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DRIVKREFTER BAK BEFOLKNINGSUTVIKLING OG BOSETTING

In document Boligpolitisk analyse Jæren (sider 21-29)

Após o estudo de extensa revisão bibliográfica, de acordo com o disposto nos procedimentos metodológicos adotados, foi possível construir o quadro 1.2 que relaciona todos os trabalhos que, tratando de formas plurais, serviram de base para a presente pesquisa.

Figura 1.12 – Comportamento estratégico em relação ao modo de governança. Fonte: Ménard (2013)

Quadro 1.2. Revisão teórica sobre formas plurais

Autores Ano Contribuições

Bricley e

Dark 1987

Identificação dos motivos da escolha da forma de governança usando referencial teórico da teoria da agência. Constataram que: ambos as formas, unidades próprias (verticalização) e franquias (contratos) apresentam vantagens e desvantagens que constituem um trade-off entre elas; Custos de gerenciamento de lojas e de monitoramento dos contratos se apresentaram como os fatores de decisão e em virtude disso, a escolha do modelo de governança se dá em cada caso em função das peculiaridades da transação; Para os autores, os dados resultantes da pesquisa demonstram que o redirecionamento de propriedade não estaria ocorrendo.

Bradach e

Eccles 1989

Propõe que preço, autoridade e confiança sejam mecanismos de controle das transações; Identificam a existência de modelos de governança que se utilizam simultaneamente de mais de um mecanismo de controle na mesma transação; Denominam tais governanças de formas plurais, mix contratual ou tapered governance.

Gallini e

Lutz 1992

Resultados indicam que franqueadores com novos produtos, ou novos negócios, podem sinalizar a demanda de tais produtos distribuindo-os através de unidades próprias e franqueadas. Na ausência daquelas duas condições o sistema converge para o uso de contratos como forma de governança.

Lafontaine 1992

Resultados indicam que ao número de lojas próprias tende a se elevar, enquanto as taxas de royalties crescem, com o passar dos anos. Porém, isso não pode ser interpretado como uma confirmação da hipótese de redirecionamento de propriedade, que de fato não estaria ocorrendo.

Hennart 1993 Propõe que a dicotomia entre mercado e hierarquia seja apenas uma construção teórica e que é comum encontrar governanças nas quais mecanismos típicos dos sistemas de preços (mercados) são encontrados na hierarquia.

Lafontaine e Kaufmann 1994

Propõe que as formas plurais possam se justificar de acordo com duas correntes teóricas: restrição de recursos e incentivos. As formas plurais, sob a ótica da restrição de recursos, seriam situações transitórias. Os resultados da pesquisa indicam que, mesmo diante da eliminação das restrições de recursos impostas às firmas estudadas, as formas plurais continuaram existindo e sendo utilizadas, dependendo do segmento econômico e das características do negócio. Indica que a causa para tal, provavelmente, sejam os incentivos criados pelas formas plurais de governança.

Kaufman e

Dant 1996

Autores identificaram um “novo” tipo de forma plural no segmento de franchising denominado “multiunidades”. Nesse tipo de organização o franqueado adquire mais de uma licença de franquia em certa área geográfica e as administra com uma companhia verticalizada. Para os autores, este tipo de governança tende á estabilidade e se justifica pela “restrição de recursos” do franqueador.

Dant; Paswan e

Kaufman 1996

Autores tentaram, através da metanálise, encontrar alguma convergência que confirmasse a hipótese do redirecionamento de propriedade. Autores concluíram que, dadas a múltiplas diferenças de tipo de variáveis, metodologias, fonte de dados, entre outros fatores, não é possível dar sustentação, a partir dos dados analisados, para a hipótese em questão.

Bradach 1997

Identifica que 96% das 25 maiores cadeias de restaurantes americanas utilizavam formas plurais de governança; Identificou que os principais benefícios das formas plurais seriam: (a) Crescimento - rapidamente a atividade pode ser expandida sem ser profundamente afetada por restrições de recursos; (b) uniformidade - um tipo de governança pode ser benchmark do outro; (c) capacidade de resposta local - a ação da rede é reforçada pela ação local do franqueado (caso das franquias) e; (d) adaptação de todo o sistema - aprendizado mútuo melhora o processo de inovação.

Lafontaine e Slade 1997

O trabalho indica que as regularidades assumidas são de certa forma, robustas. As unidades maiores, nos sistemas franqueados analisados, tendem a ser controladas como unidades próprias em função da necessidade de maiores controles.

Lewin 1997 Resultados indicam que formas plurais permitem uma interação dinâmica entre o modelo hierárquico e o contratual, fazendo surgir, dentre outros benefícios, o aproveitamento da capacidade de inovação advinda de iniciativas de franqueados. Lafontaine e

Shaw 1999

Contratos e cláusulas contratuais entre franquias e franqueados são persistentes, não havendo significativas mudanças ao longo do tempo. Franquias não aumentam ou decrescem taxas de royalties à medida que se tornam mais maduras.

Quadro 1.2. Revisão teórica sobre formas plurais - continuação

Autores Ano Contribuições

Lewin-

Solomons 1999

O equilíbrio entre formas hierárquicas e contratuais de governança faz com que as inovações propostas pela firma não sejam bloqueadas pelos contratantes e ao mesmo tempo impede que inovações ineficientes sejam levadas à diante. Formas plurais contribuem para o processo de inovação da firma.

Sorenson e

Sorensen 2000

Identificam que apenas 11% das redes de restaurantes, à época da pesquisa, utilizavam formas discretas de governança. Propõe que a causa para a preferência pelas formas plurais sejam os incentivos gerados pela mútua troca de conhecimentos sobre a gestão do negócio entre os gerentes das unidades.

Heriot e

Kulkarni 2001

Resultados indicam que mais de 57% dos gestores que responderam a pesquisa utilizam a estratégia de soucing taper integration. Firmas que produziam itens especializados utilizavam em maior grau a taper integration. Firmas que produziam itens menos especializados optavam por mercado spot. Autores justificam tal achado como sendo em função dos custos de transação, decorrentes da maior especificidade de ativos nas primeiras e comparação com as últimas.

Lafontaine e

Shaw 2005

Firmas bem estabelecidas de franquia mantêm percentual de unidades próprias relativamente fixo. Esse percentual varia de indústria para indústria. Não há qualquer indicação de que com o passar do tempo, amadurecimento das redes, sucesso ou insucesso dos resultados, haja uma tendência de conversão para uma ou outra forma de governança. Existe relação direta entre o número de unidades próprias e o valor da marca, o que indica que a estratégia da forma plural é usada no sentido de mitigar o risco de oportunismo por parte dos franqueados.

Cliquet e

Croizean 2002

Confiança exerce papel fundamental nas formas híbridas; No caso de franquias, formas plurais são usadas no processo de expansão da atividade e posteriormente seus benefícios tendem a decrescer; Unidades próprias convivem com unidades franqueadas principalmente por serem utilizadas como “piloto” e para teste de inovações.

Nogueira e

Zylbersztajn 2002

Análise de arranjos institucionais alternativos em sistemas produtivos agroindustriais, com foco no suprimento de frangos aos processadores da avicultura. Identificou que os processadores de aves utilizam variadas e simultâneas formas de organização para a as transações, destacando-se contratos de parceria, contratos de fornecimento, integração vertical e mercado.

Pénard; Raynaud e

Saussier 2002

Os resultados do trabalho indicam que com aproximadamente 15 anos após a sua criação a relação entre unidades próprias e franqueadas se estabiliza. Os autores concluíram que com o passar dos anos as firmas de franquia estabilizam a proporção de lojas próprias e franqueadas, indicando que as formas plurais não são um fenômeno transitório naquele tipo de organização.

Azevedo e

Silva 2003

Resultados indicam que valor da marca exerce efeito positivo na quantidade de unidades hierarquizadas em relação unidades franqueadas. Autores inferem que maior necessidade de controle seja a variável em questão. Autores inferem que ambiente institucional e grau de incerteza no Brasil sejam causa para maior quantidade relativa de unidades próprias em relação ao encontrado nos EUA.

Dant e

Kaufman 2003

O trabalho propôs hipóteses no sentido de testar 3 concepções teóricas: “teoria da restrição de recursos / redirecionamento de propriedade; teoria de “sinalização dos incentivos”; teoria das formas plurais. Os resultados do trabalho confirmam a existência de uma tendência de redirecionamento de propriedade baseada na concepção de restrição de recursos a medida que as firmas se tornam maiores e amadurecem como negócio. Os resultados indicam que os gestores das firmas valorizam os benefícios da forma plural. Os autores propõem que a tendência de aumento da proporção de lojas próprias possa se dar em função de rebalanceamento da forma plural.

Quadro 1.2. Revisão teórica sobre formas plurais - continuação

Autores Ano Contribuições

Heide 2003

Formas plurais de governança são utilizadas pelas firmas para contornar o problema da assimetria de informações entre os agentes nos seus processos de suprimentos. Formas plurais no processo de distribuição são mais comuns e representativos do que as formas discretas. Formas plurais agregam benefícios e equilíbrio de custos das governanças singulares que as compõem. Firma que produz o mesmo componente que compra está melhor informada sobre a qualidade e capacidade dos fornecedores, o que produz maior eficiência em seus contratos e menores incompletudes ex-post. Firma que produz os mesmos componentes que compra está melhor equipada para detectar e prever o risco moral oriundo do oportunismo dos fornecedores, o que resulta em contratos menos incompletos ex-ante.

Ehrmann e

Spranger 2005

Enquanto hierarquia e contratos forem vistos sob uma ótica de trade-off não será possível compreender a razão para a existência de formas plurais. A observação de resultados de amplos trabalhos empíricos abrangendo a evolução de redes de franquias ao longo de vários anos demonstram que, mesmo depois de maduras e com suas marcas valorizadas, as formas plurais permanecem, existindo algumas redes que se tornaram totalmente franqueadas, mas nenhuma que tenha sido totalmente incorporada à hierarquia.

Hendrikse e

Jiang 2005

Uso exclusivo da governança contratual é eficiente somente quando investimentos são moderados e a especificidade dos ativos, principalmente o valor da marca, seja não significativa. Quando os investimentos são muito elevados e a especificidade dos ativos muito alta, principalmente o valor da marca, a escolha da governança é irrelevante por que não haveria interessados pelo modelo contratual. Sob a ótica do modelo desenvolvido autores afirmam que as formas plurais são a única eficiente diante de moderados níveis de investimentos e especificidade dos ativos.

Mizumoto e

Zylversztajn 2005

A pesquisa busca compreender as razões que levam as firmas a manterem arranjos institucionais simultâneos como estratégia de distribuição e escolha de seus canais. Foram apontados como possíveis explicações para o estabelecimento de formas plurais o problema da assimetria de informações.

Pénard; Raynaud e

Saussier 2005

Autores afirmam que vários trabalhos empíricos não conseguiram confirmar a tese do redirecionamento de propriedade e tampouco a tese de franqueamento total. Propõe que as formas plurais permitem economia em custos de monitoramento e redução dos riscos de comportamento oportunista. Autores defendem a estabilidade das formas plurais e desenvolvem um modelo analítico que, partindo das premissas de que existe um significativo custo de monitoramento e que a firma desconhece as habilidades e comportamento ex-ante dos gerentes, demonstra que as formas plurais são mais eficientes que as formas puras - hierarquia ou contratos.

Du; Li e Tao 2006

Para os autores a forma plural por eles denominada de “bi-sourcing” permite à firma menor dependência em relação ao fornecedor externo e funciona como mecanismo de pressão para que os contratos com estes últimos sejam cumpridos. Ao mesmo tempo a presença do fornecedor externo funciona como um incentivo à elevação da produtividade interna. Dessa forma a firma passa a possuir maior poder de barganha. Outra vantagem é a de que a forma plural permite á firma acessar as vantagens dos incentivos de mercado mantendo um nível de segurança em relação á prazos e qualidade. He e

Nickerson 2006

Autores afirmam que é comum nos EUA as transportadoras se utilizarem simultaneamente de formas plurais, contratando motoristas para dirigir caminhões próprios, contratando motoristas para dirigir caminhões da firma e contratando serviços de outras transportadoras.

Jacobides e

Bilinger 2006

Apresenta o conceito de “verticalização permeável” que pode ser à montante ou à jusante na cadeia de valor da firma. Utiliza o conceito de dinâmica organizacional ao invés de focar no nível microanalítico das transações.

Rothaermel;

Hitt e Jobe 2006

Propõem que formas plurais do tipo taper integration são muito comuns e trata-se de um fenômeno crescente. Existem poucos trabalhos empíricos sobre resultados dessa prática por dificuldade de alinhamento metodológico de forma teoricamente proximal.

Tapered Integration gera ganhos sinérgicos com a junção de benefícios de uma e outra

forma de governança.

Quadro 1.2. Revisão teórica sobre formas plurais - continuação

Autores Ano Contribuições

Windsperger

e Dant 2006 Refuta a hipótese de “redirecionamento de propriedade” baseada na teoria de restrição de recursos em redes de franquias. Srinivasan 2006

Em alguns casos a forma plural “dual distribution” contribui para elevação do valor intangível da firma; no entanto, com a redução em outros. A correlação entre o uso da forma plural e a determinação do valor intangível da firma é significativa. Formas plurais agregam benefícios e equilíbrio de custos das governanças singulares que as compõem.

Baker e Dant 2007

Análise de trabalhos realizados sob a ótica de 4 compêndios teóricos (restrição de recursos, teoria da agência, teoria dos custos de transação, teoria da sinalização de incentivos de mercado) incongruentes em seus resultados. A tese das formas plurais estáveis surge com a explicação do fenômeno do mix contratual de forma mais coerente e consistente. O autor propõe que trabalhos empíricos sob a ótica da estabilidade das formas plurais necessitam ser realizados em outras indústrias.

Silva e

Azevedo 2007

Autores identificaram nos sistemas de franquia as formas plurais vão além da dicotomia hierarquia - contratos, pois existem diferentes tipos de contratos identificados pelos autores como franquia convencional, franquia parcial e contrato de locação de gerência.

Parmigiani 2007

Procura responder por que a firma, mesmo que diante de custos maiores, escolhe formas plurais no processo de suprimentos. Tenta construir explicação a partir da combinação da literatura da Teoria dos Custos de Transação, Economia Neoclássica, e das capacidades da firma. Levanta a hipótese de que as formas plurais decorram de situações em que o ponto ótimo de produção verticalizada de um insumo resulte em volumes de produção menores que os necessários ao processo subsequente, o que faz com que a firma complete as quantidades via mercado ou contratos. Elabora 3 hipóteses sobre a ótica de ECT para justificar a existência de formas plurais: (a) as formas plurais surgem diante de moderada especificidade de ativos, parcialmente confirmada; (b) as formas plurais surgem diante de moderado nível de incerteza sobre volumes de produção, confirmada; (c) as formas plurais surgem diante de níveis moderados de complexidade de bens transacionados/produzidos, parcialmente confirmada. Propõe que suprimento via fontes internas e externas pode criar efeitos sinérgicos quando utilizados de forma concorrente. Coloca as formas plurais como sendo mais do que uma opção de formas híbridas de suprimento, mas sim como uma forma totalmente distinta, com vantagens e desvantagens únicas.

Antonietti; Ferrante e

Leoncini 2009

Atividades de produção, capital humano e aglomeração espacial são fatores importantes relacionados tanto a propensão quanto á intensidade da terceirização. Resultados demonstram que a medida que a complexidade das operações cresce, a firmas passam a praticar as formas duais de suprimento.

Botti; Briec

e Cliquet 2009

Resultados da análise DEA demonstraram que as cadeias que usam formas plurais de governança, no caso um mix contratual de unidades próprias e franqueadas, são mais eficientes que as que são governadas somente através de unidades próprias (hierarquia) ou unidades franqueadas (contratos). Testes estatísticos dos resultados obtidos pela análise DEA não os confirmaram.

Chabaud; D´Haterfort

e Saussier 2009

Unidades franqueadas recebem grandes incentivos para a maximização do lucro e nem sempre implementam as medidas de qualidade recomendadas pelo franqueador, explicando por que as formas plurais são parecem ser escolhas eficientes.

Parmigiani e Mitchel 2009

Autores acreditam que causas para a prática da forma plural denominada por eles como

“concurrent sourcing” sejam a incerteza na demanda, acesso a habilidades de

fornecedores. Pénard;

Raynaud e Saussier

2011

Artigo sustenta que as formas plurais no caso de franchising, são eficientes quando o monitoramento do comportamento dos agentes e das especificidades locais dos mercados torna-se custoso. Deter unidades próprias faz com possa se efetivar um monitoramento parcial e muito mais vantajoso. Sugere que as formas plurais sejam um fenômeno permanente e estável.

Perrigot; Cliquet e

Piot-Lepetit 2009

Resultados demonstram que em geral formas plurais demonstram ser mais eficientes, em termos de performance, do que as formas singulares.

Quadro 1.2. Revisão teórica sobre formas plurais - continuação

Autores Ano Contribuições

Kidwell e

Nygaard 2010

Formas plurais são decisivas para a performance das firmas. Propõem que as formas plurais servem como um benchmark interno em termos de qualidade obtida e eficiência alcançada. Para os autores a coexistência de formas plurais em uma mesma cadeia de distribuição ou fonte de suprimentos funciona como mecanismo que inibe o agente interno ou externo em relação a um comportamento oportunista.

Mols; Sloth e Thrane

2010 Autores identificam motivos centrais para adoção da forma plural evitar capacidade de produção ociosa; evitar degradação da qualidade e fraudes; evitar “double sourcing”: fornecedores não confiáveis e problemas de gargalo.

Mello e

Paulillo 2010

Causas para formas plurais: minimização dos custos de produção e de transação; aproveitamento do melhor em cada estrutura de governança e da complementaridade entre elas; redução de incertezas que podem ser afeitas a um específico modo de governança. Concluíram que a especificidade das necessidades de canal de venda pode ser determinante no uso de formas plurais; concluíram que, no caso em questão, as formas plurais derivam de existirem diferenças em pelo um dos atributos de cada transação governadas por formas distintas.

Perdreau; Nadant e Cliquet

2010

Autores buscaram identificar a relação entre as formas plurais e performance. Resultados demonstram que a maior proporção dê franquias exerce efeito nos resultados de firmas com maior capital humano intangível. Resultados suportam a afirmação de que o desempenho dos franqueadores depende da adequação entre a estrutura de governança e os recursos. Não se confirmou a hipótese de que a proporção de franquias depende do ciclo de vida da firma.

Meiseberg 2011

Resultados apontam que as sinergias entre formas de governança são decisivas na consecução dos objetivos básico das franquias: crescimento da rede; uniformidade dos canais; responsividade local e central; adaptação de todo o sistema.

Mols; Hansen e

Viladsen 2012

Resultados demonstram que a utilização de formas plurais “make and buy” reduzem efeitos negativos: (a) da incerteza tecnológica sobre o fornecedor; (b) da incerteza de performance sobre o fornecedor; (c) da especificidade de ativos sobre o fornecedor. Propõem que as formas plurais de suprimento geram custos maiores e conflitos não existentes quando se opta por uma única forma de governança. São feitos investimentos necessários para possuir uma estrutura própria de produção e ao mesmo tempo para possuir uma estrutura capaz de identificar, contratar e monitorar fornecedores externos. Puranam;

Gulati e

Battacharya 2011

Argumentam que a questão pode ser respondida por um modelo que considere os riscos contratuais, as complementaridades entre mercado e hierarquia e deseconomias de escala.

Schnaider 2011

Admite a existência de uma estrutura ótima de governança, mas agregando ao modelo outras variáveis. Sugere que os custos de informação impactam as decisões de governança e que a escolha simultânea de formas de governança distintas permite a redução da assimetria de informação a um custo mínimo. As formas plurais permitem que as firmas se aproveitem dos incentivos de mercado, mesmo diante de altos custos de mensuração, integrando parte da produção. Propõe que o ponto ótimo de integração seja dado na intersecção entre os custos crescentes de agência e os custos decrescentes de mensuração.

Beladi e

Mukherjee 2012

Demonstra que a prática de bi-soucing, apesar de elevar custos internos, é mais vantajosa que a terceirização completa, pois faz reduzir os custos dos componentes obtidos via mercado ou através de relações bilaterais.

Brokes e

Ropper 2012

Autores concluíram que em redes internacionais de hotéis o uso de formas plurais torna o processo de gestão mais complexo. Em tais redes as formas plurais se dão nos serviços ofertados aos clientes, tais como restaurantes, lojas, joalherias, etc. Nas redes de hotéis a relevância das formas plurais, assim como seus benefícios, se demonstrou apenas parciais.

Cliquet e

Pénard 2012

Resultados apontam que as escolhas sobre a proporção das unidades próprias estão

In document Boligpolitisk analyse Jæren (sider 21-29)