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4. Doktor Stockmann

4.1 Karakter

A cirurgia ortognática é a ciência de combinar ortodontia e cirurgia oral e maxilo-facial para normalizar a relação músculo-esquelética, dento-óssea e de tecidos moles da mandíbula e do complexo craniofacial. (Jansisyanont, Sessirisombat, Sastravaha, & Bamroong, 2008)

Apesar de ser um grande benefício para os pacientes com deformações dentofaciais, como a maioria das outras cirurgias, contém riscos e complicações no próprio processo. A cirurgia ortognática intraoral é classificada como uma operação "limpo- contaminada", à qual é admitida uma taxa de infeção de 10-15%. (Jansisyanont et al., 2008)

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Peterson sugeriu que a administração profilática de antibióticos para infeções de feridas pós-operatórias em cirurgia oral e maxilo-facial deve ser realizada se existir uma forte probabilidade de infeção. (Kang, Yoo, & Yi, 2009)

Peterson relatou que a incidência de infeção em cirurgia oral, pode ser reduzida através do uso de antibióticos profiláticos. (Kang et al., 2009)

Zijderveld et al. defende que a incidência de infeções pós-operatórias aumenta se não forem administrados antibióticos profiláticos. (Kang et al., 2009; Zijderveld, Smeele, Kostense, & Tuinzing, 1999)

No entanto, Fridrich et al. e Baqain et al. defendem que o uso a longo prazo de antibióticos não diminui a frequência de infeções pós-operatórias. (Baqain, Hyde, Patrikidou, & Harris, 2004; Kang et al., 2009)

O uso prolongado de antibióticos profiláticos após cirurgia ortognática pode não ser necessário, desde que não existam outros fatores significativos para infeções de feridas. (Kang et al., 2009)

Por outro lado, Martis, Karabouta e Lindeboom defendem que o uso rotineiro de antibióticos profiláticos em cirurgia ortognática é desnecessário em cirurgia ortognática. (Kang et al., 2009)

Deste forma, se existir uma forte probabilidade de infeção, o uso da profilaxia com antibióticos em cirurgia ortognática pode, portanto, ajudar a reduzir a incidência de infeção para níveis aceitáveis, mas há variabilidade na literatura no que diz respeito ao regime de antibióticos profiláticos e a escolha de cobertura antibiótica. (Danda, Wahab, Narayanan, & Siddareddi, 2010)

Conclusão

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III - CONCLUSÃO

O Médico Dentista, no seu papel de profissional de saúde, tem o dever de estar a par e, acima de tudo, atualizado sobre todas as condutas a tomar no que toca a pacientes com necessidades de profilaxia antimicrobiana.

No entanto, até hoje, não foram apresentadas evidências científicas suficientes para o uso de profilaxia antimicrobiana, sendo esta a razão principal para ausência, até à data, de um consenso relativamente a este tema.

Os mais recentes protocolos profiláticos publicados pela BSAC, a AHA e ESC continuam a recomendar a amoxicilina como o antibiótico de escolha para a profilaxia oral. Para as pessoas que são alérgicas à penicilina, recomenda-se o uso de clindamicina, cefalexina ou outra cefalosporina de primeira geração por via oral, a azitromicina ou claritromicina.

Enquanto que nos Estados Unidos da América, ainda é aplicado um regime profilático para pacientes de alto risco de desenvolver Endocardite Bacteriana, a posição dos profissionais de saúde ingleses é mais radical tendo abolido todas as formas de aplicação da profilaxia para qualquer tipo de paciente.

Esta falta de consenso leva a que estes profissionais estejam constantemente à procura de estudos que resolvam esta questão de longa data e esclareçam qual a eficácia dos antibióticos profiláticos nos pacientes que sofrem procedimentos dentários.

Contudo, quando se procura realizar estudos relacionados com o tema da profilaxia antimicrobiana em Medicina Dentária, surgem obstáculos:

 Existem questões éticas e legais que se levantam durante a realização dos estudos sobre o facto de os pacientes de alto risco serem submetidos a um placebo,

 Dada a raridade da endocardite infeciosa, seria necessário uma amostra muito mais alargada no que toca aos doentes de risco, o que implicaria maiores custos. Por tudo isto, é necessário que, apoiando-se nas normas emitidas pela DGS em 2012, o Médico Dentista avalie cada doente que se sentar na cadeira, realize uma História

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Clínica detalhada e minuciosa e, em conjunto com o Médico Assistente, chegue a uma conclusão relativa à terapêutica a ser aplicada.

É, também, muito importante que o Médico Dentista, antes de qualquer procedimento dentário invasivo, motive e instrua o seu paciente para uma Higiene Oral cuidada a fim de reduzir o risco de infeção pós-operatória.

Desta forma, conclui-se que a profilaxia antimicrobiana, tanto para infeções locais como para infeções sistémicas, tem ainda uma longa margem de investigação pela frente e carece de bases científicas sólidas que façam com que o Médico Dentista sinta mais segurança quando lida com estes pacientes de risco.

No entanto, a literatura revela algum consenso no que toca ao uso de profilaxia antimicrobiana em cirurgia periodontal, nos casos em que haja inserção de biomateriais para que o sucesso da cirurgia não fique comprometido por qualquer tipo de infeção pós-operatória que surja no local em que tenha sido inserido o biomaterial.

Quanto às restantes cirurgias (do terceiro molar, de implantes e ortognática), apesar da evidente falta de consenso no que toca ao uso de profilaxia, conclui-se que o uso rotineiro de antibióticos não se justifica. Porém, se existir uma forte probabilidade de infeção, o Médico Dentista deve optar pela profilaxia antimicrobiana.

Após esta revisão bibliográfica, verificou-se também que existe ainda uma sobre prescrição por parte dos Médicos Dentistas no que toca ao uso de fármacos nomeadamente antibióticos. Esta atitude levanta várias preocupações, principalmente a questão da resistência microbiana a fármacos que podem ser cruciais no tratamento de determinada patologia. Para além do problema da resistência microbiana, a prescrição abusiva de antibióticos pode levar a consequências preocupantes como perturbações gastrointestinais e choque anafilático.

É, por isso, urgente, uma mudança de comportamento, tanto por parte dos profissionais de saúde como por parte dos doentes, no que toca à valorização da motivação para a higiene oral e para a comparência nas consultas periódicas de controlo da saúde oral, a fim de evitar o uso excessivo de fármacos e as consequências que estes podem ter no organismo de quem os ingere.

Bibliografia

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