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5.2 Discussion of results

5.2.1 Drug use and prescribing quality

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O atual mundo globalizado apresenta muitos desafios ao ser humano, e a educação manifesta a necessidade de romper com modelos tradicionais para o ensino. É importante considerar que a interdisciplinaridade supõe um eixo integrador com as disciplinas de um currículo para que os alunos aprendam a olhar o mesmo objeto sob diferentes perspectivas. Dessa forma, trabalhando de modo interdisciplinar, propõe-se que a organização e o tratamento dos conteúdos do ensino e as situações de aprendizagem sejam feitos destacando- se as múltiplas interações entre as várias disciplinas do currículo, superando sempre que possível à fragmentação entre elas.

Um fator importante nessa intervenção pedagógica, foi o fato de tratarmos sempre que possível, os conteúdos de forma contextualizada aproveitando ao máximo as relações existentes entre esses conteúdos e o contexto pessoal ou social do aluno, dando significado ao que está sendo aprendido, levando-se em conta que todo conhecimento envolve uma relação ativa entre o sujeito e o objeto do conhecimento.

Para elaborar a sequência didática, além de nossa motivação pessoal em conduzir uma unidade temática sobre Trigonometria, procedemos a uma revisão bibliográfica que nos permitisse conhecer como esse assunto é abordado em documentos oficiais, livros didáticos e em outras pesquisas. Nos documentos oficiais analisados, PCNEM (BRASIL, 1999)[19] e Orientações Curriculares para o Ensino Médio (BRASIL, 2006)[22], percebemos a preocupação em oferecer um ensino de trigonometria pautado em experiências e aplicações que o tornem mais próximo ao aluno, sendo este capaz de conferir significados aos conceitos e definições.

A utilização de novas metodologias para o ensino da matemática deve ser uma prática constante, sendo assim, partimos da situação problema e a partir dela vamos explanando os conceitos referentes para as soluções e percebemos que essa estratégia pode vir a ser uma poderosa ferramenta para o ensino de matemática, pois desta maneira o aluno será encorajado e incentivado a descobrir o que está envolvido por trás dos problemas, pois esses se encontram presentes no seu dia a dia, não sendo apenas mais um conteúdo distante da sua realidade.

A utilização do teodolito e a construção do clinômetro foram instrumentos muito importantes no processo de construção do conhecimento, pois possibilitou aos alunos utilizarem os conceitos matemáticos que estão presentes neste instrumento, para solucionar o

problema da medição da altura das árvores e na medição da área útil da instituição, possibilitando uma interação maior entre os alunos, pois eles não foram apenas receptores da mensagem e sim, juntamente com o professor que assume seu papel de mediador do processo de ensino, precisaram construir todos os conceitos envolvidos.

Percebemos a partir da análise dos dados apresentados, que a proposta pedagógica atingiu o seu objetivo, que é o de contribuir de forma significante para o aprendizado dos alunos, além de possibilitar a detecção de algumas outras dificuldades apresentadas.

Assim, pretendeu-se nesse trabalho, desenvolver no aluno a capacidade de relacionar o aprendido com o observado e a teoria com suas consequências e aplicações práticas.

Espero que esta pesquisa possa contribuir sobremaneira para uma reflexão sobre a aprendizagem da Matemática; que seja útil àqueles que se dedicam ao seu ensino.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] MENDES, Juliana Elvira. A trigonometria na educação básica com foco em sua

evolução histórica e suas aplicações contemporâneas. 2013. 144 f. Dissertação (Mestrado

em Matemática) - Programa de Pós-Graduação do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional, Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais.

[2] Ausubel, D.P. (1963). The psychology of meaningful verbal learning. New York, Grune and Stratton.

[3] AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982.

[4] MICOTTI, Maria Cecília de Oliveira. O ensino e as propostas pedagógicas nas

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[5] BRASIL, Parâmetros curriculares Nacionais: Matemática/ Secretaria de Educação

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[6] BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:

matemática / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998. 142p.

[7] AUSUBEL, David. P. Aquisição e Retenção de Conhecimentos: Uma Perspectiva

[8] MOREIRA, M. A. A teoria da aprendizagem significativa e sua implementação em

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[9] SANTOS, J. C. F. dos. Aprendizagem Significativa: modalidades de aprendizagem e o

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[10] PONTES NETO, José. A. da S. Sobre a aprendizagem significativa na escola. MARTINS, E. J. S. et. al. Diferentes faces da educação. São Paulo: Arte & Ciência Villipress, 2001, p. 13-37.

[11] PONTES NETO, José A. da S. Considerações sobre o conhecimento anterior. In: Boletim de Psicologia Escolar. Assis (SP): ILHP, UNESP, n. 4, p. 57-65, 1988.

[12] AUSUBEL, David. P. Aquisição e Retenção de Conhecimentos: Uma Perspectiva

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[13] AUSUBEL, D. P., NOVAK, J. D. e HANESIAN, H. (1980). Psicologia educacional. Tradução de Eva Nick. Rio de Janeiro: Editora Interamericana Ltda.

[14] GASPARIN, J. L. Motivar para aprendizagem significativa. Jornal Mundo Jovem. Porto Alegre, n. 314, p. 8, mar. 2001. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. 4. ed. rev. e ampl. Campinas, SP: Autores Associados, 2007.

[15] COLL, César. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995, 3v.

[16] AUSUBEL, D.P. Educational Psychology: A Cognitive View. New York, Holt, Rinehart and Winston, 1980.

[17] BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares

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[18] BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1999. Brasília, Brasil.

[19] BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:

Ensino Médio. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1999.

[20] BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Educacionais Anísio Teixeira. Matriz de Referência . Brasil, 1999.

[21] BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCNs Ensino Médio:

orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Brasília, 2002. 144 p.

[22] BRASIL. MEC. CNE. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino

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[23] GUELLI, Oscar. Contando a história da matemática. 9. ed. São Paulo: Ática, 1993.

[25] CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Trabalho em equipe. In: Terapia ocupacional

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[26] EVES, Howard. Introdução à História da Matemática. Campinas SP, Unicamp, 2004.

[27] Dante, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. – 2. ed. – São Paulo: Ática, 2014.

[28] Costa, Aluízio Alves da. Topografia. – Curitiba: Livro Técnico, 2011. 144p.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMPLEMENTARES

ANASTASIOU, L. das G. C.; ALVES, L. P.(orgs.). Processos de ensinagem na

universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em sala de aula. 6. Ed.

Joinville, SC: UNIVILLE, 2006.

VASCONCELOS, C. dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 1994 (Cadernos Pedagógicos do Libertad, 2).

ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

AUSUBEL, D. P. et al. Psicologia Educacional. Rio Janeiro: Interamericana, 1980. 625p. MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa. Brasília: Unb, 1999a. 129p.

MOREIRA, M. A. Teorias de Aprendizagem. São Paulo: Pedagógica e Universitária, 1999b. 195p. MOREIRA, M. A.; OSTERMANN, F. Teorias Construtivistas. Textos de apoio ao professor de Física. v.10. Porto Alegre: Instituto de Física UFRGS, 1999. 56p.

NOVAK, J. D.; GOWIN, D. B. Learning how to learn: New York: Cambridge University Press, 1989. 199p.

OSTERMANN, F. A Física na Formação de Professores para as Séries Iniciais: Um

Estudo de Caso. Porto Alegre: UFRGS, 1991. 157p. Dissertação (Mestrado em Física),

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OSTERMANN, F., MOREIRA, M. A. A Física na Formação de Professores de Ensino

Fundamental. Porto Alegre: Universidade/UFRGS, 1999. 151p. O Ensino de Física na

Formação de Professores de 1ª a 4ª Série do 1º Grau: Entrevistas com Docentes. Caderno Catarinense de Ensino de Física. v.7, n.3, p.171 - 182. Florianópolis, dez. 1990.