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2.2. TEORI OM SINNET

2.2.4. Diskusjon: Teoretiske og metodologiske begrensninger

Pela análise do Quadro 9-14 e da Figura 9-3, pode observar-se que a solução 10 é a mais favorável em termos de classe energética, correspondendo ao parâmetro R=0,01 uma classe energética A+. Tal facto era previsível, uma vez que foi seleccionada uma caldeira a biomassa para aquecimento e AQS com acumulação, tornando-se muito vantajosa do ponto de vista económico na sua utilização em relação a outras formas de energia.

Pela análise do Quadro 9-14 e da Figura 9-3, pode observar-se que o sistema padrão (S1) é a solução menos favorável em termos de classe energética, o que era de esperar, uma vez que, em princípio, corresponde à situação mais desfavorável que pode traduzir-se quando nenhum dos sistemas é descrito ou preconizado em projecto.

Pela análise do Quadro 9-14 e da Figura 9-3, pode observar-se que a solução 3 é a segunda solução menos favorável em termos de classe energética, uma vez que foram seleccionadas bombas de calor para aquecimento e um termoacumulador eléctrico para AQS. Neste caso é o termoacumulador que prejudica o desempenho global do edifício, já que utiliza energia eléctrica e possui baixa eficiência de conversão.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-4, mostram que em termos de emissões anuais de CO2, a solução 10 é

a mais favorável, sendo a menos poluente, ou seja, mais ecológica.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-4, mostram que em termos de emissões anuais de CO2, a solução

menos favorável é o sistema padrão (S1), o que era de esperar.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-4, mostram que em termos de emissões anuais de CO2, a segunda

solução menos favorável é a solução 3, por terem sido utilizadas bombas de calor para aquecimento e um termoacumulador eléctrico para AQS.

Por observação do Quadro 9-14 e da Figura 9-5, pode afirmar-se que em termos de factura energética anual para aquecimento, as soluções mais favoráveis são as soluções 2, 3 e 4, uma vez que para estas soluções foi utilizada a mesma bomba de calor eléctrica.

Por observação do Quadro 9-14 e da Figura 9-5, pode afirmar-se que em termos de factura energética anual para aquecimento, a solução menos favorável é a solução 5, tendo sido utilizado para aquecimento uma caldeira a combustível gasoso (gás butano).

Por observação do Quadro 9-14 e da Figura 9-5, pode afirmar-se que em termos da factura energética anual para aquecimento, a segunda solução menos favorável é o sistema padrão (S1). Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-6, em termos de factura energética anual para arrefecimento, constata-se que as soluções 2,3 e 4 são as soluções mais favoráveis, pois foi utilizada para todas

153 estas soluções a mesma bomba de calor eléctrica, que apresenta um EER mais elevado do que as soluções de referência, em que tal sistema não é especificado.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-6, em termos de factura energética anual para arrefecimento, constata-se que o sistema padrão (S1) e as restantes soluções, 5 a 10 são as mais desfavoráveis. Do Quadro 9-14 e da Figura 9-8, em termos da factura energética anual percentual associada ao sistema de climatização de arrefecimento, verifica-se que a solução 5 é a mais favorável.

Do Quadro 9-14 e da Figura 9-8, em termos da factura energética anual percentual associada ao sistema de climatização de arrefecimento, verifica-se que a solução 4 é a menos favorável. Do Quadro 9-14 e da Figura 9-8, em termos da factura energética anual percentual associada ao sistema de climatização de arrefecimento, verifica-se que a solução 2 é a segunda mais desfavorável.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-7 mostram que, em termos de factura energética anual para AQS, a solução 7 é a mais favorável, tendo sido utilizada uma caldeira mural de condensação a gás natural.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-7 mostram que, em termos de factura energética anual para AQS, o sistema padrão (S1) é o menos favorável.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-7 mostram que, em termos de factura energética anual para AQS, a solução 3 é a segunda solução menos favorável, com a utilização de um termoacumulador eléctrico.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-8, permitem afirmar que a factura energética anual para climatização e AQS da solução 4 é a mais favorável.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-8, permitem afirmar que a factura energética anual para climatização e AQS da solução 5 é a menos favorável.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-8, permitem afirmar que a factura energética anual para climatização e AQS do sistema padrão (S1) é a segunda menos favorável.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, constata-se que a solução mais económica é a 4 em termos de factura energética anual para climatização e AQS.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, constata-se que a solução menos económica é a 5 em termos de factura energética anual para climatização e AQS.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, constata-se que o sistema padrão (S1) é a segunda solução menos económica em termos de factura energética anual para climatização e AQS.

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Do Quadro 9-14 e da Figura 9-9, resulta que em termos da factura energética anual percentual para aquecimento, a solução mais favorável é a 3 com a utilização da bomba de calor eléctrica de elevada eficiência energética.

Do Quadro 9-14 e da Figura 9-9, resulta que em termos da factura energética anual percentual para aquecimento, a solução menos favorável é a 7 com a utilização de uma caldeira mural de condensação a gás natural, o que se pode justificar pelo facto do gás natural ser económico. Do Quadro 9-14 e da Figura 9-9, resulta que em termos da factura energética anual percentual para aquecimento, a segunda solução menos favorável é a 9, tendo sido utilizada uma caldeira a biomassa para efectuar o aquecimento.

Do Quadro 9-14 e da Figura 9-9, em termos da factura energética anual percentual para arrefecimento, verifica-se que a solução 5 é a mais favorável.

Do Quadro 9-14 e da Figura 9-9, em termos da factura energética anual percentual para arrefecimento, verifica-se que a solução 4 é a menos favorável.

Do Quadro 9-14 e da Figura 9-9, em termos da factura energética anual percentual para arrefecimento, verifica-se que a solução 2 é a segunda mais desfavorável.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, em termos da factura energética anual percentual associada ao sistema de preparação de AQS, a solução 7 é a mais favorável, tendo sido utilizada uma caldeira mural de condensação a gás natural.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, em termos da factura energética anual percentual para AQS, a solução 3 é a menos favorável.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, em termos da factura energética anual percentual para AQS, o sistema padrão (S1) é o segundo menos favorável.

Pelo Quadro 9-14 e pela Figura 9-9, denota-se que a factura energética anual para aquecimento contribui consideravelmente quase na totalidade para a factura energética anual para climatização e AQS, tendo as parcelas das facturas de climatização de arrefecimento e AQS um peso muito pouco significativo.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-9, permitem afirmar que o equipamento mais favorável em termos de factura energética anual percentual para aquecimento é a solução 3; para arrefecimento é a solução 5 e para AQS é a solução 7.

O Quadro 9-14 e a Figura 9-9, permitem afirmar que o equipamento menos favorável em termos de factura energética anual percentual para aquecimento é a solução 7; para arrefecimento é a solução 4 e para AQS é a solução 3.

155 O Quadro 9-14 e a Figura 9-9, permitem afirmar que o segundo equipamento menos favorável em termos de factura energética anual percentual para aquecimento é a solução 9; para arrefecimento é a solução 2 e para AQS é o sistema padrão (S1).

Do Quadro 9-14 e Figura 9-10, resulta que a solução 4 é a mais favorável em termos de factura energética mensal para climatização e AQS.

Do Quadro 9-14 e Figura 9-10, resulta que a solução 5 é a menos favorável em termos de factura energética mensal para climatização e AQS.

Do Quadro 9-14 e Figura 9-10, resulta que o sistema padrão (S1) é o segundo menos favorável em termos de factura energética mensal para climatização e AQS.

Do Quadro 9-14, pode observar-se que a solução 10 é a mais favorável em termos de classe energética e quanto às emissões de CO2; as soluções 2, 3 e 4 são as mais económicas para

aquecimento e arrefecimento; a solução 3 é a mais económica em termos de factura energética anual percentual de aquecimento; a solução 5 é a mais económica na factura energética anual percentual de arrefecimento; a solução 7 é a economicamente mais favorável na factura energética anual e na factura energética anual percentual para AQS; a solução 4 é a mais vantajosa em termos de factura energética anual e factura energética mensal para climatização e AQS; o sistema padrão (S1) é o mais económico em termos de investimento.

Do Quadro 9-14, pode observar-se que o sistema padrão (S1) é o menos favorável em termos de classe energética e quanto às emissões de CO2; o sistema padrão (S1) e as soluções 5 a 10 são as

menos económicas para aquecimento e arrefecimento; a solução 7 é a menos económica para aquecimento; a solução 4 é a menos económica na factura energética anual percentual de arrefecimento; o sistema padrão é economicamente menos favorável para AQS; a solução 3 é a menos económica na factura energética anual percentual para AQS; a solução 5 é a menos vantajosa economicamente em termos de factura energética anual e factura energética mensal para climatização e AQS; a solução 4 é a menos económica em termos de investimento.

Do Quadro 9-14, pode observar-se que a solução 3 é a segunda menos favorável em termos de classe energética e quanto às emissões de CO2; a solução 9 é a segunda menos económica para

aquecimento; a solução 2 é a segunda menos económica na factura energética anual percentual de arrefecimento; a solução 3 é a segunda economicamente menos favorável para AQS; o sistema padrão (S1) é o segundo menos económico na factura energética anual percentual de AQS e em termos de factura energética anual e factura energética mensal para climatização e AQS; a solução 2 é a segunda menos económica em termos de investimento.

Através do Quadro 9-14 e da Figura 9-15, em termos de redução anual da factura energética, tendo como base o Sistema Padrão (S1) constata-se que a solução 4 é a mais favorável, a solução

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8 é a menos favorável e à solução 5 corresponde-lhe um valor negativo de redução, ou seja, não irá haver redução, mas sim passagem para uma solução ainda pior economicamente.

Através do Quadro 9-15 e da Figura 9-11, em termos de custo acrescido de investimento, as soluções mais favoráveis são as 5 e 6, enquanto que para o caso mais desfavorável é a solução 4. Através do Quadro 9-15 e da Figura 9-12, a solução 6 é a mais favorável, ou seja, a que demora menos tempo a recuperar o dinheiro investido; a solução 4 é a menos favorável e a solução 5 não tem viabilidade neste tipo de análise de período de retorno, uma vez que como foi referido acima não há qualquer vantagem do Sistema Padrão (S1) para esta solução.