas.
Monitoramento do Plano Preventivo – Objetiva rever o plano e ver se as áreas são as mesmas ou se é necessário alteração, inclusão ou exclusão de alguma ação.
A partir do planejamento agendar um dia para retomar o Plano Preventivo e observar se todos os dados conferem, em especial, os referentes a instituições e pessoas de referência.
Visita a outras realidades municipais - Objetiva conhecer municípios que enfrentaram desastres e sua experiência. Esta experiência pode nos auxiliar a compreender a nossa própria realidade.
NUPDECs com outros espaços - Objetiva a integração e participação em reuniões de conselhos, fóruns, associações de moradores, entre outros. Busca a inserção do NUPDECs em espaços de controle social, habitação, entre outros.
Fomento a Conselhos municipais de Proteção e Defesa Civil - Objetiva criar espaços de discussão sobre a importância dos conselhos de Defesa Civil, pois os municípios catarinenses não possuem conselhos.
Elaborar o planejamento - Objetiva organizar as atividades dos NUPDECs com ações e estratégias ao longo do ano. Poderá ser realizado logo após as primeiras etapas de capacitação.
Após a visita de campo havia mais um encontro para saber se o grupo desejava ou não implantar o NUPDEC na sua comunidade. Nos dois municípios e nos três bairros, Águas Claras e Dom Joaquim, Município de Brusque e, Centro, Município de Botuverá a resposta foi positiva. Nesse mesmo encontro eram negociados com o grupo mais dois encontros semanais para planejamento e o dia do mês que o NUPDEC se reunia. Por exemplo, no NUPDEC de Botuverá as reuniões foram marcadas para a primeira segunda-feira do mês com três horas de duração, iniciando às 19h até às 22h com intervalo de quinze minutos para café.
Figura 13 - Tema: Dicas práticas de atuação dos NUPDECs
g) Planejamento
Os relatórios de 7/03 e 22/03/2012 descrevem, respectivamente, os planejamentos de Botuverá e Guabiruba. Após a visita de campo, era perguntado ao grupo se desejavam formar um NUPDEC e, caso a resposta fosse positiva, era iniciado o processo de planejamento com base na matriz FOFA. A matriz FOFA, conforme o portal44 é assim descrita:
Um cruzamento de cenários para se saber quais serão os objetivos estratégicos da instituição com menor chance de falha. Cenários são reflexões sistemáticas, extraídas por métodos científicos, que definem futuros possíveis. Quando definimos os cenários, os separamos da seguinte forma: 1) Internos - situações influenciáveis pela instituição; forças - elementos da instituição considerados vantajosos;
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Disponível em: <http://gestao.wordpress.com/2006/09/07/fofa/> Acesso em: 31/03/2014.
DICAS PRÁTICAS DE