6. Forvaltning av Røstøyan landskapsvernområde og Nykan
6.6 Dispensasjonssøknad
Representações: Função certificativa da auto-avaliação
1 A auto-avaliação permite confirmar o nível a atribuir ao aluno. 8 A auto-avaliação é relevante no final do período.
No que concerne a estas duas afirmações relativas à função certificativa da auto-avaliação, os resultados obtidos são os que se apresentam no gráfico 5:
Apresentação e análise da informação Gráfico 5: Representações: Função certificativa da auto-avaliação
0 1 2 3 4 5 6 7 1 8 N º de r e s p o nde n te s C CP D ?
Retira-se do gráfico a leitura que a maioria das professoras considera que a auto-avaliação é um meio de confirmação do nível a atribuir ao aluno (3 respondentes demonstraram a sua concordância, 5 concordaram parcialmente e 3 discordaram) e que se torna sobretudo relevante no final do período (4 respondentes concordam, 6 concordam parcialmente e 1 discorda). Poder-se-á pressupor que a relevância atribuída a esta prática no final do período está relacionada com o facto da maioria das respondentes entender a auto-avaliação como uma confirmação da classificação a atribuir aos alunos, situação que ocorre habitualmente no final de cada período lectivo. Tal poderá indiciar uma predominância da função certificativa da avaliação e menos da função formativa e reguladora, no sentido de melhorar as aprendizagens e promover gradualmente a autonomia dos alunos. Relacionando com o posicionamento das respondentes perante a afirmação 2 do grupo anterior, no qual 9 professoras não reconhecem perda de autoridade pela partilha da avaliação com o aluno, poder-se-á fazer a leitura de que a avaliação do professor não é influenciada pela auto- avaliação do aluno, já que esta parece incidir na confirmação do nível a atribuir pelo professor, confirmando-se a sua supremacia enquanto avaliador único do processo de aprendizagem. Neste sentido, este posicionamento poderá entrar em contradição com o posicionamento relativamente à afirmação que a auto-avaliação permite a (co)responsabilização do aluno no processo de avaliação e também relativamente às conclusões sobre as suas finalidades.
Contudo, os argumentos apresentados pelas participantes na sessão de formação não apontam unicamente nesse sentido. Assim, algumas professoras defenderam a opinião que, tanto para os pais e encarregados de educação como para o aluno, o importante era o nível atribuído, ou seja, “querem é saber do 3 ou do 4 e não do processo…”. Para além deste aspecto, focaram o
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facto dos professores se encontrarem “enquadrados num sistema” que impunha a classificação dos alunos no final de cada período lectivo, no final de cada ano lectivo, dependendo dessa avaliação a transição de ano e de ciclo e a admissão aos exames nacionais. Acrescentaram ainda que a auto- avaliação que é solicitada aos alunos e que acompanha o processo individual é quantitativa e não qualitativa, pelo menos na escola do estudo.
Um número mais reduzido de participantes, embora reconheça também importância à função certificativa que a auto-avaliação pode assumir, coloca a tónica na função reguladora e partilhada com o professor. Consideram que a importância da auto-avaliação reside no facto de esta acompanhar e regular o processo de aprendizagem do aluno. Em consonância com este posicionamento uma participante afirmou que “o mais importante é que a auto-avaliação acompanhe, regule o processo de aprendizagem do aluno. A confirmação do nível, a nota, ocorre depois de forma natural. Se a maioria dos alunos conseguir tirar proveito já é muito benéfico”.
Quanto à relevância da auto-avaliação no final do período, as participantes esclareceram que esta estava interligada com a necessidade de classificar os alunos, porque é o nível “nota” que, em termos institucionais, legitima o sucesso do aluno. O final do período apresenta-se nas palavras de uma participante como o momento do “balanço do caminho que traçaste. Traçaste um caminho e queres fazer um balanço do que fizeste para lá chegar. Queremos saber se o aluno tentou por todos os meios atingir os resultados que se pretendiam”.
Assim, parece-nos poder inferir que as participantes, embora aparentem valorizar predominantemente a função reguladora da auto-avaliação, sentem a necessidade de usar a auto- avaliação como certificação do nível a atribuir ao aluno. Esta postura é condicionada pela necessidade de, no final de cada ano lectivo e no final de cada ciclo de ensino, terem de classificar os alunos de forma a que possam transitar de ano ou de ciclo, sendo este o sinal que é enviado para o exterior da sala de aula e da escola (para os pais, encarregados de educação, para as escolas do ensino secundário que os alunos irão frequentar) que o aluno obteve ou não sucesso na sua aprendizagem.
Já no final da sessão, uma professora comentou que seria quase impossível minimizar o valor da auto-avaliação enquanto certificação do nível, tendo em linha de conta a crescente importância que o próprio ministério lhe atribuía, considerando que este pretendia recorrer ao resultado das classificações dos alunos para transformá-lo num dos critérios de avaliação do próprio professor.
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2. Práticas
A secção C.1. do questionário (v. Anexo 1) visava conhecer as percepções das práticas do grupo das inquiridas quanto aos enfoques e momentos de auto-avaliação. Os enfoques centram-se na competência comunicativa e na competência da aprendizagem, tal como referido no capítulo anterior. Quanto aos momentos em que se concretizavam, apresentaram-se os seguintes: FT – final de certas tarefas, FU – final da unidade e FP – final do período.
Foi-lhes pedido que sinalizassem se promoviam práticas de auto-avaliação dos alunos que incidissem sobre as competências acima referidas e em que momentos as realizavam, sendo que a não sinalização corresponde à não promoção dessas práticas.
Assim, nas situações em que as participantes não sinalizaram qualquer momento de operacionalização, optou-se pela designação Não Promove (NP), de modo a permitir uma melhor leitura dos resultados.