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As tabelas e gráficos a seguir são o resultado do cruzamento dos dados entre as tabelas dos apêndices A e B (Grupo Piloto), e das tabelas dos Apêndices C e D (Grupos 2 e 3). Cada um dos participantes recebeu um número de ficha exclusivo, onde as fichas de número 1P a 6P correspondem ao Grupo Piloto (pesquisado em novembro de 2015), as de 1 a 30 correspondem ao Grupo 2 (pesquisado em março de 2016) e as fichas de 31 a 60 correspondem ao Grupo 3 (pesquisado em junho de 2016).

As siglas para representar cada área da vida e cada emoção foram compostas por abreviações. RE diz respeito à ferramenta de medição Roda das Emoções (RE). Já as abreviações LUG (Lugares), SAU (Saúde), CAR (Carreira), DESP (Desenvolvimento Pessoal), REL (Relacionamentos), ROM (Romance), FIN (Finanças) e LAZ (Lazer) se referem às oito áreas da vida nas quais se divide a ferramenta proposta. Por fim, as iniciais M (Medo), R (Raiva), T (Tristeza) e A (Alegria) referem-se às emoções

vivenciadas. Assim, como exemplo, no campo RELUGM temos as médias do grau de intensidade de vivência da emoção “medo”, na área da vida “lugar”, apontada no preenchimento da Roda das Emoções.

A coluna “Antes” refere-se às médias obtidas no momento anterior ao período de 14 dias de consumo de notícias ao qual os participantes foram submetidos. A coluna “Depois” traz as médias apontadas pelos grupos após o período de consumo de notícias. Por fim, a coluna “Dif” aponta as diferenças entre o antes e o depois, indicando se o grau de vivência da emoção por área aumentou ou diminuiu após o experimento. A Tabela 1 reflete as médias obtidas junto ao Grupo Piloto.

TABELA 1 - Resultados antes e depois RE por Área da Vida - G PILOTO Área da

Vida/Emoção

Antes Depois Dif Área da Vida/Emoção

Antes Depois Dif

RELUGM 56 58 2,00 RERELM 40 36 -4 RELUGR 34 18 -16 RERELR 16 24 8 RELUGT 36 50 14 RERELT 28 38 10 RELUGA 78 64 -14 RERELA 74 62 -12 RESAUM 28 34 6 REROMM 64 62 -2 RESAUR 8 10 2 REROMR 30 32 2 RESAUT 14 22 8 REROMT 44 58 14 RESAUA 90 80 -10 REROMA 32 46 14 RECARM 48 58 10 REFINM 64 56 -8 RECARR 34 44 10 REFINR 24 28 4 RECART 36 80 44 REFINT 28 50 22 RECARA 72 18 -54 REFINA 48 40 -8 REDESPM 30 30 - RELAZM 24 34 10 REDESPR 14 18 4 RELAZR 16 20 4 REDESPT 20 28 8 RELAZT 26 28 2 REDESPA 72 58 -14 RELAZA 88 72 -16

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices A e B

A partir do cruzamento destes dados, elaborou-se a Tabela 2, com as médias gerais da vivência das quatro emoções pela soma das áreas da vida presentes na RE.

TABELA 2 - Resultados antes e depois RE Soma das áreas G PILOTO EMOÇÃO Média Geral Antes Média Geral Depois Diferença

MEDO 44,25 46 1,75

RAIVA 22 24,25 2,25

TRISTEZA 29 44,25 15,25

ALEGRIA 69,25 55 -1425

Ilustradas em forma de gráfico, estas médias evidenciam um padrão oscilatório entre as vivências iniciais e as vivências finais de acordo com cada emoção. As emoções do medo, da raiva e da tristeza mostraram índices mais elevados ao final do experimento, enquanto a emoção da alegria mostrou uma considerável baixa no índice, conforme representado no Gráfico 1.

GRÁFICO 1 - Vivência das emoções básicas Grupo Piloto

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos dados da Tabela 2.

As colunas azuis mostram a média de intensidade da vivência das emoções no momento anterior ao início do experimento, ou seja, antes do período de 14 dias de consumo de notícias a que os participantes se voluntariaram a consumir. As colunas vermelhas mostram medições dos mesmos índices após o período de consumo de notícias. Apesar da irrelevância estatística, acrescentou-se este gráfico aos resultados porque, como explicado anteriormente, o mesmo apresenta um padrão oscilatório que se repetiu nos grupos maiores.

Na Tabela 3, temos as médias das vivências emocionais por área da vida, referente ao Grupo 2. 0 10 20 30 40 50 60 70 Medo Raiva Tristeza Alegria 44,25 22 29 69,25 46 24,25 44,25 55 Antes Depois

TABELA 3 - Resultados antes e depois RE por Área da Vida G2 Área da

Vida/Emoção

Antes Depois Dif Área da Vida/Emoção

Antes Depois Dif

RELUGM 56,25 61,88 5,63 RERELM 43,13 38,13 -5,00 RELUGR 38,13 38,13 - RERELR 33,13 38,13 5,00 RELUGT 42,50 43,13 0,63 RERELT 37,50 38,75 1,25 RELUGA 79,38 74,38 -5,00 RERELA 83,13 75,00 -8,13 RESAUM 45,63 48,13 2,50 REROMM 40,00 41,25 1,25 RESAUR 29,38 35,63 6,25 REROMR 31,88 34,38 2,50 RESAUT 33,13 35,63 2,50 REROMT 33,13 40,63 7,50 RESAUA 80,00 77,50 -2,50 REROMA 76,88 77,50 0,63 RECARM 57,50 51,25 -6,25 REFINM 72,50 70,63 -1,88 RECARR 42,50 35,00 -7,50 REFINR 46,88 43,75 -3,13 RECART 45,63 38,75 -6,88 REFINT 56,25 58,75 2,50 RECARA 68,13 70,00 1,88 REFINA 58,13 51,25 -6,88 REDESPM 36,88 46,88 10,00 RELAZM 37,50 40,63 3,13 REDESPR* 29,38 38,13 8,75 RELAZR 34,38 33,13 -1,25 REDESPT* 36,88 42,50 5,63 RELAZT 35,00 38,75 3,75 REDESPA 81,25 71,88 -9,38 RELAZA 81,88 75,00 -6,88

FONTE: Elaborado pelo autor a partir das fichas válidas entre 1 e 30 dos Apêndices C e D

A partir do cruzamento destes dados, revelou-se as médias gerais da vivência das quatro emoções entre os participantes do Grupo 2, conforme Tabela 4.

TABELA 4 - Resultados antes e depois RE Soma das áreas G2

EMOÇÃO Média Geral Antes Média Geral Depois Diferença

MEDO 48,67 49,84 1,17

RAIVA 35,70 37,03 1,33

TRISTEZA 40,00 42,11 2,11

ALEGRIA 76,09 71,56 -4,53

FONTE: Elaborado pelo autor a partir das fichas válidas entre 1 e 30 dos Apêndices C e D

Apesar de oscilações menos discrepantes, as médias de intensidade da vivência das emoções do Grupo 2 repetiram o padrão constatado no Grupo Piloto. Após o consumo de notícias em um período de 14 dias, houve uma elevação nos índices referentes à vivência das emoções do medo, da raiva e da tristeza, frente a uma queda no índice indicativo da vivência da alegria, como mostra o Gráfico 2.

GRÁFICO 2 - Vivência das emoções básicas G2 - março de 2016

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos dados da Tabela 4.

Já as médias das vivências emocionais por área da vida do Grupo 3 estão apresentadas na Tabela 5.

TABELA 5 - Resultados antes e depois RE por Área da Vida G3 Área da

Vida/Emoção

Antes Depois Dif Área da Vida/Emoção

Antes Depois Dif RELUGM 64,67 66,00 1,33 RERELM 51,33 61,33 10,00 RELUGR 46,67 41,33 -5,33 RERELR 46,00 53,33 7,33 RELUGT 47,33 46,67 -0,67 RERELT 54,00 66,00 12,00 RELUGA 74,67 74,67 - RERELA 84,00 78,67 -5,33 RESAUM 56,67 59,33 2,67 REROMM 62,00 56,00 -6,00 RESAUR 46,67 37,33 -9,33 REROMR 47,33 52,67 5,33 RESAUT 46,67 42,67 -4,00 REROMT 59,33 60,67 1,33 RESAUA 72,67 72,00 -0,67 REROMA 79,33 66,67 -12,67 RECARM 73,33 63,33 -10,00 REFINM 72,67 75,33 2,67 RECARR 49,33 56,67 7,33 REFINR 64,00 69,33 5,33 RECART 48,00 58,00 10,00 REFINT 65,33 70,00 4,67 RECARA 75,33 64,67 -10,67 REFINA 58,00 58,00 - REDESPM 54,00 58,67 4,67 RELAZM 47,33 53,33 6,00 REDESPR 40,00 52,67 12,67 RELAZR 32,00 38,00 6,00 REDESPT 42,00 58,00 16,00 RELAZT 40,00 51,33 11,33 REDESPA 78,00 74,67 -3,33 RELAZA 85,33 81,33 -4,00 FONTE: Elaborado pelo autor a partir das fichas válidas entre 31 a 60 dos Apêndices C e D

0,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 80,00 Medo Raiva Tristeza Alegria 48,67 35,70 40,00 76,09 49,84 37,03 42,11 71,56 Antes Depois

A partir do cruzamento destes dados, revelou-se as médias gerais da vivência das quatro emoções entre os participantes do Grupo 3, como mostra a Tabela 6.

TABELA 6 - Resultados antes e depois RE Soma das áreas G3

EMOÇÃO Média Geral Antes Média Geral Depois Diferença

MEDO 60,25 61,67 1,42

RAIVA 46,50 50,17 3,67

TRISTEZA 50,33 56,67 6,33

ALEGRIA 75,92 71,33 -4,58

FONTE: Elaborado pelo autor a partir das fichas válidas entre 31 a 60 dos Apêndices C e D

Os índices relacionados à vivência das emoções de medo, raiva e tristeza no Grupo 3 também apresentam elevação após o experimento, bem como há queda no índice relativo à vivência da alegria, seguindo o padrão oscilatório apresentado pelos demais dados apresentados, conforme mostra o Gráfico 3.

GRÁFICO 3 - Vivência das emoções básicas G3 - junho de 2016

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos dados da Tabela 6.

Quando somados os resultados dos Grupos 2 e 3, já é possível identificar algumas médias de maior relevância estatística, conforme Tabela 7.

0,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 80,00 Medo Raiva Tristeza Alegria 60,25 46,50 50,33 75,92 61,67 50,17 56,67 71,33 Antes Depois

TABELA 7 - Resultados antes e depois RE por Área da Vida G2 + G3 Área da

Vida/Emoção

Antes Depois Dif Área da Vida/Emoção

Antes Depois Dif

RELUGM 60,32 63,87 3,55 RERELM 47,10 49,35 2,26 RELUGR 42,26 39,68 2,58 RERELR* 39,35 45,48 6,13 RELUGT 44,84 44,84 - RERELT 45,48 51,94 6,45 RELUGA 77,10 74,52 - 2,58 RERELA 83,55 76,77 -6,77 RESAUM 50,97 53,55 2,58 REROMM 50,65 48,39 -2,26 RESAUR 37,74 36,45 -1,29 REROMR 39,35 43,23 3,87 RESAUT 39,68 39,03 -0,65 REROMT 45,81 50,32 4,52 RESAUA 76,45 74,84 -1,61 REROMA 78,06 72,26 -5,81 RECARM* 65,16 57,10 -8,06 REFINM 72,58 72,90 0,32 RECARR 45,81 45,48 -0,32 REFINR 55,16 56,13 0,97 RECART 4677 48,06 1,29 REFINT 60,65 64,19 3,55 RECARA 71,61 67,42 -4,19 REFINA 58,06 54,52 -3,55 REDESPM 45,16 52,58 7,42 RELAZM 42,26 46,77 4,52 REDESPR* 34,52 45,16 10,65 RELAZR 33,23 35,48 2,26 REDESPT* 39,35 50,00 10,65 RELAZT 37,42 44,84 7,42 REDESPA 79,68 73,23 -6,45 RELAZA 83,55 78,06 -5,48

* Diferenças estatisticamente significativas

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices C e D

As diferenças mais significativas, marcadas em asterisco na Tabela 7, apresentaram maior expressividade estatística, ou seja, a variabilidade dos valores entre os participantes foi menor em relação à média, aumentando sua relevância pela lógica do desvio padrão e de chances de representação para mais de 95% da população pesquisada.Da mesma forma, na soma das médias por emoção que deram origem à Tabela 8, tal grau de confiabilidade estatística foi alcançado em relação às emoções da raiva, da tristeza e da alegria.

TABELA 8 - Resultados antes e depois RE Soma das áreas G2 + G3 EMOÇÃO Média Geral Antes Média Geral Depois Diferença

MEDO 54,27 55,56 1,29

RAIVA* 40,93 43,39 2,46

TRISTEZA* 45,00 49,15 4,15

ALEGRIA* 76,01 71,45 - 4,56

* Diferenças estatisticamente significativas

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices C e D

Na soma das médias dos Grupos 2 e 3, percebe-se que o medo foi a emoção que apresentou menos oscilação entre o antes e o depois. Já as diferenças

apresentadas na vivência da raiva, da tristeza e da alegria evidenciaram oscilações maiores como evidencia o Gráfico 4.

GRÁFICO 4 - Vivência das emoções básicas média G2 + G3

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos dados da Tabela 8.

Em todos os grupos percebeu-se um aumento da vivência das emoções do medo, da raiva e da tristeza, e igualmente percebeu-se uma queda mais acentuada da vivência da alegria.

Ao analisarmos a intensidade das emoções de acordo com cada uma das oito áreas da vida, percebemos que também existe um padrão de variação, onde o espectro de intensidade da vivência das emoções do medo, da raiva e da tristeza aumentam, enquanto que o espectro de intensidade da alegria diminui.

O espectro formado pela borda azul constitui a intensidade de vivência da emoção antes do período de consumo de notícias. O espectro formado pela borda vermelha constitui a intensidade de vivência da emoção declarada pelo participante após o período de 14 dias. As numerações constantes nos gráficos correspondem às médias numéricas das marcações feitas em cada área da Roda das Emoções.

Numa análise única dos Grupos 2 e 3 para identificar oscilação no espectro do medo, as médias de intensidade de vivência desta emoção se mostraram maiores em seis das oito áreas da Roda das Emoções, sendo as de maior oscilação as médias das áreas Lugares, Saúde, Desenvolvimento Pessoal e Lazer. Relacionamento e Finanças,

0,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 80,00 Medo Raiva Tristeza Alegria 54,27 40,93 45,00 76,01 55,56 43,39 49,15 71,45 Antes Depois

apesar de apresentarem aumento, mostram pouca oscilação. Já a área Carreira apresentou queda, como mostra o diagrama do Gráfico 5.

GRÁFICO 5 - Espectro do medo G2+G3

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices C e D.

Já a emoção da raiva apontou um aumento de seu espectro em seis das oito áreas da Roda das Emoções quando somados os resultados dos Grupos 2 e 3: Carreira, Desenvolvimento Pessoal, Relacionamentos, Romance, Finanças e Lazer. As áreas Lugares e Saúde apresentam leve queda na vivência desta emoção, como mostra o Gráfico 6.

GRÁFICO 6 - Espectro da Raiva G2+G3

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices C e D.

As medições de intensidade da tristeza por área da vida foram as mais significativas entre as emoções consideradas “negativas”. As alterações de intensidade de vivência apresentaram oscilações mais destacáveis entre os espectros do “antes” e do “depois” do consumo de notícias. A partir das médias dos resultados dos Grupos 2 e 3, percebe-se que a intensidade de vivência da tristeza subiu em sete das oito áreas da Roda das Emoções, sendo apenas Saúde a área que apresentou queda, como mostra o Gráfico 7.

GRÁFICO 7 - Espectro da Tristeza G2+G3

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices C e D.

Dentre todas as medições realizadas em relação à vivência das quatro emoções básicas junto aos grupos pesquisados, a queda de intensidade da alegria foi a mais evidente. Quando considerados os dados dos grupos 2 e 3, a diminuição do espectro da alegria fica consolidada em todas as oito áreas da Roda das Emoções, como mostra o Gráfico 8 a seguir.

GRÁFICO 8 - Espectro da Alegria G2+G3

FONTE: Elaborado pelo autor a partir dos Apêndices C e D.

6.1.1.1 Breve discussão acerca da RE

Se assumirmos que a variação de humor está diretamente ligada à variação do grau de intensidade de vivência das emoções, os dados coletados pela Roda das Emoções para esta pesquisa permitem inferir que o consumo contínuo de notícias tem efeitos emocionais estatisticamente significativos.

Apesar de não ser possível afirmar em que grau estas alterações se devem ao consumo de construtos simbólicos midiáticos, a existência de um padrão de oscilação tanto no Grupo Piloto como nos Grupos 2 e 3 evidencia que a inserção deste hábito na rotina dos voluntários participantes da pesquisa tem grandes chances de ter causado tal efeito em algum nível.

O tamanho da amostragem não permite expandir esta suspeita para níveis populacionais. Mas é suficiente para demonstrar que existe um efeito de alteração emocional e que este efeito pode ter sido provocado pelo consumo de notícias por exibir um padrão de oscilação.

Tal padrão se repetiu com variações de maior ou menor intensidade, independente do período em que os grupos foram submetidos ao experimento, o que reforça a hipótese de que os meios de comunicação de massa, através de seus construtos simbólicos, não são apenas capazes de alterar a vivência emocional dos indivíduos, mas fazem isto seguindo, de forma consciente ou não, uma diretriz que prioriza a eliciação de emoções tidas como negativas em detrimento das emoções mais positivas, corroborando a máxima de que, em se tratando de jornalismo, “a boa notícia é a má notícia” (WAINBERG, 2015a).

Apesar de o medo apresentar oscilação menor na média geral e, consequentemente, sua variação ser menos relevante estatisticamente, esta emoção tem a maior intensidade de vivência entre as emoções tidas como “negativas” em todos os grupos pesquisados. Evidencia que o medo impera sobre a raiva e a tristeza. Ao mesmo tempo em que o aumento destas emoções coincide com uma queda abrupta da vivência da alegria.